História Amor Costurado (Imagine Rap Monster - BTS) - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Amor, Army, Bangtan Boys (bts), Bts, Drama, Hope, Imagine, Jimin, Jin, Jungkook, Kykaifanfics, Rap Monster, Romance, Suga, Você
Exibições 995
Palavras 3.034
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Musical (Songfic), Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá, gente *'*
Primeira One com o Nam delicia e espero que gostem.
Boa leitura!
Sue.

Capítulo 1 - Amor de Army (Capítulo Único)


Fanfic / Fanfiction Amor Costurado (Imagine Rap Monster - BTS) - Capítulo 1 - Amor de Army (Capítulo Único)

Amor Costurado – Capítulo Único.    

 

Quando se é fã de alguém, não conseguimos medir o amor que passamos a sentir por uma pessoa que nem sabe que nós existimos.

É intenso,

É emocionante,

É reconfortante.

Eu sei o que estou falando, pois há dois anos eu sou fã do grupo sul coreano, Bangtan Boys, ou simplesmente BTS.

Amá-los é como se eu tivesse sete amigos que sempre estão comigo, que me acompanham nos melhores e nos piores momentos.

Kim NamJoon, Kim SeokJin, Park Jimin, Jeon Jeongguk, Min Yoongi, Jung Hoseok e Kim TaeHyung são os motivos para os meus melhores sorrisos, sorrisos que ninguém mais é capaz de arrancar de mim, e eles nem sabem disso e nunca saberão.

Os conheci durante uma mudança drástica na minha vida. Eu não queria me mudar, mas os meus pais insistiram muito e, em meio às lágrimas, eu os acompanhei. Foi a mudança mais dolorosa da minha vida. Eu deixei amigos, família, trabalho e tudo que me deixava feliz, até a forma como o povo da minha cidade falava. No meu novo lar, no centro oeste do Brasil, eu mergulhei em uma depressão profunda. Chorava dia e noite, até pensar em acabar com a minha própria vida eu pensei. Meu interior estava destruído e meu físico seguiu o mesmo caminho.

Eu nunca fui um exemplo de corpão, mas devido a minha depressão e ausência de vontade para viver, eu mergulhei na comida e atingi os meus cento e vinte quilos. Tudo se agravou, minha mente se tornou ainda mais perturbada e eu me tranquei em casa. Não suportava a ideia de ser julgada, de poder ser humilhada. Muitas pessoas são cruéis e eu não estava pronta para encará-las.

Todavia, tudo mudou a partir daquele dia. Lembro-me de estar sentada no sofá da minha modesta sala, quando uma das minhas irmãs me mostrou o Mv do BTS. A música era Just One Day. Foi amor à primeira vista. Senti que meu coração se alegrou, minha mente se aliviou e eu consegui sair daquele mar de escuridão e visualizar perfeitamente o que a letra descrevia. Meses depois, eu estava muito melhor. Passei a me dedicar a dança, graças a paixão que eu conseguia ver em Jimin, Hope e Jungkook e tudo que me atormentava foi sendo superado. Hoje, dois anos depois, eu me olho no espelho e sorrio, consigo ver a beleza que há em mim, tanto por dentro, quanto por fora, e não há formas de agradecer aos sete anjos que Deus colocou em minha vida.

Formei-me em Jornalismo e sou editora chefe de uma revista de celebridades muito famosa em todo território brasileiro. Não tenho mais medo de nada, vivo sozinha em um apartamento luxuoso na capital paulista e sempre com meus tão amados fones de ouvidos, que trazem a melodia e as rimas dos garotos à prova de balas.

“Temos que embarcar, amiga” Retirei minha atenção da tela do meu celular e olhei para a morena de cabelos cacheados, olhos negros e corpo repleto de curvas perfeitamente brasileiras.

