História Ambiguous Trap - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens D.O, Kai, Lu Han, Sehun, Suho
Tags Exo, Kai, Sehun, Sekai
Visualizações 147
Palavras 3.013
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu tô atrasada, mas o que vale é que saiu o capítulo.

Tenham uma boa leitura ^^

Capítulo 9 - Acerto de contas


Após muita insistência por parte de Sehun, Jongin estava agora pensativo em sua mesa bolando um plano em que ele não precisasse se expor e muitos menos explicar toda a situação em que os dois se encontravam. Trazia consigo o atestado de Sehun e uma nota escrita pelo próprio, com uma explicação inventada rapidamente pela manhã, enquanto o professor tentava digerir toda aquela comida ruim de hospital. Sehun odiava hospitais.

Percebeu que Kyungsoo o observava preocupado, com seus olhos grandes lhe perguntando “O que tanto te aflige?”,  os conhecia como ninguém. Respondeu gesticulando os dedos num movimento rotatório, pedindo que ele aguardasse até o fim da aula, voltado seus pensamentos para a desculpa que daria caso lhe fosse questionado do porquê estar com aqueles papéis.

Durante a aula, o melhor que pôde fazer foi prestar atenção em um ou dois tópicos explicados pelo professor e vigiar seu celular a cada 5 minutos à espera de uma mensagem de Sehun, mesmo sabendo que dificilmente ele mandaria sabendo que o moreno estava em aula.

Quando o segundo sinal bateu, Kyungsoo já estava aflito sentado bem ao seu lado, esperando que Jongin despejasse todos os acontecimentos em cima de si. Seu sexto sentido sabia muito bem quando algo atormentava a cabeça de Jongin.


– Pode ir me falando tudo, desde o início. – disse, se aproximando para que nenhum bisbilhoteiro os escutasse.


– O professor Luhan voltou, e veio atrás do Sehun. – cochichou, tapando sua boca discretamente.


– Está brincando comigo? – perguntou, Kyungsoo, incrédulo.


– Ele insistiu em ir para o trabalho comigo no sábado, e quando estávamos saindo eles se esbarraram. A princípio não tinha muita certeza, mas na tarde seguinte ele apareceu no apartamento como se tivesse alguma autoridade sobre Sehun. – ficava nervoso à medida que chegava ao ponto principal – Sehun ficou irreconhecível frente a ele, nunca pensei que ele pudesse ficar tão nervoso.


– Mas ele te viu? – perguntou preocupado.


– Infelizmente, e ainda ameaçou a entregar nosso relacionamento. Sehun me contou que Luhan é o pior tipo de pessoa, só se faz de boa gente pra conseguir o que quer.


– Mas cadê o Sehun então?


– Ele socou a porta e foi parar no hospital desmaiado. Ele está em observação por  a causa dos ferimentos graves que conseguiu.– falou triste. – Menos mal que ele não socou o Luhan daquele jeito, acho que teria o matado.


– O professor Sehun parece ser tão tranquilo. Me dá até calafrios pensar nele nervoso e socando qualquer coisa. – tremeu seu corpo, demonstrando medo.


– Foi assustador. – disse, tentando tirar toda aquela cena de sua cabeça – Eu estou com o atestado dele e uma carta, preciso entregar ao diretor sem parecer suspeito demais.


– Tenho certeza que daremos um jeito, a gente sempre dá. – esticou sua mão, apertando a do moreno.


Jongin sorriu e fez que sim com a cabeça, não saberia o que fazer sem Kyungsoo para apoiá-lo.

O resto do dia foi tranquilo. Durante o intervalo os dois combinaram o que seria feito e Kyungsoo era quem iria contar as más novas para o diretor Wu – que felizmente parecia de bom humor naquele dia. Jongin tinha lhe passado tudo o que seria dito, Sehun teria se machucado em um acidente cotidiano enquanto fazia sua faxina. Escorregou e ao tentar se apoiar na porta acabou causando uma eventualidade nada agradável.


