História Amor de galochas - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction
Exibições 5
Palavras 2.803
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Hentai, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hi!
Espero que gostem eu fiz com carinho.

Capítulo 2 - Coisas que queimam


Fanfic / Fanfiction Amor de galochas - Capítulo 2 - Coisas que queimam

Harry estava sentado no chão do quarto da filha, de frente a empoeirada gaveta, procurando a carta cujo citada na anterior. Como a ruiva havia dito a gaveta estava protegida por uma camada de poeira, que ao soprar Harry descobriu que a mesma era preta e não marrom. 
Seus olhos passearam em toda a extensão do objeto até encontrar outra caixinha amarela, Harry se sentia um pirata numa caça ao tesouro, mas se de fato era isso, era um tesouro amaldiçoado. 
O cacheado pegou a caixa desenhando círculos imaginários na parte superior, tomando ar antes de abrir a caixa, ele demorava, queria saber o que aconteceu com sua filha mas estava com medo da descoberta. A verdade era que Harry é um medroso, não era impulsivo como Louis, e o cacheado pensava que o motivo de ter gostado de Louis era sua impulsividade, que era algo novo para Harry. Para ele não era amor, era a descoberta de coisas novas, e não podia estar mais enganado. 
Harry por fim abriu a caixa, pegando a carta dourada e a abrindo com receio.

Papai Hazza
Espero que tenha dado ao papai Lou as galochas, sei que provavelmente vai colocar na porta e sair correndo, mas ele vai saber que foi você. Lembra do regador vermelho? Um que tinha uma margarida desenhada, a propósito foi o Niall que desenhou, ficou tão lindo quanto ele, regue as plantas com ele é um dos símbolos que estarei com vocês. Pai, tire tudo do meu quarto, e jogue fora. Se queimar será mais fácil, só prometa que não queimara minhas galochas, isso seria um pecado com a mãe terra, então fará isso pela nossa família, ligará para o papai Lou e queimaram minhas coisas juntos, se não fizerem Liz ficará chateada. Não esqueça das minhas galochas. 
Com amor Liz

