História Amor de um passado - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Batman, Liga da Justiça
Personagens Bruce Wayne (Batman), Clark Kent (Superman), Diana Prince (Mulher Maravilha), John Stewart, J'onn J'onzz "John Jones" (Caçador de Marte), Shiera Hall (Mulher-Gavião), Wally West (Kid Flash)
Tags Drama, John, Liga Da Justiça, Romance, Shayera
Exibições 32
Palavras 1.903
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ação, Crossover, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Conflitos



- John a quanto tempo foi seu aniversário? 
- Acho que um mês,  por que a pergunta Mari?
- Por que irá fazer um mês que nós não saímos.  John, eu sei que você está muito ocupado e que aqui é o nosso "local de trabalho", mais tira um ou dois dias de folga não irá  acabar com a sua posição, além do que meu verdinho. - Mari aproximou-se, jogando seus braços no pescoço do John. - eu sou sua namorada e também preciso de sua atenção.  
- Mari já conversarmos sobre isso, aqui não é lugar para essas coisas. Mas se isso te faz feliz,  hoje a noite é minha folga,  podemos ir jantar juntos no restaurante que você escolher. 
- Ótimo. Aquele perto do seu apartamento esta perfeito para mim.  - Mari deu-lhe um beijo.  
- Mari... isso não é profissional.  
- Tudo bem. - ela o soltou.  - então a noite nos vemos.  Ve se não demora, eu não gosto de esperar.  - Mari saiu na frente e logo em seguida John.  Nenhum dos dois notaram minha presença, que foi um alívio. Entre mim e o John só tinha conversas referentes aos assuntos da liga. Desde que ele contou-me sobre o tal filho que havíamos tido, eu estava tentando evitar qualquer aproximação com ele. 
- Ai está você?  - ouvi wally aproximando-se de mim.  -  Shayera o jon está te chamando.  
- E o que ele quer?  - perguntei tentando segurar minhas lágrimas.  
- Não sei, ele só pediu-me para avisar que precisa falar com você.  - Wally olhou para mim. - você está bem?
- Sim, só estou um pouco cansada. E melhor eu ir ver o que o Jon quer.  Você vem?
- Adoraria, mas ligaram do laboratório,  eu preciso reanálisa  uma prova que foi contestada pelo advogado de defesa. - Wally fez uma careta.  - até mais Shayera,  e oh... trate de melhorar essa sua carinha linda. - Wally sorriu dando-me um abraço.  - Tchau.  
- Tchau.  - falei vendo-o sair. Depois fui ver o que o Jon queria comigo.  - qual o problema? 
- Alguém do planeta N9 esta precisando de ajuda. E pela descrição passada do ocorrido,  sua clave é a única capaz de ajuda-los. 
- Entendo. Estou indo agora mesmo, só irei arrumar minhas coisas.  
- Espere, não mandarmos você sozinha. Pedirei para que um segundo membro vá com você.  
- Eu vou. - John entrou na sala falando.  
- Esqueça,  eu não preciso de ajuda.
- Sabemos disso, porém não arriscarei sua vida.
- Jon? - quase implorei.
- Olha, eu estou ciente do que esta havendo entre vocês dois, melhor do que qualquer um, já que sou telepata, e acho que essa situação  tem que mudar. Além de adultos os dois também são colegas de trabalho e uma hora ou outra teriam que compartilhar a mesma missão. - olhei para a expressão serena de Jon, com raiva sai da sala. Jon estava certo porém eu não sentia-me  a vontade em compartilhar uma missão com o John. - As coordenadas do planeta n9 estão no GPS do jato. - ouvi Jon falando quando cheguei.  Ao lado do John estava Mari com cara de poucos amigo, eu podia ter uma ideia do motivo.  
- Ok.  vamos?! - John falou olhando para mim. 
- E eu tenho opção. - falei apontando para que ele fosse na fente. Sem dizer uma só palavra sentei-me no banco do co piloto.  O ar condicionado era o único que fazia barulho durante toda a viagem.  
