História Amor de Primavera - Capítulo 28


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Bangtan Boys, Bts, Jikook, Jimin, Jungkook, Mikiuu, Suga, Taegi, Taehyung, Yoongi
Visualizações 259
Palavras 1.533
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Festa, Ficção, Fluffy, Lemon, Poesias, Romance e Novela, Slash, Suspense, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 28 - Capítulo 28


Fanfic / Fanfiction Amor de Primavera - Capítulo 28 - Capítulo 28

~ Este capítulo será narrado pelo Jungkook ~

➷ ➸ ➹

Cheguei na rodoviária por volta das duas e meia da manhã, com um cansaço infernal sendo acumulado no meu corpo de horas perdidas de sono naquele ônibus consideravelmente desconfortável.

Depois de semanas em Busan junto à companhia de meu pai e da minha — não tão — insuportável madrasta, eu só queria ver Jimin e provar de seus lábios novamente. Estava morrendo de saudades.

Arrastei minha mala por toda a rodoviária e comprei um café para tomar, de longe, ouvi alguém gritando meu nome, e logo depois um peso a mais nas minhas costas, me fazendo ir para frente. 

— Q-Que diabos... — Senti um aroma de canela e logo tratei de sorrir largamente, apertei as coxas que me rodeavam na cintura e apalpei as nádegas de Park Jimin com firmeza, para que o mesmo não caísse. — Eu senti sua falta...

— Eu também. — Ele disse, colocando os braços em meu pescoço e fazendo carinho em meu rosto. Saí da rodoviária com Jimin em minhas costas, levando um café na mão direita e na esquerda minha mala.

O táxi que eu pedi chegou e o Park desceu de minhas costas, me ajudando a guardar as coisas.

Entramos no táxi e fechamos a porta, dei meu endereço ao taxista e ele começou a dirigir, Jimin deitou a cabeça em meu colo e ficou brincando com meu cordão enquanto eu lhe fazia cafuné nos cabelos — agora pretos.

➷ ➸ ➹

Chegamos em minha casa e, depois de arrumar tudo, deitei ao lado de Park em minha cama e lhe encarei. Ele olhou de volta, sorrindo, e selou nossos lábios um no outro.

Passei a língua em seu inferior pedindo passagem e ele cedeu, aprofundando o ósculo de maneira calma   e apaixonante, transbordando toda aquela saudade que sentíamos em forma de amor.

Coloquei a mão por dentro de seu cabelo e os puxei de leve, deitando na cama com ele sobre mim. Levei minhas mãos até suas nádegas fartas e as apertei, o puxando para cima enquanto nos beijávamos.

Separei o beijo quando me faltava ar, Jimin estava com os lábios inchados e vermelhos. Deitou a cabeça em meu peito e sorriu de lado, céus...
como eu amo seu sorriso.

Liguei a TV, colocando em qualquer canal aleatório e cobrindo meu corpo junto ao de Jimin.

— Resolveu o que em Busan? — Ele perguntou enquanto olhava a TV.

— Queria eu poder dizer que consegui resolver algo, quando na verdade, fiquei em casa vendo o teto. Não pude fazer muita coisa, o que meu pai queria era renovar o testamento dele, onde tudo ficava apenas para mim. Qual é, seria bem confuso dividir bens entre os filhos sendo que um deles está... bem, você sabe. — Falei e dei um suspiro, estalando a língua no céu da boca.

— Eu entendo... pelo o menos vocês dois não tentaram matar um ao outro em Busan, eu fiquei preocupado.

— Tentar matar meu pai eu sempre quero. — Ri de leve — E ele também, sabe que não nos damos bem, mas a minha madrasta fez o favor de evitar isso. Mas ainda preciso resolver umas coisas aqui em Daegu...

— Kihyun? — Perguntou.

— É, ele mesmo. Yoongi-hyung me contou que ele estava indo embora, mas que queria falar com todo mundo que ele precisava antes, e eu acho que eu estou envolvido nessas pessoas.

— Vai dar tudo certo. — Jimin disse, brincando com meus dedos. — Kihyun vem estado mais calmo ultimamente, e muito pouco perturba os outros. Acho que essas pequenas conversas que ele tem com o Yoongi abriram os olhos dele.

— Talvez, talvez. Não acho que ele seja má pessoa, só guarda muita mágoa, e isso não faz bem. — Falei, sentindo meus olhos pesarem. — Estou com sono...

— Eu também. — Jimin beijou minha bochecha, se aconchegando em meu braço. Disse-lhe algumas palavras carinhosas antes de finalmente ceder ao sono.

➷ ➸ ➹

Outro dia...

Acordei bêbado de preguiça e estiquei as costas, resmungando por ter que ir à universidade.

Jimin estava dormindo feito um anjo, e me doeu no coração ter que o acordar, ainda mais para ir para aquele lugar. Só mais alguns meses e acaba, sigo firme.

Acordei Jimin com muito custo, no início fui carinhoso, mas quando ele realmente não queria acordar tive que o pegar pelo pé e o arrastar até o chão para fora da cama. Ele me xingou, claro, e disse que se eu fizesse aquilo de novo jogaria uma praga em mim onde eu me arrependeria pelo resto da vida de tê-lo conhecido.

