História Amongst The Living Dead - Capítulo 27


Escrita por: ~

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Categorias My Chemical Romance
Personagens Bob Bryar, Frank Iero, Gerard Way, Mikey Way, Personagens Originais, Ray Toro
Tags Apocalipse Zumbi, Frerard, Romance, Whosfrankiero
Visualizações 64
Palavras 2.636
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção Científica, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Canibalismo, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OLÁ SERES HUMANOS RESPIRANTES.

Voltei nesse sábado à noite pleno ((quase não sendo sábado mais, mas voltei)), como prometido.

ENFIM, esse é o esperado capítulo. Teremos morte, OTP sendo maravilhoso, Gerard sendo não-inútil e etc. Desde o último as coisas têm acontecido bem rapidinhas, então não se assustem, porque a fic vai manter esse ritmo por um tempo agora, pra não ficar muito enrolado.

E o próximo, manas... Tudo o que eu posso dizer é que acho que vocês vão gostar e odiar ao mesmo tempo. Plot twists sendo prometidos aqui.

Bom, sem mais delongas ((to muito ansiosa pra saber a reação de vocês suas lindasss))...
Enjoy!

Capítulo 27 - Capítulo XXVII


 

 

Após uma semana de observações silenciosas e à distância de Bob, com o simples intuito de confirmar que nosso plano correria impecável e bem-sucedido, nós partimos para os ajustes finais.

Invadimos alguns estabelecimentos comerciais, conseguindo arranjar alguns walkie talkies e pilhas ainda utilizáveis e que seriam de suma importância para a execução de nosso esquema. A parte mais difícil desta pequena vertente fora apenas conseguir nos desvencilhar de um pequeno grupo em que tivemos o infortúnio de esbarrar na loja que continha os pequenos rádios. Matt, Zacky, Jimmy, meu irmão e os outros tomaram conta deles enquanto eu protegia Andy e procurava por tudo que precisávamos. Foi terrível ter de passar pelos corpos estirados no chão e o sangue -- tanto sangue derramado --, mas eu já havia visto coisas muito piores, de qualquer forma.

Contudo, no instante em que Mikey foi capturado por um dos vigias e colocado para dentro do local que agora sabíamos que era identificado como Antagonist -- e eu ainda iria me surpreender com o quanto este nome condizia com a relidade --, ao que o símbolo nos grandes muros indicava, me senti um pouco mais relaxado. Isso significava que o plano estava saindo como planejado.

De longe, o restante do grupo e eu observávamos a movimentação dentro do local. Mikey havia ficado com um pequeno rádio dentro da calça, de forma que o aparelho passasse despercebido durante a revista dos inimigos, o que funcionou perfeitamente. Com isso, Brian e Bob, aproveitando a deixa do vigia, também adentraram o local, desaparecendo de minhas vistas no instante em que atravessaram o alto muro. Agora, a única coisa que nos conectava eram os rádios.

Dispensável era dizer que, por um breve momento, eu me apavorei. Senti o ataque de pânico instalar-se ligeiro em meu peito, sem qualquer aviso prévio, a não ser um breve transpirar de minhas mãos. Contudo, lembrando do motivo pelo qual estávamos ali, consegui me acalmar. Tudo estava premeditado. Iríamos salvar Frank e partir. Todos juntos. E vivos. Essas eram as palavras que eu dizia para mim mesmo, repetidamente.

Após cinco desesperadores minutos, nós ouvimos o primeiro sinal de que tudo estava correndo plenamente bem.

- Estamos aqui. Ninguém está nos olhando estranho. Parece que estão mesmo acostumados com uma grande movimen... - Brian fora cortado por uma voz nada familiar, que disse algo que eu não consegui compreender num primeiro instante, porém, ao ouvir a resposta de Haner para o mesmo, tudo ficou claro. - Somos escravos. Fomos trazidos aqui hoje de manhã. - o moreno mantinha uma calma quase palpável em sua voz e eu prendi o ar em meus pulmões, tolhindo-me de ter uma breve síncope ali. O forasteiro disse mais algumas palavras que, mais uma vez, não consegui discernir e alguns passos ecoaram baixos em meu ouvido pelo aparelho, logo sendo cortados pela voz de Brian, que agora falava com o nosso grupo novamente. - Esse cara foi o único a me perguntar de onde eu tinha vindo, acho que ele é um dos vigias internos. - os sussurros de Haner tornaram-se quase impossíveis de ouvir pelo rádio e eu precisei aproximar o aparelho de minha orelha ainda mais, ao que a estática também era um grande empecilho. - Bob e eu vamos nos separar agora pra procurar por Frank. Nenhum sinal de Mikey ainda. Desligando. - e essa foi a única coisa que ouvimos de qualquer um dos nossos infiltrados por longos minutos, o que me fez quase ter de enfiar meu rosto no chão enlameado daquela parte mais acobertada por uma densa mata -- em que estava camuflado -- por alguns segundos, apenas para conter o quanto eu queria gritar. Céus, isso estava sendo mais torturante do que eu esperava.

