História Amor de infância (malec) - Capítulo 15


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Categorias Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Magnus Bane, Raphael Santiago, Simon Lewis, Valentim Morgenstern
Tags Alec, Gay, Instrumentos Mortais, Magnus, Malec, Shadowhunter
Visualizações 127
Palavras 1.128
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Não gostei muito desse mas..

Curta e favorite ❤❤

Capítulo 15 - O caso do futuro advogado


Fanfic / Fanfiction Amor de infância (malec) - Capítulo 15 - O caso do futuro advogado

Magnus odiava aquela porta. O hospital Idris New York tinha um avançado sistema de segurança, um sistema que Magnus não tinha afinidade, pois nele vinha a maldita porta com impressão digital para funcionários. Sempre dava problemas e tinham que chamar o técnico para resolver. 

Agora o técnico vinha com cara de pensativo e Magnus com um rosto descontente sorrio falsamente. 

- Magnus Bane? - Questionou o técnico que pediu licença para o segurança no lado do asiático. 

- Acho que já nos conhecem Sr. Willes. - Sua voz saiu irónica. - Da pra resolver isso? Eu tenho visitas para passar.

- Creio que não posso deixar você passar hoje. - Magnus arqueou a sombrancelha e o Técnico gaguejou. - Você foi demitido. - Falou por fim, com grande pesar.

Magnus piscou lentamente vendo no fundo - quase no fim do enorme corredor dos funcionários - pessoas tirando coisas de seu armário. Enquanto via pessoas passarem pela frente conseguiu avistar um homem que monitorava tudo. 

- Desgraçado! - Magnus gritou. O segurança que havia saido agora corria em sua direção. - Você vai pagar caro. Seu filho da puta! 

O segurança o segurou pelos braços e o tirou brutalmente para fora do hospital. Valentine se permitiu sorrir com a cena.

Magnus sabia que isso aconteceria. Estou com Alec, pensou, isso é o que importa.. 

...........

O domingo foi calmo. Ele e Magnus passaram o dia deitados, vendo TV e jogando papo fora. Foi perfeito. Mas o tempo passa e com ele vem a segunda-feira.

Ao se sentar na carteira de sempre e ouvir a professora falar, falar e falar coisas que pareciam estar em grego, percebeu finalmente... Estava fodido! Sua prova final era daqui a um mês e nem a aula estava indo, quanto mais pegando os cadernos para estudar.

- Vocês estão no terceiro ano! - A professora gritou. Foi a primeira vez em horas que Alec entendeu o que ela havia falado. - Vocês já deveriam saber.. - A mulher, relativamente velha, se arrastou até o quadro e escreveu com a caneta: Mas: porem / Mais: quantidade. 

Alec revirou os olhos com a simplicidade dos problemas que as pessoas ali tinham que passar. Em sua cabeça só rodava uma palavra: estrupo. Alec queria colocar Valentine na cadeia, não aprender a escrever "cadeia".

O sinal tocou e as pessoas se deslocaram para o corredor. Alec não tinha pressa, ainda desligado se levantou e colocou as coisas na mochila. Ao se virar sentiu seu cabelo cair no rosto e em meio deles conseguiu ver Magnus encostado na porta, com um belo sorriso sacana.

- Pensei que você ficaria de plantão até a hora da faculdade. - Alec comentou tirando os fios do rosto. Magnus suspirou e entrou na sala envez de esperar  Alec sair. - Aconteceu alguma coisa? - Perguntou preocupado. Magnus assentiu e Alec largou a mochila em cima da mesa.

- Alec.. Eu passei a manhã toda repetindo pra mim mesmo que pelo menos eu tenho você.. - Pausa. - Mas eu também amo oque eu faço e.. 

- Você está terminando comigo? - Alec se fingiu ofendido. Nessa altura Alec não duvidava que Magnus não faria tal ato.

- Eu fui demitido - Disse normalmente. - e com toda a certeza fui expulso da faculdade. Mas eu que escolhi isso..

