História Amarelo é a Cor mais Quente - Capítulo 44


Escrita por: ~ e ~Ootsuka

Postado
Categorias Gravity Falls
Personagens Bill Cipher, Dipper Pines, Mabel Pines, Pacifica Northwest, Stanford "Ford" Pines, Stanley "Stan" Pines, Wendy Corduroy
Tags Bill, Billdip, Dipper, Hentai, Lemon, Mabcifica, Orange, Romance, Sadomasoquismo
Exibições 501
Palavras 1.893
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Magia, Mistério, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Como prometido, ai está.
Leiam as notas finais, tem fanfic nova.
Billdip

Capítulo 44 - Capítulo 43 - Just do not faint.


 

Abaixei o capuz da minha blusa,  e assim tomei rumo a cidade.  O dia estava completamente nublado,  e se fazia um frio tremendo.  Caminhei até o mercado mais próximo. Precisava colocar tudo em ordem.  Nossos tivôs definitivamente não tem noção de quanto ficam fora em sua viagens.  Mas nesse momento,  tudo o que eu queria era envolve-los. 

 

Peguei produtos de higiene, de limpeza e  alimentos.  Passei pelo estoque de canecas e comprei algumas,  fora xícaras.  Meus poderes estavam saindo caro.  Fui para o caixa e o atendente me olhou feio,  possivelmente por eu estar de capuz. Porém isso não me afetou em nada. Alias queria eu que minha maior preocupação fosse um dono de loja acreditando que eu tentaria assalta-lo. 

 

Depois de pagar tudo empurrei a porta,  e fui recebido por Bill.  Ele colocou seu braço ao redor do meu ombro e eu fiquei o encarando. 

 

- Que foi?  - Perguntou se fazendo de idiota. 

 

- Não estou achando motivos para você fazer um gesto tão alegre.  - Conclui deixando de dar importância a isso. 

 

- Ué,  então não posso mais abraçar meu namorado?  - Questionou,  e eu ruborizei.  Namorado.  Parecia uma palavra tão distante....  Me trazia momentos simples da vida,  onde seus problemas se resumiam a escola e família chata,  e não demónios que estão querendo se matar.

 

- Bill,  você pretende matar a sua mãe.  - Gesticulei.  Tudo bem que ela um ser cruel e psicótico,  porém ainda assim,  criou ele,  como seu filho.  Eu ficaria perturbado.

 

- Eu já ia para o inferno mesmo.  - Ditou.  Queria poder ver através dos óculos escuros que ele usava.  Queria ver por trás daquela mascara,  ver como ele realmente se sentia sobre tudo isso. 

 

Ele estava me levando até seu carro,  e lá,  entramos rapidamente.  Assim que estava dentro do veiculo,  abaixei meu capuz. 

 

- Não precisava me levar em casa - Afirmei.  Eu havia conseguido meus poderes,  mas ninguém parecia querer me deixar sozinho,  como se eu fosse incapaz de fazer qualquer coisa.  Eu vinha treinando a certo tempo,  mas a falta de confiança deles acabava comigo. 

 

- Me sinto mais seguro estando por perto.  Olha Dipper,  eu sei que é chato,  mas ficar longe de você,  é inquietante.  - Afirmou ligando e dando partida no carro. 

 

- Eu... Eu sei,  sinto muito. - Me desculpei,  abaixando a cabeça.  Senti Bill segurar minha mão,  e sorrir solidário. 

 

- Isso vai passar,  vamos superar isso,  e depois nada mais vai me distanciar de você.  Nem se você mandar eu sumir...  - Afirmou,  a ultima frase com um pouco mais de animo. Deixei um sorriso escapar.  Deus,  eu o amava tanto.

 

O tempo corria lento,  e eu agradecia.  Queria poder parar tudo e me deixar reconfortar,  sem preocupações.  Mas infelizmente,  não podia fazer isso.  Não que eu soubesse.

 

Chegamos em casa depois do que parecia ter sido uma eternidade.  Will estava na sala,  lendo alguns livros,  que eu julgava serem de feitiços e magia negra.  Mabel lia junto a ele,  pareciam concentrados.  Ouvi Bill fechar a porta atrás de mim,  e me puxar rumo as escadas. 

 

- Hey - Will chamou.  Voltamos nossos olhares a ele.  - Bill,  Leigh sumiu.  - Afirmou,  ele tinha um olhar neutro,  mas ainda podia sentir certa preocupação em sua voz. 

 

- Ele provavelmente deve estar bem longe agora.  Mas Ros...  Ela não quer nada com ele,  então estará tudo bem.  - Bill afirmou. Ele estava atrás de mim,  e pude sentir sua mão se aproximar na minha,  em busca de contato.  Eu as entrelacei,  e ele apertou fortemente.  A verdade é que nem ele sabia se aquilo era bom ou ruim. 

