História AMNESIA - ziam - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction, Zayn Malik
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Zayn Malik
Tags Acidente, Amnésia, Gay, Larry, Liam Payne, One Direction, Zayn Malik, Ziam, Ziam Mayne
Exibições 58
Palavras 3.071
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Fluffy, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá!
Bem vindo (a) a AMNESIA!
Vamos aos avisos:


> A fic é inteiramente minha, e vai ser inteiramente do jeito que eu quiser;

> Plágio é crime, e eu não vou ter dó em denunciar;

> A história é contada pelo Ponto de vista do Liam;

> Será uma Shortfic, com nó máximo cindo capítulos;

> Eu amo interagir, então... Podem falar comigo, parece que eu mordo mas eu não mordo não ^^

Por enquanto é isso.. Espero que gostem
Boa leitura ;3

Capítulo 1 - Correndo e Implorando


Eu acordei praticamente de noite. Estava frio lá fora, eu podia ver a neve cobrindo toda a janela do meu quarto e me impedindo de ver o lado de fora. Mas estava ainda mais frio em minha cama, pois apesar de eu estar rodeado por cobertores quentinhos e até mesmo com o aquecedor ligado, meu marido não estava ao meu lado, me esquentando com aquele corpo tão quente dele.

Definitivamente não queria me levantar. Não aquele dia em especial. Eu não queria me levantar nunca mais. Eu não queria sentir aquele frio que quase me congelava por dentro toda vez que eu abria os olhos e não o sentia do meu lado. Mas eu precisava. Eu o amava demais para deixá-lo sozinho nesse mundo, por mais que ele não se lembrasse que eu estava ali por ele. Ele não se lembrava que eu sempre estive ali por ele.

Me levantei indo contra o que minha mente, meu corpo e principalmente minha alma pediam, que era que eu acabasse logo com aquele frio. Fui até o banheiro e depois de lavar o rosto me encarei firmemente no espelho, me perguntando quanto tempo mais eu iria aguentar.

A verdade é que eu mesmo me surpreendi por ter me mantido firme durante esses três meses sem ele, afinal eu sempre fui um nada sem Zayn e perdê-lo da forma que eu o perdi... Eu realmente não sei como pude aguentar.

Enquanto tomava banho, fazia de tudo para tentar me excitar e conseguir pelo menos bater uma pensando no meu marido. Porra, é Natal! Eu não tenho com quem me aliviar e a droga da minha mente não consegue nem sequer fazer o meu pau subir de tão deprimido que estou! Será o pior Natal de todos.

Parei de tentar me excitar com minhas próprias mãos e meus pensamentos que nem ao menos conseguiam ser sujos naquele momento, só estava me deixando ainda mais frustrado. Desliguei o chuveiro com raiva, e enquanto me arrumava para sair, me lembrava dos dias felizes em que eu tinha ele ao meu lado. Quando nos assumimos juntos, quando adotamos um cachorro e revezávamos ele: cada semana ele ficava na casa de um de nós, quando os pais dele o expulsaram. E a memória que mais martelava em minha mente era a do dia do nosso casamento...

 

Eu estava uma pilha de nervos. Trinta minutos do horário combinado já haviam se passado, e porra! Zayn não era uma noiva! Não devia se atrasar tanto assim! Eu já estava precisado de um coração emprestado, porque o meu já estava quase parando! Zayn era um egoísta do caralho, ele não pensou que poderia ficar viúvo antes do casamento se demorasse mais para chegar?! Ele estaria literalmente fodido na minha mão. 

Não nos casamos em uma igreja, os pais dele eram extremamente religiosos e repudiavam o fato de sermos duas pessoas que se amam incondicionalmente e desejam se casar e viver juntos, e depois de discussões intermináveis, socos, lágrimas e meu noivo tentando se matar por ter sido deserdado da própria família, nós dois decidimos isolar aquele pedaço da família (que pra mim era totalmente inútil) e seguir nossa vida da forma que nos faria felizes.

