História Amor Assassino - Capítulo 16


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Ação, Bts, Romance, Terror
Visualizações 20
Palavras 963
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi gente, desculpem-me por não ter postado semana passada, mas eu estava viajando e ontem faltou internet na minha casa, então aqui está cap, novinho e quentinho, saído do forno

Capítulo 16 - Capítulo quinze- Hackear


Fanfic / Fanfiction Amor Assassino - Capítulo 16 - Capítulo quinze- Hackear

Capítulo quinze. – Hackear

 

Day 9

 

No dia seguinte Cater começou a pegar amostras do sangue do Suga, J- Hope e do Jimin para continuar com a fabricação do soro e enquanto os homens estavam ocupados com os seus deveres eu fiquei bisbilhotando na internet o possível local onde o Matt poderia estar, eu não era muito boa neste tipo de busca, hackear sats para achar aquele cara, contudo era o mínimo que eu podia fazer naquele momento. Mas devia admitir que meus olhos estavam começando a lacrimejar depois de ficar tanto tempo olhando para uma tela de computador, sem falar da minha coluna que a cada movimento se estralava! Ok, eu realmente não estava em uma situação muito boa, mas o que mais eu poderia fazer?

Eu me perguntava se era possível aquele cientista ainda estar aqui no Japão, mesmo que fosse o mais provável que não, afinal aqui está uma bagunça! Não que os outros países não estejam também, mas sei lá, acho que minha intuição feminina diz que ele não deve está mais aqui. Provavelmente se ele for o culpado de toda essa treta, sem dúvida teria se refugiado em outro lugar. Subitamente uma mão pousa sobre o meu ombro enquanto eu estava em meio dos meios pensamentos, e ao sentir o toque daquela mão eu me assustei, mas depois olhei para trás e enxerguei o garoto de cabelos esverdeados, Suga, que olhava para o computador que se encontrava a minha frente.

 

- Vou ajudá-la, sou bom nas áreas da tecnologia. - Falou com um semblante meio sonolento.

Quando eu confirmei que aceitaria sua ajuda, ele puxou uma cadeira e a posicionou ao meu lado, logo em seguida eu coloquei o notebook em uma posição onde eu e ele pudéssemos olhar bem para as pesquisas. Então esticando seus braços o menino começou a digitar rapidamente como se aquelas teclas fossem parte do seu corpo, eu estava impressionada pela sua astúcia como hacker! Seus olhos acompanhavam a leitura digital sem deixar uma letra passar sem ser notada, mas devo dizer que mesmo assim, mesmo com aquela impressionante precisão de dígitos, Suga estava conseguindo achar dificuldade em encontrar o nosso objetivo, contudo após passar um longo em meio daquelas pesquisas chatas, nos dois conseguimos achar uma possível hipótese de terem gravado um cara parecido com Matt nos Estados Unidos. Ótimo! Vai ser uma moleza falarmos com ele. Olhamos um para o outro e deixamos o silêncio nos reinar, o que deveríamos fazer agora? 

Foi aí que eu tive a ideia de procuramos imagens e vídeos em outras câmeras e o possível número de telefone dele, foi uma ideia quase impossível, mas após se espreguiçar o garoto falou que iria fazer o que eu havia dito, assim ele poderia ficar livre para poder ir dormi. 

 

™   —

 

 

Uma eternidade se passou e após horas nos conseguimos acha-lo em Nevada, legal! É onde fica a área 51. Ok, mas voltando... Encontramos ele, contudo o seu número estava fazendo nossos neurônios se queimarem, estava muito difícil, e por estarmos muito casados nos dois decidimos descansar e esperar nossos músculos e mentes relaxarem assim para voltarmos ao trabalho. Suga avisou que iria para o seu quarto dormi e voltava em vinte minutos, eu assenti e me estiquei o máximo possível naquela cadeira que não estava nem um pouco confortável.

- Trabalhando muito? – Perguntou uma voz familiar.

Direcionei meu olhar para Jimin e percebi que seus olhos estavam fixos em mim.

- Um pouco, nunca imaginei que fosse tão difícil encontrar uma pessoa pela internet.

Park riu e se sentou na cadeira que estava sendo usada pelo garoto de cabelos verdes.

- Você não passou muito tempo com aquele garoto não? – Perguntou arqueando uma sobrancelha.

Balancei-me um pouco como se fosse uma criança e o encarei.

- Só estava trabalhando, não precisa se preocupar.

Ele não disse nada, apenas continuou a me olhar. Eu estou falando a verdade seu bobo, não precisa ficar todo desconfiado. Jimin desviou sua atenção para a tela e viu a imagem do homem que estávamos procurando, um franzimento apareceu em sua testa e logo depois ele sussurrou para se mesmo “O que realmente aconteceu?”, Devo dizer que eu estava neste mesmo dilema, querendo ou não, eu queria saber a verdade que estava sendo escondida de todos e queria saber o mais rápido possível antes que eu celebro apagasse de vez.

Naquele momento, enquanto o garoto se mantinha distraído, cautelosamente eu me inclinei até ele e ao perceber uma movimentação Jimin virou sua cabeça e foi neste momento em que eu coloquei meus lábios sobre os seus, talvez eu estivesse precisando daquilo naquele momento, um toque gentil e bondoso de seus lábios que sem hesitar se abriram para aprofundar o beijo quente. Sua mão se estendeu até a minha nuca e ficou afagando ela, aquele menino parecia às vezes inseguro, eu também, mas às vezes era necessário mostrar um pouco de confiança um para ao outro para as coisas se aquietarem.

- Desculpe, estou agindo como um namorado muito ciumento não é?

Namorado... Ao escutar aquela palavra meu coração saltou, meus olhos brilharam e meus braços o entrelaçaram em um abraço apertado. Estávamos namorando, poderia ser um pouco de idiotice para algumas pessoas ver essa minha reação, resumindo as suas falas seriam bem agressivas como: “Mas que porra é essa? Você é uma menininha ou o que para agir dessa forma?”, basicamente seria isso, mas eu não posso fazer nada, é essa felicidade que está percorrendo por todos os meus sentidos.

- Só um pouco, mas fique relaxado e continue fazendo sua parte que eu continuarei a fazer a minha, ok?

Ele confirmou e se afastou com um pensamento mais confiante. Ok, como as coisas se acalmaram é melhor eu informar o relatório para Jay.

 


Notas Finais


espero que tenham gostado, comentem


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