História Amor à vista - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fairy Tail
Tags Rolu, Stincy
Exibições 142
Palavras 873
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Fantasia, Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela
Avisos: Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 13 - Para de me chamar assim


Fanfic / Fanfiction Amor à vista - Capítulo 13 - Para de me chamar assim

#13

Vejo uma esbelta mulher de cabelos roxos e este estava coberto de flores, os seus olhos eram verdes. Ela quando me viu ficou feliz, radiante mais do que os outros dragões.

- Blondie, apresento-te Amora, a dragoa da natureza.

- Weiss...sempre carinhoso com todos. Mas agora podes –me deixar a sós com a minha pupila.

Ele sorriu e foi-se embora.

- Olá Lucy, como Weiss disse eu sou Amora. Espero que nos demos bem.

- Olá... – Ela não me deixou continuar.

- Sei, pelas minhas amigas que tu irás encontrar os seus filhos que Lexi roubou de nós. – Assenti. – Bom devo-te dizer que eu e o meu parceiro que conhecerás mais à frente também tivemos quatro filhos: dois meninos e duas meninas: Gajeel é o mais velho, é o DS do ferro.

- Gajeel?

- Sim.

- Ele é meu amigo, é da minha guilda, Fairy Tail.

- Serio?

Vi pequenas lágrimas a escorrerem-lhe pela cara.

- Como ele está?

- Acho que está bem. Já não o vejo à um tempo, ele tem uma parceira.

- Meu deus, como o tempo passa.

- Quem são o resto dos teus filhos?

- Corel, de 17 anos, DS da natureza e uma menina impecável, amorosa, sonhadora, romântica... A seguir vem Marc, com 15 anos, DS da natureza. E por ultimo a minha menina, Johanna, de 10 anos. Ela era tão pequenina quando Lexi a mandou embora.

- Eu prometo encontra-la, A ela e a todos.

- Obrigada Lucy, eu quero tanto voltar a rever os meus bebés.

- Eu sei. Eu não sou como Lexi, se eles escolherem ficar aqui, eles ficam. A escolha é deles.

- Obrigada. – Abraçamo-nos.

- De nada.

-Vamos começar o teu treinamento.

- Sim, estou ansiosa.

 

Rogue Pov

Quando o mestre Makarov disse aquilo, eu acho que morri. Onde a nossa pequena estrela estava?

- Makarov, isso não pode ser verdade?

- Desculpa meus filhos mas Lucy saiu à algum tempo para treinar. Ninguém nunca mais a viu. Muitos dos magos da guilda andam à sua procura.

Só me apetecia chorar sentia uma dor tão grande no meu peito.

Olhei o Sting que chorava abertamente, ele saiu da cozinha e foi para o quarto, deixando –me com o novo mestre.

- Desculpe Makarov depois da morte do Lector, ele ficou muito sensível.

- O que aconteceu com o exceed?

- O Mestre Giemma matou-o bem à sua frente, e de seguida fomos expulsos. Acho que nenhum de nós se vai recuperar tão facilmente.

- Lamento. Vou deixar-vos descansar amanha aparecei -de na guilda.

- Natsu-san e os outros membros não gostaram de nós estarmos lá.

- Não te preocupes Rogue, eu trato deles.

Assenti e o pequeno mestre saiu deixando-me a pensar.

Cade a minha estrelinha? Cade a minha loirinha? Cade ela? Ajoelhei-me diante a porta e fiquei lá toda a noite.

 

Lucy Pov

 

- Lucynda, finalmente estamos a terminar o nosso treino.

- Sim, finalmente não é fácil aturar-te.

- Que gracinha. Por ultimo, eu sou umas das dragoas com mais gurdias.

- Quantas são?

- Cinco Lucynda.

- Para de me chamar isso.

Peguei na primeira chave. – Abra-te portão da hortência azul, Helia. – Apareceu uma menina de cabelos azuis claros e os seus olhos eram iguais. Vestia um uniforme rosa e branco e segurava um coelhinho rosa.

- Olá Helia, és tão pequenina.

- Sim, tenho 12 anos. Não sou muito boa a lutar, nem gosto, mas consigo curar as pessoas com pétalas de flores e água cristalina.

- Que fofa.

E desapareceu.

- Abre-te portão da petunia, Plania. – Apareceu uma jovem de cabelos rosa escuros com umas orelhinhas de gato.

- Lucy-san, sou Plania, também não gosto de lutar, mas sou muito boas e espantar os medos com a minha voz.

- Obrigada Plania. Podes voltar.

De seguida, chamei a próxima.

- Abra-te portão da begónia laranja, Beta. – apareceu uma jovem de cabelos vermelhos alaranjados, com uma espécie de armadura.

- Lucynda, sou Beta.

- Parem de me chamar Lucynda.

- Tenho magia de reequipar. E ao contrario das minhas amigas gosto de lutar.

Sorri. Erza... ela tem uma magia parecida com a Erza. Desapareceu e sem perder tempo chamei outra.

- Abre-te portão do lírio amarelo, Lisa. – Apareceu uma mulher bem linda e esbelta. Loira assim como eu, e também usava uma armadura.

- Olá, sou a Lisa. Acho que já conheces-te a Beta. – Assenti. – Eu tenho uma magia idêntica, porem ela equipar armaduras e armas e eu asas e armadura, a arma é sempre a mesma.

- Ah ta bem. Prazer te conhecer.

E desapareceu. Peguei outra chave.

- Abre-te portão da avelã, Annie. – Apareceu uma jovem com um biquíni.

- Olá, eu sou boa nadadora e tenho magia da água com flores. Chama-me  quando quiseres

Ela parecia muito a aries.

- Gostaste?

- Sim, Amora, mas a Annie.

-Ela é muito tímida. Acho que acabamos.

- Sim.

- Boa sorte. Anda vou te apresentar o meu marido.

Caminho pelos grandes jardins até a uma casa mal acabada e lá no alto estava um homem de cabelos pretos a olhar para nós.

- Lucynda este é o Metalicana, o meu marido. – Eu nem me importei por ela me chamar assim. Ele metia-me medo. 


Notas Finais




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