História Amor? - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Castiel, Leigh, Lysandre, Personagens Originais, Rosalya
Tags Amor Doce, Castiel, Harem, Hentai, Luna, Sexo
Exibições 57
Palavras 1.806
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Harem, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bom, meus leitores, agora provavelmente só vou postar o próximo capítulo no domingo a noite ou na segunda-feira.
Vou ter que dar um pulinho em outra cidade e terei que ficar longe do meu computador. ;)
Boa leitura.

Capítulo 13 - Única


Fanfic / Fanfiction Amor? - Capítulo 13 - Única

CASTIEL

 

 

O que aconteceu no motel com Zara, espero não ter que repetir. Me deito e durmo... acordo horas depois com meu celular tocando. Olho o visor “Luna” ... Luna, me ligando no meio da noite, ou melhor, de madrugada? Isso não é normal. Atendo.

-Castiel?

-Luna?

-Estou desesperada, Rose não está bem! Eu estou sozinha em casa, meus pais estão viajando e Lysandre também. Por favor, venha pra cá. Eu não sei o que fazer! Não tem como eu preparar o carro pra sair ou dirigir com ela nesse estado, não posso deixa-la sozinha nem um segundo...

-Estou indo praí. Fique calma!

Pego meu carro, eu raramente o uso. Prefiro a moto, mas não dá pra levar Rose para o hospital  numa moto.

~

Eu estou me desesperando. Eu não bato na porta eu a esmurro. Se passam dois segundos mas parece uma eternidade. Bato de novo.

-LUNAAAA!

Ouço um "já vou" ao longe e escuto um choro. Bato na porta e Luna a abre ao mesmo tempo me fazendo quase dar um cascudo na testa dela. Ela carrega Rose no colo com um único braço, a criança está vermelha de tanto chorar.

Pego Rose no colo na hora, não é aquele choro de tolice. Ela realmente não está bem.

-Castiel, precisamos levar Rose para o hospital.

-O que ela tem?

-Febre, desde ontem, ela não come nada. Até quando mama ... ela põe pra fora.

Luna fala andando e indo para o quarto de Rose, a criança resmunga no meu colo com a cabeça apoiada no meu ombro, suas lágrimas já molhando minha camiseta. Ela abre todas as gavetas e pega uma bolsa enorme dentro do armário da criança que agora voltou a gritar enquanto chora.

-Xiu... xiu já vai passar.

Falo acariciando as costas da pequena.

Enquanto isso Luna já jogou tudo o que podia dentro da bolsa e agora sai para seu quarto. Eu sem saber o que fazer a sigo.

Ela vai deixando uma trilha de roupas pelo caminho e eu paro. A porta do quarto ficou aberta e Rose se agita nos meus braços se empurrando como se não quisesse mais ficar no meu colo.

-Luna?

Ouço sua voz de dentro do banheiro.

-Só cinco minutinhos. Estou fedendo, preciso tomar banho. Desde ontem Rose não quer sair do colo. Eu até comi com ela no colo... E ela vomitou, mais de uma vez.

Luna parece muito cansada, aposto que ela não dormiu nem um minuto sequer.

-Vamos lá Rose, vamos por sua bolsa no carro.

Falo enquanto aperto a criança em meus braços impedindo que ela se solte.

Volto para o quarto da minha sobrinha e pego a grande bolsa amarela que está cheia de coisas e é quando vejo a chupeta de Rose.

-Você quer a chupeta? Faz muito tempo que você não usa. Sua mãe devia tá desesperada mesmo.

Entrego a chupeta à criança depois de por a bolsa no meu ombro. Rose examina o objeto com as mãos. Ela fica quieta, eu tomo isso como um bom sinal e saio com ela até meu carro. Abro a porta do banco dos fundos e jogo a bolsa lá dentro.

-Vamos ter que por sua cadeirinha aqui, princesa.

Bem nessa hora a criança vomita. Eu a afasto do corpo e seguro sua testa. Ela volta a chorar e eu me desespero.

-LUNAAAAA!

A vejo vir correndo com uma cadeirinha de carro nas mãos, quando chega perto ela solta a cadeira no chão e Rose estende os braços para ela.

-Castiel, vamos logo.

Ela fala já entrando no carro, com os cabelos pingando e uma bolsa pequena. Ela tira uma fralda de pano, não sei da onde e começa a limpar o rosto da filha que chora.
Eu sou um pateta, fico uns 5 segundos sem saber o que fazer. Pego a cadeirinha do chão e fecho a porta por onde Luna entrou. Dou a volta e ponho a cadeirinha no banco de trás. Entro no carro e sigo para o hospital onde Luna, ás vezes, atende seus pacientes.

~

Chegamos no hospital e Rose foi logo atendida, quando a levaram para o quarto afim de que a criança ficasse em observação, uma enfermeira veio para por um soro em Rose, Luna e eu não saímos de perto dela e quando a enfermeira a furou :a mão de Luna veio para a minha. Nós nos apertamos, era como se a dor fosse nossa.

A menina ainda vomitou mais duas vezes, e depois de quatro horas no hospital, fomos liberados. O resultado: intoxicação alimentar. Tudo o que se pode fazer é mantê-la hidratada e não força-la a comer, só resta esperar que seu pequeno corpo se livre do germe que a está deixando doente. Voltamos para casa apenas com uma receita de remédio para cessar as náuseas.

Luna sai do carro carregando uma Rose sonolenta, já é de manhã, estamos todos exaustos. Eu pego as bolsas e sigo atrás de Luna. Entramos no quarto da minha pequena sobrinha.

-Pode deixar as bolsas ali na cômoda.

Luna fala já se abaixando para depositar Rose no colchão.

