História Amor de Infância - Capítulo 11


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Categorias Jared Padalecki, Jensen Ackles
Personagens Jared Padalecki, Jensen Ackles, Personagens Originais
Tags Amor, Drama, Gay, Jared Padalecki, Jensen Ackles, Padackles, Romance, Wincest
Visualizações 382
Palavras 1.560
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 11 - Família


Fanfic / Fanfiction Amor de Infância - Capítulo 11 - Família

- Jared? - Jensen o chamou. O moreno secou as lágrimas tentando disfarçar que estava chorando, como se Jensen não conhecesse melhor do que ninguém. Jared virou-se para Jensen. - acho que nós dois precisamos ter uma conversa.

Jared se sentou na cama ficando de frente para Jensen, ele mantinha o olhar baixo. 

- me perdoa. - ele sussurrou. 

- pedir perdão não vai desfazer o que você fez, e não pense que eu estou bravo por ter visto você fumando, você é adolescente e é normal você fazer besteira, mas eu tinha te pedido para ficar longe do Justin, porque foi procurá-lo outra vez? - Jensen falou, mas não obteve uma resposta. - Jared? Eu te fiz uma pergunta. 

- ... eu não sei, Jen eu não sei porque fui procurá-lo, eu estava irritado e eu quis contrariar você, eu quis que alguém reparasse em mim e ninguém fez isso quando eu lavei a louça ou tirei boas notas, eu precisei ficar chapado e andar com uma turminha de drogados para que alguém notasse que eu ainda estou aqui, mas ninguém além de você me notou, ninguém além de você quis saber se eu realmente estava bem. - Jared falou olhando nos olhos de Jensen, ele não conseguiu segurar as lágrimas, não era um choro compulsivo, mas era tão doloroso quanto. 

Jared se levantou e caminhou até a janela, estava chovendo forte, as gotas d'água caindo sobre o vidro faziam um barulho agradável, Jared espalmou as mãos no vidro e sentiu suas lágrimas escorrerem junto com a água. 

Só então Jensen percebeu o quanto tinha culpa nisso tudo, no jeito de Jared agir e em como ele estava se sentindo excluído. 

- me perdoa, isso é culpa minha. - Jensen disse. 

- não é sua culpa, Jen não é culpa de ninguém, talvez eles só tenham percebido que me adotar foi um erro, eu também não os culpo, você sabe, eu nunca fui uma pessoa muito fácil de lidar, está tudo bem. - Jared disse

- Não, não! Você 'tá entendendo tudo errado, Jay ninguém aqui se arrepende de ter adotado você, nossos pais te amam, tanto quanto a mim, não pense que eu sou o favorito só porque sou filho biológico deles, você é tão importante quanto eu. 

- não é o que parece. 

Jensen caminhou até Jared e o abraçou, porque a raiva tinha se esvaído no momento em que ele viu as lágrimas de seu irmão. 

Jared ainda estava com o rosto escondido na curva do pescoço de Jensen enquanto o ouvia sussurrar que ele era a luz no fim do túnel, que o sorriso dele era a única coisa que o fazia se sentir bem quando tudo estava mal. 

- você é perfeito, mesmo com todas as imperfeições, nunca se esqueça que eu amo você.

- Jen... - Jared começou a falar, mas foi interrompido.

- está ficando tarde, temos aula amanhã, é melhor a gente ir dormir. 

Jensen deitou em sua cama, mas não conseguiu dormir. 

Jared deitou em sua cama e fechou os olhos, ele não queria dormir, só queria poder lembrar do que Jensen lhe dissera à minutos atrás. 

  você é perfeito, mesmo com todas as imperfeições, nunca se esqueça que eu amo você. 

aquilo ecoou em sua mente até que ele adormecesse sem perceber. 

                                 * * * 

No dia seguinte, Jared ficou ainda mais confuso depois daquela conversa com Jensen, o jeito como ele o olhara, o modo como ele disse que o ama e aquele abraço, Jared poderia passar a eternidade ali, nos braços de Jensen só porque ele se sentia seguro e acolhido como nunca antes. 

Depois de fazer toda sua higiene matinal Jared desceu as escadas em direção a cozinha, ele olhou em volta à procura de seus pais ou de Jensen, mas não os viu. Na porta da geladeira havia um bilhete escrito por Donna. 

       Seu pai e eu precisamos sair para fazer compras e vamos demorar um pouquinho. Jensen também saiu mais cedo porque iria na casa de um amigo. 
         Tem torradas, bolo e café pronto para você, coma e vá para a escola. 

Beijos da mamãe. 

- D.

Jared riu ao ler a última parte, era engraçado como as vezes Donna o tratava como algo que pudesse ser quebrado. 

                                  * * * 

- Mãe, você não acha que ele vai achar estranho todo mundo ter saído de casa antes que ele acordasse? - Jensen perguntou.

- Não, eu deixei um bilhete colado na geladeira avisando que seu pai e eu íamos fazer compras e que você tinha saído mais cedo porque iria na casa de um amigo. - Donna falou e Jensen suspirou aliviado.

- Eu não acho certo ficar mentindo para o Jared desse jeito, ele é seu irmão e não é nenhuma criança boba. - Roger falou.

