História Amor assassino - Capítulo 27


Escrita por: ~

Postado
Categorias Mirai Nikki
Personagens Yuno Gasai
Tags Drama, Mirai Nikki, Romance, Yuno Gasai
Exibições 14
Palavras 1.222
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Escolar, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Bem, hoje tô um pouco mais animada para escrever, então já vou lançar outro capítulo. Escrever me ajuda também a lidar com o meu nervosismo :c Amanhã eles vão dar os boletins para quem não pegou recuperação e, bem... To bem nervosa. Não deram as notas de matemática ainda, entãão... Só amanhã vou saber ;-; Sem mais delongas, boa leitura ^^

Capítulo 27 - Konbanwa, para Sempre


Fanfic / Fanfiction Amor assassino - Capítulo 27 - Konbanwa, para Sempre

Estávamos deitadas, prontas para dormir. Olhava para o escuro, ouvindo a chuva do lado de fora. Peguei meu celular, me cobri totalmente e fiquei ali, cuidando as horas. Eram 01:15 da manhã, a 01:30 iria botar o plano em ação. Minha ansiedade fazia eu me mover loucamente no sofá, virando de um lado para o outro. Tentei ficar parada para parecer que estava dormindo, porém... Estava ansiosa e alegre demais. Vê-la do jeito que quero... Detida, no chão... Me faz sorrir. Nesse mesmo pensamento, um sorriso psicopata se abriu em meus lábios, deixando meus olhos arregalados, junto. Se isso me incomoda? Nem um pouco. Amo sentir esse... Prazer. Amo o prazer sentido quando vejo o sangue derramado de todas as pessoas que tentam nos atrapalhar, seja um garoto, ou uma garota. 

O relógio marcava 01:30 da manhã, me deixando elétrica. Me descobri e, devagar, fui me levantando, para ir até a cozinha. Meus passos foram cobridos pelo gritante som do temporal a nossa volta, deixando apenas trovões e raios cuidarem do som. Chegando na cozinha, iluminei meu caminho com a luz do celular, procurando por uma gaveta. Oh, achei! Com cuidado, a abri, olhando inúmeras facas, limpas e brilhantes em um pano sedoso. Peguei uma, me certifiquei que era afiada e voltei para a sala. Em passos cautelosos novamente, me aproximei de Uryuu, sorrindo. Ela estava de costas para o sofá, virada lateralmente para a esquerda. Me abaixei, no lado oposto, e cheguei perto de seu ouvido, já com a faca em mãos. 

- Durma bem, Minene Uryuu. - Uma risada abafada se surgiu, enquanto eu levantava o braço que segurava a faca. 

- Obrigada. 

Uryuu se virou, segurando meu braço, me jogando contra o chão. Tentei atacá-la, porém ela tirou a faca de minhas mãos. Estava perplexa, sem movimento dos braços. Mas... Minhas pernas estavam livres. 

- Ora, ora... Garota inocente. Acha que eu não prestei nenhuma atenção nos comentários de Akise-kun, enquanto jogávamos Verdade ou Consequência? Sem contar os inúmeros olhares furiosos que lançava para mim e Yukiteru quando nos abraçávamos... Estava ciente do perigo. Você realmente... Não vale nada. Não é para o Yukiteru. - Ouvia com atenção. Sua voz, rouca e ríspida, fazia um arrepio percorrer meu corpo. Porém... Não sinto medo algum. Meu desejo de vê-la morta permanece e, vou lutar até realizá-lo. 

- Acha que vencerá? - Falei, soltando um riso, com o mesmo olhar que Akise-kun lançava para mim. Mas, mais sombrio e aterrorizante. Ela me olhava, assustada, enquanto eu a olhava de modo psicopata. 

- Vou fazer o possível para deixar Yukiteru longe de você. 

- Ah, é mesmo? - Ri. Ela me olhou ainda assustada. Pude ver o medo em seus olhos. 

Durante a risada, pude ver tanto medo como pena em seu olhar, fixado em mim. Pude notar sua tremedeira, forçando os dentes, respiração acelerada. Não estava apenas assustada com o que eu estava fazendo, mas também com o fato de que poderia morrer. Confesso que, vê-la dessa forma... Não me traz pena de matá-la. Apenas mais vontade. Ela simplesmente vai ter o que merece, não é? 

