História Amor de lobisomem - Capítulo 47


Escrita por: ~

Postado
Categorias Teen Wolf
Personagens Derek Hale, Mieczyslaw “Stiles” Stilinski, Peter Hale, Scott McCall, Sheriff Noah Stilinski
Tags Chloe Grace, Derek Hale, Peter Hale, Romance, Scot, Stiles
Visualizações 85
Palavras 3.261
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hello my Candies!

Esse capítulo ta bem grande, nele vocês vão entender quem foi JP e o motivo de no primeiro cap Emelly dizer que não confiava em ninguém.

boa leitura!!!

Capítulo 47 - O passado


Em on~

2 anos atrás...

Estava andando pelo corredor da escola com vários livros nos braços, odiava essa escola mais do que minha vida, as pessoas também me odiavam, talvez por eu ser nerd, talvez só por quererem alguém para humilhar, não sei e pra falar a verdade não ligo muito.

Pri: ops.- bateu em mim e me derrubou no chão com todos os livros.- Desculpa Escoro.- deu uma risadinha e saiu com suas outras três amigas.

Essa com certeza era a pior garota da escola, pode chamá-la de Priscila ou de Diaba, como preferir, mas sempre achei que o segundo nome combinava mais com ela.

Em: idiota.- sussurrei e coloquei o capuz do meu moletom preto, que vai até as cochas, novamente, eu o usava para ser invisível, mas não funcionava com a diaba.

-posso te ajudar?- um dos garotos mais lindos do terceiro ano, jogador de futebol americano, queria me ajudar?, só deveria ser alguma brincadeira de mal gosto.

Em: está bem.- ele pegou meus livros e me ajudou a levantar.- obrigada.

- não é nada, a serpente saí jogando seu veneno em todo mundo.- ele sorriu e que sorriso.

Em: você não parece o tipo de gente que ela provoca.

- ela não escolhe, é como o diabo, afeta do mais rico até o mais pobre.- ele fica um tempo olhando para o nada e volta a olhar pra mim.- tenho jogo agora se quiser assistir, a propósito pode me chamar de JP.- ele se afastou devagar, andando de costas e sorrindo.

Em: pode me chamar de Lyly. - sorri pra ele e saiu correndo em direção a quadra. 

Guardei os livros no meu armário e fui o assistir jogar. Ele era o capitão e não  a toa, era o melhor dos melhores. Quando o jogo a acabou e ele se livrou das pessoas o parabenizando veio falar comigo na arquibancada.

JP: quer dar uma volta?- sorriu tirando o ar dos meus pulmões.

Em: claro.- ele pegou minha mão e me puxou para longe dos gritos de comemoração.

Sentamos em um lugar atrás das arquibancadas, eu nunca tinha ido para lá, era um lugar bom para pensar e dava para ver todo o céu.

JP: achei esse lugar no pior dia da minha vida.- ele ficou olhando pra o céu, já estava escurecendo.- ser o capitão significa que quando seu time ganha, você recebe grande parte da parabenização, mas quando seu time perde, o peso caí sobre seus ombros.

Em: por que me trouxe até aqui e está contando essas coisas?- ele me encarou.

JP: por que você se parece comigo. Eu nunca tinha te notado até hoje.

Em: as pessoas não costumam me notar e sinceramente você não parece nada comigo.

JP: por que? Só porque sou popular e você não?- fiquei em silêncio.- eu nem sempre fui assim, eu era como você no primeiro ano. Quantos anos tem?

Em: 16.

JP: eu tinha 17, agora tenho 19.- não fazia sentido ele estar contando tudo aquilo pra mim.

Em: ainda não entendo porque está se abrindo pra mim, eu nem te conheço.

JP: você sabe meu nome.- ele sorriu.

Em: esse não é seu nome de verdade.

JP: algo me diz que o seu também não é Lyly.- agora fui eu que sorri.

Em: se não vai me dizer o seu, também não vou falar o meu.

JP: gostei de você Lyly.- olhei em seus olhos enquanto sorria.

Em: você é meio estranho, mas também gostei de você JP.

