História Amigo Perfeito - Capítulo 32


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts Yoonmin, Yoonmin
Exibições 263
Palavras 1.668
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Então gente
Esse é o final definitivo de Amigo Perfeito
Eu to mto feliz, e tem algo que eu vou falar com vocês daqui a pouco que vão deixar vocês tão felizes quanto eu.
Então boa leitura, e pras safadinhas e salfadinhos, aviso: contém lemon a partir do * 🌚🌚🌚

Capítulo 32 - Futuro (Capítulo Extra)


P.O.V YoonGi

Ele sempre foi estupidamente lindo.

Mas hoje ele se superou.

Um belo terno branco e maquiagem mínima já me fazia babar.

Mas seu sorriso era o que me fazia mais feliz.

Ele segurava um pequeno buquê, com flores iguais as que eu tinha lhe dado em seu aniversário sete anos atrás.

Seu pai sorria para mim, mostrando o quão satisfeito estava com a escolha do filho. Eu agradeci mentalmente por ter sido recebido tão bem por sua família.

Olhei para o Bangtan. Jin chorava. NamJoon o confortava. Hoseok sorria, quieto. JungKook observava JiMin com admiração. E Taehyung —Sendo Taehyung— Trouxe uma fita adesiva. Sim, isso mesmo. A fita adesiva. (Nota da Autora: Lembram da fita adesiva do capítulo dois, trouxas? Isso mesmo, é ela.)

Olhei para minha família, e mal acreditei ao ver o brilho dos olhos dos meus pais. Deus, eles estavam orgulhosos. No começo, eles ficaram muito putos, muito mesmo. Agora eles se orgulhavam do filho que tinham, por estar se casando com quem ele ama. Eu não poderia estar mais feliz.

Voltei meus olhos a JiMin. Seu sorriso estava enorme, ele estava tão feliz quanto eu. Poder compartilhar a felicidade dessa forma era incrível. Nunca passei por algo tão bom. Desculpe aos outros casais, mas eu sinto que esse é o casamento mais feliz da história.

A cerimônia se deu continuidade, e então até que enfim eu consegui dizer, com todas as forças do meu coração, “aceito”.

—Eu te amo Park JiMin.

—Eu tambem, Min YoonGi.

Agora é esperar o que o futuro nos aguarda.

E algo me diz que ele vai ser muito bom.

Mesmo com tantos pecados que cometi, eu ainda estou aqui, me casando com o homem que amo, e logo irei construir uma família junto com ele. Minha vida é muito boa. Boa demais para ser verdade. Mas a verdade é essa.

Depois de tudo, fomos para nossa festa. Era linda e bem decorada. Mesmo que eu insistisse que era brega, JiMin resolveu usar nossas cores favoritas como decoração. No final, o modo que o azul contrastava com o branco era bonito e eu acabei aceitando.

O DJ tocava as melhores músicas, desde as que o próprio Bangtan produziu até as de diferentes artistas de todo mundo. Algumas eram da época que ainda éramos muito jovens, outras mais atuais, mas todas muito boas.

Dessas da época mais jovem, começou a tocar “Puss”, da JiMin do AOA. Nos primeiros segundos, eu pensei “Quem caralhos colocou essa merda?”. Mas Deus, mesmo que não fosse do meu estilo, era tentador ver JiMin dançando aquilo.

Droga, mesmo que sua roupa não lhe permita movimentos, sua calça cola na bunda quando força o movimento, deixando ela bem marcadinha. Eu realmente não queria ficar duro no dia do meu casamento, principalmente agora que estava conversando com alguns parentes.

Então ele olhou para mim. Seu olhar refletia luxúria e desejo. Ele realmente queria me provocar. E eu realmente queria guardar isso para nossa lua de mel.

Pedi licença e fui dançar ao lado do meu noivo.

—Você realmente está fazendo isso pra me provocar, não é?

—Talvez. O que você vai fazer sobre isso, hyung?—Falou manhoso. Ele só me chamava de hyung quando queria alguma coisa.

