História Amor Além da Vida - Norminah - Capítulo 9


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Categorias Demi Lovato, Fifth Harmony, Justin Bieber, Louis Tomlinson, Rihanna, Selena Gomez, Zayn Malik, Zendaya
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Demi Lovato, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Louis Tomlinson, Normani Hamilton, Selena Gomez, Zayn Malik, Zendaya
Tags Allybrooke, Camilacabello, Camren, Demally, Demilovato, Dinahjane, Dinahjanehansen, Dinally, Fifthharmony, Lauren, Laurenjauregui, Laurinah, Normanikordei, Norminah
Visualizações 54
Palavras 1.720
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa noite pessoas do coração!! Antes de mais nada obrigado pelos comentários, pela leitura, por quem favoritou, isso é muitoooo importante para quem escreve, vocês não tem noção!!

Bom, vocês terão o desfecho da situação da ponte e depois uma passagem de tempo na história...vou tentar seguir “em partes” o que vocês me pediram, afinal a fanfic tem uma temática legal que precisa ser desenvolvida...digamos que vou tentar ser o mais leve possível para chegar onde quero chegar, ok?!

Lembrem-se no decorrer dos próximos capítulos...Dinah e Normani são almas gêmeas, elas estão fadadas a se encontrarem nessa e em outras vidas no decorrer da história!! É isso...o capítulo é de passagem, vamos entrar em um momento leve, aproveitem...espero vocês nos comentários!! Bjs

Capítulo 9 - Sobre a vida que insiste em seguir...


Fanfic / Fanfiction Amor Além da Vida - Norminah - Capítulo 9 - Sobre a vida que insiste em seguir...

- Mani me deixa ir, eu não dou conta mais de viver com essa dor...eu tentei, juro que tentei, mas só me vi mais amargurada e perdida em meio ao sofrimento...meu e seu!! Tenho clareza de que só estou te fazendo sofrer com a minha dor, com meu desespero diário. Disse Dinah, agora chorando copiosamente...a única mão que ainda a mantinha presa aquele mundo começava a fraquejar, a desistir, para ela era hora de partir...

- Desculpa Dinah, eu não posso, eu não consigo, sou egoistamente apaixonada por você...e se você me deixar eu também não saberei viver. Dito isso Mani deu um passo rápido à frente e agarrou Dinah pelo braço, uma fração de segundos que separava vida e morte, seguir em frente ou desistir.

O passo de Normani foi o suficiente para que Lauren, que assistia a tudo, fosse rápida o suficiente e pulasse o parapeito e se colocasse agarrada ao corpo de Dinah, impedindo que ela fizesse qualquer outro movimento.

- Agora se você for, vai precisar me levar junto Dinah. Eu só saio daqui com você, seja lá para baixo, seja para você dar uma nova chance a sua esposa de te provar que vocês podem seguir em frente. Disse Lauren, entre o desespero e a certeza de que não deixaria Dinah se jogar, nem que pra isso precisasse arriscar sua vida. Imóveis, Normani não soltava do braço da esposa, enquanto Lauren simplesmente não movia um único músculo, agarrada com os braços em torno do corpo da loira, que chorava em seu ombro. Depois de alguns minutos naquela angústia o corpo de bombeiros chegou até o local e terminou o processo de resgate através de seus profissionais preparados para aquelas situações, sedando e levando Dinah para um hospital indicado por Normani, que seguiu junto aos paramédicos que já estavam também no local.

Embora quisesse entender quem era aquela pessoa que havia arriscado a vida para salvar Dinah e que conhecia a loira pelo nome, Mani não teve tempo; quando buscou a morena de olhos claros ela já havia se evadido do local, havia simplesmente evaporado depois que Dinah fora colocada na ambulância, mas isso não passou despercebido da advogada, que seguiu na ambulância, mas se perguntando ainda quem era aquele anjo da guarda que havia impedido que Dinah se jogasse. Depois que a situação se acalmasse procuraria aquela pessoa, precisava agradecer pessoalmente por sua coragem, sua determinação em salvar sua esposa.  

