História Amigos inseparáveis - Capítulo 26


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amizade, Magos, Outro Mundo, Seres Sobrenaturais, Universo Original, Vida Escolar
Visualizações 9
Palavras 1.216
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Escolar, Fantasia, Ficção, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Shounen, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Espero que gostem

Capítulo 26 - Lago subterrâneo


Fanfic / Fanfiction Amigos inseparáveis - Capítulo 26 - Lago subterrâneo

Décimo dia. *

Os cinco amigos pularam no buraco que parecia não ter fim, eles caíam muito rápido.

— Caramba isso não tem fim não? - falou Leonardo, desconfortável, mas tentando também esconder o seu medo do escuro e de não conseguir voar na hora certa. -

— Isso está parecendo uma cena do filme "Viagem ao centro da terra". - disse Oliver, fazendo uma referência a um filme que gostava para não demonstrar que estava com muito medo de acabarem caindo em um lugar perigoso. -

— Verdade. - concordou o alaranjado, ele também viu o filme com seu amigo.  — Ah, e não está com medo não? 

— Estou cagado. - brincou o moreno, rindo em seguida. -

O adolescente mais baixo riu também, quando percebeu que aquele "buraco" realmente não parecia ter fundo.

— Agora estou com medo também, ilumina isso aí.

— Por algum motivo eu não acho que vamos nos ferrar.

— Tá, agora ilumina. - Leonardo já estava ficando desesperado, mais do que já estava antes. -

Oliver fez o que seu amigo pediu, não conseguiam ver o fundo.

— Caralho, a gente vai morrer. - disse o garoto de olhos verdes, já estava suando. -

— Ei, não aperta minha mão. - disse Larissa. -

— D-desculpa. - disse o alaranjado. -

— Fica calmo, vai dar tudo certo. - disse Tayamiw. -

O híbrido era o mais otimista do grupo e sempre tinha vários conselhos , além de ser calmo e todos gostarem dessa qualidade dele. O garoto esquilo não estava com medo, sabia que o seu amigo ia conseguir voar na hora certa.

O moreno ainda estava com uma bola de fogo na mão que ninguém segurava, finalmente conseguiu ver o fundo.

— Olhem. - disse ele.  — Léo, voa. 

O garoto ruivo que sempre insistiam que ele tinha cabelo totalmente laranja tentou voar, ele conseguiu com facilidade e todos se seguravam nele.

— Eu consegui, consegui. - falou alto o garoto, orgulhoso de si mesmo. Tinha um grande sorriso no rosto. -

— Ei, o que é aquilo lá no fund... 

Todos caíram no chão, por algum motivo caíram mais rápido do que antes.

— Ai, que coisa estranh... AH. - a garota se assustou com o que viu, todos estavam em cima de vários esqueletos. -

— Eita. - o garoto de olhos verdes levantou rápido e sem encostar a mão no chão.  — Muita gente morreu aqui, ein.

— Sim, e é isso que é preocupante. - disse a loira. -

— Não é não, é só a gente subir de volta. - disse Leonardo. -

Ao perceber que sua única e melhor amiga estava com medo, o adolescente tentou acalmá-la.

— Vamos ficar bem. - disse ele.  — E pelo menos esses esqueletos não são recentes, nem tem carne, olha. - o garoto pisou no chão, mas sentiu um pedaço de carne em sua perna.  — Argh, vamos sair daqui logo.

O quinteto saiu de perto dos esqueletos e olharam para frente, já podiam ver o que procuravam, água.

— Olha lá. - apontou Akira.  — Finalmente. - o azulado ficou animado. -

Os cinco amigos foram correndo até lá, quando chegaram perto o homem de cabelo azul pulou na água, mergulhando.

— Que gelado. - disse ele, com apenas a cabeça fora da água. -

— Por que fez isso? Vai ficar gripado. - disse o garoto de cabelo marrom. -

— Não vou não, e não tem problema. Venham logo, vamos pegar a planta e ir embora.

Os quatro amigos ficaram na beirada do rio procurando a alga, enquanto Akira se divertia com pequenos animais que estavam na água.