- A missão não foi tão complicada quanto eu imaginei. 
- Tem razão.  - falei seca sem olhar para ele. 
- Nem precisava trazer roupas. 
- Verdade.  
- Você não irá falar direito comigo por quanto tempo? - fiquei em silencio.  - Shayera o Jon tem razão,  nos somos adultos, não podemos ficar agindo como adolescentes em crise. - não respondi. Eu podia sentir seus olhos em mim, eu não podia falar ou olhar para ele sem correr o risco das lágrimas que eu estava mantendo presa em meus olhos caíssem pelo meu rosto.  Jamais iria admitir que o John me visse chorando por sua causa. - ok então. Se você prefere o silêncio...  mas o que é isso? - olhei assustada para a grossa poeira a nossa frente.  Senti quando batemos em algo. 
- John?! - falei nervosa com o som de alerta soando.
- Droga, batemos em algo. E agora o rádio não está pegando, só para ajudar.  
- Cuidado. - falei tarde de mais, a lateral da nave ecoou um barulho  ao colidir com um meteoro.  
- Estamos perdendo altitude. Vem, vamos sair daqui. 
- Não dá,  apontei para a porta prensada. 
- E quem disse que eu estava falando da porta. - John abriu uma fenda na outra extremidade da nave. Saímos e observamos a nave cair e pegar fogo.
- Que ótimo! Fica presa com você em uma ilha era tudo o que eu queria.  
- Acrescenta o meu anel  ficar sem bateria na sua lista negra. - olhei para ele. Com um suspiro sentei-me em uma pedra olhando para o céu.  
- E agora? Sem a nave,  sem o rádio para avisar a torre da liga, sem o seu anel, o que faremos nessa ilha estranha? 
- Não sei. Mas fique calma, em algum momento eles irão perceber a nossa demora em voltar para casa. Ficar nervosa agora não irá ajudar em nada. 
- Enquanto isso iremos fazer o que nesse lugar? Que ódio.  - senti meu rosto queimar com as grossas lágrimas que escorriam. Eu não queria ficar ali sozinha, não  com o John.
- Infelizmente na temos outra escolha. - Ele olhou para o céu.  -  esta escurecendo,  acho melhor fazer uma fogueira.  Por sorte eu servi ao exército e sei táticas e técnicas de como sobreviver em situações como essas. 
- Que bom saber disso.  Pelo menos algo de bom.  - John fez uma fogueira para nos aquecer da noite fria.  Ficamos ali sentados olhando as chamas que dançavam na noss frente.  
- O fogo é como você. 
- Por que acha isso?  - perguntei sem lhe olhar.
- Por que ele é lindo e aparentemente inofensivo,  mas pode ferir gravemente quando sente-se ameaçado.  - olhei para ele e depois voltei meus olhos para as chamas,  evidentemente John ainda guardava rancor sobre o passado, pelo menos isso explica sua indiferença quanto ao amor que ele garante ainda sentir por mim. 
- Acho melhor esquecermos as comparações e a conversa fiada.  - falei deitando-me no chão.  Eu não queria falar sobre o passado com ele. 
- Shayera não estou acusando você,  eu só queria...
- John, chega. Não somos amigos para batermos papo, nossos assuntos devem ser apenas profissionais. 
- Desculpe-me. Eu só estava tentando quebrar o gelo entre nós.   
- Não tente. Se Deus quiser logo estaremos em casa e tudo voltará a ser como antes.  
- Se você prefere o silêncio, tudo bem. - John também deitou-se encarando o céu estrelado. "Não chore por ele" falei comigo mesma. Acordei no dia seguinte com um vento gelado no meu rosto.  Com a luz do dia era possível ver a beleza daquele lugar.  
- John?  - chamei quando não vi ele. 
- Eu estou aqui. - ele carregava algo que parecia bananas. - como eu não tinha nada para fazer e o meu anel não esta funcionando, resolvi ver se encontrava alguma coisa no meio da mata. 
