História Amigos, Amigos, Amores À Parte - Capítulo 22


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Adolescentes, Amizade, Amores, Chantagem, Clichê, Disputa, Escola, Nerd, Popular, Problemas, Romance
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Palavras 2.900
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Slash
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Sim, eu estou chorando. Chorando tanto que não consigo nem colocar os agradecimentos aqui.
Por favor, leiam as notas finais.
P.S: Colocar o "Sim, essa história está concluída" quase me destruiu por completo.
Boa leitura!!!!

Capítulo 22 - Um final feliz, uma família feliz (Mike)


Capítulo 22 – Um final feliz, uma família feliz (Mike)

Olhei para um dos relógios espalhados pelo local. 20h40. Ok, eu estava ferrado. Olhei de relance para Juan, o cozinheiro latino e um dos meus homens de mais confiança, pedindo por socorro. Ele, já acostumado com meus horários (E com as exigências da pequena Tutti, que felizmente ainda não aprendeu a ver as horas), entendeu na hora minha situação. Abriu um grande sorriso e assentiu com a cabeça, como se dissesse “Ok, pode contar comigo”.

- Pessoal, estou indo. Juan está no comando – Falei e por um segundo, todos ficaram parados, em silêncio – Podem voltar a trabalhar. O restaurante está cheio hoje. Vamos, se apressem!

Gritos de animação invadiram a cozinha e não pude deixar de sorrir também. Depois de tanto tempo eu havia, finalmente, encontrado algo que gostasse de verdade, mesmo que já fosse obvio para quase todo mundo, menos para o idiota aqui.

As interferências do destino me fizeram aprender a cozinhar e, não querendo me gabar, sempre fui bom cozinhando. Mas nunca achei que fosse trabalhar com isso, era apenas algo que eu fazia para sobreviver. Meu primeiro restaurante foi pequeno, localizado em um bairro nenhum pouco confiável, onde ora ou outra alguém era assaltado. Mas foi lá que conheci Juan e seu sonho de ter um grande restaurante, famoso e conhecido por todos. Por algum motivo, acabei compartilhando desse sonho e quando percebi, nós dois já estávamos vendo locais para um próximo restaurante. Dito e feito, um ano depois já tinha vendido meu primeiro restaurante, pegado um empréstimo no banco e, infelizmente, pedido um pouco de dinheiro para Marcus. Alguns meses depois comprei um novo restaurante, em um bairro bem melhor, chamei Juan para ser meu sócio e com muito esforço e trabalho (Porque puta que pariu, foi difícil) conseguimos reconhecimento na área. M&R acabou se tornando um dos três melhores restaurantes da cidade.

Em menos de dez minutos eu já me encontrava no carro, cantarolando uma música infantil idiota que havia grudado em minha mente, depois de tanto ouvir Tutti cantar pelos cantos da casa.

O caminho foi lento, não se passava das nove da noite e por algum motivo, a cidade estava com um transito daqueles. Isso justamente quando eu estava mais que atrasado. Mas à medida que me afastava do Centro e aproximava-me dos condomínios o transito ia melhorando, até que finalmente consegui chegar na grande casa branca. Antes mesmo de abrir a porta, conseguia ouvir as risadas de Tutti e aquela maldita música infantil, que provavelmente ficaria grudada em minha mente pelo resto da eternidade se dependesse de minha filha mais nova.

Abri a porta e a primeira coisa que vi foi Joana, sentada no sofá em frente à televisão ligada, porém não prestava atenção no que passava na tela, estava concentrada demais em um livro grande demais para ser da sua idade, balançava suas perninhas, provavelmente tentando tirar as meias com o movimento. Ao seu lado tinha Tutti, em pé no sofá, usando um pijama comprido de estrelas, abraçada a uma abelha de pelúcia que um dia pertenceu a Verônica, enquanto pulava de um lado para o outro, animada, cantarolando a música que tocava na televisão. Assim que me viu, a loira mais nova pulou do sofá e correu até mim, largando a abelha de pelúcia no chão e abraçando minhas pernas.

- Papai – Exclamou.

