História Amor Bandido... - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~Sophii-Chan

Postado
Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Chloé Bourgeois, Gabriel Agreste, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nathanaël, Nino, Personagens Originais, Plagg, Sabrina, Tikki
Exibições 73
Palavras 296
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Hentai, Policial, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi meus pandinhas!
Cap curto mas tudo bem. Vamos lá!

Capítulo 2 - A Decisão


Marinette PV on

Quando ia entrar no meu quarto, recebi uma ligação do meu chefe.

- Srta Cheng, soube que Chat Noir acabou de assaltar um banco e ainda está entrando na sala com o dinheiro  (A: No GTA tem uma sala no banco com várias caixas em uns cofres sla, essa é a sala que tô falando). Vá correndo pro banco Itaú  (kkkk) imediatamente.

- Sim, chefe!

Saí de minha casa e fui correndo pro banco. Cheguei lá e vi ele saindo do banco calmamente e o moço do banco encolhido no chão. Apontei minha arma pra ele e disse:

- Renda-se Chat Noir!

- Ah, que inocência, adoro isso! - Ele me preensou na parede e com suas mãos em meu pulso.

- Não sou inocente!

- Olhe só vou te dar um aviso, está mexendo com fogo, menina!

- Esse fogo não tem efeito sobre mim!

- Só vou falar mais uma vez: Está mexendo com fogo, e se você se queimar, não vou me responsabilizar pelo que pode acontecer! - Ele me soltou e saiu correndo que nem flash de lá e esticou um bastão que o fez parar no teto do banco. Ele fez parkour pelos tetos das casas. O segui de carro, até o que aparenta ser sua casa, e anotei o endereço.

Entrei em sua casa, vi ele tirando seu casaco e mostrando um peitoral definido. Ele estava de costas pra mim, o peguei de surpresa e o preensei na parede, estávamos com nossos corpos colados.

- Parece que o jogo virou, não é mesmo?

- Não estou aqui para jogar jogos com uma criança - Ele me jogou pra trás, me fazendo cair. Ele pegou uma arma e apontou para minha cabeça.

- Agora, você não tem escolha, a não ser trabalhar pra mim, você aceita ou prefere... Bem...

- Eu... Eu aceito


Notas Finais


Espero que tenham gostado pandinhas! Beijo sabor Nutella e tchau!


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