Horas, dias, semanas se passaram...Dinah permaneceu internada sob cuidados intensivos, primeiro em um hospital de urgências, depois em uma clínica especializada em questões de saúde mental. Psicólogos e psiquiatras, atendimentos individuais e grupais, medicamentos, terapias alternativas e naturais...Normani usou tudo e todas as possibilidades, tudo voltado para a questão da possiblidade de superação dos impulsos suicidas, da depressão que assolava a esposa. Um percurso longo e doloroso não só para Dinah, mas para sua família, para Normani, seus amigos, para Lauren, que mesmo a distância, acompanhou dia após dias os avanços da loira. Uma rede de cuidados, amor e carinho se formou, produzindo em Dinah, com o passar dos meses, a sensação de responsabilidade pela felicidade daqueles que a cercavam e acima de tudo, a sensação de que precisava viver...por ela, pelas pessoas que a amavam...

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NOVE MESES DEPOIS...

- Normani correeeee que Maria Judith fugiu de novo e deve estar se acabando no meio do jardim!! Gritou Dinah da cozinha, onde preparava o almoço de domingo.

- Amor essa cachorra louca não pode ver um monte de terra ou de areia que acha que é funcionária da construção civil e quer trabalhar fazendo buracos; eu não consigo conter ela, a demônia da Tasmânia não me obedece. Gritou Mani, da frente da TV, onde via a final da liga de basquete americana.

- Normani Hamilton, eu tenho certeza que você não levantou a bunda do sofá para impedir a demônia da Tasmânia de destruir de novo o nosso jardim...se eu for ai vocês duas vão ficar sem almoço e vão dormir na rua essa noite. Gritou mais uma vez Dinah, terminando uma lasanha, a favorita da esposa.

Antes que ficasse sem seu almoço, Normani rapidamente levantou do sofá e foi verificar o que a cachorra adotada em um canil público da cidade, estava aprontando. Desde que haviam superado aquele primeiro momento depois da tentativa de suicídio de Dinah na ponte, um dos terapeutas da loira havia lhe recomendado dedicar um tempo a um animal; no começo Dinah foi contra, não queria que parecesse substituir seus filhos por um animal, mas com o tempo passou a frequentar o canil público e acabou por se apaixonar pela cadela, tendo assim Maria Judith entrado em sua vida....como um tornado!!

Embora da raça Dalmata, a cadela havia nascido cega, e por conta disso fora abandonada já adulta nas ruas para morrer, o que não ocorreu graças a um grupo de protetores de animais, que a levara para o abrigo público. De início desconfiada e arredia, agora acompanhava Dinah por toda a casa usando seu faro para encontra-la, tornando-se uma fiel companheira para sua dona em todos os seus momentos.  

- Então mais uma vez você está cavando esse maldito buraco Maria Judith?! Eu fico me perguntando onde você pensa que vai chegar por ai....se continuar assim vamos perder aquela lasanha que eu sei que você também adora, e pra piorar vamos dormir no frio, sua escrota!! Disse Normani, acariciando a cabeça da cadela e a puxando pela coleira, guiando-a até a torneira para lavar sua cara suja da terra preta, própria para o jardim da pequena, mas aconchegante casa.

Nove meses haviam se passado desde a morte de Christopher e Clara...casa nova, nova rotina de vida, de trabalho. Dinah voltara para a universidade algum tempo depois de sair da clinica onde se recuperou, já Normani reorganizara toda a sua vida profissional para passar boa parte do seu tempo com a esposa, o que lhe conferiam maior qualidade de vida, novos planos e metas. Todas as investigações sobre o acidente se guiaram para dois funcionários da grande empresa bélica, o que não satisfez Normani, pois ela sabia que aquilo não era real, mas, para não ficar remoendo lembranças ruins, a advogada preferiu deixar que o tempo se encarregasse de desmascarar aquelas mentiras...o tempo era senhor de todas as verdades, ela acreditava!!

