História Amor Além da Vida - Norminah - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias Demi Lovato, Fifth Harmony, Justin Bieber, Louis Tomlinson, Rihanna, Selena Gomez, Zayn Malik, Zendaya
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Demi Lovato, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Louis Tomlinson, Normani Hamilton, Selena Gomez, Zayn Malik, Zendaya
Tags Allybrooke, Camilacabello, Camren, Demally, Demilovato, Dinahjane, Dinahjanehansen, Dinally, Fifthharmony, Lauren, Laurenjauregui, Laurinah, Normanikordei, Norminah
Visualizações 51
Palavras 2.415
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa tarde amores meus!!

Capítulo novo...atualização que vai trazer um pouco dos sentimentos de Demetria, assim como das interrogações de Lauren sobre sua ligação com Dinah e Camila. Importante dizer que os laços de todas elas vem de vidas passadas, mesmo os de Demi e Normani.

Outra coisa importante...sim, Demi tem um olhar racista sobre Normani, foi essa a mensagem que quis passar no capítulo. Isso vocês entenderão aos poucos, mas espero que não interpretem como uma visão da autora, mas sim da personagem.

PS: Sim, Maria Judith também é uma cachorra de outras vidas!!!kkkkkkkkkkkkkkkkkk

Espero vocês nos comentários!! Abraços!! :)

Capítulo 10 - Vidas presentes ligadas a vidas passadas...


Fanfic / Fanfiction Amor Além da Vida - Norminah - Capítulo 10 - Vidas presentes ligadas a vidas passadas...

AUTORA...

Uma nova fase da vida de Normani e Dinah havia se iniciado, uma fase mais leve, mais focada na busca da felicidade do que no sofrimento pelas perdas do passado, porém, alguns espíritos de tormenta ainda as acompanhavam sorrateiramente, o que, de alguma forma, não deixaria a paz reinar por muito tempo...

- Uma grata surpresa saber que vocês estão novamente juntas Ally. Eu sempre imagino a gente velhinha, morando na mesma rua, levando a vasilha de algo gostoso que fizemos na casa uma da outra. Normani te ama como a uma irmã, e você é parte de nossa família, por mais que não tenhamos laços sanguíneos. Disse Dinah a Ally, enquanto terminava os últimos preparativos da lasanha na cozinha.

- Eu também amo vocês como uma família Dinah, e por mais que saiba que Normani não é muito receptiva a Demi, por conta do passado afetivo de vocês, sei que uma hora elas vão se acertar e pelo menos se entenderem. Normani tem que parar com esse ciúme bobo em relação a você, Demi superou o passado há muito tempo, foi algo de adolescente, não existe mais. Disse Ally, ajudando a esposa da amiga de longa data. Desde a fase da universidade a amizade de Ally e Normani era algo muito forte, capaz de superar até as diferenças que a morena tinha com Demetria, embora isso não significasse que seriam boas amigas. Normani aturava a presença de Demetria, mas não conseguia confiar nas intenções da médica.

Na sala, ambas fingiam prestar atenção no jogo de basquete, esperando desesperadamente pelo almoço, assim teriam Dinah e Ally ali, não tendo que ficar apenas uma de frente para outra, fingindo afeto. Deitada entre elas, Maria Judith, como se estivesse a proteger Normani de algo...

- Você não cansa desses jogos de basquete, não é mesmo Normani?! Parece que não conseguiu deixar para trás algumas coisas da juventude. Disse Demi, puxando assunto, ao mesmo tempo em que alfinetava a “amiga”.

- É...eu ainda amo o basquete, foi algo bom da juventude que trouxe para a vida adulta. Aliás, muitas coisas boas da minha juventude vieram para a minha vida adulta, graças a Deus. Disse Normani, devolvendo a alfinetada.

- Não acha que é hora de superar nossas diferenças do passado Mani?! O rancor em sua voz parece se remeter ao tempo em que além de apanhar de mim, você também tentava deslealmente roubar o que era meu. Disse Demi, olhando de forma quase feroz dentro dos olhos de Normani, que sorriu ironicamente.

