História Amizade confusa - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Felipe Castanhari, Gabriel "MrPoladoful", Guilherme "Mano Coelho" Coelho, Mariana "Satty" Ferreira (Pense Geek)
Personagens Felipe Castanhari, Gabriel Tenório Dantas, Guilherme Coelho, Mariana "Satty" Ferreira, Personagens Originais
Tags Melhores Amigos, Polado, Romance, Youtubers
Exibições 55
Palavras 1.249
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi
DEU A LOUCA NA AUTORA
na vdd fiquei com vontade de postar cap nessa fic
então aqui está
Boa leitura

Capítulo 4 - Só vai


Cap anterior
-Eu vou dar uma volta tá
Cap atual P.o.V Alícia
Saí do quarto e fui até a garagem, peguei o meu carro e fui dirigindo sem rumo, lágrimas se formavam nos meu olhos e eu tentava secá-la só que elas caiam livremente
-Babaca, como ele não percebe. Tantos anos de amizade destruídos em tão poucos segundos, em tão poucos atos, mas com tantos sentimentos...PARA COM ESSA MERDA ALÍCIA JÁ NÃO BASTA SUA VIDA – Eu gritava, dirigia, chorava e ainda tinha flashbacks dos beijos na minha cabeça
PAW (Isso é pra ser um tiro)
-AH – Eu me assustei com o barulho do tiro e gritei, soltei o volante só que o carro perdeu o controle e bateu com tudo no poste. O air bag inflou, a maioria das janelas e vidros estavam quebrados e o carro devia estar todo arranhado. Mais tiros disparados e eu ainda estava dentro do carro, o cinto tinha emperrado – SOCORRO...SOCORROOOOO – eu gritava chorando
-Cala boca – Uma voz familiar veio até mim – Alícia?
-Felipe? Castanha me tira daqui por favor
-O que aconteceu?
-O cinto emperrou, não quer sair – Ele puxou o cinto com força e nos escondemos atrás do poste onde meu carro tinha batido – O que você tá fazendo aqui?
-Eu que te pergunto porra, tá mo de noite, quase meia-noite. São Paulo é perigosa
-Então quer dizer que eu não posso sair de casa de noite por que sou uma menina indefesa
-Não eu quero dizer que é perigoso até pra mim. Se não tem muitos carros não acho seguro. Agora fica quieta se não vão te ver e daí não vai ser bala perdida e sim proposital
PAW PAW (Tiros)
Eu me encolhi pelo susto e fui pra mais perto do Castanhari. Fiquei parecendo uma bolinha encolhida e morrendo de medo. Depois de um tempo os tiros diminuíram, a polícia chegou junto com uma ambulância, demos nosso depoimento e eu não sabia mais o que fazer
-Ei Fe
-O que foi Alícia precisa de carona? – Ele falou de um jeito fofinho, como se quisesse me acalmar
-Uhum, eu to com medo
-Ei não precisa ficar assim tá. Vem vamos – Ele estendeu o braço e me abraçou de lado
Fomos andando desse jeito até chegarmos no carro dele. Fomos conversando não muitos animados até porque tínhamos acabado de presenciar um tiroteio
PAW (O carro passando pela lombada, sabe quando ele faz um barulho, então é esse barulho)
-AH – Gritei com o barulho achando que era mais um tiro e me encolhi
-Ei calma – O Castanhari olhava pra mim preocupado
-Eu to com medo
-Já passou ok – Ele fez um cafuné na minha cabeça e continuou a dirigir – Chegamos – Ele falou depois de um tempinho. Quanto eu tempo eu fiquei chorando e dirigindo sem rumo?
-Valeu Fe
-Foi nada, você tem o meu número se precisar de alguma coisa tá
-Ta – Dei um beijinho na bochecha dele e entrei em casa
Fui até a cozinha pra beber alguma coisa. Abri a geladeira e só tinha uma caçulinha de guaraná, abri e bebi olhando pro nada. Só que alguém chegou na cozinha e derrubou a panela fazendo um barulhão e me assustando. Eu me abaixei, dei um grito fininho que não sei de onde veio e fiquei parecendo uma bolinha no chão
