História Amor à distância - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Hora de Aventura
Personagens Cake, Finn, Fionna, Jake, Marceline, Marshall Lee, Princesa Jujuba, Principe Chiclete, Príncipe de Fogo, Rainha Gelada
Tags Gumball, Gumlee, Marsh And Bubba, Marshall, Prince Gumball
Exibições 60
Palavras 1.590
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Heeey, peoples! How are you? 😊
Descobri que os professores estragam a matéria. Então, não gosto dos professores. 😪 Sim, isso foi desnecessário, mais quis falar, enfim...
Como prometido, 1 capítulo por dia. 💜
Boa leitura! 😘

Capítulo 6 - Viagem ao Canadá.


Tudo passou tão rápido... Fazia 2 anos que eu e Flame estávamos namorando. 

Hoje estou com 15 anos, continuo o mesmo de sempre. E apesar de Flame entrar na minha vida e me encher de amor, as coisas não mudaram tanto assim. Meu pai continuava a pensar na minha mãe a cada segundo de sua vida, mas era orgulhoso demais para retomar o relacionamento... Adriana, nossa diarista, continuava apaixonada pelo meu pai, mesmo depois de ter levado um fora dele... Minha mãe me ligava a cada semana para saber como estou e como meu pai está... Bonnibel já estava com 7 anos e me via regularmente, o amor dela por mim continuava o mesmo, assim como o meu por ela... Hm... É, tudo continua do mesmo jeito de sempre.

Eram 6 horas da manhã.

Meu pai veio correndo até o meu quarto e me acordou aos berros.

- "ENCONTRARAM SEU IRMÃO! DE VERDADE AGORA, BUBBA! ENCONTRARAM O CRIS, BUBBA!!! ACORDA! SEU IRMÃO ESTÁ VIVO!" - ele disse gritando e ao mesmo tempo chorando de alegria.

Eu realmente fiquei super contente com isso. Meu irmão estava desaparecido há 8 anos. Levantei quase num pulo da cama e passei as mãos no meu rosto.

- Ele ainda está no Canadá? - bocejei com uma mão sobre minha boca.

- Sim!!!! E me passaram a localização certinha dele. - Ele sorria bobo como se tivesse acabado de ganhar 1 milhão de reais - Eu quero tanto vê-lo, filho... Precisamos ir lá. E vamos. Vamos agora! Se arruma! Vamos ao Canadá! Chama seu namorado, se quiser. - Ele simplesmente decidiu isso, sem mais nem menos.

Fiquei surpreso com isso. Mais amei a ideia de ir ao Canadá, eu amo esse país. É incrivelmente lindo. E amei mais ainda a ideia de rever Cris, já tive milhares de sonhos com isso. Eu realmente desejava esse reencontro. 

- Okay, okay... Vamos sim, mais... E mamãe e Bonnibel? Não o verão? 

- Bom... - ele realmente não havia pensado nisso - Sei lá, tente entrar em contato com a sua mãe e diga essa novidade a ela. 

- Elas não podem ir conosco? - o olhei com tristeza. Aceitava e respeitava as decisões de meu pai, mas eu realmente queria a minha família junta novamente. Como ela foi uma vez.

- An... Melhor não, Bubba. - ele ficou quieto por um instante, creio que pensando na possibilidade delas irem conosco - Não. Elas não irão conosco. - deve ter pensado no namorado de mamãe. Sim, 1 ano após o divórcio, o mesmo homem que fez minha mãe trair meu pai, retornou à sua vida a mostrando como é bom amar novamente. 

Seu nome era Matthew, era uma ótima pessoa. Tinha uma aparência bonita, assim como meu pai. Olhos azuis, pele clara, cabelos castanhos e lisos, (comprovava que minha mãe ainda tinha o mesmo gosto pra homem, eu diria) porém Matthew era alto, muito alto. Tinha 2,06m de altura. Me provou ser o contrário do monstro que meu pai o descrevia. Amava minha mãe de todo o coração. A tratava da melhor maneira possível. Mas, mesmo com todo esse tratamento de princesa, minha mãe ainda pensava em meu pai. O homem da sua vida. E isso entristecia Matthew, que fazia de tudo para mudar isso.

- Está bem. Irei avisá-las sobre o Cris. 

- Certo, agora vá se arrumar. Não podemos tardar isso. 

Ele saiu do meu quarto, apesar da felicidade, ainda estava carregado de sono. Isso não se faz com uma criança de 15 anos! (tá, criança não, pré-adolescente) Olhei para a cama e ela olhou pra mim. Me imaginei deitado ali novamente. Ela dizia "Venha, meu amor. Está muito cedo. Durma mais um pouquinho." Porém, ela era muito ardilosa. Me dizia a mesma coisa todas as manhãs antes de ir para a escola, e muitas vezes, me fazia perder a hora. A ignorei. Entrei no banheiro e pensei nessa viagem, que iria ser longa. Um dos melhores lugar para refletir é no banheiro, sem sombra de dúvidas.

O dia passou voando e logo a tarde chegou para nos acompanhar no avião.

Flame havia topado vir com a gente. Como o assento era de 3 lugares, sentou meu pai, eu e Flame. Nessa ordem. Meu pai lia algo em um jornal que havia comprado hoje mais cedo.  Flame encostava a cabeça perto da janela do avião e admirava a paisagem que era a ele concedida. Já eu, encostei a cabeça em seu ombro, coloquei meus fones de ouvido e pensei em Cris, e em como será a sua reação ao me ver. Aquilo estava me dando uma baita ansiedade. O frio na minha barriga entrou sem permissão. E eu adormeci tentando amenizar esse sentimento.

