História Amor de Tanuki - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias One Piece
Tags Antropomórficos, Chopper, Furry, One Piece, Tony Tony Chopper
Exibições 4
Palavras 1.889
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Hentai, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Visual Novel
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


É um teste galera, se gostarem deixem algum comentário, por favor, eu quero muito ir em frente com a ideia, apenas preciso que vcs a apoiem, muito obrigado se visualizaram até aqui, e uma boa leitura S2.

Capítulo 1 - A neve e a dor


Fanfic / Fanfiction Amor de Tanuki - Capítulo 1 - A neve e a dor

O despertador toca são 5 horas da manhã, Chopper acaba de se levantar da cama, seu cansaço era extremo, mal havia dormido pensando na nova faculdade que iria entrar, eram poucos os que conseguiam entrar na faculdade de Princington e sua ansiedade era extrema, mas por outro lado seu sono também, e o sono somado ao frio criava um clima que tornava impossível sair de sua cama, mas a viagem seria daqui a algumas horas e tinha que se aprontar logo. Ele levanta da cama e vai direto para o banheiro, estava apenas de cueca, oque seria de se assustar num dia de inverno a -10º C, mas graças a sua espessa camada de pelugem estava protegido do frio e se sentia confortável naquele clima, logo ele se despi e vai direto tomar banho.

Chopper: Essa água quente é tão gostosa, da até vontade de ficar sentado aqui na banheira para sempre.

Ele fecha os olhos e começa a relaxar ( não entendam errado, seus safadinhos ), ele olha direto para as suas partes íntimas.

Chopper: Você insiste em não crescer mais que isso não é?! - Ele diz isso num tom um quanto irônico - Mas tudo bem, é normal para um animal como eu, quase não existem renas nesta região e além do que era de se esperar de um animal "deformado" como eu.

Ele perde um pouco de tempo sentado apenas olhando para o teto, apenas pensando em como poderia ser a faculdade, grande? Pequena? As pessoas eram legais? Esses pensamentos inundavam a sua cabeça, entretanto não perdeu  muito tempo com isso e logo saiu do banheiro. Já fora do banheiro ele começa e se calçar, ele coloca a sua cueca e logo começa a escolher a sua roupa, passa por vários tipos de estilo, desde coisas mais formais, até roupas mais largadas, mas decide ficar com algo mais comum, um casaco de pele de fina espessura, com uma calça, meio longa, bota para neve, um cachecol vermelho com listras brancas que seu pai lhe deu antes de.............. emfim ele coloca o seu chapéu vermelho, pega as suas malas que estavam prontas desde o dia anterior e as coloca em sua sala de estar, ele começa a revisar todas as coisas antes de sair, ele confere roupas, alguns equipamentos eletrônicos como headphone, smartphone, notebook, e quando pensa ter pego tudo, lembra que não pegou sua escova e sobe para o banheiro novamente. Ele abre o banheiro e logo pega sua escova, ele sai rapidamente do banheiro, mas acaba retrocedendo e se olha frente ao espelho.

Chopper: De verdade............eu tenho medo, não sei oque vai acontecer comigo, eu não tenho nada de bom neste lugar.....mas.................... é como deixar toda a minha história para traz, esse novo recomeço.......não sei se estou pronto.

Por alguns instantes ele se encontra perdido e sem saber oque fazer, ele realmente queria ir até a faculdade e realizar seu senho de ser um grande médico, mas deixar tudo aquilo que conhecia era uma escolha difícil, ele estava entre o abismo e a espada e a única que coisa que restava era pular, mas será que isso iria dar certo?

Chopper: EU NÃO TENHO NADA A PERDER, é apenas um recomeço, só isso, nada de mais!

Decidido então ele sai de sua casa e se encontra com um lindo dia de neve, até mesmo ele, vendo aquela cena várias vezes se encontrava contente, afinal, era véspera de natal, as crianças estavam nas ruas fazendo bolas e bonecos de neve, as casas de seus vizinhos estavam todas enfeitadas, algo realmente lindo, e conforme ele se afastava de sua casa mais se ressentia quanto a sua escolha e cada vez mais duvidava se isso era realmente o certo, mas de qualquer forma, já havia vendido ela para poder ir para a faculdade a quilômetros de distância e já não lhe restava mais opção, decide então olhar para frente e apenas deixar a a sombra de sua casa em paz.

