História Amor assassino - Capítulo 25


Escrita por: ~ e ~LittleSheWolf

Postado
Categorias Jeff The Killer
Personagens Jeff, Personagens Originais
Exibições 77
Palavras 1.839
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Consegui não dormir...
Agora vou cair na cama...

Capítulo 25 - Conhecendo o terreno: Luize


Fanfic / Fanfiction Amor assassino - Capítulo 25 - Conhecendo o terreno: Luize

Isabel pov'on 

Depois de arrancar algumas informações da Elizabeth, procurei minha próxima vítima. acho que agora vou escolhe a garota que achou que eu iria podar o Slender, ela me pareceu muito corajosa, mais do que esses medrosos que acham que qualquer coisa que eles façam resulta em morte. o que pode ser verdade. 

-você! - apontei para o ser estranho que não soltava Slender - abre o bico agora! 

???: primeiro lugar: não tenho bico! respeite uma devota de Bastet! - isso explicava o motivo de ela ter uma pose tão altiva.

Luize pov'on

Como ela era capaz de ameaçar um creepypasta tão forte e não ter medo de morrer? o que ela já teve com meu Slender? acho que vou torturar alguém hoje depois dessa conversa. ela me olhava com uma cara de: quero saber mais sobre você, acho que se ela pudesse invadir minha mente,  ela o faria sem piedade. suspirei pensando no quão insistente ela podia ser, mas não era só isso que tomava meu cérebro,  que cheiro de cachorro é esse?

Smile: "o cheiro de cachorro sou eu"

- Bastet amada! - dei um pulo e agarrei com as pernas e braços a cabeça do Slender - de onde tu saiu caneta sho sho 

Smile: "devota de Bastet, não lhe farei nada, sou da paz  senhorita"- olha o sorriso desse bixo -"conte sua história ou a senhorita Isa vai parir de tanta curiosidade"

Flash back 

Minha vida era consideravelmente normal, a única coisa estranha eram o número de gatos que me seguiam. minha mãe costumava dizer que os gatos gostavam de mim pelo fato de eu ter um coração puro. não era fácil viver só o fato de ter uma pele cor de canela já dificultava minha vida nos Estados Unidos. sempre era isolada por causa do preconceito racial, mas eu sempre dava um jeito de mostrar que todos podiam se aproximar de mim, porque eu não era má como diziam.

Quando entrei no mercado de trabalho, logo voltei a sentir o racismo que muitos tinham, perdi muitas oportunidades por causa disso. mas nunca me deixei abalar, eu havia descoberto que possuía a bênção de Bastet e que ela era o motivo de tantos gatos me amarem. por onde eu passava, deixava comida e água para os bichanos, mas esse trabalho voluntário nunca era reconhecido, o que logo me levaram a chamar de bruxa. para mim bruxas eram seres que matavam animais, os controlavam e eram maléficas, não sabia o motivo de ser chamada assim.

Logo surgiu uma oportunidade única, minha mãe precisava de cuidados médicos e eu precisava de dinheiro para bancário os custos. aceitei o emprego sem ver os antecedentes da empresa ou se quer conhecer o CEO que me queria como secretária. no meu primeiro dia fui com roupas conservadoras para não passar má impressão e não usei maquiagem no rosto. no caminho percebi que os gatos estavam mais carinhosos e faziam questão de me acompanhar de um grupo ao outro.

CEO: bom dia! - ele abriu um largo sorriso - será minha secretaria pessoal e deverá ir à minha sala sempre que eu pedir e fazer tudo o que eu mandar sem questionar, certo? 

- sim senhor... - deixei a frase no ar para que ele se apresentasse.

CEO: Carlos. va para ar sua sala e fique atenta a tudo.

Fiz o que ele pediu e iniciei meu dia de trabalho. organizei todas as suas pastas de reuniões, marquei as que nos favoreciam e as que nos prejudicariam, marquei reuniões de acordo com sua agenda que constava em meu computador. sempre tive facilidade em administrar diversas coisas ao mesmo tempo, nada me distraia. terminado o meu trabalho relaxei na cadeira e fiquei atenta a qualquer coisa que pudesse acontecer. meu telefone tocou.

Carlos: venha a minha sala agora senhorita... - lembrei que ele se quer sabia o meu nome

- Luize... - ele desligou logo depois. me levantei e segui para sua sala - me chamou senhor? 

Carlos: sim - ele apertou um botão e logo ouvi o som do trinco da porta - quero que faça algo por mim.

Nesse momento eu já estava atenta a tudo ao meu redor, eu estava trancada em uma sala com um cara que acabei de conhecer, Santa Bastet, o que vai acontecer?  ele se levantou e veio em minha direção, vi ele descer suas mãos às calças e começar a abri-las na minha frente. logo que entendi o que iria acontecer tentei sair, mas ele me segurou firme.

Carlos: não vai querer perder o emprego e ver sua mãe morrer, não é? - como ele sabia?

Ele não esperou uma resposta de mim e logo abaixou suas calças expondo seu membro duro e batendo em minha cara. quando percebeu que eu não iria fazer nada, ele puxou meus cabelos e me fez abrir a boca, ele enfiou eu membro dentro e logo começou a se mover. ele gemia alto sem qualquer pudor e me fazia engolir todo o seu membro asqueroso.

Carlos: isso puta, chupa gostoso! - ele gemia a todo momento, logo ele gozou dentro da minha boca - engole tudo vadia. 