Alugamos um sítio enorme e maravilhoso, com pista de dança, piscinas, sala de jogos e quadras para que todas as oitenta pessoas que convidamos se divertissem. Caberia quase seis vezes mais pessoas ali, mas não era a quantidade de convidados que nos interessava.

E era exatamente o que elas estavam fazendo: se divertindo enquanto eu estava a beira de um enfarto.

Minha mãe, Karen, e meu pai, Geoff, estavam alí ao meu lado, rindo da minha cara e do meu nervosismo, e ao mesmo tempo tentando me acalmar e me dando conselhos sobre a vida de casado. Eles eram tão importantes e eu estava tão feliz por tê-los comigo, eu mal podia imaginar como Zayn se sentia sem ter sua família ao seu lado... O meu pequeno sofria tanto. Mas eu iria tampar qualquer buraco causado por dor e sofrimento que havia nele, era meu objetivo de vida!

Depois de quase uma hora de atraso, Waliyha, a única irmã de Zayn que fora convidada para o casório, entrou correndo pela tangente, pegou o microfone e disse:

- Se organizem, o noivo chegou.

Deus, Waliyha realmente não imagina o impacto que suas palavras tem sobre os outros. Quer dizer... Mesmo se fosse um papagaio repetindo aquelas palavras, elas teriam exatamente o mesmo impacto sobre mim.

O noivo chegou.

O MEU NOIVO chegou.

Eu estava travado. Não conseguia mover um músculo sequer. Estava no meu lugar, perto do Juíz, e podia ouvir o barulho do carro que Zayn estaria descendo a pequena trilha de pedras que foi feita exatamente para isso. Senti minha nuca esquentar, eu com certeza estava pegando fogo, minhas mãos estavam soando mais do que o normal, e eu já não me sentia incomodado com aquele terno quente, mesmo que ele tenha ficado ainda mais quente, aparentemente...

Então eu ví o carro: eu mal acreditei. Zayn era mesmo um grande idiota, e eu me segurei o máximo que pude para não soltar uma escandalosa gargalhada ali mesmo: ele estava em um Austin-Harley 3000 vermelho. Onde aquele homem arrumou um carro daqueles???? O típico carro de noiva, o que os pais dele diriam ao ver aquilo? Eu juro que pagaria pra ver!

O carro parou na ponta do tapete de folhas (escolha de Zayn, o lance de tapete vermelho clássico não era com ele... E agora eu sabia porquê: apenas uma coisa podia ser vermelha, e ele decidiu que seria o Austin-Harley) e o sorriso que estava em meu rosto desapareceu.

A porta se abriu.

Zayn estava descendo do carro.

E porra, eu me esqueci na mesma hora que eu estava nervoso com ele. Esqueci que estava nervoso com o casamento, com o Juíz, com os convidados, com meus pais rindo de mim... Eu esqueci de tudo ao vê-lo.

Eu sabia o quanto meu noivo era lindo. Mas foi como vê-lo pela primeira vez alí.

Ele usava um terno preto completamente justo, e eu podia ver o suspensório que ele vestia... Ele não estava de gravata, e isso não me importou em nada: não eram suas roupas que estavam me deixando embasbacado. Era o seu rosto. Ele estava sem brincos, e como eu odiava aqueles brincos dele! Seus olhos estavam marejados, e eu nunca havia visto alguém derramar lágrimas de felicidade até aquele dia! Ele não forçava o sorriso para as fotos, era totalmente espontâneo, e diferente de mim, quando seus olhos encontraram os meus pela primeira vez ali, ele sorriu ainda mais, deixando cair uma lágrima solitária e a limpando rapidamente em seguida. Nem tente, Zayn, eu ví você chorando.

Ele olhou para os lados rapidamente e por dois segundos seu olhar mudou de extremamente feliz para um pouco decepcionado... O que houve? Eu queria ir até ele e pedir que começassem tudo de novo! Meu noivo não podia sequer pensar em nada que o deixasse decepcionado no dia mais importante de nossas vidas!

