História Amor de Dragon Slayer - Capítulo 14


Escrita por: ~ e ~RedDragonKing

Postado
Categorias Fairy Tail, High School DxD
Personagens Acnologia, Akeno Himejima, Aquarius, Aries, Asia Argento, Cana Alberona, Chelia Blendy, Doranbolt, Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Grandeeney, Happy, Igneel, Issei Hyoudou, Levy McGarden, Natsu Dragneel, Personagens Originais, Rias Gremory, Wendy Marvell, Yukino Aguria, Yuuto Kiba, Zeref
Tags Nawen, Wentsu
Exibições 397
Palavras 3.496
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Crossover, Ecchi, Festa, Harem, Hentai, Luta, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


O primeiro especial da fic! Espero que gostem!

Capítulo 14 - 014- Especial Edolas - Você é minha!


Especial Edolas - Você é minha!

Um garoto de cabelos rosas dormia tranquilamente naquele momento, quando de repente várias batidas são dadas na porta, fazendo ele acordar num salto.

—NATSU! - Gritou a voz de Lucy pela porta. - LEVANTA! TEMOS TRABALHO PARA FAZER!

—Já to descendo! - Exclamou o rosado ficando sentado na cama. Ele olhou para a porta e suspirou, seria mais um dia que Lucy iria lhe arrancar o coro. Enquanto se trocava, ficou imaginando como estaria seu eu de Earthland. Deu um sorriso enquanto pensava nisso. Ele saiu de seu quarto, que ficava dentro da Fairy Tail. Ele andou por um corredor, iluminado por janelas, e logo desceu uma escada, que o deixou no salão principal da Guilda. Ali ele encontrou todos, e principalmente quem ele mais queria ver.
Uma mulher de cabelos azuis. Ela tinha sua idade, ou seja, dezessete anos. Diziam que o corpo dela se igualava ao de Lucy, que era considerada a que tinha o corpo mais bonito da Guilda. A loira veio até ele, lhe dando um cascudo. - O que foi?

—Por que você demorou? - Perguntou a loira, fazendo o rosado bufar, enquanto revirava os olhos.

—Por que eu estava me trocando. - Respondeu Natsu. Ele tinha aprendido, vendo seu eu de Earthland, a ser mais corajoso, mesmo fora de um carro.

—Ótimo, por que nós… - Lucy foi interrompida por uma jovem de cabelos azuis, que tinha ido até Natsu. - O que você quer Wendy?

—Eu quero falar com o Natsu. - Azulada olhou para a loira, que bufou, e saiu dali. - Natsu-kun.

—O-oi Wendy-chan - Disse Natsu tentando ao máximo não gaguejar. - A-aconteceu alguma coisa?

Wendy deu um sorrisinho, corando um pouco, e delicadamente, passou a mão pelo rosto do rosado, que corou um pouco.

—Eu acho você tão lindo quando você nervoso, sabia? - Perguntou ela sorrindo, deixando Natsu derretido. - Eu queria passear um pouco, e queria saber se você podia vir comigo.

—Claro que posso, Wendy-chan - O rosado respondeu prontamente, fazendo ela dar uma risadinha. Ela se aproximou, e deu um beijo no canto da boca dele, saindo logo em seguida.

—Me encontra na frente da Guilda em uma hora. - Ela piscou o olho, e se afastou do garoto. Natsu sorriu.

—Um encontro com a Wendy? -Perguntou uma voz meio trêmula atrás de Natsu. Ele deu um pulo, e quase socou Gray que estava atrás dele. - SOU EU! NÃO ME BATE!

—Caralho, Gray, não faça isso! - Exclamou o rosado se sentando em uma mesa. - E não é bem um encontro, só vamos passear por aí.

—Sei, sei - Natsu revirou os olhos. O moreno se aninhou em seus vários casacos de frio. - Cara você bem que podia me ajudar com a Juvia-sama, não acha?

