História AMERICAN HORROR STORY: Murder House -continuação - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias American Horror Story
Personagens Tate Langdon
Tags Ahs, Tate, Violet
Exibições 8
Palavras 499
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Drogas, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


...

Capítulo 2 - Flores de campo


Tate desapareceu, deixando apenas seu perfume cítrico amadeirado, e isso fez meu corpo tremer, era uma mistura de ódio, saudade e arrependimento, meu corpo deslizou quase como se caísse inerte e delicadamente sobre a espreguiçadeira enquanto eu deixava escapar a primeira lagrima.

O perfume que ainda pairava, trouxe todas as lembranças felizes que vivi com Tate, e isso só me fez chorar e sofrer mais, os dias se passaram, e eu continuava ali, gemendo e soluçando de dor e sofrimento, minha mãe aparecia em alguns momentos para tentar me consolar, mas sabíamos que aquele sentimento nunca iria passar, pelo menos não enquanto não pudesse ter Tate outra vez.

-Janeiro de 2012

Nossa! Essa casa é realmente linda e convidativa, parece que foi construída para atrair e agradar os olhos, me pego observando cada detalhe atentamente, não deixando passar nem o contorno das sombras dos móveis talhados em madeira, tudo tão fino.

A casa está com um forte aroma de flores do campo, eu gosto disso, gosto ainda mais porque sei o que isso significa. Hoje é dia de visitação, dia de roubar cigarros, talvez algum celular ou qualquer outra coisa que possa tornar os dias menos longos.

E lá vem a primeira família, todos felizes, rindo e brincando, irônico pensar que um dia, assim como eles, também pensamos que seriamos felizes aqui, que seria o começo da melhor fase de nossas vidas, lembro o quanto fiquei feliz quando vi a casa, adorei o ar macabro que corria pelos cômodos.

-Droga, com certeza nenhum deles tem cigarros.

Sinto o perfume de minha mãe se aproximando, certamente quer repassar as regras de comportamento enquanto há visitas, incontrolavelmente minha expressão se torna de desconforto enquanto ouço minha mãe.

-Violet seu pai e eu precisamos conversar com você.

Ela disse isso com tanta ternura e delicadeza que apenas consenti balançando a cabeça e fiquei mais confortável, ainda sim o que eles poderiam precisar falar comigo, as decisões tomadas nunca precisaram da minha opinião, eu sempre fui só parte da foto no porta retrato. Enquanto subia as escadas ao lado de minha mãe vi que ela expressava estar desconfortável, conclui que não devia se tratar de boa coisa.

-Mamãe o que está acontecendo?

Ela melancolicamente respondeu:

-Nada querida, só precisamos conversar sobre algumas coisas que seu pai e eu estivemos pensando que seria melhor para você, nos te amamos Violet, sabemos que nunca fomos à família perfeita, mas só queremos o melhor pra você.

Tentei apressar meus passos forçando mamãe a fazer o mesmo, quando cheguei ao final da escada parei e procurei entender o que se passava, mas agora o rosto de minha mãe não apresentava pistas de seus sentimentos, era um rosto de expressões neutras, deixei-a passar a minha frente revelando o caminho para o quarto principal da casa, mamãe abriu a porta e logo vi papai sentado aos pés da cama, passando a mão em seus cabelos repetidamente, o que eu já sabia indicar que ele iria tratar de assunto sério. 


Notas Finais


continua


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