História Amizade Preta e Cinza - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Tags Amizade Colorida
Exibições 12
Palavras 1.399
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shounen, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Gente! Olá terráqueos, eu vim esclarecer umas coisas pra vocês (pessoas que acompanham a minha outra fanfic, O Garoto do Boné Vermelho) Acontece que eu fiquei sem PC outra vez... É uma merda, eu sei... Eu escrevi esse capitulo pelo celular o que não é uma boa ideia se for dirigido pro OGBD pelo fato de... Eu dar tudo de mim em uma fanfic e quase tudo em outra fanfic...

Espero que tenham me entendido... Mesmo. Minhas sinceras desculpas. Eu vou estar providenciando a respostas de vocês. Obrigado por tudo!

Capítulo 3 - Coisas de Garotos


Fanfic / Fanfiction Amizade Preta e Cinza - Capítulo 3 - Coisas de Garotos

Pov's Ester Garcia.

Eu poderia ser uma grande criminosa se usasse a minha criatividade pra cometer assassinatos, roubos ou estelionatos talvez. O sorriso chegava ás minhas orelhas só de pensar na cara de pamonha do idiota quando eu foder com o soninho da tarde dele.

Fazem apenas três dias desde que Miguel chegou, e nesses três dias eu fiz questão de fazer da vida dele nessa casa um inferno.

No primeiro dia eu pude me deliciar vendo aquele marmanjo de 1,87 de altura pulando e se coçando inteiro devido ao pó de mico na sua cueca, Depois, no dia seguinte quando ele fora comprar pão a pedido da minha mãe eu aproveitei para entrar em seu quarto e cortei algumas de suas roupas. Eu só não coloquei baratas na sua comida porque eu tenho nojo de baratas... Um nojo anormal que se funde com um pânico incontrolável.

Não me leve a mal, eu não sou um monstro, nem é nada pessoal (É sim.). Apenas queria meu "priminho" fora da minha casa, e é claro que eu aproveitei a situação para tentar esquecer um pouco Paul...

Esquecer estava sendo fácil, mas tirar aquela praga de casa tava ficando trabalhoso, daqui a pouco eu teria que pegar pesado com o pervertido.

Lá estava ele. Deitado na grama com uma camiseta branca cheia de furos feitos por mim e uma bermuda jeans, respirava calmamente e sua aura estava mais que serena... Era capaz de alguém pisar nele por causa da sua falta de presença. Me aproximei dele e sem dó nem piedade joguei o balde dágua em seu corpo, me livrei do balde e gargalhei ao ver ele se encolhendo totalmente apavorado sem saber o que tava rolando. Não me leve a mal de novo, mas ver um marmanjo parecendo maricas era bom de mais.

Ele finalmente parou de tremer e abraçou a sí mesmo tentando afastar o frio.

- Qual é o seu problema comigo?- A voz grave saiu por trás dos dentes batendo com rapidez.

- Não gosto de você - Olhei impassível.

- Porra! Me deixa em paz.

- Quer paz? Então vaza do meu território!

- É... Como eu pensei.- Ele se levantou e se aproximou de mim. - Não passa de uma cadelinha...- Sorriu.

- Vai tomar no seu cú! Ta pensando que eu... - Deu as costas adentrando a casa.- Imbecil...

Juro que invés de ver estrelinhas eu vi arminhas e pequenas luvas de boxe voando ao meu redor. Aquele filho da puta conseguia me tirar do serio... Bastardo de merda. Só de relembrar o momento meu maxilar travava e eu precisaria de pelo menos 10 segundos de reflexão.

O mais curioso de tudo é que mesmo que ele rebatesse as minhas provocações, ele nunca me dedurou pra minha mãe... Além disso ele parece não querer se vingar de nada do que eu faça. Ele é um cara realmente caipira.

Depois dos meus dez segundos eu entrei na casa pela porta da cozinha e aproveitei pra pegar uma maçã argentina na tigela em cima da mesa. Caminhei pelo corredor rumo ao meu quarto dando várias mordidas nervosas na fruta. Qual é? É maçã.

De repente eu reparei numa coisa. A casa tava muito, mas muito quieta... Não que a casa fosse barulhenta, definitivamente não era. E eu também não tinha muita necessidade de ouvir algo, pelo contrário, aprecio um bom silêncio pois assim eu posso dormir em paz. Mas aquela calmaria toda era tão estranha... Como se até os carros da rua resolvessem parar de circular e os grilos parassem de fazer "cri cri cri". Nem passarinhos eu conseguia ouvir. Então é claro que eu cheguei na maravilhosa hipótese de que eu tava ficando surda porque eu sou um ser humano retardado! E assim eu me lembrei da existência do meu querido primo cuja o mesmo também não estava emitindo qualquer ruído.