Chopper: Descanse em paz - Diz ele com uma forte dor em seu coração.

Ele sabia que era a hora e já não queria olhar para trás, assim então, ele vai até um ponto de táxi's que se encontrava sozinho por ser noite de natal, ele abre a sua mala e pega uma foto rasgada, onde vê s sua foto quando menor e a outra parte estava rasgada, pelo animal ao seu lado ter chifres parecidos com o seu, sempre imaginou que aquele era o seu pai, mas não lembrava muito bem dele já que possuía poucas lembranças e mesmo as maiores lembranças dele com o seu pai, eram vagas e confusas, ele o via em alguns sonhos, mas nunca conseguia ver o seu rosto e quanto a sua mãe, não tem nem mesmo alguma lembrança vaga dela, como se ela nem houvesse existido, assim, Chopper sempre viveu em um orfanato, que fora deixado ali antes de seu pai o deixá-lo lá, era a sua última lembrança da existência de seu pai e talvez a que mais lhe machucava já que não sabia o porque de seus pais o terem deixado, talvez, por sua deformidade, por não ser igual as outras renas antropomórficas, ele era pequeno e possuía uma estatura e força muito abaixo da média, por causa disso sempre foi alvo de bullyng e teve apenas uma amiga no colégio, Ana. Ele começou a pensar no que havia acontecido com ela, mesmo sendo ela, não queria lembrar do que aconteceu com ela, aquele acidente..........................Quando fora lembrar daquele dia fajuto, o táxi acabará de chegar, um hipopótamo era o motorista.

Taxista: E então, para onde vamos.

Chopper: Até o aeroporto, quando chegamos lá?

Taxista: Até que horas você precisa estar lá?

Chopper: Até 10 horas!

Taxista: Bom, com o trânsito atual iremos demorar um pouco, mas chegaremos lá as 9 horas e 30 minutos, em volta disso mais ou menos.

Chopper: Isso, meu voo e as 11 horas!

Taxista: Entra logo ai garoto, temos que ser rápidos, é natal e o comercio nessa época do ano é muito alto, por isso as ruas ficam lotadas, não vai querer pegar engarrafamento não é?

Chopper: Sim, Sim, vamos rápido.

Antes dele entrar no carro, ele houve barulhos, algo parecido com risadas, coisas felizes, ele olha para trás e vê uma janela com a luz acesa, prestando um pouco mais de atenção, ele olha uma família feliz, dando muitas risadas, tomando seu café da manhã, uma confraternização que enchia seu coração de alegria, era de fato uma cena muito bonita que o deixa feliz, mas também o enchia de tristeza por ser sozinho. Neste momento, Uma lágrima cai de seu olho esquerdo e começa a lacrimejar, mesmo sem esboçar nenhum tipo de reação, como se estivesse triste, mas não quisesse esboçar isso, olha fixamente as duas crianças do casal, olhava em seus rostos felizes e neste momento ela enxerga o casal como seu pai e sua mãe, seus rostos não podiam ser vistos apenas as suas doces vozes.

Pais: Venha Chopper! Venha logo a ceia vai esfriar! - Diziam ambos enquanto faziam gestos dizendo para ele se dirigir a eles.

Por um instante ele dá um passo para frente e estende a sua mão, e tenta agarrar aquilo como se não houvesse amanhã, mas um pouco de neve bate em seu rosto e ele volta a sua realidade, suas lágrimas secam e ele apenas continua olhando a janela, sem expressar nenhum tipo de reação, até que a neve cobre a janela e deixa quase que irreconhecível a presença de uma família do outro lado, ele olha as luzes de natal piscando e lembra, de que nunca terá um família de novo.

Taxista: Em garoto, vamos logo, terá uma nevasca daqui a algumas horas e não quero congelar aqui! - Ele fala isso e olha diretamente para o local onde a Rena estava fixamente olhando e vê uma lágrima caindo sobre os olhos de Chopper. - Garoto acredite, existem coisas que nunca voltam e nem irão existir por você, mesmo que você chore.