Sentindo um gosto amargo em minha boca, aguardei pacientemente até que Bob entrasse em contato dizendo que havia achado Frank, porém, que seria muito complicado retira-lo de onde estava no momento. Ele estava cercado de homens e os mesmos exigiam que Iero matasse inocentes. Nesse exato instante, senti meu estômago revirar-se dentro de mim. Frank nunca matava inocentes, pessoas que não haviam feito algo contra ele ou alguém. Para o mesmo, isso seria a maior das torturas psicológicas, eu tinha certeza.

Um grande estrondo ecoou pelo aparelho, tão seco que me fez afasta-lo de minha orelha compulsivamente, em pleno reflexo. Isso havia sido um tiro. Bob manteve-se quieto. Pela primeira vez, ouvi alguém de nosso grupo falar -- e quebrar uma de nossas regras de não poder se pronunciar sem o consentimento de quem estava infiltrado. Era Matt, e ele perguntava o que havia acontecido.

- Um dos homens matou a mulher. Isso é uma espécie de interrogatório, eu não sei... Mas, Brian, cadê você? Precisamos tirar o Frank daqui e agora. Vamos ter uma pequena mudança de planos. - Bob se explicou e eu logo ouvi Haner falar que já estava a caminho, fazendo com que o rádio caísse em silêncio absoluto instantes depois. Um silêncio que era o antônimo perfeito para a palavra que definia como eu me encontrava internamente: prestes a explodir e invadir aquele local e tirar todos eles de lá com as minhas próprias mãos, mas, ao mesmo tempo, a um passo de levantar e sair correndo e simplesmente deixar tudo para trás. Aquilo era uma tortura. Não havia nada que pudéssemos fazer por ora, a não ser aguardar o momento certo para agir. E este estava cada vez mais próximo.

E eu nunca saberia definir, em palavras exatas, o que senti nos segundos que se seguiram, em que tudo o que pude ouvir foram gritos e alguns tiros e uma dispersão geral. Nós sabíamos exatamente de onde isso estava vindo e quem eram os causadores e algo em meu átimo gritava que estávamos um nível acima de extremamente fodidos. Mas eu não tinha tempo para ataques de ansiedade ou pânico; precisava agir.

Por isso, no instante em que Haner gritou pelo aparelho que tínhamos de eliminar o vigia da ala sul e eu ouvi o tiro certeiro de Matt sendo disparado no alvo, bem como o requerido, me levantei e corri para a ala oposta, agradecendo pela mesma encontrar-se próxima de mim, a fim de ajuda-los a escapar. E eu tinha certeza de que nunca havia corrido tão rápido e desesperado em toda a minha vida, temendo pelo que estava por vir. Seria muito fácil me eliminar ali mesmo, exposto. Um tiro bastava.

E todos os pelos de meu corpo ericaçaram-se quando o familiar eco seco reverberou pela área, contudo, para o meu alívio -- e desespero, ao mesmo tempo --, do outro lado, consideravelmente longe de onde me encontrava. Mais um tiro. Mas, dessa vez, apenas o tempo poderia me dizer se era um bom ou péssimo sinal.

Assim que alcancei os muros da ala norte, as mãos de Bob emergiram do lado de dentro, logo revelando seu dono, ao que o mesmo praticamente voou por cima do concreto, graças ao impulso de seus braços fortes. Brian veio logo após e, passados alguns bons segundos -- segundos esses em que me peguei completamente estático e ansioso pelo que viria a seguir --, Frank.

Meu coração palpitou no instante em que tive o primeiro vislumbre de sua figura, após mais de uma semana. Contudo, não demorou muito para que eu saísse do breve transe em que me encontrava, logo passando a correr junto deles, indicando a direção pela qual deveriam seguir. Ao que nos embrenhamos no mato, ouvi Mikey dizer pelo rádio que havia conseguido sair de Antagonist, o que me fez quase tropeçar em um galho, tamanho o alívio que me acometeu. Nós havíamos conseguido. E ninguém estava vindo atrás de nós durante a nossa fuga, o que era mais um bônus. O plano de desviar a atenção para a ala sul havia funcionado.