“Vamos lá!” Me levantei e caminhei junto a minha assistente pessoal, a qual me auxiliaria na cobertura do evento de cultura sul coreana na cidade de Nova Iorque. Adentramos o avião, após entregarmos nossas passagens, e acomodamos a nós e nossas bagagens de mão. Coloquei os fones de ouvido e minha tão amada Just One Day começou a tocar, a qual repetiu e repetiu até que eu acabei pegando no sono. Quando despertei, o avião estava prestes a chegar a Nova Iorque.

“Você dormiu demais.” Dayane falou, assim que a mirei.

“Percebi. Falta muito para pousarmos?” A morena negou e eu peguei meu celular, vendo que o mesmo possuía pouca bateria.

“O que pretende fazer assim que chegar a Nova Iorque?” Levei as mãos aos meus cabelos e os amarrei em um coque, que deixou alguns fios caírem sobre os meus ombros.

“Irei tomar um bom banho e sair, sozinha, para caminhar. Quero pensar um pouco.” A morena assentiu e entramos em um silêncio confortável até o avião pousar em terras Nova-iorquinas. Pegamos nossas mochilas, nas quais possuíam bagagens suficientes para uma semana, e saímos em busca de um táxi, tarefa não tão fácil de ser executada. Nova Iorque é um grande caldeirão, onde há todos os tipos de nacionalidades, estilos, perfumes, personalidades. Um lugar único.

“Vamos!” Olhei para Dayane, que havia acabado de conseguir um táxi. Adentramos o veículo e demos as coordenadas, em nosso inglês perfeito, para o jovem taxista, que nos levou diretamente até o hotel, onde fizemos o registro e nos acomodamos. Desejamos ficar em quartos separados, caso alguma de nós arrumasse uma distração durante a viagem, comportamento não muito correto, mas aceitável, já que éramos amigas e não entregaríamos as nossas pequenas travessuras.

No meu quarto, tomei um bom banho e vesti uma calça jeans, junto a uma regata preta e uma jaqueta de couro em mesma cor, os quais completei com um belo par de botas de salto agulha. Prendi meus cabelos em meu tão amado coque e saí do quarto, não demorando a chegar até o elevador, o qual assim que parou em meu andar, revelou aos meus olhos o ser mais encantador que eu poderia ter a honra de conhecer pessoalmente.

Eu poderia gritar, poderia agarrá-lo, ou dar uma de tiete sem noção e meter meu celular na fuça dele e tentar tirar uma bela self, mas seria estupidez demais. Se tem uma coisa que uma pessoa famosa não suporta, é fã sem noção. Provavelmente, eu seria retirada de perto dele pela policia, a qual o hotel chamaria assim que o ouvissem gritar, e consequentemente do hotel, onde eu seria proibida de entrar. Eu não passaria essa vergonha, não na frente do meu amado líder. NamJoon estava com os olhos presos a mim, e pendeu levemente a cabeça para o lado direito, parecendo confuso com a minha parada repentina.

Ele estava ainda mais lindo; camisa preta de mangas, calça de moletom e Converse. Sorri, tentando manter toda a minha calma, e adentrei o elevador, o qual fechou as portas e me enclausurou junto a um dos sete homens da minha vida.

“Costuma ficar nervosa na presença de estranhos?” Sua voz grave fez com que todo o meu corpo se arrepiasse. Tossi duas vezes e neguei. “Então realmente sabe quem eu sou?” Ele estava com o timbre de voz sério, fazendo-me sentir estranha.

“Conheço o BTS e admiro muito vocês.” O loiro sorriu e se curvou levemente, ato que eu imitei em sinal de respeito.

“Qual seu nome?” Um pouco mais relaxada, respondi. A porta se abriu e assim que cruzei a mesma, ouvi mais uma vez a sua voz tão cativante. “Gostaria de tomar um café comigo amanhã? Talvez possamos conhecer Nova Iorque juntos, pois pelo que percebi, você também não é daqui.” Seus olhos doces esperavam uma resposta minha, a qual eu demorei a dar, tamanha a minha surpresa. Kim NamJoon estava me chamando  para sair! “Tudo bem se não quiser.”