- Cheguei – Falei, pegando Tutti no colo e dando um beijo em sua bochecha. Ela gargalhou com aquilo. Risada de criança é, definitivamente, a melhor coisa do universo.

Fui até o sofá, onde coloquei Tutti, que fez uma careta, acompanhada de um bico do tamanho do mundo.

- Papai não está mais tão jovem assim, não aguenta mais esse peso todo – Brinquei. Na realidade, o peso de minha filha mais nova era quase nulo, porém, depois de quatro anos, queríamos desacostumar Tutti ao colo. E com “queríamos” quero dizer Verônica queria, porque era só Tutti fazer o primeiro biquinho que eu fazia tudo que ela pedia.

Acabei me tornando um verdadeiro pai bobão.

Olhei para Joana, que até então não havia notado minha presença, mesmo eu estando em sua frente. Peguei o livro de suas mãos e arqueei a sobrancelha, ignorando totalmente seu resmungo.

- Amigos, Amigos, Amores À Parte? Esse não é um livro para sua idade.

- Por favor papai, eu cansei de livros sobre princesas e fadas madrinhas. Estou crescidinha demais para isso – Ela falou. Franzi a testa. “Crescida demais”? Ela mal tinha completado sete anos – E foi a mamãe que fez esse livro.

- E a mamãe deixou você ler esse livro, senhorita Joana?

- Sim.

- Joana – Falei mais firme.

- Não – Resmungou, derrotada – Mas eu precisava ler, queria entender o significado de “Borboletas no estômago”.

- Como é? – Encarei minha filha mais velho meio incrédulo.

- Estou tentando entender o que significa essa expressão. Ouvi minha professora falar sobre isso e fiquei curiosa, então resolvi pesquisar, mas ainda não cheguei a nenhum resultado. Deve ser uma sensação estranha sentir borboletas no estomago, será que faz cocegas? – Murmurou, pensativa, mais para si mesma do que para mim – Então resolvi ler um dos livros da mamãe, achei que iria entender.

- E chegou a que conclusão?

Joana suspirou.

- A nenhuma, segundo o livro, para entender isso, precisa entender o que é o amor primeiro.

- Eu sei o que é amor.

Tanto eu, quanto Joana olhamos espantados para Tutti, que apenas riu, sapeca.

- Amor é tipo quando o Will pede sorvete grande de chocolate e não consegue comer nem até a metade, aí o papai come, mesmo não gostando tanto de chocolate – Simplesmente falou, olhando para mim logo em seguida – Isso é amor, né papai?

Eu sorri, orgulhoso.

- Sim, isso é amor – Confirmei, vendo Tutti estufar o peito, convencida – Aonde está a mãe de vocês?

- Com o Will no quarto – Joana falou, pegando sorrateiramente o livro.

- Ele aprontou na escola – Tutti completou.

Suspirei e fui até um dos quartos. Era o segundo maior da casa, pintado de verde claro, com alguns desenhos de bonecas e carros espalhados pelas paredes, tinha duas camas de solteiro, alguns brinquedos jogados no chão e um grande tapete no centro. Era onde Will e Tutti dormiam. A porta estava entreaberta, tudo que fiz foi abrir um pouco mais e me encostar no batente da porta, observando aquela cena: Will contando uma história, enquanto Verônica, minha eterna loirinha, vestia um pijama nele. Ele parecia feliz.

Às vezes eu não acreditava que tinha uma família. Era quase como um sonho e eu sentia que iria acordar a qualquer momento e perceber que não, não estava casado com loirinha e que não, não tinha três filhos. Joana veio primeiro, e dois anos depois, nasceu Will e Tutti.

