História Amor bandido ( Romance Gay ) - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Palavras 1.837
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi meus leitores favoritos :)

Capítulo 9 - O plano


Como eu ia sair de casa?  Aff, estava cansado de ser tratado como criança, esse segurança que minha mãe colocou pra ficar no meu pé está enchendo o saco, mas eles não esqueçam que sou mais esperto do que eles. Hoje é dia de visita e eu vou ir ver Fernando, quero tirar ele daquele lugar o mais rápido possível, mas como eu ia entrar com um tubo de pasta de dente com uma erva medicinal sem eles perceberem? Que droga, mas não vou desistir, não mesmo, nem que eu mande um pombo levar isso para Fernando. Eu estava me vestindo no meu quarto, tenho que dar um jeito de fugir de casa sem meus pais perceberem, e eu ja tinha uma ideia.

- Mãe? - Comecei a gritar desesperadamente.

Ela vem correndo para meu quarto preocupada.

- Oque foi meu filho? - Ela me olha.

- Eu não estou bem mãe, minha cabeça dói muito. - Comecei a fingir um choro.

- Deixa eu ver se você está com febre. - Ela coloca a mão no meu rosto. - Você está muito quente Vitor.

Eu tinha deixado o secador no modo quente e direcionado para meu rosto, acho que deu certo.

- Quero ir para o hospital mãe. - Falei olhando para ela.

- Vou chamar o doutor Márcio aqui. - Ela imediatamente pega o celular do bolso.

- Não. - Falei. - Me leva para o hospital.

- Porque o hospital, se ele pode te atender em casa?

- Eu prefiro mãe, lá já tem os medicamentos.

- Tudo bem, vou com você.

- Não precisa, deixa que o segurança vai. - Sorri.

- Não vou deixar você ir com segurança para hoslital, você não está bem Vitor.

- Eu tenho 19 anos mãe, por favor.

- Ok.

Consegui, pelo menos sair de casa eu estava conseguindo, agora o jeito é me livrar desse segurança, eu ja tenho minhas cartas na manga. Fomos direto ao hospital, Adolfo ficava me olhando pelo retrovisor do carro, eu estava com muita raiva dele por ter feito aquilo. Chegando ao hospital o médio me mandou para um quarto para ser examinado, aquele segurança quis entrar comigo dentro do consultório, mas não deixei, ele ficou ao lado de fora do consultório. Quando o médico chegou, olhei para ele e comecei a rir.

- Obrigado Adriano por me ajudar nessa. - Falei sorrindo para ele.

Eu sabia que era o plantão de Adriano. Eu já havia ficado com ele, mas como a vida dele é muito corrida não deu muito certo.

- Oque vai aprontar, Vitor? - Ele fala me olhando.

- Você sabe como meus pais me tratam, eu só quero um tempo sozinho, só isso. - Tentei disfarçar.

- E a ambulância que você pediu para eu emprestar para você? - Ele é a única pessoa que podia me ajudar nesse quesito.

- É pra gravação de um longa que eu estou fazendo para o YouTube.

- Eu não vou me encrencar com isso não né? - Ele levava o trabalho dele a sério.

- Não Adriano, eu prometo que trago a ambulância de volta inteira, agora preciso que você me ajuda a sair do hospital sem esse segurança perceber. - Fiz bico.

- Oque eu não faço por você?  - Ele me olha, parecia que ainda gostava de mim.

- Obrigado! - Fiquei sem garça.

- Vamos. - Ele se levanta.

- Tá.

Ele pega meu braço, e sai gritando.

- Sai da frente, preciso levar ele para a sala de exames. - Ele falava olhando para o segurança.

- Oque está acontecendo com ele doutor?  - Aquele cara pergunta.

- Ele está com uma infecção, precisa fazer exames.

Entramos na sala de exame sozinhos. Tinha uma janela na sala de exames.

- Posso sair por aqui? - Falei olhando para aquela janela.

