História Amor Apocalíptico - Capítulo 15


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Categorias The Walking Dead
Personagens Abraham Ford, Carl Grimes, Carol Peletier, Daryl Dixon, Enid, Eugene Porter, Gabriel Stokes, Glenn Rhee, Maggie Greene, Michonne, Morgan Jones, Negan, Paul "Jesus" Monroe, Personagens Originais, Rick Grimes, Rosita Espinosa, Sasha, Tara Chambler
Tags Amor Apocalíptico, Carl Grimes, The Walking Dead, Twd
Exibições 133
Palavras 1.409
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


OLÁÁÁÁÁ LHAMANICÓRNIOS DO MEU CORAÇÃO
CÁ ESTOU EU NOVAMENTE
COM MAIS UM CAP
Esse ficou sem ação mesmo
Mas é só uma garoa antes da tempestade
Isso mesmo
Vocês ouviram (leram) certo
TEMPESTADE
Beijos e aproveitem

Capítulo 15 - Shut your mouth Carl


Fanfic / Fanfiction Amor Apocalíptico - Capítulo 15 - Shut your mouth Carl

-O que você acha que aconteceu? -eu sussurrei para Carl. Ele me abraçou de lado enquanto encarava Judith que dormia.
-Eu não sei.
-Você nunca me contou exatamente como sua mãe morreu - eu disse depois de um tempo em silêncio. Seu corpo se tencionou e ele abaixou o olhar.
-Não quero falar sobre isso.
-Sabe Carl -eu falei e ele me olhou. -Todos temos algo sombrio no coração. Não se pode fugir do que existe dentro de você.
-Eu sei -ele concordou fechando o olho. - Só não quero me lembrar.
Ficamos em silêncio, e então eu o abracei. As vezes eu era tão sem noção. Não deveria ter falado nada, sequer o cobrado por não me contar. Era algo doloroso, ninguém deveria de ter que matar a própria mãe. Alguém bateu na porta e eu me separei de Carl, levantando e pegando minha arma. Carl se aproximou da porta e com cuidado a abriu, revelando ali Padre Gabriel.
-Um morador acabou de cometer suicídio. Estamos indo rezar uma missa para ele.
-Eu não vou -Eu disse e ele me olhou.
-Você deveria - ele disse e eu ergui as sombrancelhas em sarcasmo. - Todos são bem-vindos na casa do pai.
-Religião é uma demência coletiva - eu disse fazendo Carl soltar uma risadinha.
-Não tem opinião que eu concorde mais - ele disse e eu ri.
-Puxa saco.
***
-Eu vou tomar um banho -Carl disse me olhando. -Você tem capacidade de tomar conta dela enquanto eu saio por 20 minutos?
-Você vai ficar duvidando de mim quando sair e deixar nossos filhos comigo? -perguntei indignada e ele riu.
-Ai que bonitinha -ele disse apertando minhas bochechas. -Você quer ter filhos.
-Por que não iria? - eu perguntei e ele deu de ombros.
-Se não percebeu estamos no meio de um apocalipse.
-Se não percebeu -eu disse rindo. - somos nós quem devemos repovoar a terra.
-Ta - ele disse sedendo. Carl caminhou até seu armário, pegou algumas roupas e foi em direção ao banheiro. -Só... Toma conta dela.
-Não sou desnaturada -gritei quando Carl fechou a porta o fazendo rir. Caminhei até o berço onde Judith estava e me abaixei em sua frente. -Oi Judy. Tudo bom pequena?
-Pudim, pudim -ela repetiu e eu ouvi uma risada de Carl vinda do banheiro.
-Para de rir palhaço -eu gritei para ele e Carl deu uma gargalhada. Judith balançou os bracinhos em minha direção e eu a peguei no colo.
-Katy, Katy -ele repetiu e eu soltei um gritinho rindo.
-Carl do céu - eu o chamei sorrindo e logo em seguida eu ouvi um "hum?" -Ela disse sua segunda palavra!!
-Espera que eu não te ouvi -ele gritou e então o chuveiro foi desligado. Minutos depois ele apareceu na porta sem camisa e secando seus cabelos com a toalha. Senti minhas bochechas esquentando e ele riu da minha cara. -O que?
-Ela disse "Katy" -eu falei sorrindo e ele levantou as sobrancelhas se aproximando e ficando cara a cara com Judith.
-O meu nome você não diz né danada -ele disse e ela riu, jogando os bracinhos para frente e apertando as bochechas de Carl. Eu ri e ele fez uma careta.
-Judy, fala Carl - eu falei para ela que riu.
-Cal - ela disse e ele sorriu.
-Ha! -ele gritou me dando um susto. -Viu, ela disse meu nome.
-Só porque eu pedi -eu falei e ele fez uma careta. A porta foi aberta e eu olhei para Rick que estava parado na mesma.
-Pai -Carl falou animado. -Ela disse meu nome!
-Mas disse o meu primeiro -Eu falei colocando a mao na cintura fazendo Rick rir.
-Esta com fome Judith? - Rick perguntou para a bebe que balançou os bracinhos em sua direção.
-Pudim, pudim -ela disse e ele riu a pegando no colo.
-Vou dar a ela o que comer -ele disse sorrindo e saindo do quarto.