 

- Tem certeza?  Bill,  e se ela tiver...  - Will foi cortado por Bill.  Sua mão estava apertando a minha firmemente. Ele claramente precisava se alguma estrura mental.

 

- Não.  Você é a pessoa positiva aqui,  fale como tal. Leigh está bem.  - Concluiu e então voltou a me puxar, para onde meu quarto ficava. 

 

Ele entrou lá,  quase em desespero,  e se deitou sobre a cama,  afundando seu rosto contra meu travesseiro.  Eu nem lembrei de tirar as comprar de seu carro,  mas não importava,  depois faria isso. 

 

- Bill...  Ele está bem.  É o Leigh,  cara,  é Leigh - Conclui,  talvez tentando me convencer mais do que a ele. 

 

Bill não se pronunciou, então apenas me deitei ao seu lado,  e fiquei o encarando.  Afoguei minhas mãos em seu cabelo,  cheios e sedosos, até ele virar seu rosto para me encarar. 

 

- Prometa que não fará nada estupido.  - Pediu, sem tirar seus olhos de mim. 

 

- Por que eu...  - Fui interrompido. 

 

- Prometa.  - Exigiu,  e eu balancei a cabeça positivamente.  

 

- Eu prometo.  - Então ele fechou os olhos e inspirou fundo.  

 

- Ela virá como tudo contra a gente. Dipper,  ela não medirá esforços para acabar conosco. 

 

- Nos a pararemos.  Tenha um pouco de fé - afirmei.  Eu o encarava preocupado.  Como tenho medo que ele perca a cabeça e faça algo estúpido também. 

 

- Hm - Bill apenas sonorizou,  e ficamos ali,  por alguns segundos,  até dormir. 

 

[…]

 

“A menina olhava através da fechadura. Uma mulher belíssima caminhava de forma elegante pela sala totalmente fechada, sendo iluminada por uma luz branca.  Nefertite podia ver,  um pouco mais alem da mulher elegante,  um garoto preso por correntes.  Bill.  A menina quis gritar ao ver o estado do irmão.  Haviam cortes em todo o seu corpo,  alguns sangrando. 

 

Se observasse melhor,  poderia notar que,  esses foram causados por um chicote,  carregado pela mulher.  Essa,  usava um vestido aveludado, bem delicado,  chegava a ser inebriante observar as dobradura que se formavam a cada passo que a mulher dava.  Rosely. 

 

Rosely pronunciará algumas coisas perto do menino,  mas Nefertite não conseguirá processar o que eram.  E Bill nada disse em relação a isso.  A cena seguinte se tornou um pesadelo para a jovem menina. Rosely ergueu o chicote e desceu com tudo, acertando no braço do loiro,  e consecutivamente,  a ponta foi acertada em suas costas.  Bill, manterá -se em silencio. Reação de Nefertite só veio depois de processar aquilo.  Um grito entontecedor saiu da boca da menina,  junto a lagrimas infantis causadas por medo e pânico. 

 

Ainda pode ver Rosely virar o rosto na direção da porta,  com um sorriso completamente divertido em seus labios. 

 

- Nefi...  - A mulher pronunciou "amorosamente" para a garota que espiava "secretamente" a cena.  Porém,  antes que a menina pudesse ter uma reação,  fora puxada,  delicadamente,  mas ainda assim,  puxada para longe da porta.  A pequena se debatia mas de nada adiantava;

 

- Nefertite,  por favor,  precisamos sair daqui - Afirmou.  A menina reconheceu como sendo seu irmão,  Will.  Porém não se pronunciou,  muito menos parou de se debater - Por favor- Suplicou mais uma vez. 

 

- COMO VOCÊ CONSEGUE VIVER,  SABENDO QUE O BILL ESTÁ LA POR NOSSA CAUSA?  - Nefertite explodiu,  estava com muita raiva. O irmão que tanto amava,  estava sendo torturado,  e nem era sua culpa .

 

- E se você for lá será em vão.  Nefi,  ele está la para nós proteger.  - o menino afirmou,  também já sentido as lágrimas.  No final,  eram apenas crianças pagando pelos seus maus comportamentos , certo?  Errado.  Por mais que errassem,  nenhum deles merecia aquilo,  criança alguma para ser mais exata. 

 

- Meninos... estou lhes ouvindo,  querem brincar com o irmão de vocês?  - Os dois se calaram e olharam para o inicio do corredor escuro,  vendo uma sobra se ressaltar dentre a própria escuridão. 