- Eu sei, pai e eu vou contar, eu só tenho que criar coragem. 

- Você não pode ficar esperando o momento em que criar coragem, logo seus cabelos começarão a cair, como você vai explicar isso para ele? - Roger falou mais uma vez, olhando Jensen pelo retrovisor do carro. 

- Eu sei - Jensen murmurou. 

- Vamos logo, o médico deve estar nos esperando. - Donna falou assim que Roger estacionou o carro em frente ao hospital. 

                                 * * * 

- Hey! Jay, comendo sozinho outra vez? - Matt perguntou se aproximando de Jared. 

- Eu sempre como sozinho. 

- Bem, você pode se sentar comigo e os caras ali. - Matt falou apontando para uma mesa que ficava no meio do refeitório. Jared olhou e viu os amigos de Matt conversando e rindo à vontade e entre eles estava Chad. 

- Eu estou bem aqui, mas obrigado. 

- Tudo bem, você se importa se eu sentar aqui com você? - Matt perguntou com os olhos fixos em Jared. 

- Não, claro que não. - ele respondeu. 

- Você está quieto esses dias, aconteceu alguma coisa? 

- Não, não aconteceu nada. 

- Mesmo?

- Mesmo.

- Olha, Jay eu sei que nós não somos melhores amigos e nem conversamos muito, mas eu quero que você saiba que pode contar comigo para o que precisar.

- Obrigado. - Jared sorriu. 

Matthew achou que aquela pequena conversa tinha se tornado tensa demais e que talvez fosse à hora de voltar para a mesa onde seus amigos estavam. 

- Então... eu vou voltar para lá, mas se você quiser ir, sinta-se convidado. - ele pôs-se de pé e pegou sua bandeja que estava sob a mesa, Matt deu as costas e um passo à frente. 

- Matt! - Jared o chamou. 

- Oi.

- Posso te fazer uma pergunta? 

- Claro.

- Se você fosse filho adotivo, você iria querer procurar pela sua família biológica? 

- Eu acho que sim. - Matt respondeu.

- Por que?

- Eu iria querer saber porque eles me abandonaram. - Matt disse. - Mas por que está me perguntando isso?

- Não é nada demais, obrigado. - Jared falou. 

Jared voltou para a sala de aula depois do lanche, entretanto não conseguiu pensar atenção em nada dos que os professores falaram, sua cabeça estava ocupada demais pensando em como fazer para entrar em contato com alguém de sua família biológica sem que Jensen ou seus pais descobrissem. 

Jared agradeceu quando o sinal tocou indicando o fim da última aula, sua cabeça estava a mil, ele só queria um banho quente e algumas horas de sono. 

                                   * * * 

As sessões de quimioterapia eram sempre uma tortura para Jensen, ele odiava hospitais e o remédio era forte, ele ficava sonolento e enjoado. 

- Podemos ir agora? - ele perguntou para Roger. 

- Claro, está se sentindo melhor? - Jensen fez que sim com a cabeça, ele mentiu, não estava menos enjoado, mas não queria mais ficar ali vendo todas aquelas pessoas com os dias contados. 

Jensen agradeceu à todas as entidades divinas quando finalmente Roger estacionou o carro na garagem de casa. 

Ele subiu as escadas correndo em direção ao quarto, mal teve tempo para respirar porque o café da manhã estava em sua garganta pronto para ser posto para fora. 

Jensen não teve tempo para se preocupar em não fazer barulho - porque Jared estava dormindo na cama ao lado. - correu para o banheiro e se ajoelhou diante do vaso sanitário, o loiro vomitou até não ter mais forças. 

Jared tinha o sono leve a acordou com os barulhos que Jensen fazia enquanto vomitava. Meio sonolento, Jared abriu os olhos encontrando Jensen sentando no chão com o rosto pálido e respirando pesado. Ele correu até o irmão e o ajudou a ficar de pé.

- Jen, o que aconteceu? 

- Eu vomitei um pouco, mas está tudo bem.

- Você está pálido, vem eu vou a mamãe e a gente vai te levar no hospital. - Jared falava meio desesperado.

- Não, eu não vou à hospital nenhum, eu já disse que estou bem, foi só um mal estar, eu devo ter comido alguma coisa estragada na rua, você sabe que eu como um monte de porcaria. - ele forçou um sorriso para convencer o irmão. - olha, eu estou bem, mesmo. Só preciso dormir um pouco.

- Tem certeza?

- Absoluta.

Era horrível mentir para Jared, mas Jensen não tinha coragem para falar a verdade, ele não conseguiria. 

 

CONTINUA...


Notas Finais


olá bolinhos da minha vida ♥♥♥
trouxe mais um capitulo pra vocês, esse tá com cheirinho de tretas e muita bad heueeuhu.

espero que tenham gostado o próximo vem cheio de emoções XD.

ah xenti eu já ia esquecendo de falar.
eu estava pensando em criar um Twitter pra gente bater um papo, o que vcs acham? e vcs tbm tiverem o twitter eu crio um e deixo o meu user nas respostas do comentário ai vcs me seguem lá ( e vice versa) ai conversa, okay? ;)

bjinhoooooooooos e até o próximo


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