História Amor - Capítulo 1


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Categorias Originais
Exibições 14
Palavras 867
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Lemon, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oia que legal postei capítulo, sim meus capítulos são pequenos (pode me matar se quiser abusbsushsu) e eu demoro pra revisar e as vezes fico com preguiça de fazer capítulo (desculpa ;-;) mas as vezes é falta de inspiração, acho que não terá lemon na fique, por que lemon suga (meu amor -q) minhas inspirações, mas acho que é só isso... bye bye.

Capítulo 1 - Prólogo


Passo a minha mão pelo o meu cabelo, me olhando pela última vez no espelho, tenho terríveis olhos azuis, cabelo platinado, pele pálida e fina que uma simples bancada já fica roxa, uma boca vermelha, como se eu utilizasse batom.


Sim eu odeio os meus olhos azuis, por que?(nota: fodase se o por que tá errado to com raiva e vou escrever do meu jeito) eles vieram do meu pai, sim é o clichê do ódio do pai, minha mãe eu amo, mas pai, blah odeio.


Bufo, olho para a pia, a procura do meu colar que caiu e finalmente o encontro e vou para o térreo, onde meu pai usa o celular, enquanto a mãe ajeita o café da manhã.


— Bom dia – falo entrando na cozinha, me sentando na cadeira mais próxima, deixando minha mochila no chão.


— Olá Lucas – minha mãe pega um prato com ovos e se vira, sorridente – vai querer ovos? Acabei de fazer – ela levanta o prato, mostrando para mim


— Não, quero comer pouco... se não vou me atrasar. – pego um pedaço de pão e passo margarina, comendo-a, olho para meu pai com ódio.


— Você quer morrer de fome? Come logo esse ovo! – ela bota o ovo próximo de mim.


— Taaaaa! Depois que eu ficar obeso e terem que me carregar, não venham reclamar – sorri, a mãe nem se segurou. Até que meu pai que estava quieto sorriu, desanimei na hora.


Começo a me alimentar.


[…]


— Lucas!!!  – Úrsula minha melhor amiga, berra – vem cá porra.


— Nossa que agressiva – dou uma corridinha me aproximando, dela. – oque aconteceu?


— Sabe o Rafael? – falou com raiva


— Sim, oque tem ele?


— Ele vai estudar com a gente! – esbravejou, caminhando para trás e voltando, com as mãos na cabeça.


— E daí? – pergunto sem entender nada.


— É a quarta vez que ele é reprovado. – continuo a não compreender  essa raiva – o diretor quer que alguém ajude ele nas matérias, sabe como o diretor é... todo amigável, ninguém foi expulso do colégio, um de nós dois vai ajudar ele nas matérias.


— Que?!


— Isso mesmo oque você ouviu – ela saiu andando, com raiva.


Caminho até a sala do diretor, eu não vou querer essa mula na minha classe, nem que eu enforque esse maldito velho, Rafael não vai estudar na MINHA sala.


Chego na porta do diretor, bato na porta duas vezes.


— Entre –  ouço sua voz calma e serena, logo abro a porta.


— Que história é essa que a Mu... o Rafael vai vim estudar na minha classe? Ele não ficava no B?! Eu sou o representante de classe, ele além de mula, é o trator da escola, assim que chega na classe vai quebrar ela todinha. – falo com raiva botando meus braços na sua mesa.


— Lucas calma... – o corto.


— Calma?! Eu faço de tudo pra aquela classe fique bem! E você... – quem me corta é ele.


— DA PRA CALAR A MERDA DA SUA BOCA?! – esbraveja, se levantando derrubando vários papéis, vou pra trás assustado – EU IA BOTAR OUTRA PESSOA PRA AJUDAR ELE NAS MATÉRIAS! MAS AGORA! MAS AGORA! VAI SER VOCÊ! AS SUAS NOTAS SERAM IGUAIS AS DELE! IGUAIS! – aponta o dedo pra mim. – FAÇA ELE TIRA UM ZERO E VOCÊ TAMBÉM RECEBE UM ZERO.


— Mas.... – sou cortado pelo barulho da porta.


— Oi... acho que entrei em má hora... – fala uma voz que conheço bem, decido sentar não quero esfaquear eles dois.


— Não... entre, entre... – falou relaxando, sentando-se, o olho indignado é bipolar essa porra? Fico calmo rápido pra caralho. Logo a pessoa que mais odeio nesse momento aparece se sentando ao meu lado. – Rafael que bom que veio... estava te esperando – sorriu.


— Rafael… argh – falo desviando o olhar.


— Quem é esse? – apontou para mim, indagando.


— Lucas, o representante de sala.


— Não era o Edgar? — o trator estranhou.


— O Edgar ainda é o representante só que do B, o Lucas é do A. O A será a sua nova sala.


— Que.


— Isso mesmo idiota, você vai vim pra MINHA sala. – dei um ênfase pra essa mula perceber que eu que mando lá.


— Lucas, por favor, trate Rafael de maneira educada. Vão logo pra sala, se não vão perder a primeira aula. – nós levantamos ao mesmo tempo. – ah Lucas, leve esse papel pro professor do primeiro horário. – fui até ele e peguei a folha.


Sair junto com o Rafael, indo até a minha sala, bati duas vezes na porta.


— Entre... atrasado da vez. – o professor se assusta quando eu abro a porta. – Lucas? – ele olha para trás de mim, arregala os olhos, sinto um "hehe" do Rafael, o mesmo coça a cabeça. — Rafael?! Você aqui?!


— Ele vai estudar aqui... bem... o diretor mando entregar esse papel... – dou o papel para o professor, e entro na sala, logo atrás vem Rafael, o povo do fundão/time de futebol começa a se animar com o capitão do time na sala deles.

 

E ele se anima junto, batendo no peito, que brutamontes idiota... argh.


Caminho até a minha cadeira, que fica na frente no meio do círculo dos meus amigos, boto minha mochila no chão próxima a minha cadeira, e deito minha cabeça na cadeira e começo a pensar como vou fazer uma mula se compara a mim, as melhores notas da escola, bufo escondendo meu rosto entre meus braços, acabo dormindo.





Notas Finais


Fale o que achou (É PRA COMENTAR PORRA!) der dicas, e mostra pros amigos ( mostra se não vou te esfaquear -q)


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