História Amor à distância - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Hora de Aventura
Personagens Cake, Finn, Fionna, Jake, Marceline, Marshall Lee, Princesa Jujuba, Principe Chiclete, Príncipe de Fogo, Rainha Gelada
Tags Gumball, Gumlee, Marsh And Bubba, Marshall, Prince Gumball
Exibições 57
Palavras 1.735
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Heeeey!! 💞
Como estão vocês?
Como prometido, mais um capítulo. 🎉

Enfim o Reencontro. 😻

Capítulo 8 - Reencontro.


- "Está tudo bem com você, amor?"

Flame acordou me olhando preocupado.

- Tive um pesado horrível, amor. - eu dizia ainda trêmulo.

- Conta pra mim o que aconteceu? - ele se sentou na cama se aproximando mais de mim.

- Eu... Cris... Morreu. 

- O quê? Você e o Cris morreram? - ele perguntou preocupado, tentando entender.

- Cris morreu. - lágrimas começaram a rolar pelo meu rosto.

- Amor, venha cá - ele me abraçou forte - isso foi só um pesadelo, está bem? Nada disso vai acontecer. Pelo que eu sei, Cris é um rapaz forte. Ele sabe se virar. Faz oito anos que ele fugiu, não é mesmo? E após esses oito anos, sabemos que ele está vivo e com saúde. Não se preocupe. Vamos encontrá-lo e tudo ficará bem.

Eu concordava ainda chorando com a cabeça enterrada em seu peito. Ele fazia carinho nos meus cabelos e dizia que iria ficar tudo bem. Ficamos assim por um bom tempo.

As horas se passaram, nos arrumamos novamente, com o coração mais ansioso do que nunca. Hoje era o dia. Tínhamos certeza disso.

Paramos em frente ao apartamento de Cris. As batidas do meu coração podiam ser escutadas. Entramos e meu pai perguntou o número da porta de Cris à uma recepcionista, após conseguir, saímos em disparada de lá.

Ao ver a porta, juro que parecia que tinham dois refletores a iluminando. Meu pai olhava o número que estava escrito no papel e olhava para o número que estava na porta. Ele verificou umas 7 vezes se era essa a porta de Cris só para ter certeza.

Meu pai estendeu a mão até a porta, e quando ia tocar a campainha, ouviu gargalhadas familiares. Cristina? Bonnibel?

Ele instantaneamente tocou a campainha. Não demorou 10 segundos e a porta foi aberta. 

Minha mãe sorria olhando para nós.

Vi meu pai derreter olhando para o sorriso dela. Mas logo se recompôs ao escutar a voz de Matthew ao fundo.

- Cristina? O que está fazendo aqui? - meu pai disse surpreso.

- Bubba havia me avisado que Cris estaria aqui, esqueceu? Vim reencontrar o meu filho, ué. - ela dizia na maior simplicidade do mundo.

Meu pai revirou os olhos. 

Sorri e fui até minha mãe abraçá-la, também estava morrendo de saudades dela. Ela continuava linda como sempre.

- Vem, meu bebê. Venha reconhecer o seu irmão. - ela sorriu, ao escutar esse "reconhecer" meu coração bateu mais forte ainda.

Ela abriu espaço para entrarmos.

- Ei, Gareth. Sei que essa não é sua casa, nem a minha, mas, sinta-se avontade. - sim, ela estava implicando com meu pai. Eu amava esse jeitinho dela.

- Obrigado, Tina. Se é que ainda posso te chamar assim. - pude perceber tristeza nos olhos de minha mãe após escutar essa fala.

- Sim, claro que pode. - ela deu um leve sorriso e virou o seu rosto em direção a Flame, o cumprimentando.

Olhei para os móveis do apartamento, todos bonitos e aconchegantes. O ar estava cheirando a casa limpa, pão caseiro e café.

Segui as gargalhadas de Bonnibel, eles estavam na varanda, que era enorme.

Pude ver Matthew sorrindo olhando para Bonnibel que estava de cabeça para baixo com os seus pés sendo segurados por um rapaz.

