História Amor de amigos - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Naruto Uzumaki, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Drama, Hentai, Naruhina, Romance, Sasusaku
Exibições 253
Palavras 1.709
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Yo!
Bom, esta fic era pra ter seis capítulo e acabou passando dos seis. De qualquer forma, o próximo capítulo é final.
Agradeço desde já por gostarem da fic.
Obs: Usarei aspas (") para as trocas de mensagens entre Naruto e Hinata.
Boa leitura
E espero que gostem, fiz pequeno, para deixar todas as emoções no próximo ^^

Capítulo 7 - A identidade revelada


 

Papai ficara apenas dois dias como previsto e fora embora. O mesmo ainda me dissera quando havia chegado do cinema, dois dias atrás para que olhasse minha irmã para que não se machucasse, já que a mesma decidiu tomar conta de sua mãe.

No dia seguinte, na escola Sakura andava no mundo das nuvens, às veze no intervalo nem prestava atenção na conversa, sempre para baixo. Invejei-a quando Sasuke aproximou, lhe dando um ombro amigo.

Nas aulas que se seguiram o que me chamou atenção fora Tayuya, ela estava em sala conversando com Naruto como se ambos fossem melhores amigos. Lembro-me clarividente no dia que o próprio a magoou a minha frente. Terá os dois feitos as pazes? E por que diabos estava me intrometendo?

Aproximei até minha carteira, passando por ele e chamando atenção do loiro que me observou e depois desviou a visão para a garota baixinha de cabelos avermelhados.

– Depois te devolvo, tchau.

A menina respirou exasperada e depois olhou feio para me, antes de sair em sala.

A surpresa fora eu, questionar o loiro depois da saída da garota. Nem acreditava no que estava fazendo.

– Achei que não gostasse dessa garota. – comentei.

– E não gosto.

– Percebi. – ironizei. – Pelo modo que ria não parece.

Ele curvou um sorriso estonteante, para dizer:

– Está com ciúmes da Tayuya?

Corei abruptamente arregalando os olhos:

– Não. Claro que não. Que ideia hein...

Naruto entreabriu a boca, mas o professor já entrava em sala nesse momento pedindo silêncio e organização a todos.

A aula sucedeu longa e cansativa. Fiquei tão exausta que neguei o pedido de Sasuke e Sakura para comer Lámen. Queria minha cama, macia, fofinha e quentinha no momento. Mas daí; lembrei de que o professor de matemática deixara dever de casa.

Já em meu quarto folheei mais uma pagina de exercício. Precisava desesperadamente terminar, estava tão cansada que a qualquer momento cairia morta de sono sobre os livros.

Sentada no meio da cama, escrevendo os cálculos e suas formulas, o celular começou a vibrar. Já imaginava quem seria, o tal “admirador secreto”.

Peguei o celular lendo a mensagem de boa noite, em seguida enviei outra com um emoticon de cansaço.

Não demorou muito para que a conversa se prolongasse me fazendo esquecer-se do dever de casa, e até mesmo do sono.

“Se você não quer falar o nome, então me fale como você é?” – disse enviando uma mensagem.

“Sou alto, tenho um rosto oval eu acho, magro e cabelos lisos”. – ele respondeu.

Fiz cara feia e voltei a responder:

“Isso não é muita coisa. Quero saber mais”.

“O que você está fazendo?” – perguntou ele cortando o assunto.

“Quantos anos têm?” – respondi com outra pergunta cortante e nada ver.

“17”.

“Então você estuda... Em qual colégio?” – indaguei curiosa, quem sabe assim descubro quem é.

“No mesmo colégio onde você estuda”.

Sua resposta me deixou perplexa e extremamente curiosa. Só precisava saber de mais algumas coisinhas e assim amanhã descobriria quem era esse sujeito.

“Diga-me pelo menos a primeira letra de seu nome?” – insisti.

“U a ultima letra do meu sobrenome”.

