História Amizade Desfeita - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber, Molly Quinn
Personagens Justin Bieber, Molly Quinn, Personagens Originais
Tags Obsessão, Relacionamento Virtual, Violencia
Visualizações 123
Palavras 2.892
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


CÁ ESTOU EU, FINALMENTE, POSTANDO ESSA HISTÓRIA.
Gostaria de agradecer a maridinha por ter me ajudado com o nome desta história, a nick por ter me incentivado muito a postar, mesmo sem nem saber o conteúdo da mesma e ao meu anjinho @nervoso, pelo puta apoio que vem me dando em relação ao meu mais novo filho (puta apoio em tudo, na verdade). Vos amo!
Gostaria de deixar claro que, Amizade Desfeita é uma história pesada, verão isso ao decorrer da mesma. Portando, fica a cargo de cada um decidir se continuará lendo ou não.

Lembrando que:
Justin Bieber e Molly Quinn não me pertencem, porém suas personalidades sim.
Plágio é crime e... Eu não lembro mais de nenhum lembrete rs

Espero que gostem dela tanto quanto eu, Boa leitura!

Capítulo 1 - Prefácio


Fanfic / Fanfiction Amizade Desfeita - Capítulo 1 - Prefácio

E mais uma vez, entre uma e outras tantas, Justin se dirige até a varanda e senta na velha cadeira de balanço, feita de madeira clara e gasta, que range com o seu ato. Fazendo assim, o som irritar ecoar e adentrar em seus ouvidos. Enquanto se acomoda de maneira confortável sobre a mesma, ele ergue as suas pernas e as coloca de maneira desleixada sobre a cerca da varanda, pintada em um tom de branco gelo, que já encontra-se descascando, devido o descaso e falta de uma nova pintura. Com sua mão esquerda ele pega sua carteira e retira um cigarro de dentro do maço, para logo em seguida, pegar um pequeno isqueiro vermelho do bolso da sua jaqueta de couro preta. Em seguida, o leva em direção a sua boca, prendendo-o entre os seus lábios. Ele dá leves tragadas em seu cigarro, aspirando a fumaça tóxica do tabaco e sentido-a entrar e fluir por entre os seus pulmões, logo, expelindo e sentindo uma névoa de fumaça se formar, englobando seu rosto. Ele fecha os olhos e sente os raios solares virem como brasas de fogo de encontro a sua pele clara, pouco bronzeada. Hoje a temperatura está muito alta, o que é uma raridade, já que, os dias em Racine, Wisconsin, são sempre repletos pelo tão aconchegante e acolhedor, frio. É um ótimo dia para as pessoas saírem de suas casas e aproveitarem antes que o frio volte, trazendo junto consigo fortes tempestades.

Minutos depois, seus olhos se abrem e captam um vislumbre do que seria a imagem de jasmine, a vizinha do outro lado da rua. Ela vira a esquina e então, entra em seu total campo de visão. Vestida com o seu fardamento escolar azul, ela anda de forma lenta e despreocupada enquanto tenta arrumar - em uma tentativa totalmente falha, — diga-se de passagem — os seus fios de cabelos negros que teimam em escapar a todo custo do seu firme rabo de cavalo. Ela passa por algumas casas e para em uma delas quando vê que uma idosa, de aparentemente setenta e cinco anos de idade, está com dificuldades para colocar um saco de lixo preto dentro de uma caçamba. A bela garota, com toda a sua educação e gentileza, direciona o seu olhar para a senhora e lhe manda um sorriso doce, para logo em seguida, pegar o saco preto, delicadamente, de seus braços magros e colocá-lo dentro da caçamba de cor escura e um pouco enferrujada, devido a ação do tempo. Os lábios finos e enrugados da senhora movimentam-se e por meio de leitura labial, Justin conseguiu concluir que ela havia dito um "Obrigado, querida Jasmine", para no final de sua fala esticar os seus lábios em um sorriso, fazendo assim, as bolsas embaixo de seus olhos e as rugas ao redor dos mesmos, se tornarem ainda mais evidentes. A mulher de cabelos brancos ajeita o seu óculos fundo de garrafa, que já estavam na ponta do seu nariz, um tanto quanto protuberante, quase caindo do seu rosto e caminha de volta para dentro de sua casa, apoiando o seu corpo curvado sobre a sua bengala.

Jasmine continua andando tranquilamente, sem nem ao menos perceber que está sendo observada e Justin dá uma última tragada em seu cigarro, jogando-o no chão, e pisando em cima, fazendo-o se tornar apenas meras cinzas. Ele caminha até o outro lado da rua, e quando vê que a garota já está prestes a entrar dentro de casa ele a chama, a fazendo virar-se em sua direção, arregalando levementes seus globos oculares e um brilho se apossar de suas esferas castanhas ao vê-lo em sua frente.