- Sim, apanhei algumas vezes, não posso negar, mas tomar o que era seu com deslealdade...bom, isso já é uma inverdade. Ninguém é de ninguém Demi, e se a vida seguiu um curso no qual nossos pares foram se alterando, isso é responsabilidade das nossas escolhas. Se em algum momento do percurso o que parecia ser seu deixou de ser, olhe sua responsabilidade sobre isso, não me culpe. Disse Normani, acariciando a cabeça de Judith, que parecia prestar atenção no confronto velado e travestido de sorrisos.

- Por Ally, mas principalmente por Dinah, eu te suporto, eu te tolero. Mas não pense que eu aceito isso que você chama de “nossas escolhas”...Dinah não te escolheu, você se aproveitou das situações, da fragilidade emocional dela a vida toda para se manter como “seu amor” e foi desleal comigo Normani. Tudo que você construiu com ela era pra ela ter construído comigo...um casamento, família, filhos...Christopher e Clara eram para ser meus filhos, talvez não tivessem o destino trágico que tiveram. Dinah agora é dependente emocionalmente de você, mas no fundo, ela precisa de alguém que a ame de verdade, e essa pessoa não é você!! Vociferou Demi em uma voz baixa que só Mani pode ouvir, agora com ódio nos olhos.

- Você é louca, como pode dizer tantas asneiras. As escolhas de Dinah foram feitas muito tempo atrás Demi, especificamente há quinze anos atrás, só você não aceitou e vive de inveja, remoendo o que poderia ter sido e não foi. Se meus filhos se foram foi por uma fatalidade da vida, em nada tem haver com quem os colocou no mundo. E se pensa que eu acredito nessa aproximação sua de Ally como uma nova tentativa de dar certo no relacionamento de vocês, engana-se, eu não acredito. Você é como uma erva daninha que onde se instala mata tudo que ainda tem vida, seca tudo com seu rancor e sua inveja. Fez isso com Dinah quando ainda eram namoradas, fez isso com Ally no passado e possivelmente fará de novo se ela deixar...se te recebo aqui hoje e te aturo é unicamente pelo afeto que tenho por minha grande amiga, só por isso!! Respondeu Mani, agora segurando Judith pela coleira, pois a mesma insistia em rosnar forte para Demi, quase avançando.

Quando parecia que o confronto ficaria mais acirrado e latente, Ally entrou na sala com uma tigela de arroz...

- Saia daÍ antes que essa cachorra te morna Demi. Vá ajudar Dinah a trazer o restante da comida e os pratos, somos visita, mas não viemos só para comer, podemos e devemos ajudar. Disse a pequena, dando um sorriso. Demi imediatamente levantou, se afastando de Judith e indo em direção a cozinha antes mesmo que Normani tomasse a frente da ação. Lá, distraída, Dinah terminava de preparar uma salada, quando se viu quase encurralada pela visitante na direção da pia.

- Ally me pediu que viesse buscar os pratos, eles ficam nesse armário do alto, não é mesmo?! Perguntou de forma falsamente displicente, encurralando a loira de costas na pia e esticando os braços por cima dela para alcançar o armário. Dinah assustou-se e virou-se, ficando a poucos centímetros de distância da morena, que com o corpo todo colado ao seu, por pouco não tocou seus lábios. Normani, chegando logo depois, pode presenciar a cena, que de tão absurda, não parecia real...

 

POV DEMETRIA...

Sim eu poderia matar Normani com as minhas próprias mãos que não sentiria remorso algum, muito pelo contrário, tenho certeza que sentiria prazer. Tudo que ela construiu era pra ser meu...tudo que ela conquistou foi deslealmente, depois que me traiu covardemente e me tirou Dinah. Passei os últimos quinze anos vendo ela, de forma cínica e falsa, fingir amor, fingir lealdade, fingir felicidade para com Dinah e seus filhos, filhos que teriam sido meus se não fosse por Normani ter atravessado nossas vidas ainda na época da faculdade...sempre ela!!