Seria mentira dizer que esperávamos Joana. Foi um grande choque quando, em uma quarta feira Verônica me ligou, desesperada, falando que estava grávida. Ela tinha apenas 22 anos e mal tinha acabado a faculdade de jornalismo e eu, estava com 25, o restaurante ainda estava no início. No começo, nós realmente não sabíamos o que fazer. Diego queria me matar, Sabrina queria me matar (E dela eu não duvidava nada), toda família de Verônica queria me matar. Até que um dia Berenice falou que nós conseguiríamos. E conseguimos, na marra, mas conseguimos. Nos casamos (Um casamento rápido e simples, que rendeu algumas histórias cômicas), alugamos um apartamento de dois quartos e nove meses depois, Joana Cast Moraes nasceu, forte e com saúde. E loira, como a mãe, aliás, era muito parecida com Verônica em diversos sentidos. Também foi nesse tempo que loirinha lançou seu primeiro livro de romance, que acabou fazendo um certo sucesso.

- Boa noite – Falei, chamando a atenção dos dois. Verônica sorriu ao me ver e Will... Bem, ele revirou os olhos – Soube que você andou aprontando na escola.

- Eu quebrei aqueles idiotas.

- William – Verônica o censurou e Will calou-se, abaixando a cabeça, talvez envergonhado – Vá para sala com suas irmãs – Completou.

Will desceu da cama e passou por mim, pisando de proposito no meu pé. Moleque difícil.

Assim que ele saiu, Verônica suspirou.

- Eu sou uma péssima mãe.

- Você é uma ótima mãe – A corrigi, me aproximando e a abraçando.

- Will...

- Will é muito parecido comigo – Eu a interrompi – E lembra, eu era uma pessoa um pouco difícil de se lidar. Ele apenas puxou os piores genes.

Will era um menino difícil de se lidar, as vezes nem parecia que ele e Tutti nasceram no mesmo dia de tão diferentes. Se não fosse a aparência, nem pareceria que eram irmãos. A gravidez de Will e Tutti foi bem complicada, teve riscos sérios. Foram tempos difíceis aqueles que Verônica passou internada, algum tempo antes de nascerem, mas felizmente nasceram bem. Will nasceu no peso certo, mas Tutti não, teve que ficar uns dias na incubadora, até poder ir para casa. Até hoje ela é a menorzinha dos três e também, para nossa preocupação, a que fica doente com mais facilidade, e mesmo assim, é a mais animada. Com Will sempre foi mais complicado, podia ter apenas 5 anos, mas já era um mini revoltado com tudo. Minha relação com ele também nunca foi uma das melhores, somos dois cabeças quentes que adoram discutir por tudo. Will sempre foi mais apegado à Verônica, porque ela tem esse dom de conseguir acalmar qualquer pessoa.

Tudo bem, filhos são complicados.

- Você é ótimo Mike – Ela falou – Por isso eu te amo tanto.

Antes que eu pudesse falar que também a amava, Tutti gritou lá sala, falando que estávamos demorando.

Verônica estalou os dedos. Parecia motivada.

- Sexta-feira é dia de filme em família – Resmungou – Vamos.

Colchões, cobertores de praticamente todas as cores, travesseiros e ursos de pelúcias. Tudo isso espalhado pelo chão da sala. Verônica e eu estávamos um ao lado do outro, com Tutti deitada no meio, Will estava ao lado de Verônica e Joana estava sentada no sofá, ainda lendo. O filme começou e Tutti soltou um gritinho animador. Não pude deixar de sorrir. Eu nunca fiquei tão animado para assistir um desenho animado.

É bom ter uma família.

*** *** ***

Acordei com dor nas costas. Certo, talvez eu realmente esteja ficando velho. A sala ainda estava escura e nenhuma luz passava pela janela, então conclui que ainda era madrugada. Passei meu braço pelo colchão, tentando encontrar o corpo de Verônica, mas ela não estava mais lá. Levantei-me com dificuldade, tentando não acordar Tutti que estava agarrada ao meu braço, assim que sai, ela girou no colchão, indo até Will e agarrou-se nele. Levantei meio cambaleando e vi Joana dormindo encolhida no sofá, o livro ainda estava ao seu lado. Andei até a cozinha, onde a luz estava ligada.

- Loirinha?

Verônica estava sentada, com o notebook em cima da mesa, parecia concentradíssima. Mas sorriu assim que me viu. Entendi na hora.

- Acabou?

- Acabou – Confirmou.