 

Will não fizera muito mais,  estava em choque,  mas o que conseguirá processar, fora pegar a irmã menor e correr,  a procura de um quarto em que pudessem se trancar.  Aquela mulher era uma sádica,  que agora começaria um pega-pega assustador com os seus "filhos" como ela costumava fazer. Nefertite,  por sua vez,  estava tão assustada,  que se soltou de qualquer proteção que Will pudesse lhe oferecer,  e traçou caminho para qualquer outro lugar.  Já o azulado,  estava tão assustado, que nem conseguira se dar ao luxo de ir atrás da menina.  

 

A menor, se jogou no primeiro quarto que viu e adentrou um armário antigo que ficava naquele maldito casarão desprovido de amor e alegria.  Tentou controlar sua respiração acelerada e seus soluços.  Porém só se desesperou,  ao ver pela brecha do móvel de madeira,  a porta começar a se abrir,  rangendo insuportavelmente.  Seu coração estava a mil,  e ver a silhueta bem marcada de sua "mãe" só piorou tudo.  A mulher deixou uma risada masoquista escapar,  e depois se pronunciou. 

 

- Nefi... Estou te ouvido...  Eu estou.... - Então ela apagou a luz do quarto.  Deus,  tenha pena de minha alma já condenada.  A menina pensou.  Sua respiração travou,  e a pequena tentou a qualquer custo,  escutar os passos da mulher,  mas tudo se tornará perturbantemente silencioso,  e seu cérebro entrou em pânico ao notar que seu coração conseguia emitir mais barulho do que devia. 

 

A menina ergueu sua mão na fechadura,  a fim de poder sentir o ar lá fora e achar a posição de Rosely. Era um dom seu,  seu tato era sensível quando esta queria,  funcionava mais ou menos com um radar.  Porém,  sua pele empalideceu como a de um cadáver,  ao sentir algo como uma face,  e depois sentir os traços de um sorriso se formar,  bem na palma de sua mão. Rosely estava bem a sua frente. 

 

A menina deixou um grito ecoar,  antes que sentisse sua cabeça rodar e essa apagar naquele lugar escuro.” 

 

[…]

 

Abri meus olhos,  e uma luz inundou tudo a frente.  Era muito forte.  Esperava encontrar Bill a minha frente,  porém minha vista foi inundada por uma imensidão branca,  que eu reconheci como uma sala branca.  Tentei olhar para trás. Porém havia uma cadeira.  E pelo que percebi, minhas mãos estavam amarradas firmemente a mesma.  Ela era alta,  e me impedia de olhar o resto da sala que se encontrava atrás de mim. 

 

- Mas o que...  - Afirmei,  balançando minha cabeça depois de uma leve tontura. 

 

- Ele acordou... - Uma voz feminina e melodiosa pairou o ar.  E eu reconheci como sendo o próprio diabo.  Rosely. 

 

- O que você fez?  - Perguntei,  sentindo meu suor descer pelo meu rosto.  Estava apavorado. 

 

- Oh,  Dipper, acreditava que você era mais esperto que isso.  Não achou mesmo que iria escapar de mim,  achou?  - Então notei-a mexer em minha cadeira,  a virando.  

 

Senti uma vontade enorme de gritar ver aquela cena. Todos estavam presos a cadeiras, assim como eu.  Mabel estava,  com a boca tampada por um pano.  Ela me olhava em total desespero.  Do meu outro lado,  Pacífica tinha seus ouvidos cobertos por um fone,  pelo qual saia uma estranha chama azul.  Ela estava tão desesperada quando Mabel,  porém não dizia nada.  Ao seu lado,  se encontrava Will,  ele todo em si,  estava coberto por um brilho azulado e não carregava nenhuma expressão em seu rosto,  quase como se não estivesse ali... Eu quis morrer assim que pousei meus olhos em Bill,  que ficava a minha frente.  Ele tinha seus olhos vendados .

 

- Vocês vão se arrepender por ter pensado em acabar comigo.... Vocês vão se arrepender amargamente.  - Então apenas senti suas mãos cobrirem meus olhos. 

 

Naquele instante eu decidi que talvez,  ter morrido ao nascer não teria sido uma ideia tão ruim.  


Notas Finais


TEM FANFIC NOVA
BILLDIP
É
eu sou louca, mas postei uma fanfic nova.
https://spiritfanfics.com/historia/perfect-illusion-6726101

Deixa um comentario nessa fanfic que eu fico lhe devendo um abraço.
Deixa um nela também que e incluo uma beijo na testa.
:-D

Enfim, é isso, oficialmente falando, mais dois capítulos e a fic acaba.
pse

kiss


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