Alec se sentou novamente na carteira e novamente estava ouvindo tudo em grego. Não entendia como quando tudo esta bem seu passado o assombra de novo. 

- Está arrependido? - Magnus balançou a cabeça em negação. 

- Eu só não sei o que fazer agora..

Magnus odiava Valentine mas conseguia odiar ainda mais o trabalho de estagiário. Queria ser medico, um grande medico. E só aquela universidade poderia fazer isso. Ele lembra nitidamente do dia que chegou um medico novo no hospital.. Ele entregou o currículo com hospitais renomados de cada pais do mundo e conseguiu isso graças a Universidade Idris, a qual Magnus estava prestes a terminar.. Droga! Faltava apenas 1 ano!

- Calma.. - Alec sussurou. 

Alec se sentou ao lado de Magnus e o abraçou. Havia gritaria na rua pelo jogo que tinha acabado de começar e Alec  conseguia ouvir cada tipo de grito.

Havia uma mulher, talvez tivesse uns 14/15 anos, gritando pelo gol de seu time.

Também tinha um grito estilo urro de uma menino bravo, talvez pelo mesmo gol.

E tinha outra mulher, desta vez gritava desesperada, o grito ficou abafado derrepente e Alec fechou os olhos firmemente. 

- Me solta! - a tal menina gritou.

Alec se soltou dos braços de Magnus, que ficou sem entender, e correu para a grande janela da sala para procurar de onde vinha o grito.

- Alec você está bem? 

- Tinha.. - Limpou a garganta e voltou a mirar Magnus. - Uma mulher pedindo socorro.. Estão..

- Alec! - Magnus falou, quase que em um grito. - Não tem grito nenhum.

E então tudo virou um silêncio completo. Não havia nenhum barulho em toda a escola. O silêncio empreguinou dentro dos ouvidos de Alec.

- Já é noite.. - Explicou Magnus. - Só estamos nós dois aqui.

Alec se virou brutalmente para a Janela e viu a rua escura e o ceu estrelado. Caminhou com passos calmos para trás até cair nos braços de alguém. 

- Vais fazer isso com seu irmão? - Alec reconheceu a voz de Valentine. - Estrupa-lo assim?!

Alec saiu dos braços de Valentine e caminhou até sua mochila, a pegando e saindo correndo porta a fora.

Quando atravessou a porta Magnus estava ali, como faxineiro. Em frente a varios armarios escritos "Sua mãe nunca vai ser justiçada."

- Magnus? 

- Culpa sua.

..................

Alec se sentou rapidamente na cama e viu a luz da janela cobrir seu rosto.

- Magnus?! - Alec se virou para mirar o relógio que marcava 12:13.

A porta do quarto abriu com um puxão de Magnus. 

- Esta tudo bem, amor?! - Magnus perguntou se sentando na cama. 

- Você foi demitido? 

- Sim.. - Assentiu. - Já faz uma semana.. - Alec parecia atordoado. - Eu te contei na escola, lembra? - Agora Alec parecia mais confuso do que nunca. - Você anda estudando de mais.. - Magnus apontou para os livros caidos no chão. - Volte a dormir.. Amanhã iremos entregar a sua casa para os novos moradores.

Alec assentiu e com calma voltou a se deitar. Magnus caminhou até Alec e o deu um selinho antes de sair do quarto.

Alec ouviu a porta se fechar e correu até os livros, e ao abri-los não era nada o que parecia.. 

O livro de quimica carregava jornais de outras pessoas estrupadas na cidade, o de geografia tinha listas de advogados renomados e o de matemática; casos judiciais sobre estrupos apos a morte da vitima violada.

E tudo veio a tona. Alec estava tentando vingar Maryse, Magnus e todos os que sofrem na mão de seu pai.. E seu trabalho estava apenas começando.


Notas Finais


Esse cap foi muito estranho, eu sei.. Kkkkk

Mas espero que vocês tenham pegado a pegada.. Pera? Oq? ... Deixa kkkkkk

Desculpe qualquer coisa.

Comentem e favoritem ❤


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