História Among Witchcraft (Interativa) - Capítulo 4


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Bruxas, Interativa
Exibições 17
Palavras 1.757
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Festa, Ficção, Hentai, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


olá
personagem nova, deem uma olhadinha no jornal, mas creio eu que ela só será utilizada na segunda temporada (spoiler? talvez)
boa leitura
tchau
leiam as notas finais, é importante

AVISO: +18, PEOPLES
S
E
X
O
não muito bom, mas sexo
e pelo que vi, a moça que fez o Benjamin e a Abgail entrou em hiatus D:, mas eu não conseguirei deixar de usar os personagens pois eles tem grande importância na história
esse capítulo vai ser dividido em duas ou três partes, porque sério, ele vai ficar enorme.

Capítulo 4 - IV - Everyone pt.1


Mamãe, oh
Eu não quero morrer
Às vezes eu desejo nunca ter nascido

Bohemian Rhapsody — Queen

— Eu não vou. — Respondeu Alexander que estava sentado confortavelmente no sofá de sua casa com seu look de quem não penteou o cabelo e nem tirou o pijama.

— Isso não é uma negociação, Alexander. Você vai. — Puxou o pacote de cookies da mão de seu filho.

— Disse quem?

— Disse seu pai. A garota te deu um fora, mas adivinhe? Não é o fim do mundo. — E esse diálogo se estendia há quase quarenta minutos. Alexander, em seu espírito de adolescente rebelde, negava-se a ir ao jantar na Prefeitura e Antony como o pai do filho rebelde negociava mesmo afirmando de que não era uma negociação. 

— Quem? Sério? Minha motivação não é a guria que me deu um fora, eu só não quero ir.

— Ainda bem que eu ainda posso decidir isso para você.

Alexander bufou e por mais que quisesse resistir, seu pai iria resistir mais e eles acabariam num impasse eterno. 

— Alias, ela não me deu um fora porque ela não me respondeu. 

— Um tipo doído de fora, vai passar.

— Não foi um fora.

— Por que não me convence disso enquanto veste o seu smoking

— Porque eu não vou.

Antony bufou, ajeitando a gravata. 

— Por favor, Alec. Não vai ser o fim do mundo. — Argumentou. — É só um jantar que eu quero passar na presença da minha família.

Minha família. E aí o mais velho conseguiu atingir em cheio o filho. Minha família. Ou o que sobrou dela.

Tá. — Murmurou. — Comida de graça e chance de mostrar para todos como eu sou inteligente para caralho. Por que não? — Sorriu debochado.

— É assim que se fala. — Antony estendeu o termo para o menor. — Agora me explique porque você faltou a aula hoje. 

— Eu faltei justamente porque não estava afim de retirar meu lindo pijama.  — Alec pegou o terno e foi em direção ao próprio quarto. — Te encontro daqui há meia hora. 

***

Dinheiro é a razão porquê nós existimos
Todo mundo sabe disso, é um fato
Beijo, beijo

National Anthem — Lana Del Rey

— Eu tinha esquecido sobre como esses eventos sociais eram chatos... — Resmungou Noah, o pai de Alexia. 

— E ainda assim você insiste em dá-los. — Respondeu Alexia, se aproximando do pai que estava parado no meio do salão da prefeitura. 

Alexia ainda trajava a roupa que havia usado para ir a aula e não parecia se preocupar com o horário apertado que teria para se arrumar. 

— Por que não está vestida?

— Eu pareço nua para você, pai? — Indagou, cruzando os braços. 

— Vestida de acordo com a ocasião. — Corrigiu-se rapidamente. 

— Combinei de me vestir com o Sephiran. Sabe, coisa de melhores amigos. 

— Amigos, huh? Não compro esta ideia. 

— Pois deveria, é a verdade. 

— Certo. Não deem uma de... hm.... vocês e cheguem tarde.  Tentem chegar no horário. 

— Eu poderia dizer que nós tentaríamos, mas já ia ser uma puta mentira. — Noah bufou. 

— Sinto falta do tempo que você e o Sephiran obedeciam eu e o Hank. 

— Não deixe tão na cara o quanto você é velho. — A mais nova sorriu, indo em direção à saída. — Chego antes de dar meia noite, te garanto. 

— Você não presta, garota. — Noah sorriu.

— E nem você, velhote. — Ainda sorrindo, Alexia deixou a prefeitura. Ela não ia para a casa dos Julien-Stone, sabia melhor que ninguém aonde Sephiran estaria.