“Eu te perguntei a primeira letra de seu nome. Não a ultima de seu sobrenome”.

“Não posso dizer mais que isso, sinto muito”.

“Isso não é justo. Você me conhece e eu não”.

“Um dia você me conhecerá. Mas esse dia não é hoje”.

Irritei com seu emoticon de risos.

“Se não vai falar não quero mais falar com você, tchau”.

Dessa vez ele não me mandou mensagem nenhuma e até fiquei incomodada.

Então ele se deu por vencido? E se não me mandar mais mensagens? E o que isso importa?

Já havia quatro dias que havia conhecido, e já estava com medo dele parar de me mandar mensagens? Como posso ser tão idiota em me apegar a alguém que nem conheço? Talvez, esse alguém lhe dera um motivo para sorrir e esquecer-se dos problemas que lhe rondava, em ver Sakura e Sasuke juntos.

Já estava começando a me acostumar com suas mensagens, por mais que às vezes me irritasse por nunca dizer quem era. Mas por outro lado, ele animava minha noite, e no dia pensava no momento em que iria me mandar mais mensagens. Sucedeu assim por alguns meses. Meses suficientes que fizera com que apegássemos um ao outro.

 

 

Alguns meses depois...

 

 

 

Ver a terra ser jogada sobre o caixão e ainda ouvir o barulho dos torrões quando se chocavam contra a madeira, era destruidor. Nunca pensei que fosse sentir ainda mais dor naquele momento, mas essa cena foi difícil de ver.

Quando retornei para casa ao lado de Sasuke me sentir mais acolhida, mas não me esquecia do fato. O problema foi que me apeguei minha mãe com o tempo. Ela não parecia nada da mulher que um dia tentou me matar. Além de estar fraca com o câncer consumindo diariamente, mostrava o afeto e o arrependimento que sentia. Não faltara um dia sequer em me pedir desculpas. E com isso, meu rancor e raiva desapareceram, substituindo por um lampejo de paz e dor por ter aproveitado pouco dela.

Fiquei aconchegada no moreno, até perceber que Hinata passara pela sala, como sempre com aquele celular praticamente na cara.

– Hinata. – chamei-a.

A mesma pelo menos não estava surda, pois me fitou:

– O quê?

– O papai mandou noticias?

– Não vi as correspondências. Mas ele me mandou uma mensagem no celular. Está bem, disse que não poderá passar o natal conosco. Mas prometeu que o ano novo sim.

– Ok. Mas um ano sem ele no natal.

– Mas alguma coisa? – quis saber Hinata com a ansiedade de desaparecer de nossas vistas.

– Hinata. Você ainda está encanada nesse cara? Já falei para ter cuidado.

– Eu tenho não se preocupe.

– Esse cara está brincando com você. – interveio Sasuke bem sério. – Se ele realmente quisesse algo sério, teria parado com essa palhaçada e marcaria um encontro para lhe ver. Não acha que já se passara muito meses com ele te fazendo de trouxa?

Percebi que Hinata franzia o cenho aos poucos fitando rigidamente Sasuke.

– Não acho que esteja me fazendo de trouxa. Trouxa seria se continuasse amando você Sasuke, mesmo sabendo que ama e que está com minha irmã.

Literalmente aquela resposta abalou o moreno que tratou de tirar sua face séria, substituído por culpa. Era só tocar nesse assunto do passado para que ele ficasse assim, sem jeito.

Aliás, durante esse tempo Hinata não só superou a paixão que tinha, mas o tratava dessa forma, toda vezes que Sasuke intervia em seu relacionamento virtual.

No inicio achava muito estranho, ambas as partes. Mas entendi que Sasuke estava preocupado e Hinata apenas tentando esquecê-lo, e não sei quem é esse cara, mas estava dando certo. Depois que ela começou a namorar virtualmente, Hinata mudou.

– Eu me preocupo com você. Não quero que se magoe.

– Não precisa. Eu não vou me magoar. – respondeu Hinata saindo dali.