Olá, jasmine! — Ele a chama, transparecendo empolgação e os olhos da garota brilharam ainda mais ao ouvir a voz grossa e de timbre rouco proferir seu nome, adentrando em seus ouvidos como uma bela melodia. O brilho de seus olhos é tão intenso que mesmo se estivesse a metros de distância, conseguiria enxerga-lo.

— O-oi, Justin. — Ela começa a gaguejar de nervosismo, praguejando mentalmente, e aperta com uma certa força a alça da mochila que carrega em suas costas. Não demorando muito para que as pontas de seus dedos começem a ficar avermelhados. Seu coração palpita só de olhá-lo e ver que não se trata, mais uma vez, de um sonho. É real, ela está realmente iniciando uma conversa com ele.

— Eu... — Ele faz uma pausa e abaixa a cabeça, olhando para os seus sapatos pretos. — Eu gostaria de te dizer que eu te acho uma garota incrível e... — Ele novamente faz uma pausa e olha em seus olhos, agora, demonstrando, através deles, que está com medo do que falará a seguir. — Eu gostaria de saber se você não gostaria de sair comigo no domingo!?

— Você está me convidando para sair? — Jasmine pergunta depois de um certo tempo em silêncio, totalmente surpresa e gritando internamente por conta disso. Céus, as batidas do seu coração se aceleram e é como se o pedido feito por ele tenha aberto uma pequena gaiola dentro dela, fazendo milhares de borboletas levantarem vôo e voarem livremente dentro do seu estômago, lançando-lhe diversas sensações. Muito boas, por sinal!

— Sim, você não gostaria de sair comigo?  — Ele pergunta, com incerteza presente no seu tom de voz baixo e quase falho, enquanto continua sustentando um olhar profundo para com os grandes e brilhantes olhos castanhos a sua frente.

— Não. — Ela responde apressadamente. — Quero dizer, sim, claro que eu aceito sair com você. — Ela fala, sorrindo e se embolando completamente com suas próprias palavras. Sua vontade é de jogar sua mochila no chão e sair perambulando sorridente por cada canto da cidade, por, finalmente, a sua paixão platônica tê-la notado.

— Mas não conte para os seus pais que irá sair comigo. Você sabe... eu já tenho 19 anos e você apenas tem 16, talvez, seus pais não gostem de saber que você irá sair comigo. — Ele terminar de falar e ela assente, sorrindo completamente abobalhada com o convite que acabara de receber. — Podemos nos encontrar na praça que fica a algumas quadras daqui, às quatorze horas, o que acha?

— Oh, tudo bem, eu acho maravilhoso. — Ela fala, ainda sorrindo e exibindo seus dentes brancos e alinhados, fazendo Justin sentir vontade de arrancar dente por dente de toda a sua arcada dentária, mas, se controla, a hora para fazer isso, chegará. Logo logo!

Tão tola! Pobre jasmine, tão nova e ingênua, nem percebe que está caindo em um plano sujo, repleto de dor e maldade. Se ela soubesse das reais intenções por trás desse convite, correria para bem longe enquanto ainda tem tempo e gritaria a plenos pulmões por socorro enquanto ainda tem voz e forças para isso.

— Até domingo. — Ele fala depositando um rápido e singelo selinho nos lábios carnudos da garota, fazendo com que, com esse ato ela sorria mais ainda e sinta suas maçãs dos rosto enrusbscerem-se.

Após um aceno de cabeças, Jasmine entra em sua casa, enquanto Justin gira seus calcanhares para voltar para o seu inferno particular e vê o carro do seu pai, ou simplesmente Jeremy, como ele mesmo prefere ser chamado, estacionado no jardim da casa. Ao atravessar a rua e seguir o pequeno caminho de pedras, logo, chegando até os dois pequenos degraus da entrada, onde os gritos de sua mãe se tornam cada vez mais audíveis. Ao entrar dentro da casa imediatamente o forte cheiro de bebida alcoólica barata misturado ao cheiro de diversas drogas adentra em suas narinas, embriagando-lhe levemente por alguns instantes. Ao olhar para o lado esquerdo da sala ele se depara com a cena de Jeremy sentado em cima da cintura de Pattie, enquanto lhe estapeia o seu rosto, já molhado por conta das lágrimas e do sangue que escorre do canto de sua boca, juntamente do corte aberto sobre o seu supercílio. O sangue que escorre de cada corte superficial se encontra como um rio e escorre por seu belo rosto, banhando seu corpo, suas vestes e o tapete, presente embaixo de seu corpo.