JP: então somo dois estranhos. - ficamos ali olhando para o céu até escurecer.- você deve ter que ir pra casa, sua mãe vai ficar preocupada.

Em: minha mãe morreu.

JP: sinto muito, mas e seu pai?

Em: trabalha até tarde.

JP: não tem ninguém esperando por você em casa?- ele fez uma cara triste.

Em: a cuidadora da minha casa é como minha mãe, mas ela já deve ter ido embora essa hora.

JP: então quer dar uma volta de moto?- minha consciência dizia "não", mas eu não a escutei. Ele se levantou e estendeu a mão para mim, então eu a peguei.

Peguei minha bolsa no armário enquanto ele se trocava e depois fomos até sua moto no estacionamento. 

JP: já andou de moto alguma vez?- me estendeu o capacete.

Em: nunca. - o peguei de sua mão e coloquei, ele subiu e eu subi atrás dele abraçando  sua barriga tanquinho. 

JP: preparada?- apertei mais sua barriga com certo receio do que eu estava fazendo, ele entendeu como um "sim" e deu a partida.

Quando o passeio acabou, na frente da minha casa, eu estava apaixonada pela moto.

Em: quando fizer dezoito anos vou comprar uma dessa.

JP: vai com certeza comprar uma melhor, pela sua casa deve ser rica.

Em: meu pai é, eu não.- tirei o capacete e desci da moto.

JP: quer ir comigo pra escola amanhã?

Em: já se apaixonou por mim só com uma volta de moto?- brinquei e ele sorriu.

JP: talvez... Só que você se apaixonou primeiro.

Em: eu não me apaixono.

JP: eu dúvido.- ele tirou o capacete revelando toda a beleza.

Em: tentando ganhar meu coração com esses olhos azuis?- sorri.

JP: não sei...- ele fez um biquinho- funcionou? - ri muito daquela cara e ele também.

Em: boa sorte amanhã.- me virei de costas em direção a porta da minha casa.

JP: significa que posso vir buscar você?!- gritou por conta da distância.

Em: se não se atrasar! - gritei sem virar de costas e entrei em casa com o barulho da partida da moto.

...

Já estava pronta para sair, quando JP chegou buzinando. 

Em: Tchau Lu!

Lu: ei menina, não vai com o motorista.- ela veio até mim na sala com o aspirador de pó.

Em: não, eu vou com um amigo.- ela sorriu para mim e eu saí de casa.- não se atrasou.

JP: sou pontual.- ele me deu o capacete e eu subi na moto, como sempre vestindo meu moletom preto.

Chegamos na escola e ele estacionou a moto, tirei o capacete chamando atenção das pessoas no estacionamento e desci. Ele fez o mesmo.

Em: por que tá todo mundo olhando pra mim?

JP: é porque você está ao lado do rei da escola.- sorriu convencido.

Em: que rei humilde.- brinquei.

JP: quer almoçar comigo hoje?

Em: não sei... Tenho medo que seu orgulho me engula.

JP: não vai, se sua maldade não me engolir primeiro.

Em: prometo não levar minha maldade se você não levar seu orgulho.- coloquei o capuz.

JP: prometido então.- ele desceu tirando o capacete e eu fui para a minha primeira aula da tarde.

...

Quando tocou o sinal para o almoço, saí rapidamente da sala, mas quando cheguei no refeitório, ele não estava lá. Já estava começando a odiá-lo, então senti um toque suave no meu braço.

JP: não vamos comer aqui.- sorri aliviada por ser ele. Me virei e fiquei de frente para seu rosto.

Em: então pra onde vamos?

JP: Uma Pizzaria e alguns dos meus amigos vão também, mas eles vão adorar você.- fico um pouco apreensiva.

Em: ninguém gosta de mim.- uso como desculpa para ele.

JP: eu gosto de você e eles vão gostar também.- revirei os olhos e o segui.- Pessoal essa aqui é Lyly minha amiga.- nos encontramos com mais três jogadores de futebol no estacionamento.- Lyly, esses são Jacob, Mateo e Lucas, mais conhecidos como Jack, Matt e Luck.

Em: é um prazer conhecer vocês- falo tímida, escondida debaixo do capuz.