Fui até ela e sentei ao seu lado.

Verônica se formou em jornalismo, mas acabou realmente se tornando uma escritora de romances, como sempre quis. Em todo nosso tempo de casados, ela havia escrito em torno de dez livros e todos receberam críticas excelentes. Até que um dia a editora a chamou e falou que todos queriam que ela escrevesse um livro sobre sua vida. E era esse livro que ela estava escrevendo a um pouco mais de um ano. Agora havia terminado.

- Eu queria que você lesse a introdução.

Forcei uma expressão de surpresa.

- Então quer dizer que a famosa escritora Verônica Moraes, está deixando esse simples marido ler sua obra prima antes de qualquer pessoa? – Brinquei.

Loirinha revirou os olhos e me entregou o notebook.

“Minha vida sempre foi considerada como fácil. Nunca tive muitas dificuldades e sempre ganhei tudo que pedia. Minha mãe, Linda, morreu quando eu ainda era criança, mas nem isso foi capaz de me abalar, pois cresci em uma família espetacular que presava o amor acima de tudo. Agradeço profundamente todos por isso.

Quando a editora falou que queria que eu escrevesse um livro sobra minha vida, primeiro eu fiquei confusa. Logo pensei nas milhares histórias de infância que minha família, mestre em me fazer passar vergonha, me fizeram passar, tipo no dia em que me incentivaram a subir em cima de uma árvore e eu não consegui descer, e minha adorável família, antes de me tirar de cima daquilo preferiu tirar uma foto antes. Tenho provas sobre isso. Mas mesmo tendo milhares de histórias cômicas que fariam qualquer pessoa morrer de vergonha alheia, fiquei confusa sobre o que escrever.

E foi isso que falei para Mark, o chefe da editora e pessoa mais paciente que já conheci em toda minha vida, que apenas riu e falou que eu poderia escrever sobre o que quisesse, e que teria todo o tempo do mundo para fazer isso.

E foi pensando nisso que naquele dia, uma segunda-feira nublada, fui para casa. E a primeira coisa que vi quando abri a porta foi Mike, meu marido, sentado no sofá, enquanto Tutti, minha filha mais nova, dava uma de manicure e pedicure usando o pai como cobaia. Uma cena inesquecível que me fez rir por quase meia hora, enquanto meu marido revirava os olhos e exibia suas unhas pintadas de cor-de-rosa. Tutti o forçou a usa-las assim por mais de uma semana.

Foi então que decidi que não queria escrever apenas sobre minha vida e sim sobre a vida da minha família.

Nesse livro está reunido minhas quinze histórias preferidas sobre minha família. Histórias que sim, são cômicas, mas que ao mesmo tempo são algo a mais. Histórias sobre confiança, amizade e carinho. Histórias sobre medo, duvidas e ansiedade. Histórias sobre, acima de qualquer coisa, amor, porque é isso que me move todos os dias.

Com muito amor, Verônica Moraes.

Espero que essas histórias sejam tão especiais para vocês como são para mim”.

- Ficou incrível – Falei – E não estou falando isso só porque você é minha esposa e manda nessa casa.

As bochechas de loirinha ganharam um tom avermelhado. A puxei, para sentar no meu colo.

- Eu te abelho, Mike – Ela sussurrou baixinho.

- Eu também te abelho, loirinha.

Velhos hábitos nunca mudam.

E ficamos lá, sussurrando baixinho, como dois cumplices planejando um crime perfeito. Nossas palavras não eram ouvidas por mais ninguém, apenas por nós.

- Vamos? – Murmurei, talvez um pouco malicioso.

Verônica ia falar algo, mas não pode. A cozinha foi invadida por um menino, de 5 anos, com cabelos loiros como os da mãe (Aliás, todos meus filhos nasceram loiros). Andava lentamente.

- Will? – Verônica o chamou, mas ele não deu atenção.

- Acho que ele está dormindo – Falei assim que percebi sua expressão suave, coisa que meu filho mais novo só demonstrava quando estava dormindo.

- Sonambulismo, essa é nova.