—Primeiro. - Natsu olhou para Gray. - Tira esse monte de casaco. Segundo esnoba ela.

—E-esnobar? - Perguntou Gary espantado. - M-mas se eu me afastar, ela não vai…

—Porra Gray, você não dá espaço nem pra ela respirar, você acha que ela vai querer algo com alguém assim? - Perguntou Natsu retoricamente, vendo o moreno assentir. - Lembra como o outro Gray agia?

—Sim.

—O Natsu me contou que a Juvia de lá tinha amava ele. - Gray se espantou. - Então seja como ele, quem sabe a nossa Juvia resolve te dar uma chance.

—Você acha?

Natsu colocou a mão no ombro de Gray.

—Vai por mim cara. - O moreno subiu pro seu quarto. De repente Lucy apareceu atrás de Natsu.

—Então, Natsu, nós temos que ir para uma…

—Olha, foi mal Lucy, mas eu tenho dinheiro o suficiente para uns três anos. - Natsu disse antes mesmo dela falar algo. - Então pode me deixar de folga por umas duas semanas?

Natsu se levantou, e deu a volta por Lucy, indo para fora da Guilda. Mal percebeu ele, mas todos viram a cena. E principalmente o rosto da loira. Cheio de lágrimas escorrendo.

Natsu andava pelas ruas do reino. Ele não tinha mais problemas em andar por ali, desde que Jellal (Mystogan) virou rei, e passou a governar o reino. O garoto passava olhando por todo os lugares, pensando em algum lugar bom para levar Wendy mais tarde. Quando ele tinha se apaixonado pela azulada? Nem ele sabia dizer. Que ele sentia atração por ela desde antes do Rei Fausto tentar roubar toda a magia de Earthland, ele tinha certeza disso. Mas...quando foi que essa atração virou amor? Isso ele não podia afirmar. Ele só podia dizer que era bom amar alguém, mesmo que não estivesse tendo um relacionamento amoroso, era bom poder ama-la. Logo ele viu um local interessante, e deu um sorriso.

Wendy observava Lucy, que estava em silêncio, sentada na mesa em que Natsu havia deixado ela, vinte minutos atrás. Logo o rosado entrou na Guilda, e passou direto pela loira, sem nem a notar. Ele apenas olhou para Wendy e deu um sorriso, fazendo a azulada sorrir e corar. Quando ela voltou a olhar, Lucy estava andando na direção dela, e se sentou na frente da azulada.

—L-Lucy? - Perguntou Wendy olhando para a loira, que parecia entristecida. - Aconteceu alguma coisa?

—Eu quero ser como você - Wendy quase se engasgou com um suco que ela bebia.

—S-ser como eu? - Perguntou a azulada incrédula.

—Isso. Quem sabe assim o Natsu me note.

Acredite, com toda sua hipocrisia, ele com certeza nota.” Pensou a azulada revirando os olhos.

—Eu acho que você devia ser… Você mesma… Eu acho… - Murmurou a azulada nessa última parte. - Você não devia tentar ser outra pessoa.

—Obrigada, Wendy! - A loira saiu correndo da Guilda.

A azulada suspirou, e viu que faltava meia hora pro passeio com Natsu. Ela sorriu, e se levantou, indo até uma casa, que ela tinha comprado. O dinheiro que ela usou foi o que a falecida mãe dela, Grandeeneey, havia deixado para sua filha, ainda em seu leito de morte. A azulada entrou na casa (Imaginem a casa da Lucy de Earthland) e foi para seu quarto. Ela colocou um vestido branco, pouco acima dos joelhos, sapatilhas rosas, e deixou o longo cabelo azul solto. Com um sorriso, ela caminhou até a porta da Fairy Tail, que o rei construiu, deixando ela igual a de Earthland. Na frente da mesma, estava Natsu, que vestia uma camisa polo preta, calças jeans, e um tênis. Ele usava uns óculos escuro acima da testa.

