História Amizades de Papel - Cellbit - Capítulo 18


Escrita por: ~

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Categorias Felipe Z. "Felps", O Teorema Katherine, Rafael "CellBit" Lange
Tags Brigas, Cellbit, Família
Exibições 53
Palavras 651
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Festa, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Voltei eeeeeee
Eu sei que eu tô há dois meses (?) Sem postar capítulo e sei que por isso vocês querem a minha cabeça em uma bandeja
Mas gente, a minha criatividade foi para a cidade da Putaquepariu e tá bem difícil pra escrever, mas eu tô me esforçando e logo vou voltar a postar com a mesma frequência de antes
Boa leitura
Leiam as notas finais ;)

Capítulo 18 - Gingerbread Man


Um sonho erótico com o Lucas...


O.K. Foi bem estranho.


Naquele dia eu fui pra escola, fiz a droga da prova de biologia e tive que explicar umas dez vezes o porquê das faltas - foi um pouco constrangedor. 


O sábado está sendo um lixo. Eu e Felipe brigamos de novo, eu ainda não vi o Rafa e meus pais voltaram a brigar hoje de manhã. Tá uma merda.


Agora eu e Felipe estamos no carro em direção ao psicólogo. Meus pais marcaram a consulta para hoje à tarde. Eu disse que poderia ir sozinha mas Felipe disse poderia me trazer para eu não me perder ou, até mesmo, ser estuprada mais uma vez. Agora nós estamos discutindo de novo.


-Da última vez que você saiu sozinha, você foi estuprada e ficou no hospital por três dias. Você se lembra? - Felipe joga na minha cara pela milésima vez só hoje.


-Claro que eu me lembro. Você faz questão de me lembrar isso a cada dois minutos.


-É claro. Você fica falando que pode sair por aí sozinha, mas quase pegou uma DST quando foi tentar dar uma de independente.


-Eu estou tentando esquecer aquele dia, mas você não está me ajudando.


-Eu tô tentando te alertar e te proteger, Katherine.


-Não parece, Felipe. E outra, eu não preciso de proteção. Eu só preciso esquecer do que aconteceu semana passada.


-Ah, quer saber? Você sabe se virar. Mas e o Lucas? Ele se preocupa com você?


-Sim, mas a diferença é que ele não vive pegando no meu pé. Ele me ajuda a esquecer os meus problemas e me coloca pra cima quando eu fico triste.


-Hmm... que fofo, né? - Ele diz irônico.


-É. Bem fofo. Sabe... ele daria um ótimo namorado.


-Ótimo. Então quando ele voltar de sei-lá-onde você pede ele em namoro.


-Foi a melhor idéia que você já me deu, Felipe.


-De nada. Como forma de pagamento pelo favor, você pode ficar quieta.


-Tudo bem. Eu calo a boca. - Eu digo, cruzo os braços e olho apenas para a minha frente.


Alguns minutos depois meu celular toca. Eu olho na tela para ver quem é, vejo um número desconhecido.


-X XXXX-XXXX-


-Alô? - Eu atendo.


-Oi Kat! Onde você está? 


-Rafa! Eu tô indo pro psicólogo. Eu te falei, lembra?


-Ah é. Você está precisando mesmo. - Ele diz e eu dou uma risada fraca.


-Mas como você conseguiu o meu número? Não lembro de ter te passado.


-O seu namorado é meu melhor amigo, eu descobri a senha do celular dele e peguei seu número.


-Uau. Sherlock Holmes! Tudo bom com você? - Ele ri baixo.


-Quando você volta?


-Não sei, Rafa. Daqui à algumas horas. Quando eu chegar em casa te aviso, tá bom?


-Tá bom. Tchau. Boa sorte no médico. Qualquer coisa, me liga.


-O.K. Obrigada. Tchau. - Digo e desligo o celular.


-Era o Rafael? - Felipe pergunta e eu não respondo. - Você não vai responder?


-Eu poderia não responder porque 1) você me mandou ficar quieta e 2) eu não quero falar com você, mas como sou uma pessoa muito educada, eu respondo: era o Rafa sim.


-Ah claro. O Super amigo da Katherine querendo saber como ela está.


-Corrigindo: o MELHOR amigo da Katherine querendo saber como ela está. - Digo.


-Você não se decide? Sei lá, primeiro você fala que o carinha inexistente é o seu melhor amigo e depois fala que é o Rafael.


-Porque depois que o "Carinha inexistente" sumiu o Rafa virou meu melhor amigo. E vai ser assim durante um bom tempo. Acostume-se.


-Então por que você está indo atrás do Carinha inexistente? - Quando abro a boca para responder, Felipe continua: - Eu já sei. Porque você se importa mais com quem não existe do que com quem está aqui do seu lado, não é?


-É porque quem não existe não vive enchendo o meu saco.


-Daqui a pouco, quando a gente terminar, eu não vou mais te encher o saco, não se preocupe.


Eu entendi direito? Felipe quer terminar comigo? Eu tô sonhando?


-Eu agradeço imensamente, meu querido. - Digo com ironia.


Notas Finais


Se alguém aí estava lendo minha fanfic de Zayn, um recado: eu a excluí
Ele disse no livro dele que acha fanfics irritantes então eu a excluí por isso
Mas eu vou reescreve-la como originais ok?
Beijos :3
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