- Vai lá, eu vou dar um jeito de segurar ele por um tempo. - Ele pega a chave da ambulância. - A ambulância está ao lado de fora, tome muito cuidado, eu peguei escondido.

- Obrigado mesmo Adriano - Fui até ele e o abracei.

- Me traga essa ambulância inteira por favor.

- Tudo bem.

Pulei a janela, e fui em direção a ambulância, a maior parte do meu plano estava indo bem, espero que consiga fazer oque eu quero. Fui para um lugar mais deserto. Liguei para o hacker que tinha conseguido encontrar a localização de Sarah por aquele vídeo. Eu queria que ele entra- se no sistema de telefonia do presídio, para que na hora que eles ligarem para o hospital, eu chegar primeiro com aquela ambulância.

- Você conseguiu? - Falei meio aflito.

- Consegui, oque você quer que eu faça? - Ele pergunta.

- Preciso que você me avise quando eles ligarem para o hospital.

- Quando eles fará isso?

- Se tudo ser certo as 18:00hrs. - Expliquei a ele.

- Tá bom.

Desliguei o celular, deixei a ambulância ali escondida próxima a delegacia, agora como eu vou entrar com essa erva? A segurança ali é muito alta, eles vão revistar cada parte do meu corpo. Liguei para Fátima.

- Onde você está Fátima? - Perguntei indo para o presídio.

- Estou aqui na entrada do presídio.

- Estou indo.

Fui correndo, não demora eu avisto Fátima lá em frente, como eu previa, tem um monte de visitante, isso torna tudo mais fácil para mim.

- Fátima, você trouxe?

- Então... - Ela faz suspense - Sim.

- Ainda bem. - Falei aliviado.

- Isso pode dar errado, Vitor. -Ela estava sendo pessimista.

- Para com isso Fátima, vai dar tudo certo. - Falei bravo.

- Eu espero que sim, tomara que você não nos coloque em perigo.

- Não vou. - Olhei para os lados, as pessoas começaram a entrar. - Você está preparada para a segunda parte do plano?

- Você ainda vai acabar me matando.

- Para de resmungar, vamos logo. - Puxei ela.

Fomos para a fila, Fátima ficou atrás de mim, a fila estava muito grande, mas tudo ia dar certo. Eu liguei algumas horas antes dizendo que era namorado de Fernando, e queria visitar eles, pediram apenas para levar o meu Rg e cpf. A fila começa a andar, começou dar aquele friozinho na barriga, eu estava nervoso, agora era a parte mas difícil, eu estava fraudando a segurança de um presídio. Chegou a minha vez de ser revistado.

- Tire o sapato. - O policial pede.

Eu fiz oque ele pediu, o tubo de pasta estava dentro da minha cueca, começaram a passar a mão em mim para ver se eu não estava com nada, quando estava chegando próximo ao lugar que havia colocado me deu um nervoso enorme. De repente, Fátima começa a gritar desesperada, causando a maior confusão na fila, ela começa a empurrar todo mundo, os policiais voltaram a atenção para aquela confusão. Eu respirei e corri para dentro, ela me olha e da uma piscada, consegui, penso comigo.

- Hey garoto. - O policial chama.

- Oque foi? - Olhei para trás com muito medo.

- Você esqueceu de pegar seus documentos.

- Ah, obrigado. - Que alívio.

Fui correndo em direção ao pátio, Fernando estava sentado sozinho em um canto, quando ele me vê fica muito feliz.

- Amor, você aqui? - Ele corre para me abraçar.

- Oi amor, você está bem? - Pergunto preocupado.

- Estou bem, mas oque você faz aqui?

- Eu vim dar um jeito de te tirar daqui. - Falei sorrindo.

- Como? - Ele se assusta.

- Com isso. - Coloquei a mão dentro da calça.

- Pasta de dente. - Ele ri - Como uma pasta de dente vai me ajudar?

- Isso não é pasta de dente - Olhei para ele.

- Oque é? - Ele não entendia.

- É uma erva.

- Maconha? - Ele continuava o deboche.