Quando viu a azulada, não pode deixar de sorrir.

—Como eu estou?

—Linda, como sempre - Respondeu o rosado maravilhado com a garota na sua frente. - Vamos, hime?

Ele estendeu a mão para a garota, que aceitou.

—Vamos.

Eles tinham ficado fora por mais ou menos duas horas. Andaram por toda a cidade central, batizada pelo rei por Magnólia.

—Eu posso te levar em um lugar em especial, minha rainha? - Perguntou Natsu ficando curvado, como uma reverência. Wendy deu uma risadinha, e abraçou a pelúcia em forma de dragão, que Natsu tinha comprado para ela.

—Pode… Mas eu não sou nenhuma rainha - Disse ela enquanto Natsu pegava sua mão e a levava por um morro. Quando chegaram ao topo, cujo qual tinha uma frondosa árvore, eles puderam ver todo o reino. - Natsu… Isso é lindo…

—Não tanto quanto você. - Wendy olhou para ele, que sorria enquanto a admirava. A garota corou, e passou a mão pelo rosto de Natsu com ternura. - Wendy eu…

—Não fala nada, só cala a boca, e me beija. - Ele sorriu, e puxou a jovem de cabelos azuis contra seu corpo, selando seus lábios. Wendy passou os braços pelo pescoço dele, enquanto as mãos dele iam em encontro a sua cintura.

Uma pessoa olhava para o casal com lágrimas nos olhos. Essa pessoa correu para a Fairy Tail aos prantos.

Natsu e Wendy decidiram voltar a Guilda, e antes de entrarem, a garota puxou Natsu, o prensando contra seus volumosos seios.

—Podemos deixar isso em segredo por enquanto? - Perguntou ela para Natsu.

—Com uma condição - Ela olhou para Natsu curiosa.

—Qual?

—Sair comigo hoje à noite. - A azulada sorriu e deu um selinho no rosado.

—As dez?

—Claro. - Ele sorriu. Ela foi até o ouvido dele, e disse num tom sensual.

—A nossa noite hoje vai ser longa - Ela entrou na Guilda rebolando, enquanto Natsu, a olhava com desejo.

—Gostosa. - Murmurou ele antes de entrar no prédio. Ele entrou, e viu algo diferente. Lucy estava no balcão, tomando algo que pela garrafa, ele jugou ser vodka, e Gray sem roupas de frio, mas, usando roupas parecidas com sua parte de Earthland, enquanto todos o cercavam.

E o que ele ouviu foi algo mais surpreendente ainda.

—Gray, você realmente mudou! - Exclamou Mira empolgada. Gray piscou pra ela, que ficou com os olhos com formato de coração.

—Pra Juvia continua a mesma coisa. - Disse a azulada seca. -Vai continuar pegajoso e…

—Esquece Juvia. - Todos ouviram o moreno falar, e ninguém acreditou. - A fila anda. Tem muitas outras por aí.

A garota olhou para ele de boca aberta, sem entender o que tinha acontecido.

O Gray nem parece mais… O Gray.” Pensou Natsu enquanto observava o moreno sair da Guilda. Ele balançou a cabeça, retirando esses pensamentos da cabeça.

O rosado foi até o balcão, e se sentou ao lado de Lucy, que já se encontrava bêbada.

—Oiiiee Dragion - Um soluço cortou a fala dela. - Como foi o seu passeiu com a perfeitinha da Marveeeell?

(N/A: Alguém sabe o sobrenome da Wendy de Edolas? Eu não lembro se foi falado)

—Foi bem - Natsu estranhou a loira. - Lucy, você está bebendo?

—Por que, vociiiê agora me diz o que eu tenhu que beber? - Ela enrolou um pouco as palavras, deixando Natsu com a certeza que ela estava completamente sobre efeito do álcool.