Seu plano tinha tudo para ser perfeito, mas nada nunca é perfeito na vida de Jongin.


Uma baderna havia se formado nos corredores, alunos correndo e gritando coisas impossíveis de se entender, enquanto eles apenas olhavam curiosos para todo aquele furdunço.


– Com licença – Jongin tocou o ombro de uma das garotas eufóricas que ocupavam sua passagem –, o que está acontecendo?


– Você não sabe? O ex-professor Luhan está aqui! – disse, berrando como uma fã adoradora de seu maior ídolo.


Jongin estremeceu ao ouvir aquilo. Se Luhan estava na escola, aquilo significava que ele iria sim entregar Sehun, e ainda seria recebido de braços abertos. Sentiu a mão de Kyungsoo tocar seu ombro, mas não ouvia nada que o menor pronunciava, apenas via o movimento feito por seus lábios de coração.


– Ele vai nos entregar Soo… está tudo acabado. – dizia com um sorriso triste, encarando o vazio a sua frente. – Eu preciso ligar para o Sehun, agora!


Tentou passar em meio a multidão de pessoas desesperadas, em busca de um lugar calmo e menos barulhento para que pudesse ouvir com clareza a ligação.


– Alô?


– Sehun! Luhan está aqui e- – foi cortado pelo chamado do diretor atrás de si.


– Jongin? Será que poderíamos conversar em particular por um momento. – indagou com uma expressão séria estampada em sua face.


– Jongin? O que está acontecendo?


– É Jongin, por que não conversamos um pouco? – Luhan apareceu, com seus braços cruzados e o olhar cínico que nunca deixava seu rosto.


Cerrou os punhos, o medo o rodeava inteiro, mas Jongin teria de ser forte, teria que lutar sozinho.


– Jong-desligou o celular, deixando Sehun ainda mais preocupado.


Se Sehun não estava com ele, então não fazia sentido responder por ele.



Os três estavam sentados na sala fria e sombria do diretor. O homem de meia idade analisava os papéis entregues por Jongin sem muita vontade e com certa dúvida.


– Tudo bem, mas Sehun não precisará mais disso. – disse, amassando os papéis e os jogando no lixo.


– O-o que quer dizer com isso? – perguntou, Jongin, nervoso.


– Meu amigo Luhan me disse que você e Sehun estão tendo um caso, e como é de conhecimento de todos dentro dessa escola, é estritamente proibido o relacionamento entre alunos e professores, podendo levar a expulsão ou a demissão, dependendo das circunstâncias.


– Diretor Wu, por favor, não demita o Se- professor Sehun. Lhe garanto que ele não tem nada a ver com tudo isso e que o único culpado disso tudo sou eu. Fui eu quem o convenceu de que não haveria problema, eu o levei a isso… eu que me apaixonei.


O homem de meia idade o olhava com nojo e desprezo, evitando o contato direto com seus olhos clementes.


– Pelo que eu sei, vocês dois não tinham uma relação muito boa faz um tempo, pareciam se odiar, e seu histórico aqui também não leva nada a imagem que está me passando agora. Inclusive acho que está mentindo. – fingia que olhava alguns papéis, enquanto falava cruel com moreno.


– Eu juro, diretor. Eu não tenho como provar, mas é a verdade. – falava desesperado, sentia que poderia chorar a qualquer instante, mas não faria na presença daquele loiro maldito.


– Só posso admitir isso com o consentimento de seus pais, infelizmente não permitimos esse tipo de coisas nas dependências da escola.


O coração de Jongin falhou uma batida e seus pulmões pareciam não encontrar forças suficientes para bombear o ar em seu corpo.


– Por que parece tão assustado? – Luhan perguntou, se aproximando de Jongin – Vai me dizer que seus pais não sabem que você está esse tempo todo fora de casa, e ainda sendo abusado por um professor 7 anos mais velho. Sabe o que isso significa não é?


– Você ainda é dependente de seus pais, se eles não estão cientes sobre isso, então você praticamente fugiu de casa para se relacionar com um homem muito mais velho do que você.