O vôo foi tranquilo. Chegamos bem. Fomos direto para o hotel descansar e no outro dia bem cedo acordamos já com uma missão para cumprir: Encontrar Cris.

Seguimos a direção que para nós foi entregue. Era a localização de um bar.

Estacionamos lá e descemos. Ao entrar nos deparamos com uma jovem loira com um sorriso estampado no rosto logo na entrada. Tinha uma aparência muito bonita. Seu corpo tinha belas curvas, sua pele era clara, seus olhos eram azuis e aparentava ter 17 anos. Deduzi que estivesse usando o uniforme de seu trabalho. Uma blusa preta social com a estampa "Bar Bittencourt" na cor vermelha em seu bolso esquerdo da blusa. Uma calça social, também preta, muito elegante, por sinal. Usava também um pequeno avental branco amarrado em sua cintura, também com a estampa referente ao nome do bar. Seu cabelo estava preso em um coque frouxo. Que a deixava mais bonita ainda. Ah, pude reparar em sua sapatilha vermelha com um lacinho em cima. Que era realmente fofa.

- Bom dia, senhores! Sejam bem-vindos ao bar Bittencourt. Posso ajudá-los em alguma coisa?  - sua voz era suave.

- Sim. Bom dia! A senhorita saberia nos informar se Cris Gumball trabalha aqui? - meu pai disse um tanto rápido.

- Sim. Porém a escala dele é noturna, senhor. Querem deixar algum recado? Posso contactá-lo. - ela disse mantendo o sorriso.

Saber que Cris trabalhava ali já era um tremendo alívio para nós. Confirmava que o nosso reencontro estava muito prestes a acontecer. E isso era realmente bom.

- Não, não precisa. Eu sou o pai dele. Vim visitá-lo. A senhorita saberia me informar onde ele mora? 

Ela fez uma leve expressão de espanto quando meu pai disse ser o pai dele. Suspeitei que ela já soubesse de sua história.

- Nossa, sinto muito informar, mas... Eu realmente não sei. Me desculpe. - ela desfez o sorriso e se sentiu inútil naquele momento. Mas sua expressão mudou como se tivesse se lembrado de algo importante - Eu tenho o número de celular dele, se quiserem. - o sorriso voltou ao seu rosto.

- Número de celular? Você tem o número de celular dele? Moça, isso ajudaria muito, muito mesmo! Me passe, por favor. - meu pai disse eufórico.

Ela parecia super contente por estar ajudando em alguma coisa. Rapidamente pegou um papel pequeno, anotou o número de Cris e entregou ao meu pai. Que segurou aquele papel extremamente feliz.

- Nossa, muito obrigado, de verdade, moça! Qual o seu nome? - meu pai dizia sorrindo.

- Me chamo Fionna. Foi um prazer ajudá-los! - ela retribuiu o sorriso.

Pedimos cappuccinos por ali mesmo e nos sentamos à beira de uma mesa. O bar era realmente aconchegante e bonito. 

Meu pai discou o número e esperou ansioso para que alguém o atendesse do outro lado da linha. E que esse alguém fosse Cris.

Chamou umas 3... 4... vezes e nada de alguém atender. Até que depois de muitas tentativas, a chamada foi realmente atendida. Meu pai instantaneamente colocou no viva-voz.

- Pois não? - Era uma voz feminina.

- Oi!? Esse número é de Cris Gumball? - meu pai perguntou com esperança.

- Sim, quem deseja falar com ele? - que alívio, deduzimos ser a diarista dele ou uma garota qualquer que ele esteja se relacionando.

- Gareth Gumball, o pai dele. - houve um silêncio na linha.

- Ah... Sim. 

- Er... A senhora poderia passar o celular para ele? Quero muito falar com ele.

- Ele não se encontra em casa no momento. Inclusive acabou de sair. Se quiser o endereço, senhor, talvez encontre ele na rua.

-Sim, por favor. Quero muito. 

Ela passou o endereço, meu pai anotou, tomamos os nossos cappuccinos rapidamente e saímos em disparada dali.

Olhavámos para todos os lados das janelas do carro. Meu pai disse se lembrar do rosto dele quando tinha 17 anos, um pouco antes de fugir de casa, esperava que não tivesse mudado tanto assim.

Estava horrível procurar alguém estando dentro do carro. Estacionamos em um local perto do apartamento de Cris e começamos a procura. Meu pai sugeriu que eu ficasse ali em frente ao apartamento caso ele voltasse, enquanto Flame e ele iam atrás de lojas mais próximas ver se ele estava lá.

Passou-se 2 horas e nada do Cris aparecer, meu pai e Flame continuavam a procura pelas lojas. Sentei na escada que tinha de frente à porta do apartamento. Aquilo já estava me dando tédio. Olhava para o meu par de tênis all star rosa sem ter o que fazer, até que senti uma sombra escurecer minha visão. Levantei meu rosto e pude ver um rapaz incrivelmente lindo. Seus cabelos eram bem pretos, lisos e repicados até um pouco abaixo de seu queixo. Sua pele era incrivelmente clara, seus olhos eram fascinantes, castanhos bem avermelhados, jurei ser lente de contato. 

- Está perdido, rosinha? - ele deu um leve sorriso olhando em meus olhos. Céus! Que sorriso era aquele? Confesso que me deixou sem ar...




Notas Finais


Ele finalmente chegou. 😏🎉🎉🎉🎉
O dono da poha toda chegou, meus queridos. Hahaha!
Aguenta Bubbinha. Seu coração vai disparar até não querer mais agora. 😪

Espero que estejam gostando. 😍
Até mais! 😘


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