Liz podia ser traiçoeira quando quisesse. Hary se levantou do chão olhando para o quarto vazio e soltando um suspiro lento, ele faria tudo até que Liz estivesse satisfeita. 
Pegou o celular do bolso e ligou para Brian. 
-Preciso que vá até a casa de Louis. 
-Sim senhor.
-É o seguinte...
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Louis havia levantado, estava congelando naquele chão, seus lábios ficaram inchados e roxos, parecia um finado. 
Vestiu roupas mais quentes e ouvira o telefone tocar, olhou para cima contendo as lágrimas e tossindo para melhorar  a voz. Ao colocar o telefone na orelha Louis quase teve um surto.
-Olá é Brian, senhor Louis, estou indo buscá-lo é urgente. 
Louis apenas colocou o telefone de volta ao gancho e pegou a carta de Liz, calçou as galochas amarelas e se olhou no espelho vendo que estava com o suéter de Harry, se intitulava um otário por vestir certas roupas sem pensar, estava gravado em sua mente. 
Quando se virara para ir trocar Louis ouve um toque suave bater em sua porta, o pequeno caminha até a entrada e abre a porta branca vendo Brian, o louro motorista de Harry, ele ainda dizia que Louis poderia ligar para ele sempre que ele o atenderia e faria tudo como fazia antes da separação de Harry e Louis, mas o de olhos azuis negava sempre que ouvia a oferta, alegando que não era mais da família. 
-Olá senhor Louis, está pronto? 
Louis assentiu vendo Brian estender a mão para ajudar Louis a descer os degraus, a verdade era que sempre escorregava nos degraus e caia, chamando atenção algo que o menor odiava. 
Sua mão foi de encontro com a de Brian e o motorista o levou até o carro, abrindo a porta para que Louis entrasse. 
-Obrigada. 
Louis disse antes de entrar e ser sufocado pelo cheiro forte de Harry, inspirou e expirou, o cheiro do cacheado impregnava por onde ele passara, Louis sempre amara isso, mas agora não sabia se devia amar. 
Abriu a janela para não vacilar, chegando perto da mesma e suspirando ao perceber que não sentia mais o cheiro de Harry. 
Em um passe rápido Brian abria a porta e Louis se tocara de que já haviam chegado a sua antiga casa. 
-Você está bem senhor Louis? 
-S-sim Brian... estou. 
Louis pulou do carro se espreguiçando e caminhando para dentro do lugar. 
Passara pelo portão de grades e se preenchia de novo ao ver o jardim que Liz tanto amava, Harry se encontrava sentado em um banco branco, segurando uma carta igual a que Louis trazia consigo. 
O menor caminhou até Harry ficando em uma distância favorável, Louis suspirou aliviado, Harry parecia bem. Diferente dele que estava um desastre. 
-Harry? 
Louis o chamou fazendo o cacheado fechar os olhos e arrepiar da cabeça aos pés. 
Ao abrir os olhos Harry se ergueu massageando sua nuca para se livrar das tensões, mas elas logo voltaram ao que o de olhos verdes percebera seu antigo suéter no corpo pequeno de seu ex-esposo.
-Achei outra carta da Liz. 
Harry dizia ao se recuperar do pequeno vacilo.
-Podia ter mandado Brian levar. 
-Quer ler logo encrenca? 
Louis bufou revirando os olhos, tomou a carta das mãos de Harry e sentiu um choque percorrer seu corpo ao tocar a mão do mais velho, ambos se entreolharam, seus olhos fitando por segundos um ao outro, lendo todos os segredos ocultos, travando batalhas e os lembrando de que ainda sentiam amor. Louis piscou várias vezes antes de abrir a carta.
O pequeno leu a carta segurando um sorriso, olhou para Harry que o observava de braços cruzados, os músculos estavam sobressaídos e o maior o olhava por cima, intimidador. 
Oh como Louis amava aquilo, ser devorado pelo olhar de Harry mas não podia se permitir amar nada que vinha daquele homem, seria um pecado consigo mesmo. 
-Vamos queimar as coisas da Liz.
Harry disse colocando as mão nos bolsos da calça moletom, começando a caminhar e Louis escorregou no primeiro passo, se segurando no banco para não bater contra o chão. 
-Tome cuidado Tomlinson. 
-Que é deu para me chamar pelo sobrenome agora? 
-Escuta aqui, só estou fazendo isso pela Liz, eu não queria te ver e você sabe disso. 
Louis tremeu, a voz alta e rouca de Harry o fez ficar tonto, teve que balançar a cabeça de um lado para o outro para voltar a si. 
-Então vamos acabar logo com isso idiota. 
Louis disse sabendo o perigo que corria, mas ele gostava de brincar com fogo, e o sortudo nunca se queimava.
-Louis William Tomlinson repita!
Harry se virou para Louis de punhos cerrados, odiava quando o chamavam assim e o pequeno sabia muito bem disso. 
Louis caminhou até Harry e disse espetando seu peito com o indicador.
-Você é um idiota Harry Edward Styles. 
E voltou a caminhar, Harry havia trancado o maxilar de ódio e caminhou atrás dele bufando. 
O de olhos azuis subiu as escadas, sem tocar em nada, sem olhar para nada e aquilo de alguma forma deixou Harry desconfortável. 