Olhando essa casa, olhando essa vida, olhando principalmente Dinah, seu sorriso, sua doçura e dedicação, vejo que meu ódio não diminuiu nem um pouco com o passar do tempo, ele só aumentou. Tudo que era meu foi tirado por essa negra nojenta, e as pessoas esperam de mim complacência, afeto, resiliência...nada disso faz parte dos meus sentimentos, eu só consigo alimentar rancor, só consigo olhar pra ela e pensar em como a vida seria diferente se ela deixasse de existir.

Ally...Ally no começo me parecia o mais certo para mim. Era apaixonada, dedicada, sexy, fazia tudo para que nosso relacionamento desse certo, e eu cheguei a acreditar, por algum tempo, que daria. Porém, com o passar dos anos, sentia-me com um “troféu de perdedora” e tinha clareza de que não a amava, de que ela não era minha “alma gêmea”...engraçado, pensando nisso agora, sentada olhando Normani e essa cachorra fedorenta e raivosa; eu sempre ouvi de Dinah, que cada um de nós tinha uma espécie de “alma gêmea”...e por um longo tempo ela foi a minha alma gêmea. Apesar da distância, de termos seguido rumos diferentes, ainda acredito que ela seja, só ela ainda não entendeu isso, em grande parte, por culpa de Normani. Olhando Normani sentada nesse sofá, como uma coisa desforme e nojenta, eu tenha clareza...preciso tirar ela do meu caminho se quiser minha alma gêmea, minha vida de volta!!

Logo Ally entrou pela sala e me tirou de meus devaneios, dizendo que Dinah precisava de ajuda na cozinha...era minha chance de ficar sozinha com ela pelo menos por alguns segundos. Saltei rapidamente do sofá e em questão de segundos pude desfrutar da visão mais linda do dia...distraída, ela fazia algo na beira da pia...de costas, cabelos lindamente presos em uma trança, ela me inebriava com seu perfume. O tempo não passara para meus sentimentos, não passara para tudo que ela me despertava, era mais forte que eu mesma, e quando vi já estava colada em seu corpo, em suas costas, pressionando-a contra a pia...não importava o que eu precisasse fazer, Dinah seria minha de novo, ela sim, era minha...Normani precisava sair do meu caminho!! 

POV LAUREN

 “...os nossos Companheiros de Alma são pessoas com almas muito semelhantes à nossa, que nos compreendem e aceitam, que têm o propósito de nos facilitar a nossa caminhada. Os Companheiros de Alma raramente nos apresentam desafios, surgindo muitas vezes num momento importante, em que vêm ajudar-nos a superar os desafios que nos apresentam. Muitas vezes os Companheiros de Alma reencarnam na figura de nossos pais, mães, irmãos, amigos próximos e muitas vezes acabamos por ter um relacionamento amoroso com eles. Quando não existe qualquer atração sexual com essa pessoa dizemos tratarem-se de “Almas Irmãs”. Em qualquer das situações, são pessoas com quem sentimos uma maravilhosa afinidade, tratando-se de alguém que nos compreende sem precisarmos de nos justificar e que nos ajuda sempre nas demandas da nossa vida. Os Companheiros de Alma e as Almas Irmãs ajudam-nos a alcançar a maturidade emocional, permitindo-nos aprender a amar com segurança. Que tenhamos a sabedoria e a intuição de (re) encontrá-los ainda nesta reencarnação. Você acredita que já encontrou a sua nesta sua vida atual?” 

 

Aquele grande texto me havia sido mandado por watts por Camila, no fim da noite, me tirando o sono. Eu me afastava dela cada vez que ela tentava se aproximar, sentia como se ela, de alguma forma, me fizesse voltar ao mundo real, e eu não queria nunca mais voltar ao mundo real; queria a minha bolha, o meu fantástico mundo de Bob, onde eu só fazia as coisas que queria, só enxergava o que queria....sofrer doía, o mundo real doía, então eu vivia mergulhada nas drogas, e no tempo em que estava sóbria me ocupava perseguindo silenciosamente Dinah. O texto que Camila me enviara me remetia as duas, a Camila e mais uma vez a ela, Dinah...