Luck: é um prazer.- sorriu por educação.

Jack: você vai com a gente?- soa espantado.

Em: pelo que eu saiba sim, por que?

Matt: é porque ele nunca traz nenhum outro amigo, fora nós, e muito menos uma garota.- sorri, mas duvido que algum deles tenha visto, era impossível ver meu rosto com o capuz.

Em: então serei a primeira?

Luck: tecnicamente sim.

JP: tá bom já chega dessa conversa, vamos logo.- nós quatro rimos por ele ficar desconcertado, então me senti confortável para tirar o capuz.

Jack: uohh - ele sorriu.- você é muito gata.

Matt: entendi por que o JP te trouxe. - apenas sorri para os três. Então senti a mão de JP em minha cintura, me puxando para mais perto dele.

JP: vamos?- perguntou sério. Os seus amigos deram uma risadinha, viraram para frente e começaram a caminhar. 

Em: por que a mão?- ficou sem jeito e a tirou.- o rei tá com ciúmes da plebeia?- então ele sorriu.

JP: você prometeu não trazer a maldade.- passou a ponta do dedo em meu nariz enquanto sorria. Eu fiz uma careta e fomos o resto do caminho em silêncio.

...

Acabei virando amiga dos seus amigos, eles eram super divertidos e diferentes de outros jogadores que já vi, esses eram humildes.

Em: ta na hora de voltar.- falei olhando a tela do celular.

Jack: já?!

Luck: na verdade a gente já devia ter saído, pelo visto vamos chegar atrasados pra última aula. 

Matt: tudo bem, é Inglês agora.- insinuou que a matéria era fácil.

Em: pra vocês, pra mim agora é química, eu preciso ir.

JP: então eu vou com você na frente.- ele olhou pra mim e depois para os outros.- por vocês tudo bem?- eles afirmaram com a cabeça e com olhares brincalhões.

Matt: tchau Lyly!

Em: Tchau!- me levantei da cadeira junto com JP.

Luck: tchau! Depois precisamos falar sobre medicina.- ele queria o mesmo curso que eu e séria ótimo ter alguém conhecido quando entrar na faculdade.

Jack: adorei te conhecer Lyly, o JP finalmente escolheu bem.- ele piscou para o amigo e eu comecei a rir envergonhada. Acenei para todos e saí. Ainda pude escutar do lado de fora JP ameaçando de brincadeira o amigo.

JP: são umas pestes mesmo. - riu e me acompanhou na caminhada.- posso te fazer uma pergunta?- paramos no meio do caminho.

Em: pode falar rei.- eu brinquei, mas ele estava sério.

JP: quer sair comigo hoje a noite?

Em: com seus amigos também?

JP: não...- ele estava nervoso.- tipo um encontro.- nenhum garoto, nunca me chamou pra um encontro, tirando meu primo, mas ele não conta por que é meu primo e por que a gente era criança na época.- eu prometo que não vou te desapontar.

Em: eu... Iria adorar sair com você.- ele sorriu tímido e eu também.

JP: te pego às 20hrs? - afirmei com a cabeça e continuamos andando em silêncio até a minha sala, por sorte entrei segundos antes do professor.

...

Quando a minha aula acabou, o terceiro ano já tinha largado a algum tempo. Então fui ao estacionamento e Fernando, meu motorista, estava esperando encostado no carro.

Fer: Boa noite senhorita.- abriu a porta para mim.

Em: não precisa ser formal Fernando, já falamos sobre isso.- éramos como amigos, ele era meu motorista desde muito tempo.

Fer: como quiser Emelly.- sorriu e eu entrei no carro. 

Em: não sei como vou ficar quando você se aposentar.- falo quando ele entra no carro e da a partida.

Fer: você ainda me tem por um ano.- sorriu.

Em: um ano é muito pouco, Quem vai me buscar na escola e conversar sobre filmes e séries no caminho?
Quem vai me fazer rir depois de voltar de uma prova ruim? 
E quem vai fugir comigo para andar no shopping quando meu pai está trabalhando e de mau humor?- ele riu alto das coisas que eu disse.