Assim que ele fez menção de colocar o pé no tapete, Waliyha gritou no microfone.

- Espere! - Zayn se deteve e olhou confuso para a irmã, que lhe deu um dos sorrisos mais lindos que eu já havia visto na vida. Era o típico sorriso dos Malik.

Ela saiu de onde estava, apertou alguns botões na caixa de som e correu até o irmão mais novo vulgo meu noivo.

- Eu tenho uma coisa pra você, amor - ela disse para ele e caminhou até uma pequena caixinha que estava escondida atrás de um dos bancos, retirando dela um buquê de lírios e o entregando a Zayn, que chorou e me fez chorar também, ao perceber o quanto aquilo significava para ele, ele sempre havia me dito que toda noiva precisava de algo branco.

- Você não achou que eu ia deixar você passar por esse tapete magnífico sozinho, não é, Zayn? - Waliyha tomou o braço de Zayn e o acompanhou pela entrada. O que tocava era uma versão só de violinos e cellos de Thousand Years (ao menos isso Zayn me deixou escolher, mesmo dizendo que era um clichê do caralho e fazendo bico, ele cedeu).

Ele não tirava os olhos dos meus, e eu o encarava intensamente de volta enquanto caminhava com sua irmã até mim.

Eu não queria perder um segundo daquele momento.

Quando os dois chegaram até mim, Waliyha virou-se para Zayn e lhe deu um beijo na bochecha.

- Eu te amo, Zayn. Eu te amo muito - ela disse em meio á algumas poucas lágrimas, e Zayn não aguentou, abraçou a irmã com muita força, e não conseguiu dizer que também lhe amava, mas estava explícito naquele abraço.

Ele finalmente veio até mim ao se separar dela. Eu estendi minha mão e ele a pegou, assim que nossas mãos se tocaram, eu ergui a dele até a minha boca e a beijei, sem desviar o olhar do dele.

 

 

Escolhi uma roupa e, sem me vestir, me sentei exausto na cama. Eu já não tinha mais forças pra descontar toda a minha raiva batendo as portas do guarda roupas ou chutando a cama. Eu já havia me cansado disso, já havia aceitado que aquilo não adiantaria de nada. Nada que eu fizesse resolveria alguma coisa ou ajudaria na recuperação dele e agora que eu não conseguia descontar meus sentimentos quebrando tudo o que eu conseguia, eu inconscientemente descontava em meu próprio psicológico.

Depois do acidente, Zayn ficou um mês em coma, e durante esse tempo eu ficava com ele todos os dias, chorando em seu leito hospitalar e observando cada progresso ou regresso de seus dias. Eu tinha medo de sair de perto dele e os médicos desligarem os aparelhos, ou simplesmente ele piorar e eu não estar ali para ajudar. Eu não saía para nada. Mas... Um mês depois ele acordou.

Foi um dos dias mais felizes da minha vida. Ele estava bem, ele estava reagindo aos medicamentos! Ele estava se recuperando! Ele estava voltando para mim!

Eu quase liguei para os pais dele para visar que ele estava bem de tão feliz que eu fiquei!

Mas durou pouco. 

Pouquíssimo.

Depois que os médicos o examinaram e autorizaram que eu entrasse no quarto, meu mundo desabou.

"Você.... é mais um doutor? Ou é o enfermeiro? Porque estou me sentindo um pouco tonto e..." me lembro como se fosse ontem. Zayn mal terminou a frase, se inclinou para o lado e vomitou. Eu corri para o seu lado e perguntei desesperadamente se estava tudo bem, mas ele não parava de pôr aquele líquido estranho pra fora. Não havia nada em seu estômago, aquilo parecia parte de seus órgãos.

Saí correndo do quarto, gritando por um médico, e logo um homem e dois enfemeiros me empurravam e corriam até o meu Zayn. Eu me encostei na parede e tentei me manter firme, mas meus joelhos cederam: eu caí sentado no chão, nem percebendo as lágrimas jorrando e caindo sobre meu rosto. Ele.... havia alucinado alguma coisa ou... realmente não se lembrava?