Concordei em um aceno.

Não sabíamos o que fazer, apenas observávamos Will caminhar pela cozinha. Foi até a geladeira e a abriu, como se observasse o que tinha dentro, mas não pegou nada, invés disso, Will abaixou as calças. Foi tudo muito rápido, em um segundo loirinha estava sentada no meu colo, no outro, eu estava correndo, carregando um Will desacordado e sem calças, indo em direção ao banheiro.

Quando ele terminou de se aliviar (No vaso, felizmente), acordou, meio zonzo e me olhou.

- Pai, por que estamos no banheiro?

E voltou a dormir.

Ser pai é ter algo de novo todos os dias.

*** *** ***

Acordei novamente, dessa vez sem nenhuma dor nas costas. Verônica dormir pesadamente ao meu lado, não parecia que iria acordar tão cedo. Tudo bem, é sábado e ela merecia dormir até tarde.

Não levantei, apenas fiquei encarando o teto branco em minha frente, como se aquilo fosse a coisa mais interessante do universo, enquanto minha mente estava a mil.

Fazia mais de dez anos que eu conhecia loirinha. Estávamos casados, tínhamos três filhos. Se alguém contasse para aquele Mike de 19 anos, que enchia a cara loucamente e conversava com a própria mente que um dia ele teria uma família, aquele Mike iria rir, porque sinceramente, eu não imaginava que minha vida tomaria esse rumo. Agora estava casado, tinha três filhos e um restaurante de sucesso. Eu não conseguia mais imaginar minha vida sem loirinha, sem meus pequenos loirinhos correndo pela casa, sem o restaurante.

Tanta coisa tinha mudado.

Para melhor, infelizmente.

Eu ainda mantinha contato com meus antigos colegas de escola. Uns mudaram-se para longe, como Hunter e Many, que aliás, casaram-se e agora tinham uma filinha, a pequena Norah de 4 anos, que possuía totalmente a personalidade da mãe. Outros ainda estavam por perto, como Sasha, no final ela e loirinha meio que viraram amigas (Mesmo depois de tanto tempo, eu ainda não me acostumei com isso), Sasha deu à luz no ano seguinte que terminamos o ensino médio, nasceu Matt que agora tem seus 10 ou 11 anos e na minha opinião, é terrível, isso porque Joana o adora e eu sou ciumento demais para admitir que minha filha mais velha gosta de outro homem que não é o papai. Helena e Ester estavam por aí, viajando pelo mundo, ás vezes mandavam fotos.

Viramos adultos e com isso, ganhamos responsabilidades que muitas vezes são irritantes.

Mas tudo bem, agora tudo está bem.

Suspirei, aliviado.

Era mais um dia sem ouvir vozes.


Notas Finais


Ok, eu não ia postar esse capítulo hoje, iria esperar até amanhã para postar no dia do meu aniversário, assim poderia receber junto com os comentários uns "Feliz aniversário Giogio". Sim, eu sou muito besta, admito isso. E ainda quero receber "Feliz aniversário Giogio", mesmo que adiantado, ok?
Sim, eu ainda estou chorando feito uma idiota. Talvez eu seja uma especie de bebê chorão hehe Estou me sentindo como uma mãe, quando percebe que os filhos estão crescendo e saindo de casa.
Esse final talvez não agrede todo mundo, porque alguns queriam uma segunda temporada e esse final praticamente fala "Não queridos, nada de segunda temporada aqui", mas acho que ficou bom. Quando terminei de escrever, praticamente não tive coragem de mudar nada.

Queria realmente agradecer todos que comentaram até aqui, até tentaria falar um obrigada para todos, mas como não posso, vou fazer isso apenas a alguns, se eu nome não estiver aqui, não se preocupe, você tem minha eterna gratidão. Se eu fosse agradecer, teria que começar com a Rainha da Bad. Sei que já falei dela muitas vezes aqui, mas ela realmente foi a primeira pessoa que comentou, ajudou e favoritou, além de acabar se tornando uma amiga. E eu, secretamente, acho essa garota foda para caralho. Sério, olhem as fanfics dessa mulher e se apaixonem, apenas isso, nada mais a declarar.