— É isso aqui. - disse Oliver, olhando para Leo e Larissa. Ele estava segurando a planta que ainda estava presa no fundo do rio. -

— Como sabe? - perguntou o alaranjado. -

— Tinha uma foto da planta no livro, é igual.

— Ah, entendi. Pega algumas e coloca no bolso da sua calça.

O moreno colocou algumas algas no bolso.

— Agora podemos ir embora. - disse ele. -

— Por que não damos uma olhada na caverna? Vai ser legal. - disse Leonardo. -

— É, também acho uma boa ideia. - disse o híbrido. -

— Está vendo aquela parede? Tem um buraco nela, como uma passagem. Vamos lá. - disse o garoto de olhos verdes. -

Akira saiu da água e seguiu os outros, que caminhavam até a "parede". 

— Não tem como passar aqui. 

O caminho estava todo cheio de mato.

— Tem outro caminho ali. - Tayamiw apontou para o lugar que estava um pouco mais à frente. -

O quinteto foi até lá e o caminho estava limpo, o " buraco" era grande naquela parede.

— Eu entro primeiro. - disse Leonardo, estava determinado a achar algo interessante ali. -

Ao entrar o garoto gritou.

— Ei, ei. Venham aqui. - falou o alaranjado. -

O quarteto entrou e olharam para as paredes daquele local, ficaram impressionados, chocados.

— Estamos ricos. - festejou o moreno, dando pequenos pulos de alegria. -

— Pega tudo. - disse Akira. -

Se tratava de pedras brilhantes nas paredes. Eram grandes, pequenas e médias, de todas as cores possíveis.

— Isso aqui parece cena de meu filme favorito, nossa. - Oliver ainda estava chocado. -

— Nem sabemos se isso vale alguma coisa. - disse Larissa. -

— Claro que vale, estamos ricos. - disse Akira, muito animado. -

Larissa estava parada e olhando todos puxarem as pedras pequenas da parede e colocarem no chão. Ela pensava que aquilo não valia nada, para ela nada na vida é fácil demais. Ela pensou que devia ser otimista como Tayamiw, iria tentar. 

— Essas pedras são muito bonitas, vou pegar algumas. - pensou ela. -

A loira chegou perto deles, eles já tinham tirado todas as pedras pequenas da parede, depois iriam ver o que fariam com as grandes.

— Os dias aqui nesse mundo estão sendo os melhores da minha vida. - disse Leo. -

— O que vamos fazer agora que todas estão no chão? Não temos mochilas. - disse Oliver, olhando para as pedras. -

— Colocar dentro da roupa, simples. - disse o azulado.  — Só que não vai ser uma experiência muito boa. - riu ele. -

— É, mas vamos tentar. - disse o garoto de olhos castanhos. -

— Mas acho melhor a gente dormir aqui, está de noite. - disse o garoto híbrido. -

— É, e eu estou com medo daqueles cachorros. - disse a loira. -

Os cinco resolveram deixar aquelas pedras aonde estavam para buscarem depois e explorar mais aquela parte da caverna, ainda faltava muito para olhar mas resolveram descansar. Escolheram se deitar em um lugar que não estava frio.

— Estou com frio. - disse o azulado, tremendo e deitado no chão com seus amigos. -

— Culpa sua, foi você que pulou na água.

— Falando em água, aonde está as plantas? - perguntou Larissa. -

— No meu bolso. - disse o moreno. -

— Esse lugar é legal, seria bom se a gente tivesse uma câmera. - disse Leonardo. -

— Já que estamos ricos nós podemos comprar. - disse Oliver. -

— É. - o alaranjado estava de barriga para cima e sorrindo, ainda estava chocado com o monte de pedras que tinha ali e animado para o dia seguinte, nem sabia se iria conseguir dormir. -

— Boa noite gente. - disse o azulado, fechando os olhos e se agarrando na cauda de seu melhor amigo para se esquentar. -

— Boa noite.

 


Notas Finais


Obrigada por ler, espero que tenha gostado.
Se gostou, comente, favorite e divulgue minha história se quiser.


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