Tentei afastar essa lembrança, mas era impossível. Eu o amava tanto...

Peguei as chaves do nosso carro e saí daquela casa. Ela ficava mais vazia comigo dentro dela do que quando eu saía... Unia o vazio dela e o que estava dentro de mim, e então se tornava insuportável ficar ali dentro.

O horário de visita acabava normalmente ás 22 horas, mas como era véspera de natal, ninguém poderia visitar os pacientes depois das 20 horas.

Saí com o carro ás 19 horas, mas eu não esperava cumprir regra nenhuma. Apenas precisava chegar antes que o cara que podia ou não me liberar fosse embora, e quando chegasse lá... Bem, eu resolveria quando estivesse frente a frente com ele.

Á caminho do hospital, eu sentia que aquela simples pulseira não era o suficiente para presentear Zayn. Nada seria, na verdade, mas eu queria dar algo simbólico.

Havia uma floricultura ainda aberta, e como um flashback, eu sabia o que deveria comprar. Parei o carro em frente a ela e buzinei antes que a dona terminasse de fechar o pesado portão. Ela me olhou curiosa.

- Posso ajudá-lo? - ela perguntou, com o portão ainda meio fechado.

- Me desculpe, senhora. Eu preciso  muito  comprar flores pra alguém.

Ela me olhou com indiferença, é óbvio que eu precisava de flores... Quando chegava a véspera do Natal, praticamente todos os maridos desnaturados corriam á uma floricultura qualquer e compravam qualquer coisa para suas pobres esposas.

- Por favor... Eu pago qualquer valor, eu só preciso muito--

- Que seja. Vamos ver se ainda tenho alguma coisa aqui - ela subiu o portão o deixando totalmente aberto novamente e adentrando a pequena estufa, eu a segui.

- Na verdade... Eu procuro algo específico. Um buquê de lírios.

Ela se assustou. Provavelmente os homens desesperados aceitavam qualquer florzinha que ela lhes oferecia.

- Eu não tenho um buquê cheio, na verdade acho que só me restaram cinco ou seis lírios do campo.

- Tudo bem, eu os quero.

Cerca de vinte minutos se passaram e a mulher veio até mim com os cinco lírios em um buquê. Zayn sempre amou lírios do campo... Ele nunca entendeu muito de flores, mas sentia uma paixão intensa por esses.

Haviam quatro amarelos e apenas um branco.

Que pena, o buquê de casamento inteiramente branco de Zayn era muito mais bonito.

Eu paguei o dobro do que valia, mas pouco me importava. Ajudei a mulher a fechar a loja, aquele portão era realmente pesado, e antes que ela fosse embora, precisava agradecer.

- Senhora, desculpe por tê-la atrapalhado e atrasado em seus assuntos particulares... Mas esse realmente era um buquê importante. Eu irei levá-lo ao hospital, para o meu marido. Por isso... Muito obrigado.

A mulher ficou sem reação por alguns minutos, mas logo sua expressão mudou, para uma completamente leve e até bonita. 
- Seu marido? Você é gay? - ela perguntou, e eu apenas sorri e acenti como resposta. Ela sorriu e caminhou para mais perto de mim.

- Meu filho foi expulso de casa pelo meu ex marido por ser gay. Sabe o que eu fiz, rapaz? Eu o trouxe de volta para mim, e disse a Daniel que a casa me pertencia, e que ele podia pegar suas coisas e dar o fora de lá, porque o meu filho ia ficar comigo.

Fiquei sem reação diante daquela confissão. Os olhos dela estavam cheios de lágrimas, eu não sabia o que dizer.

- Meu marido... Ele foi rejeitado por sua família também. A diferença é que ele não tinha sequer  sua mãe ao seu lado. Eu sei o quanto ele sofreu, então... Eu te agradeço. Pelo que fez pelo seu filho. Obrigado.