Não, eu não sentia atração física por Dinah, tinha clareza disso, embora a achasse uma das mulheres mais lindas que eu conhecera. Minha questão com ela era um afeto assustador, que me fazia querer estar perto, cuidar, pedir desculpas, precisava das desculpas dela de forma assustadora, e isso me deixava perdida. Meu corpo, por sua vez, pedia por Camila, ansiava por Camila, mas quando ela estava por perto, eu sentia uma necessidade absurda de mantê-la longe, de afasta-la; assim acabava lhe fazendo mal, traindo-a, subjugando-a. Ela, por sua vez, insistia em me amar mesmo eu sendo um monstro...como explicar isso?! Reli o texto que ela me mandara e comecei a pensar sobre aquilo...se aquela parada toda de reencarnação fosse a vera, como Camila acreditava ser, Dinah seria então uma “alma irmã” e Camila uma “companheira de alma”?! Fiquei com aquilo na cabeça até que decidi responder sua mensagem...

- Porque me mandou esse texto Mila?! Estava quase dormindo e você conseguiu me tirar o sono.

- Era esse o objetivo, fico feliz que tenha conseguido. Perdeu o sono por quê?! Perguntou Camila.

- Porque o texto se parece com você, mas ao mesmo tempo se parece com Dinah. Sei que você tem clareza que não a desejo como mulher, por isso sabes que não compreendo o porquê dela permanecer em meus pensamentos...é como se ela fosse minha “alma irmã”...isso é possível com alguém que eu mal conheço?!

- É perfeitamente possível...por isso se sente tão compelida a aproximar-se dela, embora não a deseje. Quando li esse texto foi exatamente o que pensei, lembrando-me de nossas conversas sobre seus sentimentos por ela e pelas crianças. É como se, de alguma forma, vocês tivessem vivido algo anterior ao acidente, anterior até a essa vida, e de alguma forma um pouco triste, o acidente tivesse reaproximado vocês. Ela ainda não tem clareza disso, mas você já tem. Escreveu Camila, explicando um pouco do que pensava e entendia acerca de encontros além da vida presente.

Lauren permaneceu pensativa antes de responder, precisava entender aqueles sentimentos, mas ainda se sentia tola por cogitar acreditar em vidas e sentimentos passados. Era mais fácil negar, fingir que não se sentia tão familiar a Dinah. Sendo assim, mudou o foco da conversa...

- E quanto a você?! Seria então a minha “companheira de alma”?! Não acha tudo isso muito ridículo Camila?! Perguntei, já a afrontando, pois sempre fazia isso com o intuito de afastá-la, de não deixar que ela percebesse o quão frágil eu era e estava...

- Lauren eu te conheço desde nossa infância. Desde quando ainda éramos só duas magrelas na escola de ensino fundamental e depois no ensino médio, quando você se tornou a bad girl filhinha de papai e eu a herdeira de pais mortos que era bajulada pelos amigos interesseiros. Você era a única pessoa que estava próxima a mim e que não tinha interesse ou pretensões. Eu aprendi a amar isso, na verdade aprendi a amar você com todos os seus defeitos. Se isso é de outra vida ou não, eu não sei, sei apenas que sinto uma enorme necessidade de estar contigo, mesmo que sua forma de lutar contra isso me faça muito mal às vezes...

Aquela última mensagem de Camila tocara Lauren de forma forte, intensa. Sim, elas se conheciam desde a infância, Camila a tirara de tantas encrencas que ela não conseguia nem enumerar...era sua parceira nas melhores e piores horas, e tinham também aquela ligação afetiva e sexual que deixava Lauren louca...queria crer que era só sexo, mas não era, embora lidasse com Camila de forma displicente e por vezes, perversa. Sentia que se fosse uma outra pessoa, Camila já a teria deixado de lado, desistido dela por conta de tantas traições, desrespeitos, mas não, Camila insistia, persistia naquele afeto, naqueles laços.

Fora deitar-se novamente com as palavras escritas por Camila em seu pensamento, e depois que pegara no sono, sonhou...agora claramente podia ver Dinah, Camila, os gêmeos e estranhamente Demetria, a ex namorada da época da faculdade de Dinah, todos em seu sonho, em sua casa. Dividiam o mesmo teto, mas se digladiavam por algo que Lauren não conseguia definir...



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...