História Ame7lia - Capítulo 1


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Categorias Originais
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Palavras 707
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olaaa amorecos <3 Bom, essa é a primeira vez que eu to publicando, espero que gostem! Esse primeiro capítulo é algo experimental e gostaria que comentassem sobre o que acharam, se ficou confusa, legal, e se tiver erros de ortografia! Qualquer coisa me mandem uma mensagem <3 <3

Capítulo 1 - Ame7lia


Lembro-me de quando eu era mais jovem, eu ainda acreditava em Deus e em todas essas crenças, eu era meio doida sabe? Pra mim se eu não rezasse antes de dormir o outro dia seria um desastre! Hoje em dia eu rio disso, o por quê? Eu mudei totalmente, hoje em dia eu ao menos acredito em Deus, eu apenas gosto de me deitar no jardim, olhar um pouco para o céu e depois, simplesmente, fechar os olhos e sentir o aroma da grama molhada invadindo meu corpo, ouvir o barulho dos pássaros cantando, como se eu estivesse sentindo tudo isso pela primeira vez.

Uma das coisas que odeio é quando as pessoas interrompem esses meus momentos, e é justo o que está acontecendo no momento, Gertrudez , a governanta do orfanato, sempre faz isso, ela diz que isso é uma besteira, que fico perdendo tempo e só faço isso pra dificultar a vida dela ( tanto no quesito dela ter que vir me chamar quanto na hora de lavar as roupas que ficam encardidas devido a esse “chão imundo”.), mas dessa vez ela veio me chamar para o jantar e  não apenas para ficar reclamando em minha orelha durante horas e horas. Não sei o motivo dela ser tão infeliz assim, ela pelo menos não é uma jovem de 16 anos presa em um orfanato e já foi rejeitada por duas famílias! Sabe o pior? Ela não para de reclamar um segundo! Então decido me levantar logo e me direciono ao refeitório ignorando tudo o que ela fala.

O refeitório já esta cheio e quando chego atrasada já não é muita surpresa, apesar de todos saberem que aqui recebemos muitos cuidados, eu não gosto de estar aqui, afinal tenho 16 ANOS, a maioria das crianças com quem eu cresci já foram adotadas e a que chega mais perto de minha idade é a Marissa mas do mesmo modo ela ainda é muito nova para entender as coisas que se passam em meu mundo.

O jantar ocorre como todos os outros, rezamos para Deus agradecendo o alimento ( no caso eu finjo rezar), comemos e podemos ir para nossos quartos ou ficar por 1h na sala e depois nos deitarmos ao som do toque de recolher. Eu sempre vou para meu quarto, as vezes Marissa me faz companhia, as vezes ela prefere ficar lá em baixo junto com o resto das crianças. De qualquer modo, sempre tiro esse tempo pra fazer alguns deveres que estão atrasados ou ler algum livro, o qual eu já devo ter lido uma centenas de vezes devido á biblioteca daqui nunca se renovar.

***

O toque de acordar às 6 da manhã onde se inicia a guerra para usar os banheiros, então prefiro ficar dormindo mais um pouco ao invés de me levantar e ficar esperando meia hora na fila para dar o mesmo resultado se eu me levantar depois, como todas as manhãs Marissa me acorda quando sai do banho, ou melhor, como quase em todas as manhãs, porque hoje por um acaso do destino ela simplesmente se distraí e esquece de me acordar e quando dou conta Gertrudez está batendo em mina porta e berrando para eu levantar logo e me arrumar para o primeiro dia de aula no ensino médio, porque nada mais empolgante do que acordar atrasada para um lugar ao qual você nem queria ir, afinal, todos sabemos que o ensino médio não tem nada legal, garotas tentando achar o corpo perfeito e garotos tentando transar. Meu cabelo dificulta um pouco minha vida, sempre me falam pra corta-lo mas não suportaria  vê-lo curto, eles eram ruivos, sua cor e comprimento combinavam perfeitamente com a minha pele com sardas na região da bochecha. Termino de pentia-lo e prendo em um rabo de cavalo longo ( meus cabelos são muito compridos), visto um jeans e uma regata branca que deixavam meus seios de tamanho médio a mostra.

O café da manhã passa rapidamente, saio para pega meu ônibus como de costume, mas quando saio de casa percebo que ele esta no ponto prestes a partir, corro o máximo que posso, mas o esforço é em vão. Quais serão as outras magníficas surpresas que o dia de hoje me revelará?!

 

 


Notas Finais


Espero que tenham se interessado ( nem que seja um pouquinho) pela história!


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