Mas Louis estava se segurando para ver como a casa estava, mas se negava até as coisas mais simples. 
Entrou no quarto de Liz e começou a juntar as coisas dela, Harry apareceu em seguida arregaçando as mangas curtas da camisa. 
Louis tirava os quadros na pontinha dos pés, enquanto Harry tentava se enfiar debaixo da cama para pegar os sapatos de Liz. 
Ambos desistiram e se entreolharam, não precisou de mais nada e Louis se enfiou debaixo da cama enquanto Harry tirava os quadros um tanto altos. 
O pequeno puxava os tênis surrados de Liz e os jogava pelo lado da cama para Harry pegar. 
Louis por fim tirava as galochas vermelhas, um par após os outro, mas seu braço esbarrou em um vidro aberto e Louis espirrava com o pó que levantava dali, revirara os olhos centenas de vezes, e só parou quando olhou para frente e deu de cara com uma aranha viuva-negra. 
Aracnofobia - Medo/Pavor de aranha, o indivíduo paralisa. 
Louis se aquietou no mesmo instante, incapaz de se mexer, sua boca estava entreaberta e seus olhos se enchiam de lágrimas, sua temperatura começara a cair o deixando pálido. 
-Se já terminou saia daí debaixo Louis, não tenho o dia todo. 
Porém Louis continua imóvel, começou um choro baixinho, sua voz não saia enquanto tentava chamar Harry. 
O de olhos verdes começou a bater o pé, somente para irritar Louis mas não acontecia nada. 
-Vamos Tomlinson, que demora é essa, está fazendo o sapato é? 
"Harry".
Louis tentava chama-lo, mas somente tremia e balbuciava as palavras. 
A aranha começou a caminhar e Louis a se desesperar, agora frente a frente, a aranha negra depositava suas patas na boca de Louis, o pequeno sentia as patas fazerem cócegas em seus lábios e Louis continuava a tentar. 
"Hazz" 
-Louis!
Harry se irritou e ficou atrás de Louis, suas mãos se fecharam nas coxas do menor e o cacheado o puxou para fora da cama, rápido pois Harry não podia nem pensar em tocar em Louis que seu coração dava saltos em seu peito. 
-Acha que eu tenho o dia todo? 
Harry estava parado com a mão na cintura, sua pose de mandão desmoronou ao ver Louis tremendo e pálido. ele já sabia o que acontecera apenas em olhar para o menor. 
-Tem uma aranha lá embaixo não é? 
Harry perguntou e se abaixou vendo a viuva negra indo na direção de Louis. 
O cacheado pegou o vidro e colocou a aranha dentro do objeto, se virando para Louis e quase o pegando em seu colo e o ninando, odiava vê-lo morto de medo, mas maldito seja o seu orgulho ele não iria baixar a guarda por porra nenhuma.
-Pronto viu? É só uma aranha. 
Louis ainda continuou quieto por alguns minutos, olhando para o maior sem reação. 
Harry pegou Louis pelo pulso e o ergueu vendo que o menor não conseguia ficar em pé. 
-V-você matou? 
Louis perguntou se equilibrando em um pé, sua mão livre se apoiou no peito de Harry e o mesmo faltou sorrir, a onda de alegria se espalhara no quarto mas Harry a cortou pela raiz antes que essa alegria desse flor. 
-Não, só coloquei de volta dentro do vidro. 
-Você tinha que matar, e se ela sair de lá de novo? 
Harry soltou Louis e o mesmo caiu no chão.
-Vou repetir Tomlinson, é só uma aranha. 
Louis bufou e voltou a retirar as coisas de dentro do quarto, balbuciando coisas como "ele é um otário" e "idiota, lindo, burro, lindo, cachorro imprestável, lindo". 
Enquanto Harry fingia não ouvir, mas sabia tudo o que o menor estava dizendo e apenas ria.
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Os dois encaravam a pilha de coisas de Liz, se perguntando quem deveria queimar. 
-Você não colocou as galochas dela aí não é? 
Louis perguntou torcendo os nós dos dedos, enquanto fitava a pilha, era como se fosse colocar fogo na própria Liz.
-Não sou idiota. Aliás não sou você, isso seria do seu feitio. 
-Vai começar a ofender pateta? Só fiz uma pergunta babaca. 
Louis deu um passo a frente e pegou o vidro de álcool. Harry logo o tomou de suas pequenas mãos. 
-Gnomos não podem mexer com álcool. 
-É o que? V-você é muito estupido Styles. 
Louis caminhou batendo o pé, em um deslize escorregou e caiu, sua bunda ardia.
-Quem é o estupido agora Louise?
Louis mostrou o dedo médio e bufou até pegar o isqueiro, o pequeno já se preparava para acender quando Harry estendeu a mão.
-Vamos você nem mesmo sabe acender um isqueiro. 
Louis escondeu as mãos atrás do pequeno corpo e negou. 
-Eu sei acender Harold. 
-Não sabe não, você colocou fogo no pano de prato no ano passado. 
-Foi um acidente.
Harry revirou os olhos e ergueu as mãos em sinal de rendição.
-Vai em frente então, se você queimar suas delicadas mãos de princesa Louise, eu vou rir da sua cara. 
Louis quase desistiu e jogou o isqueiro com força na cabeça de Harry, mas ele não queria demonstrar o quão fraco era. 
Caminhou até a pilha e tremeu com o olhar intimidador de Harry, mas continuou. 