—Eu vou te deixar aqui, pra você…- Ele pensou em uma palavra melhor - Poder se embebedar a vontade…

A Lucy já é difícil de aturar sóbria, imagine bêbada” Pensou Natsu enquanto andava para o restaurante da Guilda. Chegando ali ele almoçou, e depois foi para o seu quarto, onde ficou deitado.

Como sempre, quando estava sozinho ficava tentando imaginar como seria a vida em Earthland. “Deve ser divertido” Pensou ele sorrindo de leve. O que o Natsu Dragneel está fazendo agora?

Era por volta de nove e meia da noite. E ele terminava de se arrumar para seu encontro com Wendy. Colocou uma calça social preta, uma camisa num tom claro de rosa, e uma jaqueta por cima. Logo ele desceu para o salão da Guilda. Quando chegou lá todos olharam para ele.

—Algum problema? - Perguntou quando percebeu todos os olhares sobre si.

—Apenas nos perguntando onde você vai assim todo arrumado - Disse Levy sarcástica.

—Sair comigo, algum problema? - Todos olharam para a dona da voz, ninguém mais ninguém menos que Wendy. Ela usava um vestido azul claro, curto, com um decote generoso, e um laço branco nele. Usava salto alto. Natsu deu uma boa “olhada” nela.

Se naquele vestido de mais cedo eu já achava ela gostosa, imagine agora.” Pensou Natsu enquanto andava na direção dela. Quando chegou perto ela o puxou pela mão, e entrelaçou seus dedos, fazendo ele sorrir. O rosado se virou, e olhou para Guilda.

—Não nos esperem acordados, crianças. - Disse debochado, e ele e Wendy saíram, deixando todos de boca aberta.

Lucy, que tinha ficado sóbria, já voltava a beber.

—Quando foi que ele deixou de ser medroso? - Perguntou Cana, curiosa.

—Depois que ele conheceu o outro Natsu - Disse Lucy virando uma dose de vodka. - Digamos que agora ele age como o Natsu Dragneel.

—Onde nós vamos agora, Wendy-chan? - Perguntou Natsu curioso. Os dois já tinham passado numa sorveteria, numa boate, na qual eles saíram senão o Natsu iria socar o cara que deu encima da azulada. Era por volta de meia noite.

—Eu quero um pouco mais de privacidade - Disse ela com requintes de malícia na voz. Natsu já imaginava isso desde a hora que ouviu ela dizer, provocante, em seu ouvido. “Hoje a nossa noite vai ser bem longa” Deu um sorriso malicioso para a garota.

—Onde então, minha rainha? - Ele passou a mão pela cintura de Wendy, ora suas mãos escorregavam para a perna da garota, ora subia uma pouco em direção aos seios.

—Lá em casa. - Disse ela pegando na mão de Natsu, e aproveitando, que ninguém estava na rua para ver, colocou ela sobre seu seio direito, e fazendo ele apertar o mesmo.

—Não me provoque assim… Wendy - Murmurou Natsu no ouvido da azulada, que se arrepiou ao sentir ele morder de leve a orelha dela.

Por Natsu

Entramos na casa de Wendy, de um jeito não convencional. Ela estava no meu colo, abraçando minha cintura com as pernas, enquanto nos beijávamos vorazmente. Eu, consegui, com alguma dificuldade, levar ela pro quarto, e a colocar em cima da cama, ficando sobre seu corpo. Olhei para ela, que estava corada, mas bem atraente. Eu soltei o laço de seu decote, afrouxando o vestido, e voltei a beijá-la, enquanto procurava o zíper para solta-lo. Achei ele na lateral dela, e o soltei. E logo, eu havia arrancado aquele pedaço de roupa que cobria aquele corpo perfeito. Logo estava apenas de calcinha e o salto, com os belos e fartos seios para fora. E quando eu percebi, eu estava por baixo dela, ela tirando minha roupa, e logo eu estava apenas de boxer. Virei a posição ficando em cima dela.

