História Amor assassino - Capítulo 27


Escrita por: ~

Postado
Categorias Jeff The Killer
Personagens Jeff, Personagens Originais
Exibições 48
Palavras 1.473
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Eu sou uma falha na edição de imagens, eu sei....
Como não achei uma albina de olhos vermelho e azul, fiz isso com a imagem...
Boa leitura..

Capítulo 27 - Conhecendo o terreno: Yume


Fanfic / Fanfiction Amor assassino - Capítulo 27 - Conhecendo o terreno: Yume

Isabel pov'on

Me deitei no sofá sentindo o cansaço da barriga, caraca esses pequenos pesam. esperei as meninas voltarem com os fugitivos e tentei descobrir o dono daquela cueca, levando um basta de um susto quando constem que era de ninguém menos que Hoodie. suspirei ao sentir um cafune na minha cabeça e uma massagem nos ombros, em uma hora dessas é sempre bom ter dois lindos rapazes para cuidar de você. passei a mão na barriga lembrando do meu pequeno que perdi e da promessa que fiz a Toby, quero nem saber que nome ele está pensando, vai que é algo estranho ou sem graça.

- estar grávida cansa! - suspirei

Toby: mas a culpa não é só da gravidez, ouvi o Masky dizer que você está gorda... - lembrei na hora onde ele se escondia quando comia o que eu gostava e encontrei ele.

- Masky, Masky, Masky...

Masky: disse meu nome três vezes, tô fundido - ele tentou correr mas usei um dos tentáculos para prende-lo - pai nosso que estais no céu,  santificado seja...

- tá doido? - wtf, ele rezando?

Masky: vai que Deus me ajuda e me trás a salvação! - toquei a cabeça del na parede e ele desmaiou.

- Ana!!!! o Masky pirou!!! - ela apareceu com a cara dizendo: o que aconteceu - ah, isso? eu bati ele na parede pra ver se dava certo.

??? : agora sei porque ele nunca se machuca quando cai das árvores. - olhei para a tal garota e ela já percebeu o que eu queria - vamos sentar, assim você não se cansa tanto.

Yume pov'on

Sinceramente, ver o cara que você está aos pés ser nocauteado com um golpe não é uma coisa que se queira ver. mas ao menos descobri o motivo dele já ter caído tantas vezes de cabeça e nunca ter se machucado. agora entendi o medo dos demais com relação a filha de Lúcifer, ela realmente é muito forte, só não sabe controlar. vi ela jogar Masky nos braços daquela maldita enfermeira e logo fuzilei ela com meu olhar, só espero que ela não se aproveite dele...

Isabel: relaxa, ela é comprometida com alguém muito poderoso - ela interrompeu meus pensamentos. assenti com a cabeça e comecei meu relato.

Flash back on

Eu fui abandonada em um orfanato por causa de meus olhos bicolores, na época eu era uma recém nascida. as senhoras do orfanato ficaram tristes quando me encontraram, elas me diziam que eu era muito linda quando pequena.

De acordo com o que fui crescendo fui apresentada a algumas supostas famílias, que morriam de medo de mim por causa de meus olhos. cada vez que uma família me rejeitava isso tornava-me um alvo de chacotas no orfanato. mas o que piorava tudo eram meus longos cabelos brancos ,  eles tornavam meus olhos mais vivos e intensos, o que causava medo nas pessoas. lembro de usar tinta guache para pinta-los e as senhoras rirem quando me viram completamente colorida.

O tempo ia passando e eu ia crescendo cada vez mais, meus cabelos não escurecia de maneira alguma, vários médicos explicavam que era por causa de um gene raro que eu tinha. eles até pediram amostras do meu sangue e coisas do tipo. dizer a uma pré adolescente que ela é especial é o mesmo que dar doces a uma criança. mantive contato com eles para sempre poder ajuda-los nas pesquisas, foi assim até aquele dia.

Estava um lindo dia ensolarado quando percebi na volta para casa uma movimentação estranha. me sentia ser seguida e coisas do tipo, achei ser paranóia e voltei o mais rápido possível para o orfanato buscando descobrir se estava tudo bem e constar que era tudo paranóia minha. 

???: olha quem chegou! - um cara estranho falou olhando para mim - venha comigo e todos vivem.

- NAO! - so então me dei conta de que estavam todos amarrados e tinha mais dois homens apontando armas para minha família.

???: seja uma boa garota e eles soltam sua "família" - levantei as mãos em sinal de rendição.

- só me deixe pegar uma bolsa e alguns pertences - ele assentiu e me seguiu. Se me lembro bem, as senhoras guardavam uma katana antiga no guarda roupa. Achei e logo abri um sorriso.