—Agora não vou fazer nada. JiMin, a gente está na nossa festa, do nosso casamento. Se comporte.

—Mas e depois…?—Ele continuava safado.

—Depois você vai pagar as consequências. O que você está pensando? Droga Park JiMin, eu estou duro no dia do meu casamento. Isso é muito errado.

—Você está duro por mim. E isso não é nem um pouco errado. Estamos casados, lembra? E não me chame de Park JiMin.

—E eu deveria te chamar de que…?

—Min JiMin. Estamos casados. Acho que agora devemos ter o mesmo sobrenome.

Caralho.

—JiMin, você vai sofrer muito na minha mão quando voltarmos pra casa.

—Vou, hyung?

—Vai. Está safado demais pro meu gosto. Onde está meu Jiminnie inocente que eu conheci há sete anos atrás?

—Você me corrompeu. A culpa é sua.—Então ele rebolou levemente na minha cintura, consequentemente arrastando sua bunda em meu volume.

—Se comporte aqui, Ok? Nossos pais estão nos olhando.

—O problema é deles.

—Mas que audácia é essa, JiMin?

—Hyung… por favor… Me diz que a festa já está acabando…

—Isso eu posso providenciar.

—Ei JiMin, você vai jogar o buquê?—Atrapalhou Jin. Se fode, porra.

—É uma boa ideia...

—Então vem!

Logo, foi anunciado que JiMin jogaria o buquê, e milhões de garotas que eu nem sabia da onde tinham vindo ficaram a sua volta, ansiosas para tentar pegar as flores como se realmente significasse alguma coisa.

—Um... Dois... Três!—Então ele jogou

Gostaria muito de dizer que aquela foi uma cena bonita. Mas não foi.

O buquê bateu na cara do NamJoon, que nem queria pegar aquilo.

—Desculpa, NamJoon hyung!—Gritou JiMin, envergonhado.
—MEU HOMEM, NINGUÉM SE MEXE!—Jin praticamente surtou.
—Meu senhor...—Bufou NamJoon, ainda surpreso pelo ataque de flores.

E depois de várias tentativas, a festa se deu ao fim. Eu tinha assuntos para resolver.

—Vamos pro carro, JiMin?

—Vamos sim, hyung.—Ele me abraçou de lado, manhoso.

Andamos lentamente até lá, mesmo que estivessemos com pressa.

*

Liguei o motor e dei partida no carro, que ficou num silêncio agradável, até que JiMin o quebrou, passando a mão em meu volume comprimido pelas calças e me fazendo gemer baixinho.

—Que merda é essa, JiMin?

—Nossa hyung, deixa eu te tocar. Eu gosto de te ouvir gemendo.

—Quando chegarmos em casa, Ok?

—Que chato hyung… Eu não quero esperar…

Olhei para frente. Estava engarrafado e não andaríamos muito, então não teria nenhum risco de algum acidente ou algo do tipo.

—Vá logo.—Ordenei.

—Por que a pressa hyung?—Ele riu, travesso.—Nós temos um engarrafamento inteiro pra fazer isso.

—Não perguntei. Vá logo. Ou quer que eu te puna quando chegar em casa?

Ele apenas riu. Se abaixou, ficou de lado e abriu o zíper da minha calça, abaixando até um pouco acima da altura dos joelhos, juntamente com a minha cueca e minha ereção pulou.

Lentamente, sua língua envolveu minha glande e foi se concentrando em minha fenda.

Deus, sua boca nunca trabalhou tão bem, e ele mal tinha começado. Sinceramente, estava com medo do que poderia vir.

Logo, quando meu pré-gozo já estava desperto e molhando sua língua, ele foi descendo por todo meu comprimento, lentamente.

—Vá rápido, JiMin…—falei em meio aos gemidos.

JiMin continuou no mesmo ritmo, sem me ouvir. Era como proclamar a sentença de morte em forma de boquete.

Logo, quando chegou a minha base, ele resolveu chupar mais rápido, em movimentos mais profundos, mas ainda não era aquele ritmo que eu queria.