– Meus pais não dão a mínima pro filho que tem, tanto que viajaram e sequer sentiram minha falta. Eu me viro sozinho desde que me entendo por gente, e acho sim que sou eu o responsável pelos meus atos e suas consequências. – levantou o tom, deixando que seu lado arrogante viesse a tona sem qualquer preocupação.


– Pois então assuma as consequências! – gritou, batendo com as duas mãos em cima da mesa – Kim Jongin, você está expulso por desacatar a autoridade maior dessa escola e por quebrar as regras impostas. Diga a Sehun que venha buscar suas coisas assim que puder, se não quiser que eu o denuncie à polícia.


– Que se foda essa escola de merda também. – berrou, se levantando rápido – Espero que esteja feliz com sua maldita vingança, Luhan. – olhou com nojo para o loiro, que ostentava nos lábios seu sorriso vitorioso.


Jongin saiu batendo a porta, indo direto para os armários pegar alguns de seus pertences. Pensava se teria feito a coisa certa ao tomar a decisão sozinho, mas no fim das contas acabou por ser expulso, e ainda levou Sehun para o buraco consigo.

Já estava quase no portão de saída, perto da quadra esportiva externa, precisava mandar uma mensagem para Kyungsoo, para que levasse sua mochila, e ligar para Sehun e dar a triste – ou nem tanto – notícia de que nenhum dos dois era mais bem vindo naquele lugar. Mas antes que pudesse fazer qualquer um, sentiu seu braço ser puxado por uma mão grossa e desconhecida por ele.


– Ei! O que pensa que tá fazendo, cara? – tentou puxar seu braço, porém o outro era muito mais forte que si.


– Tenho um recadinho pra você. – falou, pegando Jongin e o jogando sobre seus ombros, o levando para um local menos aberto.


– Me solta! Eu não fiz nada! – relutava, chutando e socando o homem enorme, deixando – sem perceber – seu celular cair pelo caminho.


– Você não, Jongin… mas Sehun fez. – a voz de Luhan se fez presente, tão nojenta quanto antes – E como Sehun não está aqui para levar o troco, pensei que você pudesse pegar o recadinho por ele. Talvez ele até aprenda uma lição depois disso. – riu, estalando os dedos para que seu capanga o deixasse no chão – Não pense que Sehun te ama meu caro, Sehun apenas gosta de transar com homens bonitos e jovens, para depois descartá-los, como se fossem meros brinquedos.


– Então o que você fazia com ele? – soprou o riso.


Jongin sabia que tinha aberto a ferida, e provavelmente pagaria por isso.


– Ria moreno, vamos ver se você vai continuar com esse sorrisinho depois que estiver sem os dentes. – falou assustador – Ele é todo seu, Yifan.


O outro se aproximou e deu um chute certeiro no estômago de Jongin, nada que ele não estivesse acostumado. Se remexeu um pouco, mas logo estava de pé pronto para acertar quantos socos fossem necessários na cara do maior.

Acertou um, dois mas logo já estava jogado ao chão, com os lábios cortados e um roxo na maçã esquerda do rosto.


– Qual é Yifan, você tá pegando muito leve. – provocou. – Mostra pra ele todos os seus golpes.


O de cabelos escuros agora se encontrava por cima de Jongin, impedindo que o mesmo fizesse qualquer movimento contra si. Batia com vontade em seu rosto – agora coberto de sangue – sem piedade alguma, sem deixar nem que o moreno se defendesse. Apertava sua garganta com força  quando percebia algum movimento de resistência, repreendendo o moreno, como se quisesse lhe ensinar que era errado resistir.  

Se levantou somente para pegar impulso e chutar com toda sua força o corpo caído, que se chocou contra a parede atrás de si, grunhido de dor. Os olhos se mantinham fortes, não queriam se fechar, não queriam se render e dar a tão querida vitória de Luhan.