???: o que é isso?

- um presentinho para você  - empenhei e é em um único movimento silencioso sua cabeça foi decepada.

??? 2: está tudo bem cara? - ouvi a voz de outro homem e me escondi, fingi a melhor voz de assustada

- a cabeça dele voou!! - logo os dois caras entraram correndo e eu os matei sem dó. - estão todos bem?

Eles me olhavam horrorizados, olhei para minhas roupas e vi elas pintadas de vermelho, meus longos cabelos brancos estavam vermelhos por causa do sangue que havia molhado ele. embaei a espada e botei no chão com calma, olhei para todos que ainda estavam amarrados e comecei a liberta-los. alguns tremiam quando eu me aproximava, outros relaxavam bastante comigo por perto. a senhora chamou a polícia e explicou tudo. semanas se passaram e logo todos esqueceram do ocorrido.

No colégio vi uma carta em cima de minha cadeira e por curiosidade resolvi abrir, era de Billy, o cara mais bonito do colégio, filho do médico que eu ajudava. sorri contente, nela dizia que ele queria me encontrar depois da aula sozinha no parque a caminho da minha casa. fiquei muito animada e ao fim da aula segui o caminho animada. 

Ao chegar me sentei em um banco esperando Billy chegar. assim que vi ele, me levantei e o cumprimentei formalmente.

Billy: Yume, eu quero lhe dizer que... - ele ia se declarar!! que sonho!! - sinto muito 

- o que... - um pano foi colocado em minha boca  e nariz e logo meu corpo adormeceu.

Acordei em um lugar estranho usando uma coleira e com uma corrente amarrada ao meu tornozelo, fora isso eu estava nua. olhei ao redor desesperada, só lembro de Billy pedir desculpas e depois tudo apagou. tentei me soltar das correntes mas era impossível, a luz se acendeu me cegando por um momento e logo vi o pai de Billy e uma equipe médica se aproximarem de mim.

Pai de Billy: essa é a garota que lhes disse senhores. vejam seus olhos e cabelos - ele me puxou pelas correntes e me expôs para o grupo - perfeita cobaia não? 

Entrei em desespero, o que ele queria dizer? tentei falar algo, mas a coleira me deu um basta de um choque, tradução: se falar vai doer. fiquei calada depois da experiência. logo ele abriu a gaiola e me pegou no braço.

Ele me levou para uma sala estranha e logo me acorrentou a mesa completamente exposta. vi os médicos se prepararem para uma cirurgia e entrei em pânico, logo eles começaram a me torturar sem parar. eles abriram meu abdômen sem anestesia e começaram a observar os meus órgãos. desmaiei em seguida.

Não sei quanto tempo eles faziam isso, mas sempre era a mesma coisa, torturas e desmaio, nunca soube o que faziam comigo, até que um dia percebi que eles me esqueceram solta. sai da gaiola e vi a espada que matei os meliantes a um tempo atrás,  peguei ela é procurei por roupas.

Devidamente vestida e armada segui adiante procurando uma saída. abri várias portas e sempre que encontrava alguém,  eu matava. abri todos e lhes fiz morrer enforcados com suas próprias tripas, assim eles morreriam sentindo a mesma dor que eu senti naquela mesa. matei todos daquele lugar e fugi.

Fui encontrada por Liu quando eu estava matando, e e ele logo me acolheu e cuidou de mim. ele me contou sobre o irmão e tudo o que iriam passar e o que já haviam passado. por causa disso resolvi seguir ele e logo acabei vendo Masky quando chegamos na mansão de Slender e fomos apresentados a todos.

Tive uma queda ou abismo quando vi ele, como ele pode ser tão bonito daquele jeito? seu rosto era lindamente esculpido e ele parecia ser de porcelana,  como se eu fosse quebra-lo só de olhar. mesmo depois de dias na mansão ele se quer me dava bola. 

Aprendi depois de tudo o que passei que não devia confiar em homens, mas não entendia o motivo de confiar tanto em Masky. ele parecia ter medo de ficar próximo a mim e sempre que podia ter algum contato ele me perguntava se era permitido. 

Flash back off

Isabel: mas esse Masky tá doido mesmo! - ela nem era escandalosa - como não percebeu que você tá ato na dele do que ele na sua?

- ele não está na minha - soltei triste.

Isabel: então aquele olhar apaixonado era para mim? - ela tá doida só pode - ele deve ter percebido o seu medo, vou falar a ele que você está apaixonada por ele.

- tá doida?? - ela sumiu! acho que está na hora de preparar para o furacão Masky... que vergonha!!!

 


Notas Finais


Amanhã respondo os comentários por que o sono não deixa. ..


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