História Amertume - Capítulo 1


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Categorias Monsta X
Personagens Hyung Won, Won Ho
Tags 2won, Angst, Hyungwonho
Exibições 74
Palavras 347
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drabble, Drama (Tragédia), Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Amargura


10°C, Outono de 2015

Você tinha dito que seria fácil Hoseok, como andar por entre as sombras das árvores em um dia ensolarado ou simplesmente respirar. Mas não é bem como eu me encontro agora. Estou deslizando por entre o piso molhado sem nenhum lugar para me equilibrar e o frio torna cada respirar doloroso. Eu queria dizer que não dói mais, que superei, mas como seguir em frente quando tudo continua tão igual? Nossas coisas estão no mesmo lugar, ainda durmo do mesmo lado da cama, o esquerdo, mesmo tendo muito espaço agora. O abajur mesmo estragado nunca foi substituído e a marca da sua xícara preferida ainda está no criado-mudo. Aquela série que começamos juntos não pude terminá-la e nossa viagem eu não fui capaz de fazê-la. 

Era tanto ‘nós’, ‘seu’, que fui deixando meu ‘eu’ para trás, e isso não era um problema, entretanto, foi problema para você? Disse que estava fazendo um favor para mim, indo embora aquele dia, mas no fundo você queria apenas ser só seu enquanto eu queria que você fosse meu tanto quanto eu era teu. Percebo agora o quanto foi fácil sua partida Hoseok, para onde iria não havia nada meu, nosso, não levou nada. Espero que pelo menos esteja feliz, como pensei que fosse quando estava em meus braços depois de um dia longo e cansativo enquanto eu te fazia um cafuné e você assistia aquele musical que ninguém mais gostava tomando uma xícara de café fumegante, duas colheres de açúcar, ainda me lembro bem.

Você que foi embora mas eu que fiquei com a bagagem, espero um dia poder despachá-la e finalmente viver facilmente como havia dito porque passar por esse frio nunca foi tão doloroso e ele não está somente lá fora ou entre os cômodos daquele apartamento, ele está no meu coração que um dia sua presença aqueceu. O café esfriou enquanto escrevia esta carta e está tão amargo quanto minha vida agora, porque você era aquelas malditas colheres que a adoçavam, e agora não há mais doce nela, já não há mais nada.



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