—Eu comando. - Murmurei, com a voz grossa. Ela sorriu com malicia, e eu a beijei, enquanto apalpava os seios dela com vontade. Quanto mais eu apertava, mais ela gemia, me excitando. - Gostosa.

Eu desci até os seios dela, e comecei a chupar um, enquanto acariciava o outro. Depois desci a trilha de beijos até a calcinha dela, que eu tirei bem devagar provocando ela. Depois fui até sua intimidade, e a penetrei com dois dedos. Wendy deu um gemido maravilhoso.

—Está bem quente aqui, sabia? - Perguntei bombeando os dedos. - Está pegando fogo.

Wendy olhou para mim e sorriu.

—Então apague. Com a boca. - Aquela expressão provocante no rosto. Até mesmo corada, ela conseguia me enlouquecer.

Ela é virgem, pelo menos por enquanto, portanto sua entrada é apertada até mesmo pro meu dedo. Eu tirei o dedo, e o substitui pela língua, lambendo a intimidade dela devagar. Logo eu a penetrei com a língua, e um líquido invadiu minha boca. Para mim, era a melhor coisa do mundo. Eu engoli, enquanto ela ofegava.

—Quero mais. - Disse ela. - Natsu… Por favor…

—Tem certeza?

—Anda logo, porra - Gemeu ela. Eu apenas sorri, e tirei a boxer, em seguida, abri um pouco as pernas dela, e coloquei um pouco dentro dela.

—Vou por devagar, ok? - Ela assentiu, e eu fui penetrando ela devagar, tentando, ao máximo amenizar a sua dor. Eu a beijei, e ela colocou a mão nas minhas costas, e fincou as unhas nelas. Quando cheguei ao fundo parei. Ela era quente e apertada por dentro. Que sensação deliciosa.

—Natsu, P-por favor… - Implorou ela. - Se mexe…

Eu comecei um vai-e-vem devagar, fazendo ela gemer. Ela ainda sentia alguma dor, e arranhava minhas costas, até mesmo, mordia meu ombro. Eu não me importava.

—Mais rápido! - Exclamou ela, e eu acelerei o ritmo. Logo senti que ia me desmanchar ali dentro. E foi o que aconteceu. Wendy havia tido seu ápice também. Eu sai de dentro dela, e me deitei ao lado dela. Logo ela me abraçou. - Você é o único homem que pode me ver assim.

—Então eu devo pedir isso - Ela me olhou sorrindo. - Quer namorar comigo? - Ela me beijou como resposta.

—Gostou da resposta?

—Não podia ser melhor - Respondi, levantamos, tomamos um banho juntos, e depois que ela trocou os lençóis, nos deitamos mais uma vez. Ela deitou em meu tórax, e em pouco tempo estava dormindo. Eu não demorei muito para dormir.

Várias batidas na porta da casa, esse foi nosso despertador. Wendy, que ainda dormia em cima de mim, havia acordado, e bastante sonolenta, disse, resmungando.

—Natsuuuuuuu vê lá quem é - Eu murmurei em concordância, e tirando ela de cima de mim delicadamente, a deitei na cama. Coloquei minha calça, e fui até a porta. Quando abro, dou de cara com Lucy.

—N-Natsu?! - Perguntou/Exclamou ela de boca aberta.

—É, acho que esse ainda é meu nome. - Respondi. - O que te traz aqui?

—Bom, você não dormiu na Guilda, e como você saiu com a Wendy ontem à noite vim perguntar se ela sabia onde você estava. - Disse ela num tom de voz nervoso. - Pelo visto vocês tiveram uma boa noite, não é?

Nem pude responder, pois ela tinha saído andando, furiosa. Eu fiquei ali parado por alguns segundos sem entender nada. Logo eu entrei para dentro novamente, e encontrei Wendy com minha camisa como pijama na porta do quarto.

—Quem era? - Perguntou ela se espreguiçando. Fui até ela, roubei um beijo.

