História Amor de um passado - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Batman, Liga da Justiça
Personagens Bruce Wayne (Batman), Clark Kent (Superman), Diana Prince (Mulher Maravilha), John Stewart, J'onn J'onzz "John Jones" (Caçador de Marte), Shiera Hall (Mulher-Gavião), Wally West (Kid Flash)
Tags Drama, John, Liga Da Justiça, Romance, Shayera
Exibições 20
Palavras 1.684
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ação, Crossover, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Os renegados



Tente soltar-me sem muito sucesso. 
- John? - voltei a chamar. 
- Não grite. - olhei para o velho senhor preso em um canto escuro da cela. - isso só servirá para chamar a atenção dos guardas.  
- Tem como sairmos daqui? - perguntei
- O que você acha?  Estou a anos tentando sair desse lugar. 
- E por que você esta aqui?
- Nesse lugar você pode ser preso por qualquer motivo banal, basta você não agradar a grande Ravena. 
- Quem é essa Ravena?  
- Uma feiticeira, a deusa do fogo e da terra, na verdade um demônio adorada por todos os idiotas desse planeta. 
- Deixe-me adivinar o motivo da sua prisão,  anti patriotismo.  
- De certa forma. - o velho homem sorriu de canto, pelo visto havia mais do que ele realmente queria contar.  
- Eu sinto muito.  - ele sorriu alto. 
- Acredite meu cartigo será pouco perto do que espera por você e o seu homem. - senti um arrepio na espinha.
  - Levantem-se insetos e agraciem a grande Ravena. - uma mulher apareceu vestida com uma capa vermelha. Em cada um de seus braços haviam um bracelete em forma de cobra. Seu olhar era vermelho vivo. 
- Então temos uma filha de Thanagar em minha prisão? - a voz da mulher era tão horripilante quanto a sua aparência.  
- Sim, minha senhora, o cheiro de pássaro desse mulher enoja a todos desse lugar.  
- Vão se danar. - falei cuspindo neles.  
- Pelo visto ela é rebelde também. - a feiticeira falou limpando seu rosto.  - vamos ver se ela será tão agressiva quando o poderoso Ron devorar sua carne. - ela sorriu para mim antes de virar-se para o John.  - e esse quem é?  