“Não é isso. Eu apenas fiquei surpresa. Podemos tomar café aqui mesmo, mas explorar Nova Iorque, podemos fazer agora. É mais seguro sairmos a noite, pois você poderá se esconder caso alguém nos veja.” Um sorriso cordial adornou seu rosto e ele me acompanhou até a parte externa do edifício “Já comeu? Ouvi falar de uma pizzaria maravilhosa que fica próxima a este hotel. Gostaria de me acompanhar em uma meia calabresa, meia frango com catupiry?” Questionei. A essa altura a tensão já havia sido dissipada e eu me sentia muito mais leve, talvez pelo fato dele insistir em sorrir lindamente para mim. Poxa, ele é um dos responsáveis pela minha felicidade atual, não tem como ser imparcial a isso.

“Aceito, mas eu que pagarei.” Neguei e segurei sua mão sem pensar. Seus olhos se dirigiram até o lugar onde eu tocava e, lentamente, o soltei.

“Desculpe.” Sussurrei, mas fiquei ainda mais surpresa quando ele segurou minha mão e saiu puxando-me em direção à pizzaria. Seguimos de mãos dadas até lá, onde nos sentamos frente a frente e pedimos a nossa refeição acompanhada por vinho.

“Você é de onde?” Nam desfrutava da sua fatia, quando perguntou.

“Brasil. Estou aqui a trabalho.” Continuamos a comer e conversar, até que findamos a refeição e eu paguei a conta, com o discurso firme de que foi eu a convidá-lo. “Deixe-me acompanha-lo até a segurança do seu quarto, meu lorde.” Já sob efeito do vinho, brinquei, gerando risos em NamJoon.

“Está bem.” Adentramos o elevador e as portas se fecharam. O olhei por longos segundos e ele pareceu entender, pois no segundo seguinte o meu corpo estava prensado contra a parede fria do elevador, enquanto nossos lábios desfrutavam de um beijo voraz, o qual só cessou quando as portas voltaram a se abrir.

“Boa noite, Nam.” Sussurrei, sem graça, e o acompanhei se retirar, logo tendo as portas se fechando novamente. Encostei-me a parede e fechei os olhos, relembrando a sensação dos lábios macios do Kim. Meu coração batia forte e eu parecia ser capaz de morrer de tanta felicidade. Retornei ao meu quarto e peguei no sono sem ao menos retirar minha roupa, apenas a bota. A noite foi calma, como há anos não era.

No outro dia, acordei com as batidas insistentes na porta do meu quarto. Levantei-me e caminhei até lá, onde assim que abri, encontrei Dayane, com o olhar sério. “A noite foi realmente boa, não é mesmo? Sua cara está estampada em todos os sites de fofocas e a essa altura tem uma nação de fãs querendo seu corpo sem vida. Onde estava com a cabeça? Ele é um ídolo adolescente!” Minha amiga passou por mim e jogou um jornal contra meu rosto. Na capa estava a seguinte manchete:

Kim NamJoon, líder do BTS, se diverte na noite de Nova Iorque acompanhado por uma bela jornalista brasileira.”

 

“Ai meu Deus!” Caí sentada e comecei a chorar. “Como eles conseguiram isso?” Não consegui nem pensar direito, pois vi alguém passar pela porta.

“Bancou a fã educada para cima de mim, para que no final conseguisse se tornar um furo de reportagem e ainda me expor?” Dayane se retirou, deixando-me sozinha com o Kim, que me olhava irritado.

“Eu nunca faria isso. Eu sou vitima assim como você.” Uma risada sarcástica ecoou pelo quarto e meus olhos se inundaram com as minhas lágrimas.