Riscou uma, duas, três vezes e nada. 
-O que eu falei idiota?
Harry já se encaminhava para pegar o isqueiro quando Louis conseguiu acender e se Harry não tivesse o puxado teria se queimado. 
O pequeno olhou nos olhos de Harry e levantou a mão entre os dois, logo abaixando quatro dedos e deixando apenas o dedo médio. 
-Quem é o idiota agora Harold? 
Louis começou a rir e saiu pulando para longe de Styles que deixara escapar um riso frouxo.
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Louis havia sumido na casa e Harry o procurava, mas o menor passava seus olhos em cada detalhe intocado da casa. Seus dedinhos passavam no quadro da família na sala do segundo andar, acima da laleira esculpia o quadro em moldura dourada, onde a imagem inanimada eram Louis na frente de Harry, os braços do mais velho se fechavam ao redor do de olhos azuis, e Louis colocara as mãos sob as de Harry, Liz estava nas costas de Harry com suas amadas galochas vermelhas, era incrível como pareciam felizes e agora nem mesmo se olham. 
Louis continuava sua inspeção pelo cômodo enquanto Harry o observava encostado no batente da porta. 
-Você não mudou nada... Por que?
Louis pergutara de costas para Harry, sua cabeça baixa olhando uma macha de café na toalha da mesa.
-Porque eu mudaria? Essa casa também era sua e Liz não me permitiria mover nada daqui. 
Louis suspirou se sentando na poltrona peluda e se deliciando como cheiro de Harry.
-Liz não pode te impedir mais... Você pode mudar agora.
Harry caminhou devagar até Louis, se posicionando atrás da poltrona, olhando seu pecado vivo e incontrolável sentado em sua poltrona favorita.
-Eu não mudaria nem mesmo um centímetro dessa casa.
"Porque me lembram você e me deixa mais aliviado" 
Mas Harry não diria o que se passara em sua cabeça. 
-Porque não, tem medo do que Hazz? 
Louis soltou o apelido e nem mesmo se importou de corrigir, aquilo foi uma facada no peito de Harry que se privava até de pensar no menor.
"Tenho medo de ficar sozinho, porque tudo nessa casa me lembra você e quando não vejo algo que te lembra eu me esqueço como se respira"
-Pff medo? Poupe-me Tomlinson, sou um homem conservador sabe disso. 
Louis levantou novamente suas barreira, seu coração estava indignado, queria socar o rosto bonito de Harry e seu corpo dizia ser impossível e pecador fazer uma coisa dessas.
O de olhos azuis negou sabendo onde aquilo chegaria, ele arrebentaria Harry e seria preso, então pegou a carta de Liz e colocou sobre a mesa, ele passara por Harry de cabeça baixa e caminhou para fora da casa, sentindo um vazio no peito.
-Louis volte aqui, não pode ir embora sem terminar uma discução, que tipo de pessoa é você?
Louis parou na entrada da casa, se virou para Harry com a boca aberta, engolindo o choro com toda a força que tinha.
-Que tipo de pessoa sou eu? Provavelmente alguém que você não conhece, porque nas drogas das nossas brigas eu sempre largava tudo e te deixava vencer, era assim Styles, mas se quer mudar isso eu posso te deixar sem palavras aqui e agora. 
Louis não segurou o choro e a enxorrada de lágrimas vazou de seus olhos, seus braços se cruzaram, ele jogou o peso do corpo em uma perna e bateu o outro pé incrontroladamente.
-Quer ser a rainha da razão agora Louis? Começar a falar sobre um passado morto não é meio cruel? 
Harry cuspiu as palavras, seus olhos ferviam, ele queria ganhar mais essa, gostava de deixar os outros calados e abaixo de si, esse era Harry Styles, dono das empresas Styles, ou um simples idiota como diria Louis.
-Cruel? Eu é quem estou sendo cruel Harry? Porque tem que fazer isso comigo? Porque não pode simplesmente me dar um tiro de uma vez? Tem mesmo essa necessidade de me machucar? 
Harry pela primeira vez se calou, não conseguia encontrar as palavras para discutir e isso o deixava apavorado, ser o perdedor era de dar desespero, agora Harry sabia como Louis se sentia. 
-Responda inferno!
Louis gritou apontando o dedo para Harry, indignado e revoltado com a porcentagem de idiotice que hemanava do corpo do maior.
-Você é o cara mais egoísta, metido, idiota, egocêntrico e patético que eu conheci.
O menor tomou fôlego e disse antes de sair.
-Passar bem Harry Idiota Styles.
Louis correu para fora do campo de visão de Harry e entrou dentro do carro desabando de chorar. Brian entrou no carro e deu um olhar repreensor para Harry antes de dar a partida e ir embora. 
Harry apenas voltou para dentro da casa, dizendo que não deveria se importar. Mas estava se sentindo tudo o que Louis disse. 
"Um completo idiota".


Notas Finais


Não sei quando irei postar, está ocorrendo uma onda dentro de mim então talvez até exclua tudo do site, eu espero que gostem desse capítulo.

obrigada por ler de verdade isso faz uma diferença enorme para mim.


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