A família Bieber é de longe, a família mais desestruturada da cidade. Para quem vê de fora, eles se parecem com qualquer outra boa família, que tem suas desavenças, é claro. Afinal, quem não tem? Mas, basta prestar um pouquinho de atenção e ver que com apenas um pequeno sopro, eles caem como um jogo de cartas, empilhadas uma em cima da outra, desajeitadamente. Jeremy é um verdadeiro crápula e Pattie, coitada, mesmo com todos os problemas, brigas, ofensas e traições, ela ainda acha que pode mudar o seu marido e fazê-los serem a família que ela sempre idealizou em sua cabeça. Uma família feliz, o seu sonho de criança. A razão vem gritando por anos para que ela dê um basta nessa situação, porém, seu coração a impede. O amor que ela nutre por seu marido a impede e a mantém acorrentada a um casamento que é fadado ao fracasso desde o começo.

Qualquer outro filho que visse sua mãe em uma situação como essa correria para a ajudar, sofreria junto com ela e enxugaria suas lágrimas, mas, o jovem de cabelos loiros e olhos claros, não. Aos seus olhos, sua mãe merece tudo que lhe acontece, porque se ela ao menos sentisse algo por ele, ou até mesmo por si mesma, se possuísse ao menos um pouco de dignidade e principalmente, vergonha na cara,  já teria feito as malas e ido embora a anos atrás, quando ainda possuía chances altas de se livrar de um marido, agressivo, fracassado e nojento.

— Olhe só quem chegou, meu amor. O seu querido filho. — Jeremy profere enquanto aperta o maxilar de sua mulher, fazendo a sentir que com um pouco mais de força, ele poderia ser quebrado a qualquer momento.

Ele passa alguns instantes com os seus olhos, repletos de indiferença, impostos sobre seus pais, e logo em seguida passa reto pelos dois e sobe as escadas rumo ao seu quarto enquanto ouve Pattie gritar no andar de baixo, pedindo inutilmente por socorro. Socorro esse que, claramente, não virá.
Ao entrar em seu quarto e se deitar em sua cama, acaba ficando deitado nela durante horas, planejando milimetricamente tudo o que fará no domingo. Será um grande dia!

Algumas horas  após o barulho no andar de baixo acabar e os gritos cesarem, Justin ouve uma batida leve sobre a porta do seu quarto, despertando-o e fazendo-o direcionar e manter, por alguns instantes, seus olhos na mesma. Em seguida, a porta é aberta, revelando a silhueta magra, quase esquelética de sua mãe. Que coloca, parciapmente, o seu corpo dentro do cômodo, esse que mesmo com tanto sofrimento, ainda permanece belo.

— Jeremy já terminou com a seção de espancamento? — Pattie ouve seu filho falar de forma tão indiferente, como se perguntasse se ela trouxe o seu lanche favorito do supermercado e isso lhe atinge profundamente. Nenhum soco que o seu marido lhe dá a atinge de forma tão dolorosa como o desprezo do seu filho. A cada palavra de indiferença proferida, uma faca invisível é cravada sobre o seu coração, matando-a, pouco a pouco. Aumentando sua dor a cada instante.

— Você não vai descer para jantar? — Ela fala tentando controlar a sua voz para que ela não saia falha por conta das lágrimas que ela tenta inutilmente controlar, mas que não consegue segurar por muito tempo. Logo, preenchendo o quarto com os seus soluços, que rasgam sua garganta e ficam prestes a escapar de sua boca, sem pudor algum.

— Não tenho fome. Agora saia de meu quarto. — ele diz sem nem ao menos erguer os olhos para a olhar, mantendo um tom de voz autoritário, enquanto mantém sua atenção ao pequeno cubo mágico colorido, presente em suas mãos. Como se ele fosse a coisa mais importante no mundo e bem, no momento, ele é.

— As vezes eu me pergunto o que eu te fiz. Eu juro que todos os dias eu me faço essa mesma pergunta logo após acordar, me levantar e pôr os meus pés sobre o chão. Eu nunca consigo achar uma resposta, por mais que minha cabeça dê várias voltas e nó sejam feitos. Quando você era mais novo você me amava, não podia nem sequer sair de perto de mim. Vivia agarrado sobre a barra da minha saia. — Ela faz uma pausa e um primeiro soluço escapa de seus lábios machucados, não demorando para vir muitos outros. — Mas você mudou completamente, você passou a me desprezar e eu nem sequer sei realmente o porque. Porém, eu só quero que saiba que eu nunca vou deixar te amar, nunca. — Ela terminar de falar e sai do quarto deixando seu filho do mesmo jeito que estava antes, imerso em seus pensamentos, mergulhando cada vez mais no mar de idéias doentias que sua mente produz.