Dentro da picape, Jimmy já estava pronto para disparar, com Andy no banco traseiro, os olhinhos aflitos e ansiosos arregalando-se assim que avistaram Frank correndo logo atrás de nós. E o maior dos sorrisos não demorou a tomar suas feições ainda tão infantis.

Em poucos segundos, todos do grupo reuniram-se na picape; Zacky, Ray, Bob e Frank jogaram-se na parte traseira, ao que eu e Brian adentramos o veículo. Andy exclamava sem parar, contudo, eu não conseguia compreender o que dizia, pois algo estava faltando. Ou melhor, alguém. Mikey, que avistei correndo e, logo depois, sentando-se ao meu lado, acabou com todas as minhas dúvidas -- que, a essa altura, eu já tinha certeza de que não eram apenas minhas.

- Não esperem pelo Matt, vai logo! - meu irmão gritou assim que fechou a porta, fazendo com que todos dentro do carro o encarassem apreensivos. Ele não poderia estar insinuando o que eu estava pensando. Não, por favor, isso não...

- O que você quer dizer com isso, Mikey? - Jimmy virou-se para o mesmo, os olhos enchendo-se de lágrimas no mesmo instante. E eu queria chorar junto, mas a preocupação de sermos alcançados pelos inimigos estava a ponto de me sufocar.

- Ele estava estirado no chão com um buraco na testa. Acho que um dos vigias o acertou na cabeça. Eu sinto muito. - Mikey embolou-se com as palavras e eu suspirei, já imaginando em que momento haviam acertado Matt. O tiro que ouvi ecoando do lado oposto a onde eu estava foi o tiro que tirou sua vida. Tinha certeza disso agora.

Sullivan apenas secou os olhos e, após socar o volante, deu partida no carro, acelerando sem qualquer escrúpulo pela estrada. Os meninos que encontravam-se na parte externa da picape gritavam para esperarmos por Matt e Mikey precisou gritar pela janela que era inútil para que compreendessem o que havia acontecido. E um silêncio sepulcral instalou-se dentro e fora do veículo.

Todos estavam tão aflitos e pesarosos que o estranho fato de não termos sido perseguidos sequer flutuou como pauta de nossas discussões assim que, após longas horas de viagem, paramos em frente a uma casa modesta.

Quando meus pés alcançaram o chão, estes encontravam-se dormentes devido ao longo tempo praticamente imobilizados. Meus pensamentos durante as cinco horas foram resumidos em dor, medo, cansaço e uma concentração muito grande para não olhar pela janela traseira da picape, apenas com o intuito de observar Frank, pois isso seria uma tortura muito grande. Só me permitiria encara-lo quando estivéssemos frente a frente, de forma que eu pudesse toca-lo.

Entretanto, ao que nos concentramos à porta da pequena casa e, metaforicamente, claro, flutuamos de alívio por não ter nenhuma surpresa lá dentro, não mais me tolhi de fitar o mais baixo. Andy encontrava-se grudado no mesmo, abraçando-o o equivalente por toda a semana que não se viram e conseguindo arrancar alguns sorrisos contidos dele. Frank parecia aflito. E eu o compreendia. Havia sido feito de escravo por pouco mais de uma semana e, provavelmente, obrigado a fazer muitas coisas que não queria. Eu não sei se estaria vivo após passar pelo que o mesmo passou nesse período.

Ao que todos se concentraram na cozinha, a fim de encontrar algo que pudessem somar ao que já tínhamos de comida para satisfazer mais de cinco homens, me direcionei para um dos quartos com a minha mochila, visando colocar roupas mais limpas -- as que eu usava naquele momento estavam sujas de lama e suor e eu definitivamente não conseguiria comer assim.

Precisei revirar o interior da bolsa algumas boas vezes para encontrar calças e camisas limpas o suficiente e que não estivessem fedendo tanto, logo desistindo e caminhando até o armário que havia naquele cômodo, realmente não conseguindo conter o suspiro de repleto alívio ao encontrar roupas masculinas e grandes e, o melhor de tudo, limpas.

Contudo, antes mesmo que eu pudesse pensar em tirar as peças que vestia, a porta do quarto se abriu. Frank a fechou após adentrar, logo recostando-se na batente e, por alguns segundos, mantendo-se imóvel, apenas fitando-me silenciosamente. E, durante esse tempo, tudo o que consegui fazer fora retribuir o olhar. Isso até o mesmo se cansar e se aproximar, de forma vagarosa, ainda sem retirar os olhos de minha figura. E, por algum motivo ainda desconhecido por mim, ele não parava de morder o bendito lábio.

