História AMNESIA - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Berserk, Originais, Soul Eater
Personagens Personagens Originais
Tags Animes, Carnificina, Horror, Mistério, Pedidos, Romance, Sangue
Exibições 18
Palavras 1.063
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shounen, Sobrenatural, Super Power, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Dicas, opiniões são sempre bem vindas.

Capítulo 2 - O inicio de uma amizade?


Fanfic / Fanfiction AMNESIA - Capítulo 2 - O inicio de uma amizade?

Sinto a ventania em meu rosto, as ondas de calor me aquecendo e me fazendo relembrar que estou vivo. Não desejo acordar, mantenho meus olhos fechados. O som das folhas secas se desprendendo de seus galhos encantam meus ouvidos. Escuto o canto dos pássaros, sinto-me bem. 

Abro meus olhos e me encontro no lugar menos provável possível, pela minha percepção no momento que caíra eu me declarei morto. Mas não, eu estava em um lugar vazio, uma cabana bem revestida no meio de uma floresta. Perceberá que a mesma havia diversas coisas, móveis, livros de diversos tipos, alquimia, medicina entre outros. Coloco-me de prontidão a procurar minha armadura e minha espada. Não deixarei barato a perseguição que quase custará minha vida! Não levou muito tempo, encontrei meus pertences mas antes que tivesse a chance de por as mãos nelas, sinto-me fraco, as feridas se abriram novamente! Meu corpo vai em direção ao chão lentamente. Me sentia em câmera-lenta. Sentir o vento tocar minha pele quando meu corpo pesado chocou-se contra o chão... 


Me deparo novamente novamente com o campo de batalha que quase me matou. Não é possível, me questiono imediatamente tentando encontrar uma resposta lógica para tudo isso!Me sinto atordoado, assustado e perdido. Sinto uma voz baixa me chamar, não pelo meu nome, palavras estranhas e quentes me puxam novamente! Aqui estou, me deparo com a silhueta que há pouco tempo atrás me salvará de uma bela morte. Não perco tempo, pergunto seu nome de imediato!


Lord: diga-me... Qual teu nome? -retruco com a voz fraca


??: Não precisas saber meu nome agora, apenas descanse - diz a mesma enquanto segura minha cabeça com sua mão direita. 


Bom não me preocupei com ela não dizer o nome, tinha me salvado e isso era de bom grado! Tento me reconforta na cama, era macia e meu corpo se encaixava perfeitamente, afundando como se a cama fosse uma gelatina. Peço que diga o que haveria acontecido, mas não obtive respostas, sinceramente preferia ter ficado em silêncio. A expressão era fria e assustadora, me lembrará os soldados do sul que por sua vez eram fortes e extremamente fechados. Percebo que seus olhos são profundos, logo deduzo que já presenciou a morte diversas vezes. Digo, quando você ver pessoas morrendo tudo muda.

Passo meus dedos calejados sobre meu peitoral, os cortes não haviam cicatrizado. O cheiro de sangue havia sumido, a sujeira também... Aah ela cuidará de mim de uma forma íntima demais, levanto-me e com isso a cama faz um barulho estridente. (triiiiinch) me coloco a passear pela casa, o chão de madeira rangia fazendo um barulho reconfortante de um lar que talvez eu nunca possuirá em minha vida. Passo meus dedos sobre os livros, são grossos e quentes. Presumo que ela seja algum tipo de médica, não sei bem. Visto minha armadura com dificuldade, as encaixo perfeitamente em meu corpo. Minha espada estava jogada no final do quarto junto com o restante, ah... Minha espada era belíssima, leve e forte. Custou-me muito obter tal arma.


A lareira esquentava o ambiente todo, havia escurecido e o som dos grilos fora da casa me irritava! Havia tempo que a garota nao voltava para sua casa, não levou muito tempo, no momento que abro a porta ela está na varanda olhando para o céu... Não entendo de primeira, então me aproximo e pergunto.

Lord: o que te prende ao céu estrelado? -digo

A garota apenas olhou para meu rosto, dessa vez não pude perceber raiva, desprezo ou angústia... Havia gratidão, não por algo que eu fiz, caramba eu não fiz nada. Sinto que a mesma possui uma história grandiosa, me sinto curioso. não me deixo levar por pensamentos patéticos, agradeço e desço as escadas de sua varanda, a madeira parecia podre e logo um dos pisos quebra...

 * ???: Você é bem distraído, lord. Ou devo te chamar outro nome? -diz a garota.

* Eu: primeiramente, como sabes meu nome? -digo a observando de baixo para cima, enquanto me ponho sentado no chao.

* ???: Você fala bastante enquanto dorme -diz a garota olhando para mim.


Caramba! Me ponho a pensar o que diabos a mais eu dirá a ela enquanto estava nocauteado. Ninguém saberá minha idade, eu tinha uma pequena noção, não tive necessariamente uma família, ou pelo menos tive e não me lembro bem... Bom, me limpo da poeira que cobria minhas mãos e barriga, agradeço novamente e me levo a vasta escuridão da floresta.


Presumia que era tarde, mas não demoraria muito para amanhecer, então me aconcheguei em uma pequena árvore apoiando meu corpo contra o mesmo. Estava tudo bem, ou pelo menos eu pensava quando escutei os gritos de socorro dela...

Me ponho de prontidão a correr pela floresta em direção da primeira mancha de luz, saco a espada de minha bainha, e a minha visão não é o que esperava, não. Ela havia derrubado todos, absolutamente todos, não fazia mais sentido o seu pedido de socorro, não fazia. Os inimigos estavam completamente derrotados, sangue espalhado em seu rosto me deixa perplexo, quando rapidamente olho seus olhos, percebo sua presença mudar e seu corpo ruir no chão, me jogo para segurar a menor que por sua vez abrirá os olhos e em prantos põe suas mãos delicadas sobre o rosto. 

Não entendo absolutamente nada, como uma pessoa que aparecerá delicada poderia destruir soldados dessa maneira? Então me passou na mente que ela mudava bastante, da doce e angelical garota, passava para a própria personificação da guerra! Digo em minha mente, dupla personalidade? Talvez...

Coloco em meu colo. Não posso deixar que volte para seus aposentos, os soldados que ela derrotou com toda certeza avisará ao restante, isso me enfurece. Não sei quem ordenou tudo isso! Bom, enquanto eu me remoia de raiva, a garota havia cochilado, completamente apagada, parecia nunca ter passado por aquilo. Seu sono era profundo, por um momento sinto inveja por conseguir dormir assim. Fazia anos que minhas noites de sono não eram mais completas. presumo que ela não tenha família, como eu. 


Minha história não é das melhores. minha mãe foi forte para cuidar de mim, com sua morte restou apens eu e meu pai! Ah... Não foram bons tempos, a morte me perseguia desde muito novo, não esquecerei a dor que passei. Não posso me perder em ondas sombrias de meu passado, tenho uma garota em meu colo, a protegerei e pagarei a dívida que tenho com ela, a protegerei...






Notas Finais


Olá. Meu nome é Gabriel, sou novo por aqui e comecei a fazer histórias recentemente.


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