“Você é uma mentirosa! Vai, pode ir dizer para todos em primeira mão que eu te falei sobre mim, que nos beijamos e que o otário caiu no seu teatrinho.” Meu coração se desfez em milhares de pedaços, pois nem nos meus piores pesadelos eu conseguia imaginar ser o pivô do sofrimento de um dos meus sete anjos. “Some da minha frente! Espero nunca mais te ver.” NamJoon estava caminhando até a porta, quando eu o peguei pelo braço e o fiz me encarar.

“Eu nunca magoaria você, acredita em mim, por favor.” Ele negou e saiu do meu quarto. Magoada, caminhei de volta a minha cama e permaneci lá o restante do dia. Meu telefone não parava de tocar, mas eu não conseguia ter forças para me levantar. O sonho de Army apaixonada acabou rápido demais.

Quando o dia se tornou noite e a noite madrugada, me levantei e saí do meu quarto, caminhando até o elevador, o qual eu usei para chegar até o Heliporto. O vento estava frio e a madrugada carregada de luzinhas, que foram capazes de me acalmar.

“Eu sei que não foi você.” Uma voz doce soou logo atrás de mim e assim que me virei, encontrei Suga, que estava devidamente agasalhado.

“Como chegou a essa conclusão?” O rapaz de cabelos recém-tingidos de preto, se aproximou e falou:

“Seus olhos, eles são olhos de uma pessoa apaixonada. Ele sabe que você é Army?” Arregalei os olhos e neguei. “Foi o que eu pensei. Nossas garotas não são capazes de nos machucar, as verdadeiras Armys nos amam e nos querem bem sempre.” Meus olhos se encheram de lágrimas e Suga me abraçou. “Vou te ajudar a descobrir quem foi o responsável por esse burburinho na mídia.” Me afastei e enxuguei meu rosto.

“Não precisa. Vou retornar ao meu país e deixarei o NamJoon livre desse rumor.” O abracei mais uma vez e saí dali, retornando ao meu quarto e dando inicio a arrumação das minhas coisas. Eu não consegui dormir, caminhei de um lado a outro, até que o relógio marcou três da manhã, hora exata em que bateram na minha porta. Franzi o cenho e fui abrir, me deparando com um NamJoon cabisbaixo. “O que faz aqui?”

“O Suga me disse que está indo embora, e mesmo que eu não acredite na sua inocência, estou engolindo o meu orgulho e resolvi vir aqui para fazer algo que estou com muita vontade de repetir.” Meus lábios foram tomados pelos seus e a porta foi fechada bruscamente. De forma apressada, minhas roupas e as dele foram arrancadas dos nossos corpos. NamJoon deitou-me na cama e passou a beijar e acariciar cada pedaço do meu corpo. Naquele quarto de hotel, apenas os nossos arfares se tornaram audíveis, naquele quarto de hotel, uma felicidade plena se apossou de mim e eu só desejei que ela nunca acabasse.

NamJoon se pôs entre minhas pernas e me fez dele, indo o mais fundo que cada movimento do seu quadril o permitia. Me senti nas nuvens e me entreguei ao prazer pleno que ele, o meu tão amado líder, estava me proporcionando. Nam entrava e saia de uma forma avassaladora, deixando-me completamente entregue e desejosa. Gemiamos a cada novo contato, não nos preocupando com o horário. Ao alcançarmos o ápice do prazer , nos abraçamos de forma aconchegante. “Iremos nos ver novamente?”

“Não. Adeus, Nam!” Me levantei e fui até a varanda, logo após me enrolar em um lençol fino. A brisa fria acariciou minha pele e me marcou, marcou a noite que fiz amor com a pessoa mais especial que eu poderia conhecer durante a minha sutil existência.

Quando retornei para dentro do quarto, ele não estava mais lá, havia apenas o seu doce perfume, então, eu chorei, chorei por que percebi que o amor incondicional de fã foi substituído por algo mais intenso e que estava doendo, doendo mais do que eu gostaria que doesse.  

