História Amor de Rá - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Mitologia Egípcia
Personagens Personagens Originais
Tags Anúbis, Apófis, Bastet, Caos, Deuses, Egípcios, Egito, Hator, Khonsu, Mitologia Egípcia, Néftis, Originais, Osíris, Sekhmet, Seth, Tot
Visualizações 31
Palavras 868
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Fluffy, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Super Power, Violência
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas da Autora


Espero que gostem!
Boa leitura!

Capítulo 7 - Revelações


Fanfic / Fanfiction Amor de Rá - Capítulo 7 - Revelações

Já era noite e a jovem deusa estava em seus aposentos enquanto pensava em sua vida. Era sempre assim quando se aproximava seu aniversário, ela pensava na família, nos deuses que a rodeavam, mas seus principais pensamentos estavam direcionados ao seu pai, seu pai biológico, Apófis. Ela pensava em como ele era; como ele agiria com ela; se eles estariam juntos. Bem, tecnicamente ela já estaria morta a essa altura, mas mesmo assim, ela pensava nisso. A cada dia, a cada ano. Todos dizem que ele era um monstro, que queria destruir o mundo, mas no fundo — mesmo com todos os comentários negativos — ela sentia que ele era uma boa pessoa, mas apenas com ela. Sua cabeça em relação a ele ficava confusa, não sabia o que pensar.

Seus pensamentos são interrompidos com batidas na porta. Ela demora um tempo antes de responder um ‘Entre’, afinal já era tarde. Surpreendeu-se ao ver que era Khonsu. Ela franziu a testa, não entendendo nada:

 — Aconteceu alguma coisa? – Indagou preocupada, levantando-se da cama.

— Preciso falar com você. – Respondeu aproximando-se – Não aprontei nada, mas o assunto é sério. – Ela suspirou, temendo que algo de ruim tivesse acontecido.

— Diga então! – Disse firme e apressada, ansiosa e nervosa. O deus curandeiro respirou fundo, três vezes, deixando a outra mais nervosa ainda. Ele seria rápido e direto, já estava nervoso o suficiente; estava decidido, mas nervoso:

— Eu te amo, eu sempre te amei e eu quero você pra mim! – Disse quebrando o espaço entre eles, podendo sentir a respiração da deusa quase parar. Safira tinha os olhos rubis arregalados, seu corpo estava tenso, ela engoliu o seco. – Não ouviu o que eu disse? Eu te amo, – Disse se aproximando mais ainda – Eu sempre te amei – Continuou, roçando seus lábios nos dela – E eu quero você pra mim! – Concluiu a frase olhando em seus olhos escarlates e puxando-a para um beijo.

Ele era intenso. A deusa retribuiu chocando ambos. A mão esquerda de Khonsu estava em sua nuca e apesar de está retribuindo, Safira não ousou a encostar-se no deus. A mente da senhora da destruição estava confusa, não entendia a retribuição, mas mesmo assim fez. Aproveitando o momento.

 

***

 

As portas do quarto do senhor da luz se abriram revelando Hator que tinha um plano em mente:

— Pai! – Chamou atenção do pai que estava sentado sobre um tipo de escrivaninha, lendo papiros importantes.

— O que quer? – Perguntou, mas seu tom de voz não era grosseiro. A deusa inclinou o corpo apoiando o rosto com as duas mãos, com os olhos acinzentados olhando para o rosto franzindo do pai. Deveria está ocupado, mas aquilo era importante. Era sobre a felicidade dele.

— Vim ajuda-lo. – O tom de sua voz era animado e ansioso também.

— Com o que? – Transmitiu com a voz carregada de dúvida, não se lembrava de ter pedido a ajuda da filha e nem fazia ideia no que ela o ajudaria. Não precisava de nada.

— Ora, você sabe!

Enquanto ele desviava seu olhar do papiro para a filha, abriu a boca para dizer que não sabia, mas ao ver a cara Hator ele percebeu do que se tratava. Safira. Ela queria ajuda-lo em relação à filha do seu ex-grande inimigo. Mais especificamente em ajuda-lo a conquista-la. Sim, conquista-la.

Inicialmente, ele não a queria em seu palácio, por conta de suas origens, mas a boa educação e os cuidado dos outros deuses ajudaram a jovem se torna boa. Com o passar dos anos, na medida em que ela foi crescendo e se transformando, o deus foi criando um tipo de paixão secreta pela filha de criação de Osíris. Ele sempre esteve observando ela — inicialmente para vigilância caso algo acontecesse, mas isso só serviu para o deus ficar mais encantado pela moça. Algo que ele tentou impedir, pelo fato dela ser mais nova e toda a história de suas origens, mas era difícil. O caos e ordem não poderiam ficar juntos, por mais que ele e o universo quisessem.

Mas Hator não dava à mínima. Como deusa do amor logo sentiu algo diferente no pai e acabou descobrindo, não que ele fosse conseguir esconder isso dela por muito tempo. Depois disso, Hator vive enchendo a paciência do pai para que ele tome iniciativa, ele insiste em dizer não. O aniversário da mais moça estava chegando e a deusa da felicidade viu um excelente oportunidade para o deus solar se declarar à morena. Ele respirou fundo:

— Nesse assunto já não mais se discute. – Disse firme e imponente, voltando à atenção para o papiro. Até queria escutar as ideias da filha, mas não queria alimentar falsas esperança. Tinha medo de não dar certo, de ser rejeitado.

 A mulher de cabelos louros escuros não se deixou intimidar, enfiou ainda mais determinação no coração e disse:

— Se ao menos você me escutasse, poderia dar certo. – Disse tão firme quanto o pai.

O deus suspirou pesadamente, enrolou o papiro — transformando o retângulo em um cilindro sem bases —, o deixou de lado e voltou seus olhos para a deusa da fertilidade:

— Qual seu plano, minha filha? – Logo se arrependeu ao ver o sorriso maroto — mas ao mesmo tempo mordaz — de sua filha. Engoliu o seco, preparando-se para o que estava por vim.

 

 


Notas Finais


Perdoem se tá muito bostinha. Fiquei com bloqueio de criatividade, mas até que gostei do final.
Comentem o que acharam das revelações de Khonsu e Rá hehehehehe

Até loginho e bjs nas pirocas


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