História American horror story in a different way - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias American Horror Story
Personagens Adelaide "Addie" Langdon, Ben Harmon, Constance Langdon, Personagens Originais, Tate Langdon, Vivien Harmon
Tags Ahs, Tate
Exibições 17
Palavras 1.211
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Mistério, Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Pessoinhas eu voltei, incrivelmente não estou morta só sem criatividade

Capítulo 7 - Ele falou comigo


Começou um novo dia exatamente como o outro nenhuma novidade até agora mas são apenas 5:30 da manhã. Ainda tem muito tempo pra acontecer coisas horríveis.

Levantei a muito custo e já desci para tomar café da manhã, todos ainda estavam dormindo e porque eu tinha acordado a essa hora era um grande mistério. Eu fui em frente à minha casa para ver como estava o clima ( que não estava nada agradável) com meu lindo pijama de mendigo achando q não fosse ter uma alma na rua, pensei que todos estivessem dormindo ledo engano meu, na casa ao lado apenas uma luz acesa  algum cômodo do andar de cima.

Entrei correndo pois comecei a congelar lá fora, fui tomar um banho bem quente para não ter hipotermia (talvez tenha exagerado um pouco sobre a temperatura). Sai do banho e já era 6:15, minha mãe já tinha acordado quando eu voltei.

-Bom dia linda......já tomou café da manhã?.-ela perguntou já sabendo a resposta enquanto olhava a louça suja,

-Bom dia, hoje está muito frio posso faltar?.-Falei na maior cara de pau possível.

-Hoje só vai ser o seu segundo dia de aula você não vai faltar pelo menos essa semana inteira.

-Mas não dá pra ir todos os dias na escola, é muito chato.

-Vai se arrumar que logo você vai ficar atrasada e depois vai vir brigar comigo.

Eu subi para o meu quarto e fui me trocar estava com uma roupa praticamente igual a do dia anterior, mas lembrei do garoto que eu tinha visto no dia anterior e pensei se eu for com essa roupa ele vai pensar que eu não troco de roupa.....- eu pensando oque um garoto vai pensar de mim meu deus o que está acontecendo comigo. No fim das contas só mudei a blusa e o sapato.

Cheguei na escola uma hora antes da aula começar que ótimo, eu fui lá no fundo onde eu estava ontem e estava completamente vazio, o que eu esperava a escola lotada de pessoa 6:30 sendo q a aula só começa 7:20.

Fiquei por meia hora sentada sozinha escutando musica, no caso do duas por que eu gostava muito delas, até que começou a chegar algumas pessoas, mas nada do garoto lindo. Passaram se cinco minutos e então ele chegou e foi para o mesmo banco que estava sentado ontem, que incrivelmente não tinha ninguém nele. Apenas observava ele discretamente até que uma hora eu olhei para ele e ele estava olhando pra mim, então a única coisa que consegui fazer foi olhar pra baixo o mais calmo possível.(por fora eu estava com cara de foda-se por dentro eu estava pqp ele me viu olhar ele, e mds ele estava olhando pra mim).

Finalmente o sinal tocou e eu estava indo pra minha sala, e então alguém bateu com tudo no meu ombro, não fiquei surpresa tinha muitas pessoas lá, mas quando fui ver quem tinha batido era o cara lindo (foi como naqueles filmes clichês onde tem quinhentas pessoas na escola mas quem esbarrou em você foi o cara que você achou lindo). Eu cheguei na minha sala e não tinha quase ninguém ainda, aos poucos foi chegando os alunos e todos me olhavam torto e eu não estava entendendo oque estava acontecendo mas ignorei. As mesas eram de dupla e ninguém tinha sentado comigo mas tentei não levar para o lado pessoal, então chegou a pessoa que eu menos esperava mas era a que eu mais queria q chegasse, ele o cara lindo, tinham dois lugares sobrando o ao  meu lado e ao lado de um cara dormindobo fundo, óbvio que ele se sentou ao lado do cara  dormindo, mas antes de chegar ao seu lugar ele me olhou e deu um sorriso de canto quase impossível de ver mas eu vi, e era lindo. A aula seguiu em frente ninguém sentou ao meu lado e eu não estava prestando atenção em nada, apenas estava me controlando para não virar e ficar olhando para ele. Para minha tristeza o professor ainda não havia feito a chamada para eu descobrir o seu nome. No fim da aula prestes a tocar o sinal para o intervalo , no finzinho mesmo ele fez a chamada e então chegou o nome dele Tate, não falaram o sobrenome mas acho que não vai ser difícil de encontrar ele nas redes sociais. O sinal tocou e a sala quase toda correu para a o pátio,para mim, tentar sair agora era um suicidio todos se empurrando para sair então continuei sentada por um tempo, então a coisa mais maravilhosa aconteceu.

-Você não pode ficar na sala no intervalo.-O Tate disse "sério" 

-Eu não vou ficar aqui só estou esperando parar um pouco a muvuca, tentar não morrer no segundo dia de aula é ótimo não?-disse isso tentando não morrer ou ficar vermelha ou encarar demais ele.

-Você é a menina da toalha né?-ele disse isso como se não fosse nem um pouco vergonhoso.

-É..é sim.-foi a única coisa que consegui falar e ainda gaguejei pra falar somente duas palavras é uma nem saiu direito.

Eu tentei sair sem parecer estar com vergonha então ele segurou meu braço e disse.

-E afinal meu nome é Tate, e o seu é?

-Eu sei.... quer dizer prazer meu nome é lucy.-Serio "eu sei" foi isso mesmo que eu disse, estava me espancando na minha mente.

-Seu nome mesmo, tipo Lucy é seu nome não seu apelido?-ele parecia realmente surpreso com isso.

-É.-a única coisa que consegui falar. Então eu sai da sala e ele ficou na sala. 

Fui para o inferno também conhecido como pátio estava cheio tipo muito cheio mesmo não tinha lugar pra ficar, nem minha árvore estava vaga.

Então tive uma ótima ideia, ficar em alguma sala de aula, que não seria na sala onde o Tate estava porque seria estranho.

Eu fui andando pelo corredor vazio o que me deixou surpresa, não tinha ninguém mesmo, então passei pela minha sala, dei uma olhadinha na sala, elas tinham uma janelinha e eu consegui ver ele, e aparentemente ele também conseguiu me ver já que quando eu dei mais um dez passos ele abriu a porta e disse.

-Onde você tá indo.-ele disse 

-To procurando uma sala pra ficar até o intervalo acabar.-eu disse surpresa ao saber que ele estava falando comigo novamente.

-Pode ficar aqui, eu tava zoando sobre não poder ficar na sala...na verdade não pode mas ninguém fala nada.

-Ah tá bom então.- disse dando meia volta e indo para a sala.

-Mas fica lá no fundo pras tias chatas não te verem e brigar com você.

-"Tias", você não tem cara de quem chama as tias de tias.-eu disse rindo e ele ficou emburrado mas logo deu risada.

-E então toalha, saiba que você não deveria ficar indo lá fora no frio apenas com um "pijama" de calor.- e falou segurando o riso.

-Não acredito que você é meu vizinho, vai me chamar de toalha ou pijama agora.- eu disse com cara de brava mas ele sorriu e caiu meu disfarce e eu comecei a rir. Quem diria que o cara que eu não conseguia nem olhar estaria na mesma sala que eu sozinhos rindo e conversando sobre coisas aleatorias.

 


Notas Finais


Espero que gostem, desculpe pelos erros ortográficos. Acho esse capítulo está maior como o prometido. ^ ^


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