Se para Normani aquela mentira já não parecia fazer diferença, para Lauren a vida parecia não ter seguido em frente. Salvar Dinah da tentativa de suicídio só a deixou ainda mais obcecada e perdida em seus devaneios, o que nos nove meses seguintes a aproximou ainda mais das drogas e da vida errante, de uma espécie de suicídio involuntário, do qual ela mesma não se dava conta. No pouco tempo que dormia tinha sonhos constantes com Dinah, nos quais ela dividia a mesma casa que a morena, mas enfrentavam-se na briga pelo amor de alguém, alguém que Lauren não conseguia identificar a fisionomia, mas que também sempre aparecia em seus sonhos. Isso a intrigava, a instigava a se aproximar, mas o medo de ser descoberta ainda era uma constante em sua vida, então ainda usava de “encontros aleatórios” com a loira para tentar saber como ela estava, como andava vivendo. Dinah, por sua vez, optou por não aproximar-se tanto de Lauren, que na sua cabeça era Laura; sentia que gostava demasiadamente da morena, mas ela lhe trazia lembranças ruins, fosse das crianças, fosse da tentativa de suicídio, e mesmo de algo que ela não conseguia definir claramente; era como se Lauren, todas as vezes que se aproximasse, trouxesse para ela a sensação de dor e sofrimento, embora não soubesse explicar o por que.

Dor e sofrimento...não, as dores, todos os sofrimentos, as lembranças, a saudade de Christopher e Clara não haviam passado por um dia sequer. Havia dias longos, onde Dinah e Normani só se permitiam sentir...sentir a dor da partida, a dor de nunca mais poder rever, abraçar, sentir os filhos...esses dias elas agora passavam juntas com suas famílias e amigos, sem isolar-se, sem bloquear uma da vida da outra, essa era uma das regras da nova vida, e elas estavam conseguindo seguir em frente.

Aquele domingo, especificamente, era um dia triste, era o dia que completavam nove meses da morte das crianças. Mas, para que ele não fosse mais um dia triste, ambas resolveram que o passariam com a amiga Ally, que seria a convidada especial para aquela desejada lasanha de domingo...passava das 11:30 quando a campainha tocou e Normani, junto com Maria Judith, foram até o portão receber a amiga e companheira de trabalho, que não estava sozinha, para surpresa de Normani...

- Parece que alguém está surpresa por me ver junto da minha baixinha. Disse Demetria, passando o braço sobre o ombro de Ally, e dirigindo a palavra a Normani, que parecia surpresa com sua presença.

- Digamos que eu não imaginava que você viria Demi, mas você é muito bem vinda em nossa casa. Disse Normani, claramente contrariada com a presença inoportuna. Por mais que Demetria tivesse sido uma peça importante na recuperação de Dinah, Mani ainda não conseguia sentir confiança naquela “amiga” da família.

- Desculpe não ter aviso Mani, na verdade Demi dormiu lá em casa e hoje, como eu disse que viria almoçar com vocês, ela acabou por vir também, para saber como vocês estão e ver como Dinah está na recuperação. Disse Ally, com um sorriso apaixonado nos olhos, Era claro que elas estavam juntas, mas nem assim Normani sentia segurança na presença da garota.

- Claro Ally, não precisa se explicar. Vamos entrar que Dinah está terminando de preparar o almoço, e como vocês devem estar sentindo o cheiro, ela está fazendo aquela lasanha que deixa a gente louca amiga. Disse Normani, abrindo caminho para ambas passarem. Era a primeira vez que Demetria ia à casa nova, e logo foi recebida com rosnadas fortes de Maria Judith, o que para Mani era um claro sinal de que suas desconfianças não eram infundadas...

Uma nova fase da vida de Normani e Dinah havia se iniciado, uma fase mais leve, mais focada na busca da felicidade do que no sofrimento pelas perdas do passado, porém, alguns espíritos de tormenta ainda as acompanhavam sorrateiramente, o que, de alguma forma, não deixaria a paz reinar por muito tempo...



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