—Era a Lucy - Disse, depois de nos separarmos. Ela me olhou com uma sobrancelha erguida.

—O que ela queria?

—Me chamar para alguma missão, ou algo assim. Eu não dormi na Guilda, e ela tinha vindo perguntar pra você se sabia onde eu estava. - Expliquei, vendo ela dar uma risadinha debochada. - O que foi?

—Nada - Respondeu ela me dando um selinho. - Só lembrei de uma coisa aqui.

Não me importei muito com aquilo, e a puxei para um beijo. Só nos separamos por falta de ar.

—Eu vou ficar viciado nisso - Disse, fazendo ela sorrir. - Aliás, viciado em você.

—Mas quem disse que eu não estou?

Passamos grande parte daquele dia passeando por aí. Não tínhamos a intenção de ir na Guilda tão cedo, afinal, eu realmente não sei bem o que a Lucy disse sobre a gente, e outra, a Wendy também tinha dito que não estava afim de ficar lá o dia todo sem fazer nada.

No momento nós estávamos numa sorveteria. O Rei Jellal por ter passado muito tempo no outro mundo, aprendeu várias coisas lá, e trouxe para a gente, que eu confesso, são realmente interessantes. Vários tipos de comidas, roupas, e até alguns costumes de Earthland veio para Edolas, e eu confesso: Não tenho do que reclamar

Wendy terminou seu sorvete agora, em quanto a mim, já tinha terminado há algum tempo. Ela me olhou curiosa.

—Pensando amor? - Olhei para ela, e sorri.

—É bom fazer isso de vez em nunca - Respondi, fazendo ela dar uma risadinha. - O que vamos fazer agora?

—Bom, acho que devemos ir até a Guilda. Não podemos evita-los para sempre. - Eu apenas assenti, enquanto ela suspirava. Nos levantamos da mesa, e eu paguei a conta. Fomos andando vagarosamente até o prédio.

Podemos mais não ter magia alguma neste mundo, mas ainda existimos, pois podemos ajudar as pessoas. Esse sempre foi o propósito desde sua fundação. Chegamos de frente com a Fairy Tail, e Wendy suspirou profundamente ao meu lado, me fazendo virar ela, e ela me olhar nos olhos.

—Escuta, eles não têm que se meter entre a gente. - Ela me olhou quando eu disse isso. - Nem eu nem você somos mais crianças. Temos idade o suficiente para tomar uma decisão.

Sim, eu aprendi isso com Natsu Dragneel. Ela sorriu e roubou um beijo um tanto quente, mas que infelizmente durou pouco. Eu peguei na mão dela, e entramos na Guilda. Quando nos viram, ficou o mais completo silêncio.

—Alguém morreu pra todo mundo estar quieto assim? - Perguntei olhando para eles que nos admiravam. Mira se apressou e Disse:

—Bom, não, mas a Lucy está meio depressiva por que vocês dois estão juntos. - Disse a albina. Wendy me deu a impressão que ela sabia de algo assim.

—Entendo - Comecei a dizer. - Bom, ela vai ter que aceitar.

Mira concordou, e foi falar com Elfman, que mais uma vez estava levando bronca por não conseguir fazer trabalho algum.

Eu e Wendy nos sentamos em uma mesa.

—Sabe, Natsu-kun, acho que você deveria ir morar comigo - Eu olhei para ela surpreso. Ela estava corada, mas logo eu dei um sorriso, e ela me olhou curiosa.

—Seria algo muito interessante - Ela me olhou curiosa. - Morarmos juntos.

Ela sorriu, e passando por cima da mesa me roubou um beijo. Eu sabia que todos ali nos olhavam, mas quer saber? Dane-se, eu tenho a minha rainha. Não preciso de mais nada.

Por Narrador

Em um lugar, longe dali, uma pessoa observava tudo por uma esfera de vidro. Deu um sorriso maldoso, e murmurou:

—Aproveitem, pois essa paz é temporária.



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