- Bob me contou que você arquitetou o plano pra me salvar. - Frank mantinha seu tom de voz tão impassível quanto suas feições, retirando a mochila -- a mochila que havíamos guardado após o mesmo ter sido “sequestrado” pelo Antagonist, que só então percebi que carregava consigo -- das costas e jogando-a no chão, ao pé da única cama que havia no cômodo.

- É... O plano que matou Matt. - suspirei por fim, fazendo com que Iero erguesse ambas as sobrancelhas rapidamente, enfim demonstrando que conseguia sentir algo além da indiferença habitual.

- Não existem planos perfeitos, Gerard. Matt morreu por uma fatalidade da situação. Ninguém poderia premeditar que um dos vigias iria encontrar ele, mesmo camuflado. - Iero parecia realmente convicto de que eu não tinha culpa, então, me dei por vencido. Sabia que era inútil discutir com o mesmo quando ele estava tão certo de algo. E, no fim, pela primeira vez, ele parecia ao menos satisfeito com algo que eu havia feito. Não estava mesmo a fim de iniciar uma discussão agora.

Enquanto ainda pensava no que rebater, quase perdi o momento em que Frank retirou a camisa que usava, jogando-a longe e logo passando a revirar o armário que eu havia aberto. Se eu estava com nojo das roupas que usei por apenas um dia, mal conseguia imaginar como ele deveria estar se sentindo com as mesmas há mais de uma semana.

Mas foi impossível despregar os olhos daquela pele oliva e de que eu tanto sentia falta. Desejava poder toca-lo, senti-lo quente e macio sob os meus dedos mais uma vez, mas tinha medo das reações que poderia causar. Não queria que Frank me rejeitasse. Não depois de tanto tempo sem vê-lo.

Como se lesse a minha mente, assim que Iero achou alguma camisa que lhe agradasse, a largou no chão e, após murmurar alguns palavrões, me empurrou contra o armário e selou nossas bocas. Simples assim. Seus lábios trabalhavam de forma desesperada contra os meus e eu retribuía igualmente, tendo apenas o armário atrás de mim como apoio, posto que minhas pernas decidiram me trair naquele momento.

O ar tornou-se escasso em questão de segundos e, ainda que contra a vontade de ambos, nos afastamos alguns míseros centímetros -- Frank mantinha o rosto próximo do meu, fazendo com que sua respiração descompassada rebatesse ali, denotando que aquele beijo não havia retirado o ar apenas de mim. Seus lábios selaram os meus uma última e rápida vez antes de se afastar por completo, fitando-me de uma forma mais firme após suspirar e bater na extensão de armário ao meu lado algumas boas vezes.

- Não... Fale sobre esse beijo, está me ouvindo? - Iero fechou os olhos ao que praticamente cuspia tal sentença em meu rosto, prendendo o lábio inferior entre os dentes por um instante antes de mergulhar para mais um último selinho -- dessa vez, um último selinho de verdade -- e sair do quarto.

E sequer tive tempo de dar alguma resposta para o mesmo, levando alguns momentos até para me recordar de meu estômago que dava diversos sinais de negligência --- eu já estava sem comer há algumas boas horas, mas, naquela conjuntura, isso sequer passava pela minha cabeça. Tudo o que permeava em minha mente após aquele beijo eram perguntas, muitas perguntas, e todas elas dançavam ao redor de Frank: por que, de repente, ele havia me beijado? Por que havia pedido para eu não falar sobre o beijo? Por que estava tão... Diferente comigo?

Como sempre, a presença de Frank me perturbava quase tanto quanto a sua ausência.

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


QUEM MAIS AMOU ESSE BEIJO CHEIO DE SAUDADES E GRATIDÃO QUE O FRANK NÃO CONSEGUIU SEGURAR HAHAHAHA EU MANDEI SEGURAREM OS FORNINHOS, NÉ.

Gente, se ficou muito confuso ou, sei lá, se vocês ficaram com dúvida em qualquer coisa, é só me avisar nos comentários, tá?? Sei que a história toda do Antagonist ((aaah, o Antagonist, tava doida pra ter essa porra apresentada pra vocês logo <33)) e o que aconteceu lá dentro tá muito mal contada e cheia de pontas soltas e etc, mas tudo será respondido com o tempo. Prometo que tudo vai fazer mais sentido, principalmente a partir do capítulo 29 e adiante ((pelo menos, é o que eu espero asujahshausua)).

That's it, guys.
Beijão no coração e até o próximo <333


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