-Nunca entendi isso dela não dormir em berço, pelo menos uma cama então...

Luna abre um pequeno sorriso e deita do lado da filha.

-Castiel, muito obrigada por vir. Eu já não sabia o que fazer. Não teria conseguido sair se não tivesse ninguém para olhar Rose pra mim por pelo menos 10 minutos...

-Vou vir sempre que vocês precisarem!

A pequena tateia o seio da mãe e puxa a blusa de Luna para baixo. Eu fico um pouco constrangido porque nem uma das duas se importa com a minha presença, Luna liberta um dos seios na minha frente, eu nunca tinha visto ela amamentar Rose. Enquanto a pequena gruda na mãe como uma bezerrinha, Luna beija um a um seus dedinhos. Não demora muito e ambas caem no sono, eu me sento na única poltrona presente no quarto e as observo.

Já dormi com muitas mulheres nessa vida, mas nunca vi uma cena tão linda na cama. Como seria se fosse eu quem tivesse casado com a Luna? Me permito refletir sobre isso. Eu provavelmente estaria deitado no chão bem atrás de Luna, envolvendo ela e Rose em meus braços. Não posso negar o alívio que eu sinto ao ver a princesa mamando e dormindo, ela parece estar muito melhor.

A criança se vira dormindo e deixa o seio de Luna exposto. Isso me incomoda um pouco, procuro um cobertor no quarto e vejo um nos pés do colchão. Me levanto e cubro o corpo de Luna ...quase acaricio seu rosto, mas no fim me contive, ela poderia acordar. Então resolvo sair do quarto e ando até a sala. Me deito no sofá e penso que talvez eu tivesse feito uma loucura se continuasse com as duas ali, mas não posso ir embora, Luna pode precisar de mim.

~

Eu não consigo dormir, isso acontece as vezes. Nem vejo ou mesmo ouço Luna se aproximar de mim. Ela dormiu não tem nem meia hora, não devia estar acordada.

-Por que você não foi para um dos quartos?

-Não consigo dormir, na verdade não gosto de dormir sozinho as vezes.

-Então o que você acha de comermos alguma coisa?

-Se tiver café...

-Isso não vai ajudar você a dormir!

-Não vou conseguir dormir...

-Vem, vamos na cozinha.

-Mas e se Rose acordar?

Ela me mostra a babá eletrônica.

-Nós vamos saber se ela precisar de um de nós.

Eu a sigo.

Luna resolve fazer a tradicional receita do sanduíche de frango. A receita é muito boa e nasceu num flet em que ficamos durante a turnê de Lysandre e Luna foi passar o dia com a gente. Ela faz sete sanduiches e retira da geladeira um suco de abacaxi com laranja. Eu examino o suco como se fosse veneno, desconfio da mistura, mas ela apenas ri da minha reação e promete que o gosto é bom.

-Só me resta acreditar.

-Vem, vamos comer na sala.

Eu devoro cinco dos sete sanduíches e ponho meus pés na mesa de centro. O suco realmente é bom.

-Você ainda quer mais?

-Não. E você devia descansar mais. Parece que eu atropelei você ao invés de te ajudar.

-Estou com medo de dormir e Rose precisar de mim.

-Não se preocupe, eu vou estar aqui.

-Você... você se importaria de dormir comigo e com Rose no quarto de hospedes do solar?

Eu quase engasgo com o pouco de suco que acabei de por na boca.

-Você não acha que isso seria estranho? E Lysandre?

-Ele entenderia. Não vamos fazer nada de errado... eu não vou conseguir dormir longe dela e você não vai conseguir dormir sozinho, estou tão cansada... mas, estou com medo de não acordar se ela precisar de mim e eu estiver dormindo longe dela. E ela pode cair da minha cama se dormir só comigo. O colchão dela é pequeno de mais, metade de mim fica para fora. Além disso, não seria a primeira vez que dormimos juntos.

Eu paro e penso. Penso mais um pouco. Nós realmente já dormimos juntos, mas foi num acampamento da escola... cada um em seu saco de dormir, antes da Debrah voltar. Dormimos a céu aberto e Luna ficou acordada comigo a maior parte da noite, na ocasião eu também não estava conseguindo dormir, geralmente quando isso acontecia eu dormia com Dragon, mas eu não podia leva-lo para um acampamento da escola. Eu só dormi quando Luna segurou minha mão, sem eu pedir, ela me disse depois que estava se sentindo muito exposta ali. Lysandre não tinha ido para esse acampamento e na época eu não gostava dela, eramos só amigos, na verdade nunca deixamos de ser apenas isso. Eu e Luna estamos em frangalhos. Ela não sabe que eu gostei dela, se soubesse não pediria isso, mas eu não vou fazer nada de mais. O bebê vai dormir entre nós, eu já fiz Rose dormir algumas vezes. E eu também estou precisando dormir.

-Tudo bem.

~

Luna trás Rose nos braços e a deita no meio da cama, eu deito de um lado e ela do outro.

-Muito obrigada, sei que pode parecer estranho... mas estou insegura demais, foi a primeira vez em anos que eu não consegui resolver um problema sozinha. Parece que minha cabeça parou de funcionar...

-Ei, tudo bem. Agora não vá me atacar no meio da noite, tábua. Sou um cara irresistível.

Eu a vejo revirar os olhos.

-Só você mesmo. Nem está de noite e depois você não é irresistível!

-Ah, só você pensa assim!

Ela ri, mas apesar do meu tom de brincadeira ...isso me dá uma sensação estranha lá no fundo do meu ser. Ela realmente é a única que eu quis que não me quis. A única que não me achou “irresistível”.


Notas Finais


Não se preocupem, vocês saberão tudo o que aconteceu no motel ;)


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