História Amor? - Capítulo 15


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Categorias Amor Doce
Personagens Castiel, Leigh, Lysandre, Personagens Originais, Rosalya
Tags Amor Doce, Castiel, Harem, Hentai, Luna, Sexo
Exibições 33
Palavras 1.046
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Harem, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Vim pedir desculpas, pessoal. Eu sempre posto um capítulo por dia, geralmente de madrugada.
Acontece que ontem de noite faltou energia no meu bairro e quando chegou eu já devia estar dormindo.
Por conta disso vou postar dois capítulos hoje, esse agora e outro mais tarde. ;)
Boa leitura

Capítulo 15 - Beijo não


Fanfic / Fanfiction Amor? - Capítulo 15 - Beijo não

VICTOR

 

 

Aqui estou “1437, da Alameda Green Flower”. Perdi mais de três mil dólares em subornos na maldita empresa, mas consegui o endereço. Estaciono o carro que eu aluguei em frente a casa correspondente, estou em outra cidade por isso não estou no meu próprio carro.
Toco a campainha e espero.  
Queira Deus que ela esteja em casa, ou não sei o que farei!
Espero mais um pouco e toco a campainha novamente. Essa pode nem ser a casa certa.

-Já vou, já vou...

Reconheço a voz, claro que reconheço! Ela abre a porta.
Parece mortificada, congelada em seu roupão com os cabelos molhados.

-Me dê uma boa explicação. É melhor você ter uma, acredite!

-Victor?Eu... o que você está fazendo aqui?

Não espero ela me convidar para entrar, a empurro levemente para o lado e entro na casa.

-Adivinha? Vim transar com você!

Falo cruzando os braços e virando de frente para ela.

-Sei que você não está falando sério.

Ela diz revirando os olhos. Estou muito chateado com ela, porém aliviado por vê-la inteira. Sigo para ela e é a vez de Gaby cruzar os braços.
Ninguém fala nada. Ela pode não estar se dando conta, mas na verdade está quase nua na minha frente, só tem um roupão cobrindo o corpo dela. Eu não espero um sinal, se ela não quiser vai me empurrar que eu sei.

-O que você está...

Eu puxo o laço do roupão que a veste e ele afrouxa então eu o abro e ela fica olhando para minha mãos durante todo o processo. Eu toco seu corpo, aperto suas coxas e as mãos dela trabalham abrindo os botões da minha camisa. Eu senti falta dela. Muita. Ela me acostumou mal, transávamos o tempo todo, e não importava o lugar ou hora.

-Senti sua falta.

Ela fala olhando para meu rosto. As palavras dela me enervam um pouco.

-Então porque foi embora?

Pergunto, mas ela não consegue responder já que estou chupando seu pescoço. Sei que ela não é muito fã de marcas que possam ficar visíveis, mas hoje isso não tem importância pra mim.
Ela geme muito alto, tenta puxar o pescoço pra longe da minha boca, mas eu estou chupando muito forte. Sei que deve estar uma mistura de dor e prazer para ela, então subo minhas mãos para seus seios diretamente para os bicos e roço meus polegares neles enquanto os outros dedos se fecham ao redor do contorno do resto. Não demora muito pra ela me puxar pra cada vez mais perto ao invés de tentar se afastar.

  Não conheço a casa, então não me dou ao trabalho de seguir para um quarto ou para o sofá da sala, vou ter ela aqui e agora!
Desço minha mão para sua região íntima e a caricio totalmente, passo minha mão pelo lado de dentro das coxas delas, por seus lábios, períneo, clitóris e finalmente já com meus dedos totalmente lubrificados pelo liquido dela eu enfio dois dedos dentro. O grito de prazer e surpresa vem imediatamente, ela vem para mais junto de mim e se apoia nos meus ombros.  Eu abro o zíper da minha calça, não estou de cueca, puxo meu garoto para fora e o encosto na entrada de Gaby, não dou tempo para que ela pense em preservativo ou outra coisa, me lanço dentro dela e cravo meus dedos nos seus quadris.
Não existe carinho, nem qualquer cortesia da minha parte. Não que meus sentimentos tenham mudado, não é isso. Mas hoje ela não merece que eu me importe com o prazer dela, estoco com vontade pensando apenas no meu próprio prazer. Ela procura minha boca, mas eu não a deixo ter acesso. Já vejo uma pequena marca no pescoço dela e invisto em mais um chupão, no mesmo lugar... a área já deve estar sensível, o corpo dela se arrepia e dessa vez é ela que crava os dedos em mim com uma mão na minha cintura e outra em minha nuca.
Minhas mãos descem um pouco mais e agarram a bunda dela, ela para de gemer e enterra a cabeça no meu ombro, seu nariz no meu pescoço. As pernas dela começam a tremer e eu levanto a perna direita dela, desse jeito eu consigo me movimentar melhor. Ela passa a beijar meu pescoço e isso espalha uma sensação de carinho pelo meu corpo, não é ela que está como um fogo selvagem dessa vez e sim eu, os beijos dela são lentos e calmos, como se apreciasse meu corpo com uma saudade genuína. A mão esquerda dela vem para meu rosto e isso mexe demais comigo, solto a boca do pescoço dela e o seu polegar traça o contorno dos meus lábios lentamente. Ela espalha mais beijos pelo meu ombro e eu passo a estoca-la mais lentamente.

-Posso beijar você?

A pergunta dela me parece meio ridícula, estamos transando e ela já está beijando meu corpo. Mas sei o porquê dela fazer essa pergunta, quando ela tentou me beijar na boca ainda pouco eu não deixei. Meu ápice se aproxima, só que não vou parar. Sei que ela ainda não vai gozar, mas não vou me preocupar com isso hoje. Diante do meu silêncio, Gaby retrai as mãos e vira o rosto para o lado.

-Posso ou não?

  Ela pergunta novamente, dessa vez posso ouvir o tom de choro na voz dela. Ela sabe que eu estou magoado, mas não é como essa transa não significasse nada pra mim. Ela não é só um objeto a ser usado, eu só estou chateado.

-Não!

Falo, mas já estou meio arrependido, agora sou eu quem encosta o meu rosto na curva do ombro dela. O cheiro do sabonete dela sempre foi o meu favorito. Prefiro o cheiro dele ao cheiro do perfume ou do shampoo que ela usa.

-Tudo bem.

Ela diz isso já voltando a por as mãos em meu corpo, uma vem para o meu cabelo e a outra para minhas costas suavemente.

-Senti sua falta.

Dessa vez a fala é minha, a digo entre as estocadas cada vez mais lentas e profundas e eu gozo. Aspiro o cheiro dela profundamente mais uma vez enquanto termino de jorrar dentro dela.

-Você vai ter que me contar o que está acontecendo.


Notas Finais


Obrigada por ler *-*


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