Então viria a Nat, que apareceu lá pelo capítulo 3, mas que me acompanhou até aqui. O que falar sobre a Nanananat? Ela é simplesmente um amorzinho de pessoa, sério, não existe ser mais fofo que essa garota. Por favor, abelhem Nat assim como eu a abelho <3

A Nay também apareceu no capítulo 3, comentou um #AMEI e quando eu percebi, essa garota já comentava em todos os capítulos e eu me divertia muito respondendo seus comentários.

A Many apareceu no capítulo seguinte, o 4. Sim, Many! Many, minha personagem é inspirada em Many, uma leitora. Tudo começou meio que com uma brincadeira (Eu acho, minha memoria não é lá essas coisas), quando eu falei que talvez aparecia uma personagem para dar uns tapas em Sasha (Sonho de Many hehe). E foi assim que Many nasceu. Outra informação: Will e Norah não são meus personagens, eu copiei (Sem pedir antes, foi mal) de uma história da Many. Vão lá, aposto que vão gostar.

Nanda <3 Não sei ao certo quando a Nanda surgiu (Sei sim, capítulo 7), mas sei que ela é a dona dos comentários mais engraçados do universo. Todo mundo nesse site merece um comentário desse ser, porque ela (Junto com mais algumas pessoas) merecem o prêmio de "Melhor pessoa".

A Liely apareceu no capítulo 8, eu sei disso e nem precisei ir lá para conferir. Ela apareceu quando eu postei o capítulo 8, mas a mulher comentou em todos os capítulos anteriores, mesmo sabendo que não precisava. Preciso realmente falar algo mais sobre esse tipo de pessoas? Eles merecem um bombom.

Para a Joven_Escritora muitos corações <3 <3 <3 <3 <3 Porque ela foi a primeira pessoa que falou que se isso fosse um livro, ela compraria. Ela tem uma mente um pouco maligna, cuidado (Falo isso porque tem um capítulo que perguntei "O que você faria com o personagem que você menos gostou?" e a mulher arrastou com a resposta).

MissJooJ, que favoritou essa história pelo menos meio bilhão de vezes <3

Morien <3 Que já trocou de conta umas três vezes e mesmo assim nunca me largou <3

Tia Rafa, que mesmo falando que vai me matar em todos os capítulos AINDA não me matou e sempre foi um amor comigo :D

A Lari, a Ray e a Iza <3 Porque essas três merecem um prêmio de "Pessoa que comenta mais rápido"

A Kooki, uma ex-leitora fantasma que hoje comenta em todos os capítulos. E olha, só faz comentários maravilhosos, viu.

A KazWho que apareceu lá pelo capítulo 15 (Ela pode ser considerada a versão real da loirinha) e ainda recomendou a história para as amigas. Valeu :)

A Pudim, leitora nova, seja bem-vinda!!!!!!! :D Ela, aliás, estava conversando comigo quando eu comecei a escrever esse capítulo.

A Nathy <3 Que acabou virando uma ótima amiga <3

Eu queria muito poder agradecer todo mundo, mas como não posso vou ter que falar um "Obrigada" geral (Principalmente, porque tenho que sair e estou atrasando todo mundo aqui hehehe). Obrigada por todo o carinho e atenção de vocês e me desculpa por qualquer coisa :)

Essa história é muito importante para mim, porque foi a primeira que eu escrevi aqui, isso a uns cinco meses atrás, acreditam?

Se você gostou do capítulo, não se esqueça de deixar um comentário e favoritar a história, isso ajuda muito na divulgação e me deixa muito feliz.... Mas como amanhã é meu aniversário e aniversariante pode tudo (HEHEHE), quero de presente de aniversário que todos vocês, meus queridos fantasminhas, comentem a opinião.
Qualquer erro é só avisar que arrumarei assim que der.
Por favor, leiam minha outra história: https://spiritfanfics.com/historia/vera-d-lins-6686456
Um beijããããããããããão <3 <3 <3 :D :D :D


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