O rapaz sorria, seu sorriso era lindo, contagiante, tinha cabelos curtos e repicados brancos com pontas rosas choque, seus olhos eram rosas com um pouco de violeta, como os meus. Sua pele era da mesma cor que a minha, era alto, devia ter 1,85m. Estava usando uma calça jeans preta, um tênis all star tradicional e uma blusa vermelha de manga longa. Estava simples, porém lindo.

Meu pai se esbarrou em mim por conta da sua correria. Pude vê-lo pegar o rapaz no colo e encher seu rosto de beijos. Bonnibel ria e gritava "ELE NÃO É BEBÊ, PAPAI!"

O rapaz finalmente conseguiu descer do colo de meu pai que chorava de alegria junto com ele. Abraçou meu pai mais uma vez e olhou em minha direção. Gelei.

- Pai, aquele ali é o Bubba? - o rapaz perguntou ainda olhando para mim.

Meu pai discordou.

- Aquele ali é um guri que quis vir conosco. Ninguém importante. - meu pai sorriu.

- Ah... Achei que fosse o Bubba. - ele fez uma expressão triste.

- Como assim? Eu sou o Bubba! - disse incrédulo.

O rapaz sorriu e veio correndo em minha direção, me pegou no colo e me deu um abraço tão apertado que parecia que meus ossos iriam se partir ao meio.

- Óbvio que eu sei quem você é Bubbinha! Que saudades que eu estava de você. Espero que me perdoe um dia. 

Eu ainda estava sem acreditar no que estava acontecendo, só me dei conta que Cris é quem estava em minha frente quando as lágrimas começaram a rolar em meu rosto. Fazendo com que as dele, também aparecessem em seu rosto. Ele estava ali, e estava vivo!

- Cris, que saudade! Eu estava morrendo de saudades de você. Eu quero te encher de socos, sério! Tomara que eu não esteja sonhando. Esperei tanto por esse momento... - minha voz era chorosa.

- Pode me socar o quanto quiser, bebê. Você não está sonhando e eu te dou total liberdade para fazer isso. - ele sorriu também deixando as lágrimas rolarem.

Eu apenas consegui enterrar minha cabeça em seu pescoço. Nos abraçamos por um longo tempo.

- Eu te amo, Cris. Te amo muito. - disse quase em um sussurro.

- Eu também te amo, Bubba. Também te amo muito. - ele retribuiu em outro sussurro e depositou um beijo calmo em minha testa. Fechei meus olhos e sorri, sentindo aquele doce reencontro.

Pude sentir meu pai, minha mãe, Matthew, Flame e Bonnibel nos abraçarem ao mesmo tempo. Queríamos eternizar aquele momento. O amor estava presente ali.

﹏﹏﹏﹏﹏✘❤✘﹏﹏﹏﹏﹏

Após Cris tentar se explicar para nós, (sim, tentar, porque minha mãe queria o encher de tapa), que ele fugiu devido há um menino que o estava ameaçando na escola, ele não conseguiu segurar a raiva e acabou matando o menino com uma arma que havia pego escondido de meu pai, e para não descobrirem quem foi, fingiu ter arrumado um emprego no Canadá e se transferiu. Estava quase acabando o ensino médio, então terminou ele aqui. Conheceu Fionna na escola que o apresentou o bar, abrindo para ele uma porta de emprego. Começou a trabalhar e pagou a sua faculdade de medicina. 

Cris sempre foi um rapaz inteligente. Era o CDF de sua turma, assim como eu. Mas, diferente de mim, ele andava com os descolados da escola. Então, vivia com meninas chorando aos seus pés. Tinha uma vida excelente em Madrid, mas foi estragada por um garoto metido a valentão que o tirava a paciência.

Cris estava hoje com 25 anos. Formado em medicina e tinha dois empregos. Estava montando o seu laboratório de pesquisas, era ótimo em Química, Biologia e Física, sem falar que tinha paixão por Matemática, assim como eu. Já podia ser chamado de "Dr. Gumball". Todos estávamos muito orgulhosos dele e suas conquistas.