Chopper virá imediatamente olhando para o Taxista.

Chopper: Oque você quer dizer com isto?

Taxista: Apenas entre no carro.

Chopper entra no carro e olha a ultima faísca de luz da janela antes dela desaparecer na vastidão da neve, ele continua a olhar para frente e seu chapéu se inclina para frente, fazendo-o cair em cima de seus olhos.

Chopper: Isso realmente dói. - Ele diz isso enquanto sorri e uma pequena lágrima cai de seu olho.

.............

Chegando ao aeroporto ele se vira ao taxista.

Chopper: Depois de pegar um trânsito tão pesado quanto esse, imagino que a gorjeta deverá ser boa. - Diz ele sorrindo.

Taxista: Não precisa, considere isso como um presente de natal. - Diz ele dando algumas risadas.

Chopper: Você tem certeza disso? Foi uma quantia razoável de gasolina gasta no trajeto.

Taxista: Você fala tão certinho que até me assusta! - Diz ele dando mais risada ainda - Emfim estou indo pequenino guaxinim!

Chopper: É RENA! - Diz ele um pouco bravo - Emfim, eu tenho que ir se não vou me atrasar.

Taxista: Vamos, aproveite e pegue esse presente!

Chopper: Oque é isto? - Diz ele duvidando daquilo.

Taxista: É uma caixa de música que dei a minha falecida esposa quando nos casamos a 30 anos, ela realmente gostava desta caixa, ela me disse para entregar para alguém que considera-se especial em seu leito de morte e parece que o encontrei.

Chopper: VOCÊ TEM CERTEZA, É UM PRESENTE EXTRAMENTE IMPORTANTE PARA O SENHOR!

Taxista: Se não aceitar vai ter que pagar a viagem. - Diz ele com um olhar um tanto irônico.

Chopper: Ok! Como é mesmo seu nome?

Taxista: NÃO PENSOU DUAS VEZES?! -Mas parando um pouco com a brincadeira ele volta a dizer - Você não está um pouco atrasado para continuarmos falando sobre meu nome?

Chopper: OQUEEEEEEEEEE! É VERDADE MESMO, DESCULPA TIO, MAS EU TENHO QUE IR, ADEUS!

Taxista: Boa viagem para você!

ele vira para a escada e a sobe rapidamente, ele abre a porta de vidro parcialmente, mas antes de entrar, ele percebe que esqueceu de agradecer o taxista.

Chopper: Ei tio, Muito o....................

O taxista havia sumido já, oque o surpreendeu, por ter sido tão rápido, ele nem mesmo teve tempo de agradecê-lo, apesar de seu arrependimento, percebeu que não poderia pensar muito sobre aquilo e continuou a correr aeroporto adentro. Após muito tempo de espera finalmente embarca em seu voo para Anicity, a cidade da evolução.

Chopper: Adeus TwinVille!...................Olá AniCity!

Daquele momento em diante, ele sabia que sua vida iria mudar e para melhor, existiam coisas que seriam deixadas para trás, mas era algo necessário para que conseguisse oque queria, para que mudasse a sua vida, mal sabia oque o esperava, mas sabia que teria que lutar com unhas e dentes para continuar com aquilo que ele queria e para que seguisse seu sonho. Mesmo decidido, ele ainda olhava para trás, o avião havia decolado e tudo estava sendo deixado para trás.

Chopper: Muito obrigado............

Em meio a neve, o seu passado havia ficado para trás, agora era tempo de uma nova ascenção, as lágrimas choradas iriam lavar seu rosto com o seu orgulho, era a hora de ir em frente, era hora de evoluir. Adeus neve..................adeus dor...........................adeus............................................solidão. A neve esbranqueava a sua vista.


Notas Finais


Muito obrigado por ter lido até o final, favorite a fic, deixe seu comentário e até o próximo capítulo, um beijo nos chifres e até mais pequeninos tanukis.......Quer dizer, renas heuehueheuheue


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