Olhei para Sasuke e sua cara de cachorro maltratado.

– Deixa isso pra lá, Sasuke. Não adianta, a Hinata está completamente apaixonada por esse cara virtual.

– Isso me preocupa Sakura. Esse cara pode ser um maníaco.

– Já se passaram onze meses. E, além disso, a Hinata está feliz. Não percebe isso?

Ele pensou por um tempo ainda não satisfeito, mas conformado.

– Verdade. E é isso que importa né?

Concordei.

Ele sorriu ainda bolado e depois puxou meus ombros, tomando-me em seus braços e beijando-me intensamente.

 

 

 

As implicâncias do Sasuke em se meter em minha vida estavam me irritando a cada dia. Ele, não percebe que estava feliz e bem? Será mesmo que ele queria que ficasse deprimida por ele? Não... Sasuke não era desse tipo. Estava apenas preocupado ou com ciúmes.

Naquela noite, como todas as outras, dormi tarde respondendo as mensagens enviadas do meu admirador secreto. Porém, no momento que era praticamente um ritual entre nós dois, o momento de dar boa noite, ele me surpreendeu dizendo:

“Quero vê-la amanhã”.

Quê...?

Fiquei perplexa olhando fixamente para tela do celular, lendo várias vezes o mesmo texto: “Quero vê-la amanhã”, sem acreditar no que via.

Por esse motivo respondi:

“É sério isso?”

“Sim”

Lógico que deveria, durante tanto tempo, ele nunca mencionou tal assunto.

“Podemos marcar na sala de biologia? Amanhã ela estará vazia”.

Ainda trêmula por dentro respondi:

“Claro, pode ser”.

“Ok, então boa noite, até amanhã”.

“Até...”

Deixei o celular sobre a cômoda ainda boquiaberta.

Então amanhã, matarei minha curiosidade, amanhã conhecerei o sujeito que fizera dos meus dias o melhor de todos. Tão perto do natal... Já imagino estarmos reunidos juntos á mesa.

 

No dia seguinte, muito tensa Sakura que estava ao meu lado no refeitório indagou:

– Tem certeza que é seguro ir sozinha, mana?

– É. Eu confio nele.

Ela me olhou de um jeito que preferir ignorar.

– Está bem. Não vou falar nada para o Sasuke ou é capaz dele querer ir junto. Mas saiba, que estaremos atentos caso você não apareça na próxima aula.

– Vai dar tudo certo Sakura.

– Espero. Vai logo.

Concordei largando a bandeja de comida na mesa, caminhando para fora do refeitório.

Estava tão ansiosa que mal pude comer, simplesmente não conseguia.

Respirei fundo várias vezes, na medida em que aproximava da sala de biologia.

Aquela parte do corredor estava vazia, pois os alunos costumavam ficar fora da escola espalhados no refeitório, quadra, jardim, ou nos corredores do primeiro andar. Naquele andar o oitavo, era bem silencioso.

Caminhei com passos leves até avistar a porta, com o letreiro em uma placa sobre a porta: “Sala de biologia”. Parei em frente, e dei mais uma inspirada no ar, antes de empurrá-la para o lado e fechar em seguida.

Olhei a frente e fiquei confusa por ver Naruto ali, parado a frente da janela aberta do lado direito da sala, com as mãos nos bolsos. Parecia viajar em pensamentos.

Aproximei, e na medida em que me aproximava ele virou o rosto, me fitando com um sorriso gentil:

– O que está fazendo aqui, Naruto? – perguntei com a enorme vontade de expulsá-lo.

Só era o que faltava ele estragar tudo.

Ele me fitou e pareceu se chatear com a pergunta.

Penetrante disse:

– Combinamos em nos ver, esqueceu?

– Eu combinei... O quê disse?

Não pode ser...

Ainda me fitando penetrante continuou:

– Sou eu Hinata. Seu admirador secreto.

Fiquei fitando-o boquiaberta com os olhos mais surpresos desse mundo.



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