História Amor Assassino ~{Hiatus}~ - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Assassino, Yandere, Yanderes
Exibições 15
Palavras 1.592
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Yooooooo pessoas!
Resolvi postar essa fic já que estava com ela na cabeça a muuuuito tempo!
Minha primeira fic escrita com um personagem "Yandere" e que vai ter muita ação e cenas bastante fortes :V
Bem, espero que gostem da fic! ^^
Boa leitura~

Capítulo 1 - Capítulo 1


  -Jake Winston-

O garoto estava todo sujo de sangue, com hematomas bastante visíveis e de uma tonalidade roxa de tanto que apanhou. Ele gemia baixinho e lágrimas escorriam pelo seu rosto inchado. Me surpreendia por ainda não ter desmaiado como a maioria fazia, e olha que estávamos nessa brincadeira havia quatro horas.

- Por favor... acabe logo com isso - ele implorou seguido de um soluço.

Sorri de um jeito sádico. Ele finalmente tinha começado a clamar pela morte e isso tinha me animado mais ainda, aquela voz chorosa e cheia de medo era como música para meus ouvidos...

- Essa é sua punição por chegar perto dela - ri loucamente quando o menino sussurrou "desculpe" repetidas vezes.

Fui até o canto do meu arsenal e peguei um balde, enchendo-o com água de uma torneira que tinha por perto e despejando no garoto. Tudo o que ele podia fazer era manter a cabeça baixa e continuar chorando e implorando, já que as correntes que o amarravam na cadeira não permitia seu movimento.

Pelas duas horas seguintes eu o torturei com choques elétricos enquanto o interrogava. Sentindo-me saciado e com respostas suficientes, dei a facada que lhe tirou a vida.

~*~

-Chris Madison-

O dia estava quente e ensolarado, causando um calor desgraçado naquela manhã de terça-feira. Eu tinha acabado de sair de um banho frio e refrescante e me vestia, colocando um short jeans, uma blusa preta com estampa do Mickey e um coturno da mesma cor da blusa.

Eu não ligava muito para a moda, de modo que escolhi aleatoriamente a roupa e o sapato. Me olhei no espelho do quarto e gostei da combinação, a opinião dos outros não me importava de qualquer forma. Contanto que eu me sentisse bem com o que vestia, estava tudo bem.

Desci as escadas e logo senti o cheiro de panquecas sendo feitas. Minha barriga reclamava de fome, já que nem tinha jantado na noite passada e por instinto, minhas pernas seguiram o aroma das deliciosas panquecas até a cozinha. Minha mãe cantarolava algo enquanto colocava a comida nos pratos e pegava uma jarra de suco de laranja da geladeira.

- Bom dia, mãe - falei com um sorriso.

A loira se virou alarmada com as sobrancelhas erguidas por culpa do susto, mas logo retribuiu o sorriso quando me viu.

- Bom dia, querida!

- Seu bom humor está irritante hoje - disse brincando. - Aconteceu algo?

O sorriso de Cléo se alargou.

- Talvez eu receba uma promoção! - ela contou feliz da vida. - Hoje vou conhecer o chefe da empresa e se ele gostar de mim, vou ser trabalhar como sua secretária!

- Tem certeza? Pensei que as secretárias ganhassem o mesmo salário.

- Esse é diferente - seus belos olhos verdes estavam brilhantes de animação, então não falei mais nada, com medo de estragar sua felicidade.

Minha mãe sempre foi batalhadora, mas depois que aquela dívida do meu pai veio avassaladora e ele fugiu nos deixando com um grande problema, ela passou a duplicar as horas de trabalho. Aos poucos fomos perdendo coisas da casa ou vendendo para pagar a tal dívida e ainda precisamos mudar para um pequeno apartamento de um andar. Eu quase não a via em casa e por isso passei muito tempo sozinha, até começar a sair e ficar nas casas de minhas amigas jogando conversa fora para ter alguma distração. Teve até uma época que ela possuía três empregos para conseguir nos manter pelo menos alimentadas! Depois de um tempo consegui um emprego em uma lanchonete para ajuda-la a pagar as contas.

- Filha? - minha mãe falou me tirando dos devaneios.

- Perdão, não ouvi.

- Eu perguntei se você não gostaria de sair comigo hoje a noite para comemorar. Se eu conseguir a "promoção", claro.

Pisquei sem entender.

- Sair? A gente pode gastar dinheiro assim?

Mamãe revirou os olhos e se sentou para comer após encher nossos copos de suco.

- Alguma vez na vida precisamos nos divertir. Esquecer um pouco dos... problemas.

Pensei por alguns segundos antes de responder:

- Tudo bem. - Cléo bateu palmas. - Mas... Só podemos gastar até $70 reais e nem um centavo a mais!

- Claro, mamãe - rimos e terminamos de tomar café.

  Depois de escovar os dentes e terminar de me arrumar, minha mãe e eu caminhamos até a escola. Já que ela passava o dia ocupada e quase não nos víamos, ela sempre me levava para o colégio de manhã. Poderia até ser atitude de criança, a mãe levando a filhinha para a aula e talvez vergonhoso para alguns que não gostavam de ter os pais por perto na frente dos amigos...