Cris disse querer voltar a Madrid um dia, era apaixonado por sua terra natal, mas, já havia feito planos para a sua vida aqui no Canadá. Já que estava com medo de voltar para casa e não o aceitarmos mais. Isso jamais aconteceria.

Meu pai sugeriu então, o mesmo que ele havia feito. Deixar o laboratório aqui no Canadá, já que já estava quase terminado, empregar pessoas para tomarem conta e abrir um laboratório em Madrid também. ( A diferença é que meu pai tinha sua empresa somente em Gales. Mas, como é pra convencer o filho de qualquer maneira...)

Cris então, depois de muita insistência, aceitou voltar para Madrid conosco.

Ficamos 2 meses no Canadá ajudando Cris a empacotar suas coisas para a mudança. Após acabar, voltamos para Madrid.

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1 ano depois...

Estava me arrumando para ir a escola, minha rotina voltou ao normal. Estava no 2° ano do ensino médio. Com 16 anos agora.

Sentei a mesa e tomei meu café um tanto rápido. Digamos que, eu odeio chegar atrasado na escola. Ou eu chego cedo, ou eu nem apareço lá. Sim, eu tinha essas frescuras.

Escovei meus dentes e "dei um toque final" na minha aparência.

Me despedi de meu pai e Adriana e fui para a escola.

Flame estacionou em frente à escola, dei um beijo calmo em seus lábios e desci sorrindo. 

- "Bons estudos, amor!" - ele sorriu olhando pra mim de dentro do carro.

Sorri em agradecimento e o mandei um beijo.

Entrei na escola e fui em direção a minha sala.

- Hey, Bubba! Beleza? - era Dakota, meu melhor amigo.

- Tudo certo, e com você? - sorri o cumprimentando.

- Tudo certo também. A primeira aula é o q... - alguém o interrompeu.

- SENTA AÍ, MENINO COM NOME DE MULHER E MENINO QUE SE PARECE UMA MENINA! - Rafael, o idiota do fundão gritou fazendo os outros idiotas rirem.

Revirei os olhos e sentei.

- Sociologia, Dako. - o respondi.

- ISSO AÍ, GOSTO QUANDO ME OBEDECEM... - Rafael voltou a implicar com a gente.

Olhei para trás e levantei o meu dedo do meio para ele. Que sorriu me mandando um beijo.

- Te adoro, chiclete! E gosto mais ainda quando você fica todo abusadinho comigo. - Rafael piscou para mim.

- Uma pena eu não poder dizer o mesmo. - sorri forçado me virando para frente.

- Não reparou o seu namoradinho hoje não? - Ele continuou a implicar comigo, a professora acabara de entrar na sala.

- O que tem o meu namorado? - perguntei sem me virar para trás.

- Está com os chifres que eu deixei nele, chuchu. - Aquilo fez a sala toda rir novamente, com a exceção de Dako e eu.

- Jamais trairia alguém, ainda mais com você. - a sala fez um som provocante para Rafael. Alguns diziam "Ah, se fosse comigo eu não deixava..." 

- Você pode até não estar traindo ninguém. Mas, jamais saberá se ele está te traindo. - Rafael lançou.

Que poha ele estava tentando fazer? Será que ele sabia de algo que eu não sei? Aquela frase realmente mexeu comigo. E acho que todos perceberam, porque o meu silêncio foi absoluto durante toda a aula.

O dia na escola foi longo e tediante. Enfim bateu o sino e fomos todos dispensados.

Fiquei a volta todinha para a casa sem falar uma palavra sequer com Flame. Ele percebeu, mas para não causar discussão, resolveu deixar quieto. 

Cheguei em casa e após 5 horas Cris me ligou. Estava deitado no sofá vendo televisão, peguei meu celular e o atendi.

- "Bubba? Vai pro computador, entra no Skype e liga a webcam AGORA! Você precisa ver isso..."


















Notas Finais


Heeey. 💞
Espero ter compensado o tamanho do capítulo de ontem. 🙈😂

O que será que o Cris quer tanto mostrar para o Bubba? 😱


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