***

Então, vamos começar a maior arte da pecar.

Boarding School — Lana Del Rey

— H-Herman, mais fundo! — Abgail exclamava enquanto Herman estocava brutalmente dentro da garota.

Ah, sim. O que sucedeu da conversa de ambos na biblioteca? Sexo sucedeu, simples. Aonde eles estavam? No vestiário. 
Haviam trancado a porta e a bloqueado com uma cadeira, assim barrando qualquer um que pudesse entrar. Estavam dentro de um dos boxes.

Abgail mordia seus lábios tentando bloquear os gemidos, mas a cada estocada bruta do rapaz, um novo grito era ouvido.

— E-Eles vão achar a gente aqui... E-Estaremos fodidos... — Seus pulsos estavam sendo segurados acima da cabeça por uma das mãos de Herman enquanto ele espalmava a outra contra sua bunda.

Abby se encontrava de costas para o rapaz e sentia-se cada vez mais constrangida conforme o quadril dele se chocava com o dela.
“Constrangedor, muito constrangedor. Mas bom, estupidamente bom.”

A camiseta e jaqueta do loiro deveriam estar jogadas em algum lugar, suas calças estavam abaixadas assim como sua cueca boxer preta.
O vestido tomara-que-caia azul de Abgail ainda permanecia no corpo da garota, a parte de cima estava abaixada revelando os seios da mesma e parte de trás estava levantada, dando a ele uma visão privilegiada da garota; o paradeiro de seu sutiã era desconhecido, assim como o de sua calcinha.

— E isto só torna isto daqui mais gostoso ainda... — Herman murmurou rouco no ouvido de Abgail. Gemia baixo conforme sentia a intimidade da garota o apertar. 

Sexo baunilha não era tão interessante como o BDSM, mas ainda assim era capaz de o satisfazer. E ele teve esta certeza quando ele e Abgail gozaram após mais algumas estocadas.

Herman jogou a camisinha usada fora enquanto se vestia, Abgail tentava ficar mais apresentável, mas estava falhando.

— Cara... — Olhou-se no espelho, assustando-se com o reflexo. — Eu tô’ um caco. 

— Você parece bem gostosa para mim. — Herman sorriu enquanto observava a garota pelo espelho. Ele já estava vestido e nem parecia ter suado. 

Abby sorriu enquanto arrumava o fuá em que se encontrava o seu cabelo. Havia encontrado seu sutiã, mas sua calcinha realmente havia ido para os ares.

— Herman, voc- — Foi cortada ao levantar os olhos e ver a calcinha de renda branca rodando pelo dedo indicador do rapaz. — O que? Agora você rouba calcinhas? — Ouviu uma risada nasalada do rapaz.

— Vou guardar como lembrança e te devolver na próxima vez. — Enfiou a calcinha de jeito desleixado no bolso da frente.

— Quem disse que vai ter próxima vez? — Herman aproximou-se da garota a encarando.

— Eu estou dizendo. — Deu-lhe um beijo rápido no pescoço e rumou em direção a saída.

Herman andaria o resto do mês com uma calcinha dentro do bolso. 

A loura observou ele se afastar e novamente voltou a se encarar no espelho. Nenhum chupão, mordida, nada. Herman fez questão de deixá-la “limpa” nesse quesito.

— Porra... Esse filho da puta é gostoso. — Murmurou enquanto saía do banheiro.  — Eu estou atrasada. — Suspirou enquanto seu celular vibrava incansavelmente e Abby nem precisava olhar para perceber que era sua mãe dando algum piti pelo atraso dela.

***

Tentaram me mandar pra reabilitação
Eu disse “não, não, não”

Rehab — Amy Winehouse

Alexia chegou ao balcão abandonado na parte mais afastada da cidade e como esperava, Sephiran estava lá; em cima de uma mesa que havia lá, em mãos uma garrafa de Jack Daniels Honey e no seu celular a melodia de Rehab.

I ain't got the time and if my daddy thinks I'm fine, he's tried to make me go to rehab, but I won't go, go, go! — Cantou enquando rebolava em cima da mesa. A camiseta social branca estava aberta revelando o abdome do rapaz.