Jongin juntou todas as forças que restavam em seu corpo ferido e se ergueu, tomando posição de defesa indo pra cima, não de Yifan, mas sim de Luhan, pronto para derrubá-lo com um único soco. Porém Yifan fora mais rápido que si e o derrubou com um soco único na cabeça, deferindo em seguida diversos outros em sua lateral e maxilar.


– Já chega Yifan, não queremos matá-lo. – disse doce, pousando sua mão nas costas do maior. – Deixe que ele fique aí, logo alguém vai achar o corpo.


Jongin só conseguiu ver os dois caminhando para longe de si, sua visão escurecia e sua cabeça latejava de dor, assim como todo o resto de seu corpo. Tentava se arrastar para algum lugar visível, mas seu corpo não respondia mais aos seus desejos.


– S-Sehun… socorro… – murmurou baixo e rouco, deixando que sua mão caísse sobre o gramado verde e ensanguentado.



Sehun dirigia feito um louco até a escola, levou horas até convencer todos os enfermeiros de que estava bem e que era um caso de vida ou morte. Conseguiu uma permissão provisória para dirigir após reforçar todos os seus curativos e jurar que não faria nada que comprometesse sua saúde. A ligação de Jongin o deixara agoniado sobre a presença indesejada de Luhan, não sabia o que aconteceria caso ele falasse mais do que devesse, mas sua maior preocupação no momento era Jongin, e como ele estava lidando com tudo aquilo. Tentou diversas vezes ligar para o moreno, mas seu celular sempre o jogava para a caixa postal.

Levou meia hora até que ele chegasse finalmente até o prédio, e como os alunos já estavam saindo, Sehun decidiu por esperar até que seus olhos encontrassem os de Jongin, mas isso não aconteceu.

Viu Kyungsoo saindo, parecia preocupado e carregava junto de si a mochila de Jongin.


– Kyungsoo! – gritou o baixinho.


– Sehun! Por acaso não encontrou o Jongin pelo caminho? – indagou.


– Vim até aqui justamente atrás dele. Ele me ligou faz um tempinho e desde então não consegui mais falar com ele. – falou, observando aflito o celular em suas mãos. – Por acaso sabe algo sobre a vinda do Luhan?


Kyungsoo arregalou os olhos e chamou Sehun para se sentar num banco próximo dali.


– Houve um tumulto por causa disso. Eu e Jongin estávamos juntos sem saber o que se passava, mas aí ele  alguém nos contou e então descobrimos que ele estava na escola. Depois disso, Jongin tentou ir para um local mais quieto, acho que queria te avisar sobre, e então não o vi mais.


– Onde será que ele se meteu? Minha preocupação é que tenham feito alguma coisa com ele. Nao sei se você sabe, mas Luhan é completamente louco. – explicou, estava cabisbaixo e aflito, queria encontrar logo o moreno.


– Estou tão preocupado quanto. Jongin não é o tipo de pessoa que desaparece sem motivo.


Os dois tiveram os olhos capturados pela imagem do diretor, se dirigindo até seu carro.


– Diretor Wu! – Sehun correu em sua direção.


– Pelo visto Jongin foi rápido em lhe avisar, mas não esperava ver sua cara tão cedo. – disse, o encarando com desgosto.


– Do que está falando? – perguntou confuso e irritado.


– Por culpa daquele insolente você foi demitido Sehun, não trabalha mais aqui. Pegue suas coisas enquanto pode caso contrário, como avisei antes, irei te denunciar.


– Seu velho mercenário! O que fez com o Jongin? – perguntou agressivo, agarrando o colarinho de sua camisa.


– E-Eu não fiz nada. Eu juro que não sei de nada. – negou com as mãos.


– Mas eu não perguntei se você sabia de algo…


– Por favor, foi tudo ideia do Luhan. – implorou, juntando suas mãos.


– Você é tão podre quanto ele. – o soltou, mas sem desviar seu contato visual – Me diga, por que está o ajudando? O que ele te dá em troca?


– N-nada. Ele namora meu filho, Yifan, é só isso que eu sei. Por favor não me entreguem. – se ajoelhou.