-Rick - eu o chamei e ele parou na porta. -Quem se matou?
O sorriso dele foi embora do rosto e Rick suspirou.
-William.
***
"... Eu a amava tanto e ela se foi junto com todos aqueles que eu um dia amei. Eu tentei mas não aguento mais ter que esperar uma vida para vê-la novamente. Confesso que tenho andado depressivo. Nada mais disperta meu interesse a não ser a ideia de ficar com ela. Eu morro internamente a cada segundo longe dela. Tudo esta negro aqui dentro. Eu preciso dela comigo, neste exato momento. Sinto tanto a sua falta minha querida May. Daqui a alguns minutos, quando eu passar para o outro lado eu lhe prometo, meu amor, vou transformar seu sobrenome Lewis em Turner." - Olhei para Carl pasma. Will havia escrito uma carta antes de se matar, uma carta justificando sua morte.
-Ele se matou para ficar com a garota que ele amava -Carl disse me olhando. -Aquela garota nem gostava dele e ele se suicidou para ficar com ela!
-Não é suicídio se você já está morto por dentro -Eu disse levantando os olhos da carta e olhando para Carl que me encarou indignado.
-Katherine... Pare com esses pensamentos psicopatas -ele disse e eu ri. -Credo.
-E não é o que nós somos? Psicopatas matam porque em sua mente isso é necessário para a sua sobrevivência. -eu disse e ele abriu a boca para falar. Eu o cortei com um gesto. -Não é o que fazemos? Matamos para sobreviver. Nós nos tornamos psicopatas, assassinos, serial killers. É o que nós somos agora, é no que o mundo nos tranformou.
-O que vocês estão fazendo aqui? -me virei devagar ao ouvir a voz de Glenn da porta do antigo escritório de Deanna. Coloquei a carta disfarçadamente de volta na mesa.
-Estavamos... -eu comecei pensando em uma desculpa.
-Tendo uma conversa em particular -completou Carl e eu concordei violentamente com a cabeça. Glenn se aproximou e olhou a carta, suspirando logo depois.
-Não era para ser um segredo -ele disse e eu suspirei aliviada e ele riu. -Se fosse Rick não teria comentado que ela existia.
-Não creio que ele se matou por aquela vaca -eu falei pensando em May, a garota dos cabelos cor de rosa. Glenn fez uma careta e Carl riu.
-Tenha mais respeito com os mortos -ele disse.
-Eu atiro na cabeça dos mortos -respondi e eles riram quando minha barriga roncou. Me levantei da cadeira onde estava sentada, peguei minha aljava e colocando nas costas e saindo da sala. -Vou indo... Estou com fome, e eu fico de mau humor quando estou com fome.
-Você esta sempre com fome -Carl disse e eu apontei o dedo na sua cara enquanto voltava para pegar o arco que tinha esquecido.
-Exato.
***
-Carol -eu cantarolei quando cheguei em casa e senti um cheiro maravilhoso de comida sendo preparada. Entrei na cozinha da forma mais meiga que tinha e ela me olhou rindo. -O que você esta fazendo?
-Lasanha -ela disse sorrindo e eu sorri.
-Eu amo lasanha -eu disse a fazendo rir. -Quer ajuda?
-Na cozinha não, já esta tudo pronto, só tenho que por no forno -ela disse eu assinto. - Mas se você conseguir reunir todos eu agradeceria. É difícil termos uma refeição todos juntos.
-E lá vamos nós atrás dos membros da nossa estranha família da pesada -eu disse saindo da cozinha e subindo as escadas. -Tem alguém aqui? Não? Beleza.
Quando eu estava quase descendo as escadas Carl colocou a cabeça para fora do quarto.
-O que você quer Kat?
-Grosso -eu disse e ele riu.
-Eu não fui grosso -Carl falou rindo de mim enquanto eu cruzava os braços. Ele caminhou até mim e me envolveu em um abraço que eu não retibui. -Vai me deixar o vácuo mesmo? Eu não fui grosso, você sabe disso.
-Você prendeu meus braços -eu falei e ele riu se afastando.
-Desculpe -ele disse me dando um selinho.
-Carol me pediu para chamar todos para almoçar -eu falei e ele concordou.
-Vou com você -ele disse e se virou de costas para mim se abaixando. -Sobe.
-Sério isso? - eu perguntei rindo e ele concordou.
-Anda logo -ele disse e eu ri, pulando em suas costas.
-Qualquer gracinha eu te mato -ameacei envolvendo meus braços em seu pescoço.
-Vou levar isso totalmente a sério Vossa Alteza -ele disse divertido e eu dei um tapa em suas costas quando ele começou a descer as escadas.
-Cala a sua boca Carl.


Notas Finais


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UM QUEIJO
E TCHAU!


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