Pattie adentra ao seu quarto e olha para o homem deitado sobre a cama de casal, homem esse que, apesar de todas as coisas ruins que já lhe fez, seu coração ainda nutre sentimentos. Ela segue até o banheiro e olha o seu reflexo refletido através do espelho. Olheiras profundas, corpo magro, cabelo sem brilho, os olhos claros sem o esplendor de anos atrás, e é em frente aquele espelho que ela se pergunta todas as noites por quanto tempo ela ainda aguentará. Encolhida, dentro da banheira ela chora, compulsivamente, tentando expulsar toda a sua dor, medo, revolta e angústia.

Ele poderia ir atrás dela e dizer que a ama incondicionalmente, assim como ela o ama, mas ele não fará isso porque ele simplesmente... não a ama.

[...]

Quatro dias já se passaram e o tão esperado domingo chegou. Justin saiu cerca de uma hora antes de casa rumo ao lugar onde aconteceria o encontro. A temperatura já não estava mais alta, pelo contrário, o típico frio da cidade voltou, trazendo consigo a chuva. Afinal de contas, o inverno está chegando, fazendo o tempo esfriar cada vez mais. Ao chegar na praça, ele se senta em um banco de concreto, em uma parte mais afastada e sorri ao ver que não tem ninguém. Com o dia nublado e um frio de arrepiar, todos estão dentro de suas casas, com os aquecedores ligados enquanto se agasalham.

— Ela nem imagina o que a espera... — Justin fala consigo mesmo, internamente, e pega os seus dois melhores amigos: O cigarro e o isqueiro. Sentindo uma rajada de vento atingir seu corpo, fazendo seus pelos se eriçarem.

No começo da manhã, com o bater de cílios, e uma grande ansiedade, Jasmine acordou. Horas após acordar, ela já havia revirado todo o seu armário a procura de uma roupa, mas nenhuma das vestimentas que ela experimentou parecia ser bonita o bastante. Perfeita o bastante. Nenhuma das que ela já provou a agradaram e a cada peça de roupa que ela colocava no corpo, lhe vinha os seguintes questionamentos: "Será que ele irá gostar?". "Conseguirei o impressionar?". Durante esses quatro dias, para Jasmine o tempo parecia passar cada vez mais devagar. Os ponteiros dos relógios pareciam passar se arrastando de um número para o outro. Torturando-a como se, de alguma forma, fosse proposital. Foi uma espera completamente torturante, para ambos.

— Céus, eu preciso de uma roupa perfeita. — Ela profere, puxando um pouco os seus cabelos cacheados para cima, bagunçando-os, enquanto fala alto e bufa logo em seguida, agradecendo mentalmente por seus pais terem viajado e depositado confiança o suficiente para a deixarem responsável pela casa e por si mesma. Convenhamos que, com dezesseis anos, Jasmine não é mais uma criança e apesar da senhora Madeleine cuidar dela desde os cinco anos e ser uma companhia agradável, a jovem Collins prefere ficar sozinha. Relembrou o pequeno drama feito por sua babá, na véspera da viagem dos seus progenitores. Ela chegou a derramar lágrimas quando ouviu Jasmine falar que preferia ficar sozinha em casa, o que no final, acabou comovendo a garota. Mas, não a fez mudar de idéia, mesmo gostando muito de sua "babá". Ela queria ter mais liberdade, queria poder voar livremente sem que alguém a prendesse e cortasse suas asas, antes mesmo que ela batesse vôo. Gostaria de ir de um lugar ao outro. Sem pressa, sem perguntas e, principalmente, sem cobranças.

Ela varre seu guarda-roupa com os olhos e faz uma careta quando avista um vestido pendurado sobre o cabide de madeira. Vermelho, e com alguns recortes, acompanhados de transparência em lugares estratégicos, a peça é realmente bastante sensual, porém, não faz muito seu estilo e não é nenhum pouco adequado para a ocasião.

Quando os ponteiros do relógio batem exatamente às quatorze horas, Jasmine sai de casa. Enquanto caminha em direção a praça, ela fantasia uma sequência de coisas românticas que podem acontecer ao longo do encontro. Seus pensamentos estão focados em apenas uma única pessoa.
Quando chega na praça e vê Justin ao fundo, sentado em um dos bancos cinzentos de concreto, com o olhar fixo em um ponto qualquer, ela espalma suas mãos geladas sobre o tecido grosso de sua calça jeans, na intenção de livrar o suor das mesmas e abandonar o nervosismo presente em seu corpo.

Após um suspiro profundo, ela caminha em sua direção e ao ouvir passos cautelosos, Justin ergue os olhos para olhá-la e um sorriso brota em seus lábios, sendo rapidamente retribuído.

Será um dia inesquecível!


Notas Finais




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