História Amor à distância - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Hora de Aventura
Personagens Cake, Finn, Fionna, Jake, Marceline, Marshall Lee, Princesa Jujuba, Principe Chiclete, Príncipe de Fogo, Rainha Gelada
Tags Gumball, Gumlee, Marsh And Bubba, Marshall, Prince Gumball
Exibições 47
Palavras 725
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Heeey ❤
Enfim sextaaaaa! 🎉🎉🎉
Como prometido, mais um capítulo. 😊
Boa leitura! 😘

Capítulo 7 - Desespero.


Após retomar o ar perdido por aquele sorriso, pude responder:

- P-perdido? Não... Não estou perdido. - dei um leve sorriso.

- Se mudou para cá? - seu olhar era de curiosidade sobre mim. 

- Não. Você mora aqui? 

- Também não. Você não é daqui, não é mesmo? 

- Não. Estou a procura do meu irmão. 

- Ah... E quem seria esse seu irmão?

- Cris Gumball, você o conhece? 

Ele fez uma expressão como se estivesse surpreso com o que eu havia acabado de dizer. Por que todos faziam isso? 

- Sim. Ele acabou de sair. Parece que foi encomendar umas coisas para o bar. Trabalhamos juntos. - aquilo realmente me deixou feliz.

- Sério? - falei um tanto feliz - E como ele é? 

- Aparentemente? Muito parecido com você. Porém não tem esse cabelo rosa como o seu. - ele sorriu olhando para o meu cabelo. Aquele sorriso denovo, mDs! Corei no mesmo instante.

- É... Meu pai já havia me dito isso uma vez... - sorri - E como pessoa? É legal?

- Bom, trabalho com ele há 6 meses. Mas, pelo pouco que eu o conheço, é uma pessoa muito bacana, pelo menos comigo. 

Aquilo fez meus olhos brilharem. Estava louco para reencontrar o meu irmão. Não me lembro muito dele, tinha apenas 7 anos... E todas essas pessoas falando que o conhecem, que já o viram, que ele é uma boa pessoa... Só me deixavam mais ansioso ainda.

- Nossa, muito obrigado! De verdade. Estou louco querendo vê-lo. - não conseguia desfazer o sorriso em meu rosto.

- Não há de quê. Creio que amanhã ou hoje ainda ele estará devolta. Espero que o reencontre. - ele olhou para o relógio preto e moderno que estava em seu pulso esquerdo - Enfim, tenho que ir, rosinha. - eu odiei esse apelido, mas estava feliz demais para discutir naquele momento - Até mais. 

Ele saiu dali correndo e eu o segui com os olhos. Se eu não estivesse tão interessado em saber coisas sobre o meu irmão, juro que iria entrevistá-lo por umas 5 horas. Ele era um rapaz realmente lindo. E se eu dissesse para vocês tudo o que achei dele, Flame iria instantaneamente terminar comigo. 

Afastei esses pensamentos "pecaminosos" e liguei para meu pai, explicando tudo o que acabara de ouvir. Ele pareceu ter ficado feliz e triste ao mesmo tempo. Desconfiamos que Cris não voltaria hoje, mas sabíamos que estávamos muito próximos de encontrá-lo. E isso era ótimo.

Voltamos para o hotel e descansamos daquele dia louco e corrido.

Amanheci em um lugar escuro e sombrio. Pude escutar vozes pedindo socorro. Levantei rapidamente e percebi que isso era só um sonho. Fui ao banheiro e fiz minha higiene matinal.

Fui até a cozinha e abracei Flame que estava de costas fazendo algo para comermos. Ele se virou e pude ver seu rosto. Aquele não era Flame, era o menino que eu havia visto ontem na calçada. Me afastei dele que me olhou confuso.

- O que foi, Bubba? Aconteceu alguma coisa? 

- O que você está fazendo aqui? Onde está Flame e meu pai? - o encarei amedrontado.

- Flame? Quem é... 

Sons de tiro explodiram lá fora. Fomos correndo até lá. Um jovem estava caído no chão. O vermelho de sua roupa se misturou com o seu sangue que escorria pelo asfalto. Me aproximei dele, seu rosto era... Parecido com o meu.

Meu coração parou. 

- Cris? Irmão? É você? - pude sentir lágrimas brotarem nos meus olhos.

Ele olhou pra mim, sem forças, mas conseguiu esboçar um sorriso fraco.

- Bubba? Quanto tempo... - sua voz era fraca, quase inaudível - Nossa, como você cresceu. Me desculpe ter te abandonado tão cedo. Eu queria dizer que eu te a... - ele havia me deixado para sempre.

- Não, Cris... Maninho, acorda! Cris! Volta! Cris não me deixe! Cris eu também te amo muito... CRIS!!!! - Eu chorava sem cessar. Uma sensação horrível tomou conta de mim. Parecia que meu coração havia sido arrancado a forças de mim. Cris estava ali, finalmente, perto de mim, eu o abraçava, seu abraço era frio, não pude escutar as batidas de seu coração. A vida não estava mais nele, e confesso, ela também não estava mais em mim.

- Bubba, chegamos tarde demais. - era meu pai, de seus olhos saíam lágrimas de sangue... Senti um desespero imenso.

Acordei com o meu coração querendo sair pela boca.






Notas Finais


Desculpem-me pelo tamanho. 😔
Amanhã compensarei. Prometo!
Estou um pouco cansada... 💔
Té amanhã! 😘


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