-Ei o que aconteceu? Eu te assustei? – Abri os olhos e era o Polado
-Não imagina fiquei assim porque ia cai comida no chão e ela era explosiva. Claro que me assustou seu jumento
-Ta doce de criatura mais não precisava ter essa reação né
-Querido eu acabei de voltar de um tiroteio, você quer mesmo que eu não reaja assim?
-Pera tiroteio? Você tá bem? Se machucou? Arranhou? Ta sangrando? – Ele ficou desesperado procurando algum machucado
-Gabri eu to bem tá. Agora eu vou dormir e não me acorde a não ser que  a casa esteja pegando fogo tá – Já estava na metade da escadas
-Ei Líci espera – Quando ele falou isso eu parei e gelei
-O que foi? – Perguntei ainda de costas pra ele
-É se você fosse ser pedida em namoro, como você queria que fosse? – Ele ia me pedir em namoro?
-O que? – Eu falei descendo as escadas devagar
-Não, não, não é isso que você tá pensando eu só te vejo como uma amiga – Nessa hora eu parei de descer – É que eu tava pensando em pedir e Ellen
-Você tá ligado que a gente brigou hoje por causa dela né
-Na verdade foi um exagero seu né – Ele disse isso e eu não sabia se chorava eu batia nele então só dei as costas pra ele e continuei a subir as escadas só que ele segurou meu pulso – Desculpa. Olha eu realmente tava querendo pedir ela em namoro e você é minha melhor amiga, tem que me ajudar
-Rosas vermelhas, velas e a música tão linda do Whindersson, caso queira surpreender mais de um colar com um console pra ela – Falei sem olhar pra ele – Agora pode me soltar por favor pra eu ficar sozinha no meu quarto – Puxei meu braço pra mim, soltando da mão dele e subi as escadas
Fechei a porta do meu quarto e fui até aa minha penteadeira onde eu tinha uma gaveta que só abria com a uma chave que eu tinha. Abri peguei o isqueiro e um cigarro, fui até a janela e acendi
-Sabia que você ia fazer isso – Olha pra porta e era o Polado parado lá, me olhando furioso
-Eai Polado
-Eai Polado o caralho. Você disse que ia parar de fumar Alícia – Dei um tragada e soltei a fumaça
-É só dessa vez, fica tranquilo
-Aham sei, daí o pessoal te vê fumando e com eles vai se pior pra tirar isso de você
-Fica tranquilo Polado
-Você me prometeu Alícia
-E você prometeu que ia me manter segura, que nunca ia me deixar e olha agora. Está me trocando por outra garota, fazendo ela de prioridade. Está me esquecendo, parando de se preocupar
-Eu nunca te esqueceria, nem te trocaria
-Aeh? Porque antigamente você parecia meu pai falando que estava preocupado e que eu não devia sair sem você e agora tudo que você pensa é a merda do seu pedido de namoro
-Alícia olha pra mim. Eu ia arranjar uma namorada uma hora – Ele falou isso e eu olhei janela afora, pra ele não ver as lágrimas que se formavam nos meus olhos – Eu achava que seria uma pessoa mais daí a Ellen chegou e eu tava sem você, tava carente
-Tá, eu já entendi – Apaguei o cigarro já pequeno – Agora pode ir
-O que?
-Pode sair do meu quarto. Ah espera – Falei quando ele já estava quase saindo
-O que?
-Tem um presente em cima da escrivaninha, todo seu só não use – Ele foi até a escrivaninha e pegou um pequeno pacote que lá em cima. Abriu e era uma pulseira, a dele tinha o melhor e a minha tinha escrito a melhor do melhor
-Pra que o presente?
-A gente já era melhores amigos e tals mais a gente ia fazer 8 anos de amizade. Queria ter alguma coisa pra marcar mais pelo visto ela acaba aqui
-Alícia também não é assim
-Sai do meu quarto
-Mas...
-Vai, só vai


Notas Finais


Bom foi isso
amanhã tem mais umzinho
Tchauuu


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