- Humm, entendi. - falei pegando um fruto.  O gosto era um pouco diferente, porém era muito bom também.  - o que será isso?
- Boa pergunta. Parece banana e o gosto é bom.... 
- O que mais você encontrou? 
- Uma cachoeira muito bonita e também uma campina toda Florida.  Mas de comer só foi isso. 
- Eu quero ver também.  
- Eu mostro o caminho.  - saimos entrando mata a dentro, o primeiro lugar que eu vi foi a imensa campina clareada por feixos do sol. O vento balançava as flores de um lado para o outro, fazendo  o cheiro das rosas perfumar todo o ambiente.  "lindo e romántico demais" - admito que achei esse lugar incrível.  
- Sim ele é lindo. - falei tentando conter a onda elétrica que percorria meu corpo. - vamos, quero ver mais. - sai andando na frente para tirar a vontade insana de beijar o John.  O canto dos pássaros eram como uma sinfonía em meio ao delicioso cheiro de orvalho da mata. Pelo barulho forte de água caindo, estavamos perto da tal cachoeira.  
- Cuidado.  - John segurou-me pela cintura. Eu estava tão maravilhada com a beleza natural daquela lugar que não vi a altura da rocha e nem o quão escorregadia ela estava. Por instinto de defesa agarrei o pescoço do John. - você está tão distraída que nem ouviu-me dizer sobre essa rocha.  - sentir seu hálito quente no meu pescoço enquanto ele falava fez meu coração palpitar de maneira desenfreada. John puxou-me mas para perto se seu corpo, fazendo minha cabeça doer com o desejo que, pelo visto, ele também estava sentindo.  Virei o rosto para olhar-lo, antes de virar totalmente meu corpo, ficando frente a frente com ele. Fechei os olhos quando senti seus grossos lábios nos meus. Nossas línguas dançavam uma com a outra, assim como as mãos dele apertando minha cintura nua, o mundo parecia pequeno e íntimo naquele momento. Porém um barulho de tambor nos chamou a atenção.  Con um último beijo olhei para o John. 
- Salve a grande Ravena. - senti como se uma faca tivesse traspasado meu estômago.  Escontidos atrás de uma grossa árvore olhamos um grupo de homens carregando uma mulher com aspecto de feiticeira. 
- Mais o que é isso?
- Fica quieto.  - o grupo de pessoas pareciam estar em um tipo de ritual. 
- O grande Dagon receba essa oferenda em nome de seu honroso povo, como sinal de nossa satisfação em ter seu leito protetor.  - indagou a mulher. "Aceite nossa oferenda grande Dagon, aceite" os demais repetiam.  Do meio deles surgiu um menino vestido de branco.   - que esse ser puro e imaculado venha saciar sua vontade de sangue. - as águas do rio  formaram um buraco negro e jacarés,  ou ao menos parecia jacarés, começaram a sair das águas. Meus olhos vidraram na criança sendo arrastada pelos enormes bichos, para o buraco negro. Quiz levantar-me e salva o menino,  mas já era tarde demais.  A mulher voltou para seu acento e todos sairam gritando: Salve a grande Ravena.  
- Essa cachoeira acabou de perder a graça para mim. - ouvi  John falar, porém minha atenção ainda estava na forma como aquela criança foi sacrificada. Em imaginar que um dia eu já tinha acreditado nesses rituais absurdos.  - e melhor sairmos daqui. Vem Shayera.  
- O menino?! - falei apontando para o local de sua morte.  
- Esqueça isso.  Ele já se foi, e se não sairmos daqui teremos o mesmo destino.  
- Tem razão,  vamos sair desse lugar horrível.  - levantei-me, porém algo parecia segurar meu pé.  
- O que foi? 
- Eu estou presa. - John baixou para tentar soltar meu pé,  mais nos dois caimos em um buraco que surgiu.  Na queda eu bati a cabjeça e quando voltei em si, eu estava em uma espécie de calabouço acorrentada a uma pedra. - John?! -  o chamei quando o vi  desacordado.  
 



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