Eu me senti suja, mas não acabou por ae, ele me puxou da cadeira e levantou meu vestido. entrei em pânico, ele não seria capaz, seria? ele rasgou minha calcinha  e logo enfiou seu membro dentro de mim, senti uma dor enorme ao perceber que minha pureza havia sido rompida, ele não esperou eu me acostumar com o volume e logo começou a se mover fundo e rápido.

Carlos: patinha virgem? estava esperando por mim hein cadela! - ele puxou meus seios para fora e os apertou com força,  tudo o que pude fazer foi gritar de dor - isso, grita mais, tão apertada! 

Ele ia cada vez mais fundo e com mais brutalidade, ouvia seus gemidos escaparem de sua boca e me perguntava, será que não sabiam o que acontecia aqui? senti ele soltar meus seios e pegar algo no paletó, logo ele me fez abrir a boca e botou uma mordaça e amarrou firme. 

Carlos: vem cá - ele saiu de dentro de mim e me puxou para uma sala ao lado da sua, nela havia uma mesa - se debruce nela.

Eu não ia fazer nada, mas ele me empurrou e amarrou meus braços na mesa e um de meus tornozelos ao pé da mesa e o outro ele prendeu em cima da mesa. era uma posição constrangedora, me sentia exposta. senti ele colocar algo em meu clitóris e enfiar algo no meu ânus. logo ele voltou a me invadir com a mesma intensidade de antes.

Carlos: isso vai te ajudar querida - ele disse e apertou um botão colocando um controle remoto próximo ao meu rosto. - gema pra mim, grite pra mim e  goze pra mim. 

Senti algo vibrando e logo meu corpo respondeu aos estímulos me deixando excitada, o que facilitou seus movimentos. ele é botou algo para mim cheirar e logo me senti estranha, aquela não era eu.  ele tirou a mordaça e um gemido escapou de meus lábios.

- Carlos!  - não,  não era eu

Carlos: isso me aperta mais - ele meteu mais fundo e aumentou a intensidade dos vibrado rés me deixando ainda mais perdida. - geme mais minha puta!

- AAAHHH! CARLOS!!! - eu não tinha controle de nada

- quem é minha puta? - ele gruniu 

- eu sou tua puta! - droga

Carlos: isso mesmo! - ele é gozos dentro de mim mas não parou de se mover.

Foram horas naquela tortura até que anoiteceu e ele se cansou, foi o que eu pensei.

Carlos: na minha casa hoje - ele deu as costas e me deixou só.

Depôs disso foram várias as vezes que ele abusou de mim, até permitiu que mais de 4 homens participassem de tudo. ele sempre me drogada para tornar tudo mais fácil para ele. não sei quanto tempo se passou até eu ouvir uma voz que me chamava. essa voz sempre me chamava para segui-lá. 

Foi quando cometi meu primeiro assassinato. uma garota na ia ser abusada sexualmente próximo a onde eu morava e logo senti uma vontade estranha. salvei a garota e sequestrei sei agressor. não sei o que me guiava, mas acabei por fazer uma oferenda a Bastet com toda a minha devoção. a partir daí fui fazendo cada vez mais oferendas. 

Nem sei quando me perdi no tempo, só percebi quando um ser sem rosto me chamou para fazer parte de sua família. de novo ouvi aquela voz, o cara se apresentou como Offender e logo me levou a uma caverna onde ficamos nós dois enquanto ele procurava por mais pessoas para seu grupo.

Algum tempo depois fomos para uma mansão enorme, foi ae que o vi. ele estava dando uma bronca no Link por ter feito sei lá o que, estava dando certo, isso até um gato preto pular em sua cabeça e fazer ele se virar para mim. corei quando fui pegue em flagrante.

Slender: " a que devo a honra de ter tão bela dama nesta humilde residência? " - Offender logo apareceu e lhe deu um tapa na cabeça . 

Brigas entre os dois depois,  eles contaram muitas coisas sobre a garota que devíamos proteger e falou algo sobre os moradores, mas ninguém estava dando importância. todas estávamos querendo saber o motivo de ouvirmos alguém nos chamando em alguns momentos de nossas vidas e o motivo de atualmente ter ficado mais frequente. 

Flash back off

Depois de relatar tudo a garota,  ela continha lágrimas nos olhos e logo começou a chorar e saiu correndo. o palhaço gótico foi atrás dela e logo um cara branco pulou as escadas e seguiu os dois, olhei a cena confusa e logo percebi vários olhares para mim.

- que foi?

Slender: "vamos morrer" - ele e  os demais não ficaram 5 segundos normais e logo começaram a correr com as mãos nos cabelos e gritar.

Olhei para as garotas com cara de tacho sem entender nada. mas algo dizia que ela era muito perigosa para deixar um monte de assassinos apavorados desta forma. mesmo os que eu acreditava ser fortes estavam com medo. e ninguém explicava nada, foi ae que assassinos pularia começou. 

Não sei o que Toby e Masky tinham na cabeça ao correr olhando para trás,  mas doido é  assim mesmo. logo eles se bateram, o que resultou em um beijo que resultou em briga que resultou em fogo? não entendi nada, só sei que eles estavam brigando, Ben estava jogando bolas de fogo para apartar a briga, o que resultou em mais briga. e logo todos estavam se matando em um montinho de briga. nem Slender ficou de fora, mas logo alguém joga uma cueca na cara da garota que havia acabado de chegar.

Garota: 5 segundos - e todos sumiram - 4,3, 2,1...

Eu e as garotas saímos correndo enquanto engula gritava quem pegar os briguentos vai ficar vivo e comer doces comigo. claro que corríamos para pegar eles. acho que as apresentações vão ficar para o dia seguinte, há que estamos a caça dos briguentos e do dono da cueca que só Deus sabe da onde surgiu.



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