- Ele possui o anel dos lanternas verdes,  mais não aparenta ser do planeta J5. - o homem que estava ao lado de Ravena lhe disse,  mostrando a ela o anel do John. 
- Interesante, de onde você veio meu magnífico homem? E o que faz ao lado de um ser repugnante de Thanagar? 
- Não é da sua conta, bruxa maldita.  
- Humm, ok então,  não fale.  Você é muito mais apetitoso de boca fechada. - Ravena analisou cada parte do corpo do John.  - pensando bem, você não é tão desprezível assim. Tenho a certeza que terei o prazer em ter-lo em meu leito. 
- Prefiro morrer ao ter que deitar-me com você.  
- Não preocupe-se com isso. Você certamente morrerá, mais antes deixarei que minha pele sinta o prazer que a sua pode oferecer.  
- Jamais isso irá ocorrer. 
- Não lembro-me de ter perguntado se o preso que ou não fazer o que eu desejo. Quanto mais você resiste mais saborosa torna-se sua pele.  - Ravena sorriu. - amanhã essa criatura será entregue ao magnífico Ron - ela apontou para mim. - e você meu pedaço de javali, pensarei com calma em seu cartigo.  - Ravena saiu  com seus dois guardas atrás dela. 
- Pedaço de javali?  - sorri. - que nome mais criativo.  
- Você não deveria brincar assim com a morte. - o velho senhor repreendeu-me.
- Falando em morte, quem é esse Ron?
- O deus fogo. E Dagon é o Deus água.  Ainda temos o Deus terra Mana e o Deus ar zoan. 
- Entendi. - falei triste.
- Ravena é uma  feiticeira movida por ódio e magia negra, fora isso é só uma mulher cheia si. - olhei para ele sem intender por que ele disse aquilo.  
- Você, vamos. - um oficial chegou chamando o velho senhor. 
- Sua arma rompe magia. - disse-me ele. Então era uma dica, suas falas.
- Temos que sair daqui. Eu não vou deitar-me com aquela estranha e nem permitirei que você seja  consumida por esse Deus pagão. - Não falei nada, minha cabeça estava ocupada demais  pensando em um plano de como recuperar minha arma e sai dali.  No dia seguinte eu podia ouvi o alvoroço das pessoas chegando para assistir minha execução.  
- Você, vamos. -  um oficial chegou apontando para mim. 
- Nem chegue perto dela. - John falou com os olhos vermelhos de raiva.  
- Você também virá. A grande Ravena deseja que você também assista a execução. - saímos rumo a uma arena de espetáculos lotada de pessoas que desejavam minha morte.  No meio do lugar labaredas de fogo  dançavam deixando o lugar quente.  
- Meus irmãos olhem para essa criatura de aparência ingênua  mais que representa um grande perigo para o nosso povo. - a feiticeira falou para o público, que gritava lhe apoiando.  - O grande Ron em sua justiça perfeita  queimarar esse ser asqueroso junto com seus estranhos objetos.  - colocaram minha massa ao meu lado, ao ver-la sabia que aquela seria minha chance. Estiquei a mão para que ela viesse até mim e com um golpe só consegui libertar-me dos guardas.  
- Segurem a oferenda.  - ouvi Ravena gritar. Corri para ajudar o John,  porém nem precisou. Saimos correndo vilarejo a dentro. 
- O que está fazendo? - John perguntou quando batir a clave no chão.  
- Despistando eles. Esse lugar é comandado por magia. 
- E sua arma rompe magia. Entendi. - voltamos a correr, dois fortes homens apareceram na nossa frente. - é melhor sairem da frente.  
- Venham conosco que realmente querem viver. - John e eu nos olhamos desconfiados,  antes de seguir os rapazes.  
- Quem são vocês?  - perguntei quando um deles abriu uma porta em uma rocha.  
- Derek e esse é o meu irmão Logan.  Como pode-se ver nos temos alguns poderes peculiares. - quem olhava por fora a rocha era apenas um pedaço de pedra, mas por dentro era imensa. 
- Pelo visto vocês são contrário as divindades desse lugar. - John falou olhando os detalhes do esconderijo.  
- Acredite, nem todos concordam com as leis da louca Ravena e muito menos com a tirania desses deuses sanguinarios.  - o homem quase cuspiu as palavras. 
- E por que nos ajudaram? - perguntei curiosa. 
- Ajudamos todos aqueles que são contra as leis desse clero tirano.  E também ontem nosso mestre Razon nos pediu isso. Segundo ele sua arma  poderá por finalmente um basta nessa situação.  
- Então esse era o nome daquele velho senhor? - perguntei agradecida. 
- Sim, quando vocês chegaram na cela, ele teve a certeza de que seriam úteis para nossas luta. 
- Teremos o prazer de ajudar-los. Só que o meu anel ficou no castelo dessa Ravena.  - John falou. 
- O pegaremos depois, o importante agora é acharmos um jeito de  tirar essa Ravena do poder e fazer com que o povo perceba a farsa que ela e seus deus são.  - Derek falou olhando para as crianças brincando no chão. Uma mulher chegou trazendo uma bandeja.
- acalme seus corações meus queridos.  Vamos crer que o dia do nosso planeta voltar a ser o que era antes esta chegando.  O pai de vocês não morreu em vão. - a mulher de sorriso angelical sorriu para os filhos. - Esse planeta  nem sempre foi assim. Eramos um povo tranquilo, civilizado e de paz. Não precisamos esconder nossas crianças por receio de serem sacrificadas,  pois não havia sacrifícios aqui. Porém nossa paz acabou quando Ravena, que era discípula da nossa mestre Ula, começou a fazer a cabeça do povo sobre a importância da adoração aos seus deus.  Nem todos concordaram com isso, porém a maioria das pessoas voltaram-se contra Ula, a favor de Ravena. Os "desviados", como Ravena nos chamou,  foram presos e a cada ano ela sacrifica um. 
- Eu sinto muito.  - falei. - teremos o prazer de ajudar-los. Mais o John esta sem o anel dele é não sei se conseguiria sozinha fazer muita coisa. 
- Tentaremos,  não a vitória sem uma tentativa de luta. - John falou firme.  - mesmo sem meu anel, ainda posso fazer algo.  - ouvimos historias e  observamos o treinamento deles, onde John participava algumas vezes.  
- Você o ama, não é mesmo? - uma senhora sentou-se ao meu lado. 
- Hã... Não. .. eu não.  - respondir corando.  
-  Seus sentimentos podem serem  vistos de longe. Ele também à ama.  
- Eu sei disso,  mais nos não daríamos certo.  
- E por que não? 
- Ah muitas complicações,  e também ele já tem alguém. 
- Minha querida, nada é capaz de frear um amor, amor verdadeiro,  entre um homem e uma mulher.  - olhei para a velha senhora e sorri. Embora suas palavras fossem bonitas e reconfortantes, eu sabia que eram em vão.  John e eu nunca ficaríamos juntos novamente.  
- Você já viveu um grande amor?  - perguntei.
- Sim. Eu tinha meu rei. Um homem bom e carinhoso, cheio de amor para dar, além se ser um ótimo pai.  Eramos muito felizes,  até Ravena tomar meu poder. 
- Você é a Ula? -perguntei chocada. 
- Sim. O prisionero que você e o seu parceiro conheceram era o meu esposo.  
- Eu sinto muito.  
- Tudo bem.  Sua alma esta descansando agora. - ela sorriu. - tenho que ir agora. 
- Espere. - ela virou-se para mim. - onde iremos descansar.  
- Pode escolher a folha que quiser.  
- Folha? - perguntei olhando as grandes e finas folhas verdes que estavam espalhadas por todos os lados. Ula sorriu. 
- Não se preocupe minha querida,  garanto que elas são resistentes e capazes de suportar o peso desde a criança ao mais robusto homem.  
- Ha! - exclamei envergonhada. Ula saiu e logo em seguida John veio sentar-se ao meu lado.  
- Quem era?
- A tal Ula. 
- Serio? 
- Sim.  - falei tentando evitar olhar para ele. Não queria cair em tentação como da última vez, embora seu perfume atraísse cada músculo de meu corpo.  Levantei-me afim de sair de perto de John.  - se quizer deitar e só escolher uma das folhas. 
- Folhas? - ele disse parecendo confuso.  
- Sim, Ula garantiu que elas são bem resistentes. - sai para deitar-me os últimos dois dias tinham sido muito conturbados para mim.  
 



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