—Ngh… JiMin…

Segurei seus cabelos e então comecei a forçar o ritmo, afinal eu estava desesperado. Estávamos no meio da rua, e mesmo que estivessemos num engarrafamento, o trânsito já começara a se mover.

Eu fui movimentando o carro lentamente, agradecendo por corresponder a velocidade dos outros a minha volta, enquanto JiMin ainda me chupava. Isso era tão errado, meu Deus…

Desisti de tentar chegar em casa. Nós vamos fazer no carro mesmo.

Depois de violentas chupadas, eu finalmente gozei, sentindo um alívio imenso.

Depois de JiMin usar toda a sua boca para limpar o líquido, eu ordenei que ele fosse para o banco de trás e que tirasse as roupas, mas que não se tocasse.

—Logo eu estarei aí, não se preocupe.

Depois de alguns minutos, consegui desviar do engarrafamento e fui para casa, onde estacionei o carro.

Tirei meus sapatos e minhas meias.

—Hyung… Por favor… Vem logo…

Tirei meu terno e minha gravata.

—Lógico que vou… Seja paciente… Além disso, você não merece que eu cumpra suas ordens…

Tirei minha calça e minha cueca.

—Não? Por que, Daddy?

Tirei minha camisa.

—Por que você sabe que foi um garoto mau na festa… Agora é hora de pagar as consequências.

Fui para o banco de trás.

—Fica de quatro, JiMin.

—Mas já?—Enquanto adquiria a posição.

—Você nem sabe o que eu vou fazer…

—Sei sim. Você vai me foder todinho.

—E com força.—Então desferi um tapa a sua bunda, que ficou vermelhinha, e consequentemente, mais tentadora.

Usei minhas mãos para separar as duas nádegas, então tendo uma vista panorâmica da sua entrada rosada, deixando uma forte lambida ali e ganhando um gemido como resposta.

—Você está indo tão rápido, Daddy…

—Não tenho tempo para preliminares, meu amor. Eu quero te foder de uma vez.

Ele apenas assentiu e eu voltei a trabalhar naquela areazinha, dando chupadas leves e lambidas pesadas, todas alternadas.

Quando julguei repetitivo, adentrei minha língua naquele canal tão apertadinho. Se eu já sentia tesão ao colocar minha língua, meu pau não seria perdoado.

Simulei estocadas com meu músculo até que sua cavidade ficasse completamente molhada. Em resposta, ele gemia forte.

Tirei minha língua e me apoiei de joelhos, então aproximado minha pélvis a sua bunda.

—Daddy… Por favor… Vá logo com isso…

Obedeci seu pedido num movimento rápido e forte, e ele respondeu com um gritinho de prazer.

Sem ao menos deixa-lo se acostumar com meu volume, comecei a fode-lo sem dó, as vezes me abaixando para beijar sua nuca.

Para aliviar um pouco seu corpo, agarrei seu pau e comecei a masturba-lo com força, bombardeando seu membro com minhas mãos ao ritmo descompassado de nossos gemidos.

—YoonGi...—Ele gemia alto e repetia meu nome, como um mantra.

—O que foi, Jiminnie? Fala pro Daddy.

—Hm… Mais… Rápido… Naquele lugar…

Eu já sabia exatamente onde ele estava se referindo.

Após posicionar bem meu falo pulsante, consegui acertar em cheio sua próstata.

Se um som fosse definir o pecado, seria o gemido de JiMin naquele momento. Deus, aquele som fez minha sanidade ir embora, juntamente com meu líquido.

Ele gozou depois de mais algumas estocadas, e assim sai de dentro dele, ofegante.

Deitamos um do lado do outro, no pequeno espaço de nosso carro.

Agora era oficial. Não existia mais “Min YoonGi” e “Park JiMin”, separados. Agora fazíamos oficialmente parte um do outro. Existia um “nós”.

Eu amo esse homem.


Notas Finais


Próximo capítulo eu falo tudo com vocês :3


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