- Cala a boca Fernando. - Falei.

- Fala logo então.

- Não vou te falar para você não ficar assutado, mas preciso que você coloque toda essa erva em um copo de água e beba. - Entrego aquele tubo para ele.

- Você me deixou assustado. - Ele fica com medo.

- Você quer sair daqui e provar sua inocência?

- Quero.

- Então faça isso.

- Tudo bem.

Olhei para os lados, estavam um monte de gente nos olhando.

- Acabou a visita. - Um guarda grita.

- Ja? - Fernando resmunga.

- Já vou. - Dei um selinho nele - Faça isso daqui a uma hora.

- Ok, eu te amo Vitor. - Ele olha triste.

Aquele era o primeiro Eu te amo de Fernando para mim, fiquei tão feliz de ouvir aquilo.

- Eu também te amo Fernando. - Falei sorrindo - Vai dar certo.

- Espero que sim.

- Ja vou.

- Ok amor.

Um guarda vem até mim, pedindo para eu sair, tinha dado tudo certo até ai, espero que continue assim. Sai para fora, Fátima estava me esperando.

- Conseguiu entregar a ele? - Ela pergunta vindo em minha direção.

- Consegui, obrigado Fátima, você me ajudou muito.

- E agora Vitor?

- Agora vamos para a ambulância e esperar. - Falei olhando para os lados.

- Que ambulância? - Ela se surpreende.

- Vem comigo.

Levei ela até o local onde havia deixado a ambulância, ficamos esperando a ligação, que de tudo certo. Eu estava tão cansado, o dia foi tão corrido, minha mãe ja tinha me ligado umas dez vezes, provavelmente a essa altura ela ja soubesse que eu tinha fugido. O tempo vai passando, meu celular toca.

- Alô?  - Atendi.

- Acabaram de ligar para o hospital, um preso morreu de infarto.

- Ok, obrigado. - Falei.

Eu corri para chegar primeiro do que a ambulância do hospital. Chegando lá, eles chegam com o corpo de Fernando, era horrível ver ele daquele jeito,ele parecia estar morto. Colocaram ele atrás da ambulância, escuto um guarda gritar para o outro.

- Esse aí morreu.

- Alguém vai acompanhar ele até o hospital? - O outro guarda pergunta.

- Não, depois uma viatura vai até o hospital, ou você acha que o morto vai fugir? - Começaram a rir.

Liguei a ambulância, que alívio, meu plano tinha dado totalmente certo, Fernando estava fora daquele lugar comigo.

- Você conseguiu Vitor. - Fátima fala feliz.

- Sim Fátima, ainda bem.

Levei a ambulância pra bem longe dali. Fomos para uma Fazenda de meus pais, eles não iam nessa Fazenda nunca, tirei Fernando dali de dentro e coloquei no sofá com ajuda de Fátima. Peguei a ambulância e levei até o hospital, as horas foram se passando, peguei um táxi e voltei para a fazenda.

- E ai, ele acordou? - Perguntei para Fátima.

- Ainda não.

- Mas ja se passaram 1 hora.

- Vamos aguardar mais um tempo.

Deixamos a hora passar, mais uma hora se foi e nada de Fernando acordar.

- Vitor? - Fátima me olha triste.

- Oi. 

-  Eu disse que muita gente havia morrido depois de tomar esse chá. - Ela me desanima.

- Não Fátima, por favor, eu não quero perder Fernando. - Comecei a chorar.

- Mas era para ele ter acordado.

- Eu vou esperar a noite toda se for preciso, quero o Fernando comigo, vamos ser muito felizes juntos.

- Sinto muito, eu disse que era muito arriscado.

- Não, por favor! - Gritei.

As hora se passaram, Fernando não acordava, será que ele está morto? Eu não quero perder Fernando, eu o amo. Eu não posso perder Fernando. Fiz tudo isso em vão.

Será que Fernando se foi? 


Notas Finais


Poderá Vitor ter matado Fernando sem a intenção? Só no próximo capítulo pra saber....


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