Fer: vou sentir saudades, mas ainda temos algum tempo, quer fugir pra tomar sorvete?- eu queria, mas tinha que me arrumar pra um encontro.

Em: hoje não dá.- ele me olhou com o canto do olho achando estranho, eu sempre topei.- eu tenho um encontro.

Fer: quem é o sortudo?

Em: seu nome tem alguma coisa a ver com JP.

Fer: gosta dele?

Em: como eu sei que gosto de alguém?

Fer: me diga o que sente quando está perto dele.

Em: quando estamos juntos parece ter algo que nos liga, quando ele me olha, todas as pessoas desaparecem e quando o abracei me senti imortal.

Fer: você não gosta dele.- ele me olhou sorrindo e fiquei desentendida.- está apaixonada por ele.- eu deveria me preocupar muito com isso, apaixonada?, eu nunca me apaixono.- o que foi?- parou de sorrir vendo minha cara preocupada.

Em: eu não posso me apaixonar.

Fer: por que não?

Em:  "não se envolva, fique longe, eles são perigosos."- recitei a fala da minha mãe, antes de sair para a floresta a alguns anos atrás.

Fer: quem disse isso pra você?- me olhou meio perplexo.

Em: minha mãe.- baixei o olhar.

Fer: ela não sabia o que estava falando, não deve ficar longe das pessoas, elas não são perigosas Emelly.- ele parou o carro em frente da minha casa.- quer que eu leve você para seu encontro?- o olhei com uma expressão melhor.

Em: não precisa ele vem me buscar.- sorri para ele.- tchau Fer.- saí do carro e fechei a porta, então escutei o vidro do carro abaixar e ele gritar.

Fer: tchau senhorita!- pude escutar sua risada de longe.

Em: já disse pra não me chamar assim!- gritei de volta em tom de brincadeira e rindo.

Corri para meu quarto, tomei banho, coloquei uma calça Jeans e uma blusa de renda vermelha, com sapatilhas de mesma cor. Não iria arriscar ir de vestido se ele fosse me levar de moto.

...

Conseguir escutar do meu quarto a campainha e desci as escadas correndo, por sorte cheguei antes de meu pai abrir a porta.

Gus: quem é você?- JP estava de calça jeans, tênis branco e blusa cinza.

JP: Me chamam de JP, eu vim buscar sua filha.- ele olhou pra mim, eu sorri, passei pelo meu pai e fiquei ao seu lado.

Em: não precisa se preocupar pai, eu voltarei logo.- ele fez uma cara desconfiada e quando parecia que não ía permitir seu celular tocou. 

Gus: é do trabalho. Pode ir e você cuide bem dela.- ele atendeu o telefone e fechou a porta.

JP: seu pai é bem liberal com você.

Em: apenas quando está trabalhando e esquece que tem uma filha. - podia não gostar do meu pai atender sempre o telefone quando está falando comigo, mas dessa vez eu gostei.- vai me dizer pra onde vamos?- o olhei sorrindo.

JP: surpresa...- ele sorriu e fomos até a sua moto.

Fomos até um restaurante e depois que comemos fomos até a praia, não tinha mais que três pessoas, fora nós dois. Deitamos na areia e ficamos olhando as estrelas.

JP: sempre gostei de olhar para as estrelas eu me sinto infinito.

Em: eu também, é como se estivesse tão perto a ponto de tocá-las.- ele virou o rosto e olhou pra mim, então fiz o mesmo.

JP: é a mesma coisa que sinto olhando pra você.- respirei fundo, ele se aproximou, encostou os nossos lábios e me deu um beijo calmo e demorado.- quer sair daqui?- deu um sorriso safado depois que nos separamos alguns centímetros.

Em: quero.- ele se levantou pegou a minha mão e me levantou. Depois fomos para sua casa, seus pais eram divorciados e com a separação e por ele já ser adulto, concordaram em lhe dar de presente uma casa, a qual mora sozinho. E foi naquele lugar que deixei de ser virgem.

...

Quando cheguei em casa de madrugada, meu pai ainda estava no escritório trabalhando e provavelmente pensava que eu estava dormindo por isso não notou quando entrei e fui para meu quarto.