Assim que amanheceu, deixei Dayane com a responsabilidade de fazer a cobertura e retornei ao Brasil, onde me tranquei em meu apartamento e permaneci lá sem me dar ao trabalho de olhar através da janela; a velha eu apareceu novamente, e nada mais me importava.

(...)

Um mês depois do meu retorno para casa e o meu afastamento da revista, Dayane ligou-me dizendo que o dono, no caso meu chefe, queria me ver em uma reunião na semana seguinte com a direção de uma revista muito famosa da Coréia do Sul. Arregalei os olhos e protelei muito para não ir, mas como eu era a chefe também, não pude fazer nada, apenas arrumei minhas malas e no dia combinado eu estava em Seul.

O frio castigava, mas eu estava me lixando para isso. Fui para o hotel e lá permaneci até o horário da reunião, que ocorreria a noite. Arrumei-me apropriadamente e saí um pouco antes para não me atrasar. No caminho, meu telefone tocou e percebi ser a Dayane. “Oi.”

“Olá. Estou te esperando no estádio, não se atrase!” Franzi o cenho, desconfiada, mas mandei que o taxista mudasse o percurso. Ao chegarmos, percebi que acontecia um show, o qual não pude descobrir de quem era, pois a porta do táxi foi aberta e Dayane me arrancou do carro.

“Vamos, está na hora.” Adentrei o estádio por uma área restrita e parei em frente ao palco. Havia milhares e milhares de fãs e assim que a Intro começou, meu coração gelou. Era o BTS.

Permaneci em choque, até que a apresentação foi cessada e a voz de NamJoon ecoou por todo os cantos do estádio. A luz estava apenas focada nele e seus olhos pareciam procurar algo, que soube ser eu, assim que ele prendeu seu olhar em mim. “Olá, minha menina. Há um mês atrás eu te conheci, foi como amor a primeira vista. Sim, eu não acreditava até que me tornei vitima dele. E olha o que nos aconteceu, fomos separados por uma confusão, que só depois que você partiu eu descobri de onde saiu. Eu não consigo esquecer você, não consigo parar de pensar no quão bom e tê-la em meus braços. Me desculpa?” NamJoon desceu até onde estávamos e pegou-me pela mão, levando-me até o palco, onde a luz focou em nós dois e os primeiros acordes de Just One Day começou a tocar.

Se eu tivesse apenas um dia, gostaria de dormir pacificamente intoxicado pelo seu cheiro doce...” Suga começou a cantar e, um a um, os membros cantaram a música da minha vida. Quando chegou na parte do Nam, ele olhou fundo nos meus olhos e começou a cantar com sua voz grave.

“Sinto muito, talvez eu esteja sendo muito irracional, mas ainda assim, se você me ver algum dia, sorria...” Escutei atentamente cada palavra e, enquanto ele cantava exclusivamente para mim, eu tive a certeza, a plena certeza de que eu passei a amá-lo, não apenas como uma fã, uma admiradora, mas sim como o homem da minha vida, o amor que veio até mim como a brisa leve da primavera. Quando a música chegou ao fim a pergunta crucial foi feita a mim:

“ Você pode, por favor, ficar comigo? ” E, com o olhar preso ao dele, e o coração batendo no mesmo ritmo, eu respondi:

“Sim.” Os braços de NamJoon me envolveram e todos foram a loucura.

Eu fiz a escolha certa, desde o inicio, quando me entreguei a linda paixão que é ser Army.  

 

 

“Sabe por que o amor é costurado? Ele é tecido ponto a ponto, calma e lentamente, para que não haja erros e que a costura fique firme. A costura deve ser feita para a vida inteira, não para ser algo passageiro. Deve suportar os trancos e barrancos; firme, inseparável, inquebrável, assim como a linha que liga duas pessoas que estão predestinadas a ficarem juntas.” Sue.


Notas Finais


Ficou legal? ><


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