Continuei com o sorriso no rosto e, conforme eu percebia sua fraqueza, deixando meus pulsos cada vez mais livres, a chutei para cima de mim. Ela deu um grito de susto e, num gesto rápido peguei a faca, que estava próxima. Quando fui acertá-la, ela rolou para o lado e, rapidamente, se levantou. Merda! Estava com a faca nas mãos, com o sorriso. Um riso queria sair, já estava lá a muito tempo. Deixei-o escapar, mas o abafei, para que os garotos não pudessem ouvir. Ficamos apenas nos olhando por alguns minutos, quando a vi se aproximando do celular. Fui direto para cima, mas... Ela sabe esquivar! 

- Tch... Você é uma boa oponente, Minene. 

Ri, novamente. Ela continuava no silêncio. Vi a luz do seu telefone brilhar, já em suas mãos. Ela não pode contatar alguém... Fui para cima, tentando cortar sua mão, mas... Como esperado, ela desviou. Sorri, vendo que meu plano deu certo e, passando as mãos por trás das costas, de maneira que ela não conseguia ver, por causa do escuro, troquei a faca de mão, arrancando seu pulso esquerdo. Enquanto ela urrava de dor, olhando para o próprio braço, fui para atrás dela e tapei sua boca. 

- Shhhh.... Silêncio e... Konbanwa. 

Levantei o braço com a faca, pronta para matá-la, com meu olhar e sorrisos paralisados. Meu desejo iria se realizar. O prazer me fazia suspirar e rir. Mas... Rapidamente, ela largou o celular e, com a mão direita agora livre, arrancou minha mão de sua boca, tentando se afastar. Porém... Já havia perdido muito sangue, estava fraca. Meu plano deu certo, não o seu, Minene. 

- SUA... YUKITERU NÃO SERÁ SEU! EU NÃO PERM--

Sua voz foi calada pelo ferimento que fiz e-m seu pescoço, cortando suas cordas vocais, fazendo-a gargarejar sangue. Me afastei, vendo-a sofrer, com uma vontade imensa de rir. 

- O que dizia, Uryuu? Ele já é meu. E não será você que nos interromperá. 

Sorria e ria, com a faca em mãos. Sua tentativa falha de falar era notável, embora nós duas já soubéssemos que era impossível falar naquele estado. Apenas assisti essa cena, me deliciando com o sangue que gotejava, ela tossindo esse sangue, o sangue em meu rosto... Era fantástico! Esse prazer... Que vontade de gritar! 

- ... .... ... . . . . . . ..... . ....!! - Ela claramente tentava falar, porém... Apenas tosse e mais sangue saíam de sua boca. 

- SUAS ÚLTIMAS PALAVRAS, MINENE URYUU! - Sussurrei, meio que gritando. A luz de um raio brilhou sobre seu rosto, e então pude ver... Lágrimas? Me aproximei e... Ela estava chorando. Suas lágrimas corriam lentamente pelo seu rosto, pingando no chão, se misturando com o sangue derramado de sua garganta. Ela abriu a boca, tentando falar novamente, mas tudo que saiu foi um gargarejo, com mais sangue pingando de sua boca. 

- Konbanwa, Minene Uryuu. - Falei, séria dessa vez. Ela me olhava assustada, porém... Um sorriso se formou em seus lábios. 

Outro raio iluminou a sala, gritando no céu. Cravei a faca em sua cabeça, fazendo-a cair. Seus olhos estavam arregalados, se igualando aos da garota do filme. Era uma sensação... Fantástica! Igual como me senti em matar as outras vadias... Isso me deixa ótima! 

Tirei a faca de sua cabeça, deixando com que mais de seu sangue maravilhoso pingasse, em meu rosto e no chão, principalmente. Estava apreciando a cena, quando ouvi passos. Não foram passos rápidos, mas fortes, de maneira que eu pudesse ouvir. 

- Tch.,. - Murmurei, quase num sussurro. Comecei a tremer, nervosa. Quem estaria descendo? Seja lá quem fosse, iria me descobrir, assim me revelando para Yukkii!

Fui até duas janelas e, com uma pancada, as quebrei. O vento soprava fortemente, levantando meus cabelos. A velocidade dos passos foi aumentando, e, bem, eu não posso sair daqui, senão vai ficar muito óbvio! O que posso fazer?!

- ... Droga! - Sussurrei, olhando para a faca, e depois para região lateral da minha cintura. 

O vento frio e forte congelava meu rosto, e assobiava, parecendo um fantasma. A faca caía lentamente sobre plantas do lado de fora da casa, enquanto eu caía no chão, no mesmo ritmo em que meus olhos se fechavam. 

 

 

 

 


Notas Finais


Lembrando que minha criatividade para títulos é uma merda ;w; Me desculpem. Qualquer erro, não deixem de me dizer >< Espero que tenham gostado e, até a próxima >3<


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