Fomos com Lalisa para a universidade, e no caminho compramos donuts de café. É, isso mesmo, donuts de café.

São muito bons.

— Eu estava pensando aqui se vocês não queriam fazer uma vaquinha para mim e tal... — Lalisa comentou no caminho.

— Vaquinha? Para quê? — Jimin perguntou enquanto comia seu donut.

— Pensem comigo: se cada um de vocês me derem mil won por semana, até o final do mês eu fico rica o suficiente e não precisarei mais vir para a universidade ou muito menos trabalhar que nem uma escrava até morrer, é uma boa causa. — Ela sorriu sínica e eu revirei os olhos.

— Tenho nem cinquenta centavos, quanto mais mil won. — Falei — Aguenta firme.

— Que esse filme no final vai compensar... — Jimin

— Eu lembro que ficava esperando as merdas das legendas em coreano desse desenho chegarem por semanas, e nessas semanas, mil e trezentos episódios novos já tinham saído. — Lalisa disse, com um beicinho.

— Era só pagar um plano de TV mais caro que vinha dublado, mula. — Falei.

— Ah e você acha que eu tenho dinheiro para isso? Nem a internet que eu pago, uso a do vizinho. — Lalisa disse e entrou na universidade rindo.

➷ ➸ ➹

— Hey, Jeon. — Kihyun me chamou.

Quando estava em aula, Kihyun disse que queria falar comigo assim que acabasse. Eu disse à ele para conversarmos na arquibancada da quadra de basquete, visto que quase ninguém vai lá a não ser que tenha algum jogo. Estava mofando lá por uns vinte minutos até ele chegar, tirei meus fones e o olhei.

— Hm, oi Yoo. O que quer falar comigo dessa vez?

Ele se sentou ao meu lado e apoiou os cotovelos no banco de trás, olhando a quadra.

— Você provavelmente já deve saber que eu vou me mudar de Daegu...

— É, eu sei. Boa sorte em Seul. — Falei e ele suspirou.

— Achei que eu tinha que falar com você antes de ir embora, querendo ou não, tem uma ligação entre nós. — Ele passou a língua nos lábios e eu continuei em silêncio, ouvindo suas palavras. — Há alguns meses atrás eu conversei seriamente com o Yoongi, e ele me disse uma coisa que me fez pensar bastante.

— E o que foi? — Perguntei.

— Vingança não vai trazer a Yeri de volta. — Ele disse pausadamente o nome de Yeri, com uma expressão triste. — E ela não vai gostar de ver o namorado se vingando do irmão, ou fazendo seja lá o que besteira eu pensava em fazer.

Yoongi e suas frases de impacto.

— Ele está certo. Sabe, Kihyun, quando minha irmã morreu, eu tive sérios problemas. Tanto psicológicos quanto com as pessoas, e isso fez uma imagem destorcida da minha pessoa. Tanto que, quando eu não namorava o Jimin, ele me confessou que me achava extremamente problemático. — Passei a mão no cabelo — E ainda veio todo essa sua sede de vingança e ódio por mim...

— Eu tive ódio de você, confesso. E a cada dia eu alimentava esse ódio, essa mágoa, esse sentimento horrível que eu, infelizmente, deixei tomar conta de mim. — Ele encarava a quadra fixamente, seu olhar estava perdido nas memórias daquele tempo. — Mas eu não tenho nenhuma intenção de te prejudicar ou de prejudicar as pessoas que você ama, não mais. O que aconteceu foi passado, e como Hoseok me disse: quem vive de passado é museu.

— Você fala com o Hoseok-hyung? — Perguntei e ele concordou com a cabeça.

— Hoseok sabe dar conselhos muito bem, e eu precisava de alguém para desabafar quando me senti desmoronando... — Ele disse.

— Você... sofreu um bocado com isso, não é?

— Ainda sofro. — Ele suspirou, desapontado. — E eu realmente não quero me lembrar da Yeri como algo ruim, como algo que me faça ter ódio. Quero me lembrar dela como algo bom, que por muito tempo me trouxe paz, e me deixou feliz.

— Tivemos momentos bons antes de tudo acontecer. — Sorri de lado, sentindo meus olhos arderem.

— Sim, tivemos. E para me lembrar dela como algo bom, eu precisava matar o que estava me matando. — Kihyun me olhou e eu o olhei de volta. — Me desculpe por ter te ameaçado por todos esses anos, Jungkook.

— Eu te desculpo. — Apertei sua mão com firmeza, e então lágrimas escorreram de seus olhos. — O que foi?

— N-Nada... eu... consegui me desculpar com todo mundo. Sei lá... me deu um alívio... um sentimento diferente. — Ele sorriu, enxugando as lágrimas. — D-Desculpe...

— Não tem problema, eu te entendo. Fico feliz que agora esteja tudo em paz. — Sorri para ele, e saímos juntos da quadra de basquete, conversando sobre sua mudança para Seul.

De um jeito ou de outro, parece que finalmente o quebra-cabeça está sendo resolvido, e aos poucos, tudo vai ficando em seu devido lugar.


Notas Finais


É AMANHÃ AAAAAA :(
Não vou arriscar o 3g então...
EU AMO VCS
ATÉ AMANHÃ <3


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