Sephiran tinha alguns gominhos marcados e definidos, meu seu corpo não chegava nem aos pés do corpo dos atletas da escola. Ele tinha alguns pelinhos loiros quase imperceptíveis que traçavam uma linha de seu umbigo até a região íntima, algo que Alexia batizou de caminho da felicidade.

— Um dólar por menos uma peça de roupa? — Alexia disse alto se aproximando de um Sephiran no primeiro estágio da embriaguez.

— Primeiro o dólar, depois vemos qual peça eu tiro. — Sentou-se na mesa conforme Alexia se aproximava e encaixava-se entre as pernas do rapaz.

Alexandria puxou um dólar de dentro de seu bolso e colocou dentro na barra da calça de Sephiran, este que arrancou a camiseta e entregou para a garota.

Sephiran usava a calça do smoking e os sapatos sociais, seu terno estava pendurado em algum lugar junto de sua gravata borboleta.

Quando West Coast da Lana Del Rey começou na playlist, Seph subiu novamente em cima da mesa e começou a rebolar e dançar ao ritmo da melodia.
Alexia observava tudo do chão até Sephiran a puxar para cima da mesa também conforme a música chegava em seu refrão, a parte favorita de ambos.

Eu posso ver meu doce garoto se mexendo
Ele é louco e cubano como eu, meu amor
Na varanda e eu digo
Mexa-se, baby, mexa-se, baby, estou apaixonada

Sephiran e Alexia estavam grudados um de costas para o outro, rebolando juntos.
Além da voz suave da Lana Del Rey, também era audível a respiração quente e descompassada de Alexia junto ao hálito gélido de cigarro mentolado de Sephiran que se chocava contra o pescoço da garota.

— Vamos, stripper. Estamos atrasados para o jantar. — Alexia afastou-se abruptamente, fazendo com que Sephiran risse.

— Odeio quando você corta a tensão sexual que surge entre a gente. — A garota lançou-lhe a camisa branca e caminhou para a saída do galpão.

— Não existe tensão sexual entre a gente, Sephiran. A gente finge que existe porque é legal ver todos achando que nós trepamos escondido. — Respondeu rude.

— Verdade. — Deu de ombros. — Eu não entendo porquê você não pode se vestir no galpão.

— Porque aqui é empoeirado e sujaria todo o meu vestido. Agora vamos logo, você já fez o seu show por tempo o suficiente. — Sephiran concordou com a cabeça, desinteressado. 

***

Eu sou livre para ser a melhor esta noite, a melhor

The Greatest — Sia

— Eu sinto que esta noite será estranha. — Murmurou Amélie enquanto arrumava seu cabelo. Trajava um vestido rodado rosé com mangas compridas e seus cabelos pendiam em uma trança.

— Vai dar tudo certo, querida. Fique tranquila. — Adam colocou ambas as mãos nos ombros da filha. — Precisamos ir logo. Tudo bem?

— Sim, papai. Vamos logo, estou faminta! — Riu baixo sendo acompanhada pelo pai.

Mas o arrepio que circulava o corpo de Amélie não havia parado ainda. A ruiva respirou fundo, fechando o punho quase enfiando suas unhas em sua própria carne. Soltou o ar lentamente enquanto sua cabeça doía, aquilo ocorria quando as “alucinações” aconteciam. Mas nada aconteceu; o mal-estar passou com a mesma rapidez com que veio.

***

— Você bloqueou a clarividência da garota? — Noah Green olhou através do espelho para Amarantha Jones.

— Eu tive, Noah; se ela bisbilhotar o que pretendemos fazer, todo o silêncio que os pais mantiveram por todos estes anos será jogado no lixo. Chame Vivien, está na hora. — A ruiva assoprou o ar preso em seus pulmões.

— Você está preparada para isso, Amarantha? 

— Eu nasci pronta para isso, Noah. — Corrigiu sua postura. — Vamos queimar a bruxa na fogueira. 


Notas Finais


sim, vocês esperaram muito e o capítulo saiu todo lixento, sinto muito. tive que mudar de casa, estou na faculdade, fazendo curso, cheia de trabalho, problemas pessoais, só cagadas mesmo.
Enfim, aqui está minha ideia pra vocês: como vocês sabem, eu pedi a família na ficha, photoplayer, a porra toda e etc., porque eu estou pensando em usar esses personagens na história. ex: Wayde e Andrew, os irmãos do Sephiran. David, o primo da Amélie, etc. O que vocês acham? só isso mesmo
http://socialspir.it/6191276


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