História Amizade colorida. Karol Sevilla ruggarol larol - Capítulo 45


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Categorias Karol Sevilla
Visualizações 11
Palavras 737
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 45 - O que somos agora?


Abri os olhos com a sensação de não haver descansado nada. Lio e eu ficamos entretidos até altas horas da madrugada. Ele continuava dormindo e eu descansava com a cabeça apoiado em seu peito. Levantei para olha-lo. Tinha o cabelo totalmente despenteado, grande parte por minha culpa e a boca literalmente inchada. Eu gostava de ve-lo dormir pois me transmitida paz e tranquilidade. Fiquei pensando no que seria de nós dois agora, como ela reagiria ao despertar e o que seríamos daqui pra frente. "Teria sido uma espécie de presente de aniversário ou isso se repetiria no futuro?"
Me doia todo o corpo, especialmente as costas. Eu estava esgotada, mas tão anciosa que não conseguia dormir mais. Meu maior medo era a linha que separava a amizade do sexo tivesse se rompido e eu acabasse completamente apaixonada por ele. Mas não,  isso não podia ser. Eu não podia me apaixonar. Minha mente ia explodir de tantas perguntas sem respostas. Decidi levantar, assim me distraia com outra coisa. 
- Lio. Sussurrei. 
Nada. Silêncio absoluto.
Comecei a beijar seu peitoral como num ato de reflexo. Subi até seu pescoço e ouvi um leve gemido acompanhado do tópico sorriso de garoto.
Se sentou na cama. 
- Nena. Que horas são?
- Dez horas.
- Nena hoje e sábado.
- Não tem nenhum compromisso?
- Hoje não.  Então podemos seguir dormindo.  Se deitou novamente. 
- Lio....
- Que foi Nena?
- É que não consigo dormir. Estou muito cansada e dolorida mas não consigo me desligar.
- Isso é bom, sorriu satisfeito. Quer dizer que fiz bem meu trabalho. 
Definitivamente eu sabia que ele ia dizer isso.
- Não. E que já tem dias que trabalho e estudo sem parar. E ando dormindo muito mal. 
- Ah. Penssei que você tinha gostado.
- Era brincadeira. Idiota. 
- Então você gostou?
- Está claro que seu cérebro não despertou ainda.
Enterrou a cabeça em meus cabelos.
- Ainda tenho sono.
- A melhor noite da minha vida, sem dúvidas. 
Eu queria conversar sobre o que seríamos daqui pra frente mas ele queria dormir. Depois da noite que me havia dado, ele merecia todo tempo do mundo.
- Sabe que temos que conversar ne?
- Eu sei. Supirou.
- Agora não. Vamos dormir mais um pouco. 
Sorriu e deixouvum beijo fugaz em meus lábios. Isso me deixou ainda mais confusa. 
- Vem. Fica aqui pertinho de mim. Estou com frio. 
Me aconcheguei em seu corpo quente. Colocou o braço nabminha cintura e em minutos peguei no sono.
As mãos de Lio subindo a descendo nas  minhas costas me despertaram. Não sabia que horas eram a nem quanto tempo ele fazia.
- Que horas são. Perguntei preguisoca. 
- 11:30.
Pessei o olhar por todo quarto procurando minha roupa interior. 
- Fica tranquila. Não temos pressa. 
A verdade e que não tínhamos. A uma hora e meia atraz estava completamente disposta a falar sobre nós , mas agora eu só tinha vontade de ir pra casa e continuar dormindo o dia todo.
- Por que está tão nervosa?
- Nada. Acho melhor eu ir pra casa. Deixei uma bagunça e a melhor eu limpar.
- Essa é a pior desculpa que já ouvi.
- É verdade. Contestei. 
- Não tinhamos que conversar?
Abaixei o olhar confusa. Nena sou eu, seu melhor amigo. Já se esqueceu disso.
Emudeci.  Ele disse "Melhor amigo".
Isso queria dizer que nada havia mudado que a noite foi um episódio a parte da nossa aventura Follamigos.
- Melhor amigo. Repeti.
- Não me concidera mais seu melhor amigo?
- Sim. Respondi rapidamente. É que...
- Quer saber o que somos agora que tranzamos outra vez?
- Exato.
O olhei nervosa e ele sorriu tranquilo.
- O que você sente agora?
- Eu... Eu... E que estou uma bagunça de sentimentos.
- Voltou a sentir algo por mim?
- Não. Contetestei imediatamente. Não se sinta o garanhão. Ele riu. Mas aquela atração ainda vive em mim. Mas isso de sermos amigos, continua igual. Só que. ..
- Só que o que?
- Quero que isso se repita. Disse envergonhada quase sem voz. 
As palavras quase queimaram minha língua..
Lio me olhou a de imediato tirou o endredom de cima de mim. 
Levantei o olhar buscando a expreção que me dissesse o que ele queiria. Mas só sorria. 
- Você se diverte com isso ne. Falei puxando o edredom até o meu ventre.



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