História Amnésia - Capítulo 3


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Angelina Johnson, Arthur Weasley, Carlinhos Weasley, Cedrico Diggory, Cho Chang, Colin Creevey, Cornélio Fudge, Dênis Creevey, Dino Thomas, Dobby, Draco Malfoy, Duda Dursley, Fleur Delacour, Fred Weasley, Gilderoy Lockhart, Harry Potter, Hermione Granger, Jorge Weasley, Lilá Brown, Minerva Mcgonagall, Molly Weasley, Murta Que Geme, Narcissa Black Malfoy, Neville Longbottom, Olívio Wood, Padma Patil, Pansy Parkinson, Parvati Patil, Pedro Pettigrew, Penélope Clearwater, Percy Weasley, Petunia Dursley, Quirinus Quirrell, Ronald Weasley, Rúbeo Hagrid, Severo Snape, Sibila Trelawney, Sirius Black, Valter Dursley
Tags Drama, Harry Potter, Novela, Revelaçoes, Romance, Suspense, Universo Alternativo
Exibições 12
Palavras 809
Terminada Não
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpem-me, mas eu não pude postar naqueles dias e, devido à isso, resolvi enviar apenas um capítulo por semana, pois desta forma, darei conta da fanfic...
Fiquem com a fanfic!

Capítulo 3 - Dama da meia noite


Meus esverdeados olhos contemplavam os perolados cabelos escuros de âmbar, profundos como um desanuviado céu repletos de fulgurantes estrelas... seus olhos amendoados e belos, doces como o flavescente melado e frágeis como as pétalas das rosas... sua pele macia, aveludada como as penas dos pássaros... Inesperadamente, em meios aos meus pensamentos, sou surpreendido por sua meiga voz fleumática:

- Harry... nós precisamos conversar... Apenas siga-me...

- Desculpe-me, mas estou exausto... preciso descansar... 

Embora meu cérebro ordenasse que eu contemplasse seus olhos amendoados e seus cabelos cor-de-âmbar, meu coração ordenou-me fitar os olhos cor-do-mar sob o luar... Não compreendo...

- Harry Potter! Como Irá adormecer sendo que, teremos aula!? Parece-me apenas uma desculpa de contemplá-la apaixonadamente... Não importa, deveremos tratar de assuntos na sala de Adivinhação... apenas siga-me!

Sua voz plácida e doce como o melado, tornou-se um sussurro fúnebre, colérico, ríspido. Seus gracoisos olhos cor-de-âmbar, trasnsformaram-se pungentes, expressavam uma profunda dor lancinante sofrida durante uma eternidade... Apenas segui seus elegantes passos, que andaram em direção à uma escada constituída por rochas frígidas e cristalinas, coberta por um veludoso tapete escarlate e cercada por lamparinas resplandecendo ofuscantes luzes alouradas e alaranjadas...

A lareira ruça e pardacenta, repleta de cinzas, vulcanizava meu corpo trêmulo e iluminava a lúrida sala. Senti o vento gélido da janela aberta soprar em minha face, levando consigo os terríveis pensamentos que aprisionavam meu corpo e minha alma.

- Harry, saiba que nem tudo que é mostrado nesta realidade é a fonte da pura verdade... Além disso, as aparências enganam... lembre-se: jamais confie em ALGUÉM! Ouça-me uma vez nesta vida! - dissera severamente e rispisdamente- Agora, apenas sente-se, pois a aula de adivinhação irá iniciar...

Sua súbita mudança de personalidade amedrontava-me, afinal, não espera-se de alguém com uma delicada voz, doce como um flavescente mel possa vir a tornar em um sussuro fúnebre. Sua afirmação deixou-me incrivelmente pensativo... haveria um traidor circundando-me? Poderia ter uma aparência agradável e um ardiloso coração? De repente, surpreendo-me por uma entrada triunfal de uma mulher de óculos redondos e largos, de   estatura baixa, com longos e corroídos cabelos castanhos.

- Lamento por proferir estas palavras, mas sinto o aroma lúgubre nesta sala iluminada e cintilante... Além disso, inúmeras situações desagradáveis virão na vida de um dos alunos presentes nesta sala... Alucinações pertubadoras e odores lôbregos...

Sua fleumática voz desaparecera de sua garganta quando minha cicatriz em forma de raio, ardera lancinantemente... Minha visão oscilara como um devaneio e tudo que circundava-me girou velozmente...


Caminhava sob o plácido luar e as estrelas ofuscantes, andava sobre frígidas rochas repletas de belas rosas rúbidas e vívidas... A translúcida neve desabara dos céus repletos de nuvens, cobrira o pequeno vilarejo esplêndido. Ao meu lado direito, um garoto de cabelos ruivos e de rosto sardento estava presente, enquanto, à minha esquerda, uma garota de olhos melados andava alegremente.

Após contemplar o estonteante bar, abri a lustrosa porta de madeira sórdida, deparando com um cômodo polvoroso, constituído por móveis hediondos e circundado de rachaduras, fazendo-me lembrar das veias de um rosto sem vida, pasmo.

- Certa vez, li em um livro "herbológico" que a Casa dos Gritos é amaldiçoada devido à dama da meia noite, uma flor difundida com a Mandrágora, que, quando arrancada das terras, emitem um grito estridente.

- Esta é a razão pela qual estamos aqui? - perguntara o ruivo.

- Rony, abaixo da Casa dos Gritos, inúmeras damas da meia noite difundidas com Mandrágoras formaram o denominado cemitério "Domina noctis malediceret". De acordo com a lenda, uma bela mulher de cabelos negros e pele pálida, coberta por um vestido rúbido esvoaçante, tinha o prazer de matar seres inocentes, manchando suas roupas com sangue de suas vítimas. Porém, suas matanças foram descobertas por um senhor de um bom coração, lançando um feitiço perpétuo durante a meia noite. Mas antes de sua "morte", este senhor glorioso e piedoso, concedeu seu último desejo: transformar-se em uma rosa negra poderosa, acompanhada por diversas humanas em forma de flores. Quando o feitiço fora selado, emitira um estridente e ensurdecedor grito, semelhante ao de uma Mandrágora. Este senhor não sabia que todos corriam riscos, pois quando tocada ou estando próxima desta flor, a dama híbrida amaldiçoa a vítima, podendo até mesmo possuí-lo. Para a segurança da sociedade, lançaram inúmeros feitiços de proteção além, é claro, terem construído a Casa dos Gritos, conhecida como uma maldição.

- Hermione, você acha que alguém está sendo possuído pela dama? - Perguntei perplexo com a lenda.

- Harry, estive pensando e, acabei concluindo que sim...

- Mas quem seria, Hermione?- Interrogou Rony eufórico.

- Creio que seja a...

Apenas ouvi o último suspiro, seu batimento cardíaco... senti minha visão escurecer num profundo negrume...

Sinto um calor esbraseante invadir meu corpo, uma flavescente luz ardente e refulgente consumir meus esverdeados olhos, uma cálida chama flamejante tomar conta de meus pensamentos... A Dama da meia noite não era um sonho... tudo que vi, não era um simples devaneio, mas uma lembrança que mudará o destino.






Notas Finais


A Dama da meia noite sob a Casa dos Gritos? Quem será a vítima? Quais as razões pelas quais a Dama da meia noite mata inocentes?
Esperem até a próxima...


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