- Feliz Natal, e cuide bem dele. Espero que ele saia logo do hospital. - A mulher disse, já andando rumo ao seu destino, e eu fiquei parado por alguns segundos pensando no que havia acabado de acontecer ali. Ela só podia ser um anjo...

Meu celular vibrou com uma mensagem de minha mãe, mas eu a ignorei por completo quando o peguei e ví que horas eram: eu tinha exatamente dez minutos para chegar ao hospital. Precisava de um milagre do Papai Noel agora!

Corri para meu carro e com certeza tomei pelo menos três multas por exceder o limite de velocidade permitido e ultrapassar um farol vermelho totalmente desnecessário na minha opinião.

Cheguei ao hospital correndo, mal conseguindo respirar, com as chaves do carro, carteira com documentos, o buquê e o presente de Zayn em minhas mãos. Completamente desajeitado, minha cabeça já doía.

- Oi... eu... vim fazer... uma visita - disse entre pausas para a recepcionista.

Ela me olhou calma. Que merda! A tranquilidade dela me tirou do sério!

- O horário de visitas já acabou, mas o senhor pode voltar amanhã das 9 horas ás--

- O caralho  que eu vou voltar amanhã! Por favor moça, é véspera de natal! Eu preciso ver alguém!

- Senhor, você pode voltar amanhã e sair tranquilamente do hospital ou eu terei que chamar o segurança e você não poderá voltar aqui por um prazo de trinta dias.

O que? Do que ela estava falando?! Eu tinha o direito de passar o natal com Zayn!

- Então vai! Ta esperando o que pra chamar o segurança? - eu estava descontrolado. Eu precisava de Zayn, não importa em que situação ele esteja.

A pobre e assustada moça realmente chamou o segurança, mas eu já esperava por isso: ele havia se tornado um amigo nesses três meses em que o hospital se tornou minha segunda casa. Eu queria mesmo vê-lo.

Em alguns minutos, Will apareceu atrás de mim.

- Qual é, Liam?! Fazendo escândalo a essa hora na porta de um hospital?! - ele me olhou repreensivo. Pelo visto não estava em seus melhores dias... eu ia ter que apelar.

- Will, cara, que bom que você chegou. Essa garota provavelmente é nova por aqui e não conhece a situação, mas você sabe, Will. Me ajuda.

- Liam, eu não posso te ajudar. Você precisa se retirar, por favor - Will disse frio e eu não aguentei. Eu não podia deixá-lo passar o natal sozinho em um leito de hospital! Eu precisava estar ao lado dele!

Senti minha garganta apertar. Parecia que estava descendo uma bola de bilhar por ela, era um nó que não descia. As lágrimas se formavam deixando meus olhos marejados.

- Me ajuda Will - eu sussurrei, sentindo uma dor como se houvesse levado um tiro - eu quero ver o meu marido... eu preciso ver ele essa noite, Will... me deixe passar essa noite ao lado dele. Will eu te imploro. Por qualquer coisa que você ame! Você não sabe o quanto ele precisa de mim--

- Pare de chorar, Payne! Puta que me pariu você só me arruma problema!! Fica sabendo, seu imbecil, que se alguém pegar você, eu vou dizer que você invadiu essa merda e você vai daqui direto pra cadeia! Agora some da minha frente!

Eu queria entrar rapidamente, mas não podia. Não sem antes dar um beijo na bochecha de Will e pedir desculpas a recepcionista, que só estava fazendo o seu trabalho.

Eu corri até o elevador e apertei o andar de Zayn.

Eu finalmente veria o meu marido.


Notas Finais


Bom, essa fic é originalmente postada no Wattpad. O motivo dela é simples e muito incrível: Algum autor do wattpad achou legal começarmos um desafio Ziam, onde teremos um tema por mês para escrevermos do nosso tão amado OTP <3
O tema desse mês será NATAL, espero que tenham gostado... Comentem e favoritem ^^
Beijos e até o próximo!!


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