Kyungsoo e Sehun se entreolharam, com certo medo da reação do velho. Se ele tinha tanto medo assim dos dois era porque eles não eram tão bobos quanto pensavam.


– Saia daqui antes que eu perca mais minha paciência. – mandou.


Saiu cantando pneu sem nem olhar pra trás.


– Acho melhor nós procurarmos por ele. – Kyungsoo disse, recebendo uma confirmação de Sehun.


Olharam por todo o prédio enorme: salas, banheiros, quadra, refeitório, tudo, mas nem um sinal do moreno. Já passava das duas da tarde, o sol estava ameno e uma brisa fresca soprava em seus rostos. Estavam vasculhando agora todo o campo em volta, enquanto suas cabeças pensavam se Luhan teria simplesmente sequestrado o moreno na cara dura, sendo que o mesmo não tinha nada a ver com seu relacionamento com Sehun.


– Então... Luhan é um golpista. Me pergunto se quando estávamos juntos ele também mantinha relações com esse tal de Yifan. – comentou com Kyungsoo – Eu sou mesmo um idiota, deveria ter percebido antes que o homem que me amava de verdade estava bem abaixo do meu nariz.


– Eu sempre soube que Jongin tinha uma queda por você. Nunca comentei sério com ele pois tinha um certo receio, talvez ele me interpretasse mal ou sei lá, mas ele sempre ficava diferente quando olhava pra você.


– Ele devia ter me dito… – falou triste, não aguentava mais aquele sentimento agoniante de não ter o moreno próximo de si.


Os dois caminharam para o outro lado, Kyungsoo ia na frente até que chutou algo sem perceber, se assustando com o objeto.


– Sehun! Vem aqui rápido! – gritou, pegando o que parecia ser o celular de Jongin.


– O que foi? Achou ele? – o alcançou, ofegante.


– Não, mas encontrei seu celular. – falou, limpando o aparelho. – Não acho que cometeriam um erro tamanho como esse. Jongin provavelmente não está longe.


– Sinto que ele está aqui… vamos logo. – puxou o menor pelo braço.


Os dois corriam por todos os lados, gritando pelo nome do moreno o mais alto que conseguiam, porém nenhuma resposta chegava até eles, é isso só piorava a situação. A mãe de Kyungsoo já tinha ligado diversas vezes, preocupada com seu filho e com seu filho postiço, dissera que se não o encontrassem em 1 horas, ela chamaria a polícia.

Sehun estava olhando em volta do depósito, onde os aparelhos ficavam guardados, quando tropeçou em algo e caiu de cara no chão.


– Merda! – xingou, olhando para trás pronto para chutar o que o tinha feito cair, porém quase morreu ao ver que tinha tropeçado no braço de Jongin. – Kyungsoo! – gritou o mais alto que pode, com lágrimas escorrendo por todo seu rosto.


Deslizava as mãos pálidas pelo rosto marcado do moreno, os dedos tinham feridas – sinais de que ele resistiu até o fim – e os olhos, ah seus olhos, não possuíam o mesmo brilho que Sehun vira noite passada.


O menor duplicou seus olhos grandes de tamanho ao ver Jongin. Estava no colo de Sehun, todo machucado, cortado, sujo e sangrando, os lábios entreabertos e os olhos fechados parcialmente.


– Ele está respirando? – correu para checar se seu coração ainda batia. – Está fraco, Sehun! Temos que correr para o hospital.


Os dois foram desesperados até o carro do professor, Kyungsoo ia atrás tentando acordar o moreno, enquanto Sehun dirigia o mais rápido que podia. Se perdesse o bem mais precioso de sua vida, alguém teria que pagar por aquilo, e esse alguém seria Luhan.


“Por favor meu amor, aguente firme!”


Notas Finais


Espero que ninguém queira me matar, pois se não nunca saberão o fim dessa história.
Eu ando muito emotiva esses dias então talvez esse capítulo tenha sido refletido pelo meu humor hoje kkk

Um beijo e até a próxima ❤


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