História Amor, conversa comigo. - Capítulo 1


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Categorias Originais
Visualizações 12
Palavras 397
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Quem sou eu?


Encontrar alguém que se interessa pelos mesmos pontos que você, sempre foi a melhor sensação do mundo. Porém, e se você não se interessa por nada?

A história que conto é de alguém que não se encontrou ainda. Não se sabe o que será da vida, ou até mesmo do que gosta de fazer. Mas tudo pode mudar quando conhece um dos significados do amor. Este alguém que mencionei, se chama Marcos.

Um garoto que sempre viveu de forma simples, sem luxo e sem gozar da vida. Nunca se divertiu além de jogar bola no terreiro do sítio onde nasceu e cresceu até os 12 anos.

Quando se ainda tem uma inocência sobre a vida, sem responsabilidades, preocupações. Ninguém para pra pensar seriamente no que vai ser na vida. Qualquer um pode responder uma pergunta simples como " O que você quer ser" dizendo que quer ser astronauta, policial, bombeiro ou veterinária. Mas convenhamos, poucos dessas respostas é levado para frente.

Marcos, nasceu no interior de São Paulo, em uma zona rural. Vivia com seus avós e sua irmã mais velha. Enquanto seus pais tentavam a sorte na grande São Paulo, ou SAMPA, para os mais íntimos.

Dona Maria Rosa, avó de Marcos, era uma senhora conhecida por sua doçura e simpatia com os animais. Ela dizia que os animais são os seres mais puros da natureza. Nunca matam por prazer, nunca pensam em fazer o mal e nem em dorminar o mundo, tudo oq fazem é por necessidade. Marcos sempre adorou isso em sua avó, e por isso era tão apegado a ela. Já sua irmã sempre foi mais apegada ao avô, pois ela era o xodó do Senhor Eurico, um homem trabalhador que nunca mediu esforços para ajudar alguém que precisava de sua ajuda. Havia uma história em que certa vez, Senhor Eurico salvou uma menina de ser devorada por uma onça que rodiava os gados da família. Ele contava que viu a menina correndo e a onça atras, e sem pensar duas vezes, sacou um canivete do seu bolso e correu para cima da onça, que depois de ferida, fugiu de medo. Por isso que Dona Rosa vivia jogando na cara de vovô que ele não tinha coração, pois a onça estava fazendo aquilo por necessidade. Mas o que dizer parar a vovó, ela não entendia que a vida da menina valia mais que o estômago cheio da onça.



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