Eu teria que falar com ele pra saber se estava ficando surda ou não, eu tava torcendo pra estar surda porque até a voz daquele infeliz me irritava.

Fitei a fresta da porta do quarto de hospedes onde Miguel dormia (afinal de contas ele não tem quartos nessa casa porque nada é dele aqui!). E me aproximei devagar sem fazer barulho nenhum. Espremi os olhos e pude ver as costas dele pela fina fresta.

Abri um pouco mais a porta deixando a vista um pouco melhor. Mirei do seu bumbum escondido pela bermuda jeans (agora molhada) passei meus olhos pelo cós da sua cueca branca a mostra, e depois por toda suas costas até chegar nos ombros largos.

As linhas dos músculos definidos se contrastavam por causa dos raios de sol que invadiam o quarto de tarde, o corpo todo bronzeado e molhado não combinavam com o quarto.

É... Ele é forte. Admito.

Ele se virou de frente pra porta deixando a vista o abdômen e o peitoral, as maos dele cobertas por algumas cicatrizes revelavam que talvez ele já tivesse trabalhado no campo. As gotas que desciam pelo seu tórax deslizavam conforme o relevo da sua pele e se encontravam no fim com um fino "caminho da felicidade"

Suspirei, meu coração parecia querer sair do peito devido a adrenalina, claro. Nada haver com o fato de eu estar espiando ele... É que digamos que pensar em ser pega no flagra espiando me deixava um pouco nervosa.

Alguém poderia fritar um ovo nas minhas bochechas, com certeza meu rosto estava como um grande tomate e só piorou.

Eu já começava a me condenar pelo fato de eu estar espiando esse retardado mental, mas por algum motivo irrelevante eu não quis parar de ver como o peito dele subia e descia por causa da respiração calma... Não quis parar de ver o semblante serio estampado no seu rosto.

Os maxilares travados e as sobrancelhas franzidas como se algo estivesse o incomodando... Os olhos fechados juntamente com a boca. Inteiramente tenso... Dos pés a cabeça.

O moreno se sentou na cama e abriu as pernas revelando a cueca da Calvin Klein pelo zíper aberto... DROGA ESTER! PRA ONDE VOCÊ TÁ OLHANDO???

Para de olhar...

Para de olhar...

Para de olhar...

Só mais um pouquinho... Mas é somente pra pegá-lo se em fizer algo ridículo como cutucar o nariz por exemplo.

O maior passou a mão pelos cachos e olhos diretamente pra porta, o que fez meu coração parar... Mas ele não pareceu ter me visto porque logo depois desviou o olhar pro celular.

Cara, não tem nada de interessante nesse quarto! É só um cara não fazendo nada... Por que essa fissuração minha? É tão sem graça... Queria pegar ele coçando a bunda ou coisa do tipo.

Então como se o maldito ouvisse os meus pensamentos ele vai deslizando a mão lentamente pelo seu tórax passando por parte do peitoral e pelos músculos do abdômen, e enfiou a mão por dentro da bermuda apertando o seu membro.

- Hm... - O gemido rouco soou claramente nos meus ouvidos.

Não, eu não estava surda.

Ali no batente daquela porta eu sai do mundo e não notei mais nada ao meu redor. Ver aquela expressão sacana no seu rosto foi um choque, os finos lábios formando um sorriso de canto e vez ou outra ele mordia o lábio inferior e arfava.

É pra acabar com a sanidade de qualquer um...

Quando ele começou a fazer movimentos de vai e vem eu apoiei na porta.

O que não deu muito certo...

A porta rangeu e abriu o suficiente pra me revelar ali, aquela palavra bonita percorreu pela minha mente: FUDEU.

Nos ficamos paralisados, um fitando o outro com espanto. A vergonha e tensão no ar me fazia querer enfiar a cabeça na terra feito avestruz... Foi então que uma coisa me trouxe à realidade.

O sorriso dele... Tão imbecil, tão bastardo, tão safado... Me trouxe ao mundo de volta.

Então eu saí correndo pro meu quarto (que fica em frente então não corri muito. Né?). Tranquei a porta, me joguei na cama com o rosto queimando de vergonha, coloquei meus fones de ouvido e deixei o álbum Wings do BTS ser reproduzido por horas.

Eu já tinha visto coisas piores que aquilo, e é claro que eu sei que garotos fazem "coisas de garotos",Mas mesmo assim aquela situação me fodeu o psicológico...

Queria saber... Queria ter as respostas. Eu nunca me senti tao envergonhada em toda a minha vida!



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