Mas para mim era diferente.

Eu tentava ficar o máximo de tempo que conseguia com a mulher que me trouxe ao mundo, minha amiga, minha mãe, minha única família.

Os outros não entendiam o que era ficar só, ser assombrada por uma dívida enorme e ter medo de que a qualquer hora possam vir bater na sua porta e tomar sua casa e tudo que te pertence. Não entendiam como era ficar sem dinheiro a maior parte do ano e não poder sair para se divertir sem se preocupar com os gastos e as contas, ou comprar uma mísera balinha porque toda moeda ia para o cofrinho para ajudar a pagar a renovação da matrícula. Não entendiam o que era ter um pai desprezível que deixa a mulher e a filha de doze anos (atualmente 17) sozinhas e foge sem se importar com as duas.

Eles não tinham noção do inferno que eu vivia.

- Parece que você tem um admirador - minha mãe riu, me tirando novamente dos devaneios.

- Quem? - perguntei percebendo que já estávamos na porta do Colégio Santa Agnes.

Mamãe apontou discretamente para um garoto que estava encostado em uma árvore na frente da escola. O pátio da frente estava lotado de alunos e me perguntei como ela tinha conseguido prestar atenção naquele menino em particular.

Olhei para o garoto que eu reconhecia, o nome dele era Jake Winston e estávamos na mesma classe. Ele não falava muito mas era bastante popular (principalmente entre meninas) e possuía uns dois amigos.

Meus olhos verdes cruzaram com aquelas duas safiras azuis e o moreno rapidamente desviou o olhar e saiu andando apressadamente.

- Vejo você mais tarde - minha mãe beijou minha bochecha e me despedi dela antes de entrar no prédio.

~*~

As aulas foram passando rapidamente e já estávamos no segundo recreio. Eu andava pelos corredores indo em direção ao refeitório onde minhas amigas estariam me esperando.

Enquanto seguia meu caminho, uma mulher um tanto familiar saiu da sala do diretor, com o rosto todo vermelho e com lágrimas escorrendo sem parar. Ela dava passos rápidos e em alguns segundos desapareceu do meu campo de visão. O que diabos teria acontecido para ela estar daquele jeito?

Quando cheguei na cantina logo avistei Rachel e Daniela sentadas conversando com o Jean na nossa mesa de sempre (no fundo do refeitório, perto da parede de vidro que dava uma visão do pátio).

As gêmeas acenaram para mim loucamente como se dissessem "vem rápido, sua lesma!" e corri até meus amigos.

- Você demora demais! - Dani exclamou.

- Você não faz ideia do babado! - Rachel balançava as mãos impacientes.

- É um assunto sério - Jean parecia abalado.

- O que foi? - perguntei me sentando ao lado do Jean.

- Sabe Cameron Harper? - começou Dani e eu assenti. - Olhe para a mesa da Coraline.

Me virei discretamente para olhar a mesa onde uma Coraline de olhos vermelhos de tanto chorar estava cercada por seus amigos, que a consolavam.

- O que aconteceu?

- Olhe ao redor e tente escutar algo - Jean sussurrou no meu ouvido.

Passei a observar o local atentamente e prestar atenção nas conversas das pessoas. Elas olhavam para a loira que estava aos prantos e cochichavam "coitada" ou "isso é terrível" e outras coisas.

- Conta logo o que aconteceu para a menina estar assim - falei me virando para encarar as minha melhores amigas.

- Você realmente é desatenta - Rachel revirou os olhos e bufou.

- Cameron está desaparecido - revelou Dani. - Ele saiu da escola ontem e não voltou mais. A família chamou a polícia mais ninguém o encontra. A última imagem que tem dele é de uma câmera que o gravou entrando em um beco.

- Depois disso, mais nada - completou a irmã.

Jean estava olhando para suas mãos, pensativo.

- Eu vi a mãe dele saindo da diretoria. - falei me lembrando da mulher. - Estava acabada.

- Eu...

- Com licença - alguém tocou no meu ombro esquerdo.

Virei-me e encarei Jake Winston com um sorriso meigo.

- Eu gostaria de falar com você - ele falou docemente. - Queria pedir um favor.

Olhei meus amigos e eles estavam quietos. Daniela me fitou como se dissesse "cuidado" e começou a conversar com os outros dois que estavam sentados.

Diferente da irmã, Daniela Santiago odiava o Jake por motivos desconhecidos e sempre me alertava sobre ele.

- Claro - disse eu me levantando e o seguindo.

Saímos do refeitório e caminhei na frente. Estávamos seguindo para a sala de aula quando senti algo duro e frio se chocar contra minha cabeça e desabei no chão.

  Só consegui visualizar o lindo garoto de olhos azuis e cabelos negros me erguer em seus braços e me levar para longe antes de perder a consciência por completo...



Notas Finais


Então... É isso! Desculpe qualquer erro de digitação :V
Espero que tenham gostado e comentem deixando sua opinião ^^
Até o próximo cap! (ou não)
~♡~


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