História Among the Drops of Tears - Capítulo 10


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Categorias Naruto
Personagens Ino Yamanaka, Kakashi Hatake, Karin, Konan, Kurenai Yuuhi, Naruto Uzumaki, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Ino, Karin, Naruto, Sasuke, Sasusaku
Exibições 259
Palavras 671
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa noiteee!!!

Cap fresquinho!!!

Boa leitura!

Capítulo 10 - Capítulo 10


Seu coração disparou. O grito breve cortou o ar de maneira assustadora. Sasuke não sabia como deveria reagir. Ali, diante da casa velha, depois do grito, tudo silenciou-se. Por mais alguns minutos permaneceu plantado na calçada, esperando que algo acontece. Nada. Quando viu as horas, já havia se passado quase vinte minutos que estava lá. Desistiu, deixando o local. 

No caminho para casa seus pensamentos não pararam um só momento de rever os acontecimentos. As coisas estranhas relacionadas àquela garota o deixavam aturdido. O pouco da rotina dela que ele pode perceber o deixou confuso. Quem era ela afinal? Mesmo estando aquecido em casa, em frente a lareira aconchegante, passou a noite em claro, pensando nela. Rosa.

No dia seguinte ela não apareceu. Sasuke não a viu nem mesmo na ala de saúde. No outro dia também não. E assim seguiu-se a semana. Seus pés o levaram novamente a frente da casa velha, no mesmo horário daquele dia. O relógio marcava treze horas, e nem sinal dela. Ficou ali, analisando o local por mais de duas horas, e não houve qualquer movimentação na casa velha ou na rua. E mais uma vez tomou o rumo  de casa. Ela simplesmente sumira.

 

......................

 

- Cara você ta horrível! O que aconteceu com você? - perguntou o loiro. Desde o trabalho em grupo da professora Kurenai Naruto havia pegado amizade com Kiba e sua turma. Já que Sasuke quase nunca estava disponível, era com eles que Naruto saía para se divertir.

- Não tenho dormido direito ultimamente. 

Naruto e Sasuke estavam em um restaurante. Naruto fizera mil perguntas sobre as atitudes do amigo, que se afastara tão repentinamente de sua antiga rotina. Sasuke deu desculpas, não queria que Naruto soubesse de seus interesses sobre  a rosada desaparecida. Depois que pagaram a conta Sasuke pagou um táxi para ir para casa, já que o restaurante ficava em uma parte afastada da cidade. Naruto havia recebido um telefonema e ainda iria encontrar kiba para saírem juntos. 

O taxista, um homem velho, de óculos e barba branca guiava o carro pelas ruas sem pressa. Sasuke observava a paisagem passar lenta pela janela, com a cabeça apoiada em uma das mãos. Uma imagem lhe chamou a atenção, o que o fez pedir para o taxista parar o carro. Era ela. Caminhava rapidamente com uma pequena caixa de sapato em mãos. Sasuke desceu do carro e pagou a corrida. Eram quase onze horas da noite. O que ela fazia sozinha na rua a esta hora? Sasuke não pensou duas vezes. A seguiu.

Caminhava a alguns metros de distância, com as mãos guardadas no bolso do casaco para se aquecerem. Por sorte a neve fofa da nevasca da noite anterior silenciava seus passos. O lugar estava pouco iluminado, criando um aspecto assombrado. Sasuke ficou pasmo com o rumo que estava tomando. Ela atravessara os portões do cemitério municipal. 

Sasuke não tinha boas lembranças daquele lugar. Antes havia se esquecido, mas bastou vê-lo para que sua memória reavivasse cada reação de medo que sentira naquele dia. Seu corpo estremeceu. Na rua a iluminação já era fraca devido a hora, dentro do cemitério a única luz que predominava era a da lua, o que criava sombras assustadoras. Aproximou-se dos portões altos de ferro e empurrou, abrindo uma fresta em que pudesse passar. Seu coração palpitava forte. Estava prestes a entrar no domínio dos mortos. 

Adentrou olhando tudo ao redor, sem muito sucesso pela falta de luz. O que mais viu foram vultos acinzentados e negros, paralisados macabramente sobre as lápides e túmulos. A perdeu de vista, mas sabia que ela estava lá. Respirou fundo, criando coragem, xingando-se mentalmente por ser tão frouxo. 

Andou por entre os túmulos escutando os sons da noite. Corujas e grilos. Alguns morcegos cortavam o ar farfalhando. Sua ansiedade aumentava a cada segundo. O frio, como naquela vez, parecia ter aumentado, fazendo seus pelos arrepiarem por sob a roupa grossa. Abraçou-se, procurando alguma segurança. Vagou a procura dela. Uma palavra pronunciada baixa foi captada no ar. 

Mãe...

Paralisou-se. 


Notas Finais


Até amanhã meus queridos leitores!!


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