Tomei banho e fui dormir, depois de tudo eu tinha certeza que nós dois iriamos dar certo.

2 meses depois...

Eu e o JP começamos a namorar, ele é o tipo de garoto perfeito e acabou me deixando popular por conta de ser o "rei" da escola. Agora espero ansiosamente pelo sinal do almoço para escutar o que ele tinha de tão importante para falar.

Quando tocou sair praticamente correndo da sala, mas uma garota no corredor me parou.

- me mandaram te entregar esse papel Lyly.- me deu o papel.

Em: como me conhece?- ela era tímida.

- todos te conhecem, você é a rainha da escola agora.- rainha? Sério? 

Em: muito obrigada...- esperei dizer seu nome.

- Jace.- sorriu

Em: obrigada Jace.- ela saiu andando e eu li o que tinha no papel.

" Me encontre no pátio"

Eu já sabia quem era a pessoa que escreveu no papel. Por isso fui muito feliz para o pátio, mas quando cheguei lá estava cheio de gente e não via ele em nenhum lugar. Foi quando vi Jack olhando pra mim um pouco de longe.

Jack:Deveria olhar pra trás Lyly!- gritou e todos prestaram atenção quando me virei e vi JP com algumas bolas de corações.

JP: quer ir ao baile comigo?- eu não respondi apenas o abracei e ele me girou no ar depois o beijei e todos bateram palmas.

...

Eu já estava a algum tempo no baile e tinha perdido JP de vista foi quando esbarrei em uma das amigas da diaba.

- procurando seu namorado? Deveria olhar na piscina.

Em: você não tem o que fazer não? Cadê a diaba que você segue.- ela fez uma careta.

- deveria olhar na piscina.- colocou o canudo da sua bebida na boca e saiu.

Eu não sabia onde procurar, então fui olhar no lugar onde fica a piscina do colégio e quando cheguei lá, JP estava beijando a diaba.

Em: então você ta me traindo seu idiota! E logo com a diaba!- eles se afastaram com um susto.

JP: não fui eu Lyly! Ela se jogou em cima de mim! Eu juro que nunca te trairia!- Priscila começou a rir.

Pri: não vai acreditar nele né?- estava com tanta raiva que a empurrei dentro da piscina. 

Em: você merece coisa muito pior que isso!- gritei para ela que estava tentando sair da água.

Pri: ridícula.

Em: não quero saber de mais nada! - olhei para ele que se aproximava de mim.- nunca mais me procure, eu pensei que me amava, mas me enganei, agora fique longe de mim!

JP: Lyly eu te amo! Eu não fiz isso por querer!- saí correndo, antes que desse tempo dele me segurar, fui para casa andando, era melhor para pensar dessa forma.

Não iria mais confiar em ninguém, não iria ter mais nenhum namorado, nem nenhum amigo, voltaria a ser a garota do moletom preto, essa era minha escolha. 

...

O baile era o último dia na escola para o terceiro ano e último dia de aula para mim, então pedi para meu pai me mudar de turno e ele fez sem perguntar, próximo ano estudaria de manhã e seria desconhecida novamente, JP me ligou, mas eu o bloqueie, ele também veio na minha casa, mas eu não o recebi, por último mandou uma mensagem escrito "Queria muito que tivesse acreditado em mim, nunca te machucaria, eu te amei como nunca amei ninguém, mas se seu desejo é ficar longe de mim, tudo bem, estou indo embora da cidade vou seguir um sonho antigo e tentar entender algo estranho que esta acontecendo comigo, até penso que por isso seja melhor ficar distante de você, para não te machucar novamente. Só mais uma coisa, nós ganhamos como rei e rainha do baile, mas como você não estava lá eu rejeitei a coroa e refizeram as votações, não quero ser rei se a rainha não for você.
Te amarei pra sempre.
JP" depois disso nunca mais ligou, nem enviou mensagem, ele desistiu de nós dois e eu também.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado, a história com Derek vai seguir normalmente no próximo cap.
Espero por vocês!!!😘😘😘😘


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